terça-feira, 26 de julho de 2005

einstein tinha razão

Quando Einstein disse que o tempo é relativo, ele estava coberto de razão. Ontem tive o prazer de reencontrar uma amiga que não via há muito tempo. Tanto tempo, que pareciam séculos. No entanto, em poucos minutos de conversa, que na verdade foram horas, conseguimos fazer com que o tempo todo que passamos longe, encurtasse. Em segundos colocamos nossas vidas numa tela, apertamos o play e assistimos o nosso próprio filme.
Engraçado... algumas pessoas certamente surgem em nossas vidas com algum propósito. É claro que existem muitos tipos de anjos, quero dizer, de amigos. Uns surgem num segundo e no próximo já se foram, mas isso não quer dizer que não tenham marcado algo em nossa vida. Outros aparecem e por algum motivo, somos obrigados a nos distanciar. Distância essa que não importa muito quando a amizade é verdadeira e forte. Distância essa que sentimos com a certeza de que não é pra sempre.
Acredito que o acaso não existe. Tudo acontece por um motivo, por um bom motivo. Aline é uma das amigas que eu não me importaria de não ver mais, porque sinto a certeza de que nos encontraremos em todas as nossas próximas vidas.
Horas que parecem minutos, anos transformados em sorrisos. É relativamente ligeiro o tempo, tanto que escapa por entre os dedos. Quando vi, já era hora de ir pra cama.

quinta-feira, 21 de julho de 2005

felicidade não se compra, mas estou vendida...

Pensei que a felicidade não tivesse preço, mas descobri que a minha custa apenas um sorriso. Aquele sorriso que me ilumina por completo, o sorriso que consegue refletir na minha alma. Basta um sorriso e sou feliz de novo.

quarta-feira, 20 de julho de 2005

a saudade saúda minha memória

Todo dia que eu entro naquele vagão me dá uma vontade quase incontrolável de continuar naquela linha e seguir. Seguir o caminho até aquela estação onde se encontra a minha felicidade, onde está escondido o meu amor. Sei que poderia continuar naquele caminho e então poderia ser feliz. Me aconchegar nos braços queridos e desejados, com o abraço daquele com quem tenho sonhado todas as noites, desde daquele último tchau. É triste, eu sei, esperar por um telefone que nunca toca, por uma despedida que nunca vem. E sem essa definitiva despedida, me encontro perdida nesse vai-e-vem, não sei como agir. Só sei esperar. Esperar e esperar. Não quero fechar os meus olhos com a certeza de que aquela seria a última vez que eles veriam você.

terça-feira, 19 de julho de 2005

sem você... não dá mais

Mis dias sin ti son tan oscuros, tan largos, tan grises mis dias sin ti...
Mis dias sin ti son tan absurdos, tan agrios, tan duros mis dias sin ti...
Mis dias sin ti no tienen noches, si alguna aparece és inutil dormir...
Mis dias sin ti son un derroche, las horas no tienem principio ni fin...
Mis dias sin ti son como un cielo sin lunas plateadas ni rastros de sol...
Mis dias sin ti son solo un eco que siempre repite la misma cancion...
Mis dias sin ti... como duelen los dias sin ti...  

sexta-feira, 15 de julho de 2005


De tudo ficaram 3 coisas:
a certeza de que estamos sempre começando...
a certeza de que é preciso continuar...
a certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar...
Façamos da interrupção um novo caminho: da queda um passo de dança - do medo uma escada - do sonho uma ponte.
E da procura ... um encontro.
Fernando Sabino

sinto uma dor profunda

Fico tentando me enganar, mas a verdade é que meu namorado anda tendo umas atitudes de deixar qualquer um revoltado. Melhor parar por aqui, antes que eu comece a chorar!

segunda-feira, 4 de julho de 2005

um jeito de amar só meu

Por que diabos você não pode me amar exatamente do jeito que eu te amo??
Já disse mais de cem vezes que eu amo de uma maneira tão louca e tão doente, tão inconsequente e tão dependente, que eu preciso de sua presença para sobreviver. Que complicado essas coisas do coração...
Um dia li um texto que questionava se morremos de amor... de amor se morre!
Literalmente.

um domingo no parque

Não foi qualquer parque, nem qualquer domingo. Nem qualquer companhia. Nem qualquer atividade. Fui com minha amiga Alice, ou melhor, Lu. Guiadas pelo non sense da direção, acabamos encontrando o Ibirapuera. Ou ele nos encontrando, o que é mais fácil.
Isso porque não dá nem 15 minutos de carro. Mas chegamos muito bem, obrigada. Fomos assaltadas por um flanelinha que cobrou 20 reais pra olhar o carro. E quando a gente voltou não tinha ninguém olhando. Ainda bem que pagamos só 10. Mas continua sendo um roubo.
A exposição corpos pintados é maravilhosa. Quero bis!!! Já o Fashion Week... bom... deixa pra lá. Não pertenço muito ao mundo fashion...
E houve a queda de uma estrela!!!! Euzinha... caída, esborrachada no chão. Ainda bem que era noite e ninguém viu. Só Alice e talvez o Gato que ri.