sexta-feira, 28 de abril de 2006

propagandas...


Não é à toa que a propaganda é a minha profissão...
Antonella é uma pintora que faz suas obras de arte com os pés, assim como um conhecido nosso!


e então, vem a Master Card com sua incrível linha de propaganda, homenagear mais uma vez, o nosso Carlito!
Pra ver o comercial, clique no link:




quinta-feira, 27 de abril de 2006

tudo que vai


Bem mais que o tempo que nós perdemos, ficou pra trás também o que nos juntou. Ainda lembro que eu estava lendo, só pra saber o que você achou dos versos que eu fiz e ainda espero resposta. Desfaz o vento, o que há por dentro desse lugar que ninguém mais pisou, você está vendo o que está acontecendo, nesse caderno sei que ainda estão os versos meus, tão seus que peço, dos versos meus, tão seus que espero que os aceite em paz. Eu digo que eu sou o antigo do que vai adiante. Sem mais, eu fico onde estou, prefiro continuar distante.

quarta-feira, 26 de abril de 2006

ainda é difícil


sua ausência ecoa pela casa e dá uma tristeza passar em frente a seu quarto e perceber que ele não é mais seu


dói saber que um dia tudo se acaba e a saudade pode ser um grande carrasco


já não ouço mais seu sorriso maroto, suas resmungações, seu assovio


não tem mais a mesma graça o almoço em família de domingo


sinto falta de sua disposição, de sua inocência, de sua birra


a casa está vazia desde que você se foi


saudades...

segunda-feira, 24 de abril de 2006

feriado a pão de queijo em Minas


tudodebom! é o que posso dizer do feriado. Muito verde, muita natureza,frutas frescas no quintal, comida mineira - humhum - pedalinho no lago, calor de matar, muito bicho do mato, futebol do meu amor, forno à lenha, festa de interior com direito a pescaria e forró, friozinho à noite e um chamego pra esquentar a orelha, comida mineira de novo, conversa mineira, queijo mineiro - êta trem bão sô - pizza e muita diversão!!
acho que engordei uns quilinhos... 

quinta-feira, 20 de abril de 2006

tchau, tchau vô


Esses dias foram um pouco difíceis, pois tive que me despedir de meu avô. Meu avôzinho que era um fofo! Meu parceiro em algumas traquinagens, o cara que me torrava a paciência quando seu Tricolor vencia meu Curíntia, como ele costumava dizer. Eu não posso dizer que meu avô era um cara sem defeitos, mas prefiro me lembrar de como ele foi bom comigo, na maior parte do tempo. De como ele era prestativo e nunca se cansava. De todas as coisas que ele fez pra mim, como por exemplo, a cama de todas as minhas bonecas. Ele era engenhoso com as mãos e uma vez instalou um chuveiro no quintal pros dias de calor.
E uma vez me fez um carinho, do nada. E era teimoso feito uma porta. Mas tinha o coração bom. Tão bom que de tanta bondade ficou pequeno e teve que crescer, crescer. E esse foi o mal. Não tem problema. Sei que agora ele está melhor, num lugar melhor, cercado de muita paz, de muita luz.
E se a morte é o começo de uma outra vida, espero que ainda possamos nos encontrar. Mais algumas vezes.
Então, até logo vovô!

segunda-feira, 17 de abril de 2006

e então é Páscoa!


Sabe, ser mídia é uma profissão compensatória. Ser bajulada a todo instante, que mal tem?? Afinal, aguentar o pessoal do atendimento, da produção, da criação e mais os veículos, não é tarefa fácil, não. Enfim, a compensação vem nas baladas vips, entradas pra tudo quanto é canto, camarote no Morumbi, festas badaladas, café da manhã de dar inveja a qualquer um, almoços chiquetésimos e presentes, muitos presentes. E assim, ganhei uns 10 ovos de páscoa e já me enchi muito de chocolate nesse feriado. Tive uma overdose de chocolate. Meudeus! Como eu AMO chocolate.
Apesar do feriado não ter começado muito bem, entre páginas e páginas de Geisel e Golbery, entre um e outro episódio de Sex and the City, Anos Incríveis e Confissões de Adolescente, a certeza. Certeza de que Páscoa é renascimento. E a certeza de que sempre há amor, amor pra recomeçar.

quarta-feira, 12 de abril de 2006

...passou, nossa chance passou...


Tudo começou com um sonho maluco. Eu vi um cara, sonhei com ele e me apaixonei. Conheci a pessoa pelo sonho e me apaixonei por aquela imagem. Coisa de gente doida, eu sei. Mas eu fui me apaixonando, apaixonando. Desejei todos os dias um sorriso, um afago na mão, um olhar diferente. Mas isso não aconteceu. Daí eu conheci um outro cara chamado Destino. E esse cara, hoje, me fez entender que a vida é muito engraçada e que de vez em quando ele gosta de brincar com a gente. Nada acontece por acaso. É claro que desse platonismo todo restou um carinho, uma lembrança. Uma lembrança do que nunca aconteceu. Ficou só no imaginário. Começou e acabou num sonho.

segunda-feira, 10 de abril de 2006

quero compreender por que as coisas mudam


Entendi o significado de uma frase que uma amiga costuma dizer: o "exercício das pequenas coisas" é eterno, não tenho mais dúvida. Entendi que por mais que se ame alguém, esse alguém vai agir na contra mão do óbvio e te magoar às vezes. Sem motivo, sem sentido. Uma frase dita atravessada, um olhar mal intencionado, um adeus sem despedida.
O tal exercício das pequenas coisas não consiste em aceitar, consiste em contar até dez e pensar em outra alternativa que não seja gritar, espernear e brigar. Esse exercício, que por sinal é extremamente difícil, consiste em saber levar, saber entender e analisar tudo de novo.
Mas é um tanto difícil. Difícil demais pra mim que gosto de resolver tudo na hora. Não gosto de vírgulas e reticências, minhas frases precisam de um ponto final. Tudo pra ontem, tudo pra agora.
Não sei por quê as coisas mudam... quando te conheci tive a certeza de que você seria o pai das minhas crianças, o homem da minha vida, o velho que me amparia até o último suspiro dos meus dias. Não que hoje eu tenha dúvidas, mas é que algumas pequenas coisas mudaram.
Você e eu nos esquecemos daquele "bom dia", daquele sorriso no coração quando o telefone toca, esquecemos de dizer "desculpe, não faço mais", esquecemos de sentir saudade um do outro, esquecemos que o amor precisa ser alimentado senão morre.
Tá aí. De hoje em diante vou fazer meu exercício diário das pequenas coisas do coração e tentar fazer minha parte para que as coisas possam voltar a ser exatamente como naquele dezoito de agosto de dois mil.

quinta-feira, 6 de abril de 2006

busão =)


Eu me divirto demais de manhã quando entro nos "busões" da vida. Eu me divirto até demais por apenas 2 "conto". Antes eu achava muita pobreza andar de ônibus, mas agora é tão divertido que eu me sinto num circo. O show das bizarrices são tão legais que eu poderia escrever um livro de contos sobre esses estranhos seres que dividem o busão comigo.
Todo dia aquele inferno do ônibus lotado feito uma lata de sardinha. Aí vem sempre algum doente mental se esfregar na mulherada. Com tanta bunda dando sopa por aí, por que (meudeus!!) esses desgraçados precisam se esfregar na gente?? (isso não é a parte divertida, óbvio) Depois também tem sempre um outro urubuzão que se pendura em cima de você pra espiar por dentro da sua blusa e explorar o melhor ângulo do seu decote. Mas que diabos ele quer ver?? São P-E-I-T-O-S!!!! Nunca viu será???
Ok, agora vamos pra parte mais legal. O ônibus cheio, os vidros fechados. As pessoas acham legal respirar aquele ar cheio de vírus. Mesmo que a chuva tenha passado ou que apenas esteja um ventinho mais frio, lá vai a gentalha fechar a janela. E sempre tem aquela pessoa que fala pra você: "esse ônibus vai pro Itaim?" - e daí você pensa: "caralho, tá escrito no letreiro ITAIM, como a pessoa pega um ônibus escrito ITAIM e pergunta se ele passa no ITAIM??!!" - educadamente você responde: "sim". Mas a conversa não pára aí. Não! Por mais que você queira dormir ou apenas ficar calada, a mula continua: "nossa, eu tenho uma filha que se parece com você, inclusive tem um brinco igualzinho ao seu, nossa hoje parece que vai chover mas eu não peguei guarda-chuva, também sai atrasada, sabe como é, dormi super tarde ontem e bláblábláblá.
Também tem aquele que começa a assoviar uma música que você nunca ouviu na vida, super mega desafiado e sem ritmo e ele acha que tá dando o maior show de assovios do mundo. E continua, e continua, e continua. Tem aquele que espirra, catarra e tosse e tudo ao mesmo tempo e tudo muito alto. Parece que vai morrer tuberculoso, parece que vai expelir um cavalo relinchando. Jesus!!! Que medo!
Tem também o motorista que pensa que tá no controle da montanha-russa e acelera e freia e acelera e freia. E também acha que tá na pista de fórmula 1. Abafando! O cara toca muito!! Uau! Ah, também tem o cobrador que, ou tá com cara de c* ou tá muito a fim de conversar... credo!
Ah, esqueci dos acidentes ou das aglomerações, sim, às vezes acontece algo do outro lado do mundo e o povo se espreme todo na janela pra poder ver o que tá acontecendo. E começa a emitir opiniões como se fossem os donos da verdade: "ah, só podia ser maloqueiro mesmo, dá nisso" - o cara não sabe nem o que tá acontecendo e já dando uma de sabe-tudo.
Agora o melhor mesmo é quando tem uma briga, um bate boca. Os motivos são sempre muito sérios. Alguém que quer expressar sua solidariedade e sua cidadania diz pra outro alguém: "ei, dá pra você levantar pra senhora sentar?" - por que ele mesmo não se levanta?? bom, aí já começa uma briga.
That´s all folks! Pra uma manhã de coletivo, acho que já deu.

quarta-feira, 5 de abril de 2006

terra de sonhos


Primeiro eu queria dizer que o tempo passa muitíssimo rápido. Isso porque ontem eu ia escrever sobre o meu 1 ano de Full Jazz que eu não completei. Mas não deu tempo. Quando eu vi, já tinha passado. Aqui já vai pra 2 meses, tirando o fato de março ter tido 93 dias pra mim.
Ainda não tenho uma mesa com a minha cara, na verdade ela não se parece nem um pouco comigo. Não tem nada. Só o computador, o telefone e umas pastas horrorosas. Preciso trazer minhas bugigangazinhas. Porque do jeito que tá, eu não me sinto em casa.
Ok. Agora você pode estar se perguntando o que o título tem a ver com esse post. Nada.
Mas eu recomendo assistir ao filme.

terça-feira, 4 de abril de 2006

tudo igual e ao mesmo tempo diferente


Eu penso que preconceitos nunca são bem vindos e geralmente eles aparecem pra confundir. Quem sempre detestou meninos que brincam de bonecas e meninas que empinam pipas está passando por um momento delicado. Eu tenho pena, mas ofereço um ombro amigo, um conselho diverso. Posso dizer algumas coisas, dizer: ok, aceite, as coisas são assim. Na verdade, o que importa não é de quem você gosta ou com quem você está, não importa o sexo, a cor, a raça, o credo. O que importa é aquela faisquinha de felicidade dentro do coração, seja lá pra quem for que essa faísca se acenda.
Eu penso que os preconceitos existem para que as pessoas possam se desculpar por algo que não entendem, que não aceitam, simplesmente por falta de vontade. De vontade, sim. As diferenças existem e nos cabe aceitá-las. Não há como mudá-las, então abra o coração e a mente e simplesmente as aceite. Preconceito nunca esteve com nada e isso é coisa de gente lelé da cuca!!
É... e se fosse semana que vem, faltariam 2 dias e não 3!!!!