terça-feira, 29 de agosto de 2006

segunda-feira, 28 de agosto de 2006

Pororoca Louca



tudo-de-bom! Apesar de ter ido uma galera bem reduzida, a balada se garantiu pelo bom humor dos meus queridos André e Lui, ou melhor, da Branca de Neve e do capitão Jack Sparrow. A balada foi ótima. Mas acho mesmo é que eu tô ficando velha. Não curto muito essa pegação que rola nas baladas. Acho muito nojento, meio bizarro. Como podem as pessoas sairem beijando assim, sem nem sequer saber o nome da criatura dona daquela boca beijada... arrrgh! Não gosto não!!! Mas... como o Cabelo estava, digamos, feminino demais pra “pegar” alguém, fizemos companhia um ao outro, e mais Fabixu e Andrei-surpresa! que apareceu no fim da festa! Frank tava o próprio Jack Sparrow, inclusive bêbado, ficou igualzinho. Voltamos pra casa depois que as luzes da balada acenderam, nos expulsando de lá. Figura que não podia faltar na noite: Raphy, a lenda (eu não mereço!!!). Eu de viúva alegre, quase numa alusão ao meu finado relacionamento. Com o carro guiado pela Samambas, voltamos pra casa em segurança. Afinal, se beber não dirija, certo?

sexta-feira, 25 de agosto de 2006

The net...


Preciso confessar que me rendo a este mundo novo da tecnologia. Porque, se antes, eu usava esta maravilha apenas para games e outros tipos de passatempos, hoje, isso aqui é meu mundinho. E o bom disso tudo é que ele não é meu mundinho virtual. Não. Este é definitivamente meu mundinho real. Passo quase 10 horas por dia em frente ao computador. Isso quando não almoço com ele. Até converso com ele. Eu, maluca, no meu diálogo-monólogo com meu próprio eu, com meu próprio computador. Coisa da era moderna. Da vida maluca que a gente vai levando.

Só tenho a agradecer porque a internet, o orkut e o msn trouxeram pessoas de volta pra minha vida. Pessoas que eu não imaginava reencontrar jamais. A menos que acontecesse um daqueles acasos do destino. A tecnologia só acelerou todos os acasos. E isso eu agradeço de montão.

Isso só me trouxe felicidade, alegria. Me trouxe vida aqui dentro.

Poxa! Isso me deixa incrivelmente e imensamente feliz. Porque agora eu sei que nunca mais perco ninguém da minha vida, por mais que os caminhos sejam outros, por mais que o barco teime em remar em direção oposta. Nunca mais.

quinta-feira, 24 de agosto de 2006

lembra que o plano era ficarmos bem?


Tem dia que você procura ânimo pra levantar da cama. Ok! Tenho um puta emprego legal, mas às vezes me pergunto se vale mesmo a pena, se é isso que eu quero fazer pro resto da minha vida. Se por muito mais tempo terei que aturar gente tão grossa, gente tão mal educada, gente com tanto mau humor. Daí, eu me lembro que em meio a tanta cara feia, existem umas pessoas que salvam nosso dia. Que vem com um sorriso, uma palavra amiga. Que te escutam e te explicam as coisas que você ainda não sabe. Tem certas frases que teriam outro efeito se ditas de outra maneira. Detesto pessoas desesperadas que saem gritando como se tudo fosse o fim do mundo e como se as coisas não tivessem solução. Tirando isso, sim, eu tenho um emprego legal. Mas ainda resta a dúvida se é assim mesmo que vou querer viver minha vida, engolindo sapos e pererecas que não descem redondo, definitivamente. Aí eu venho na van ouvindo uma música total brega que dizia você é a saudade que eu gosto de ter... e então eu páro um pouco meus pensamentos e presto atenção àquela letra, que pode ser brega, mas traduz tudo aquilo que eu possa estar sentindo, e percebo que ainda é difícil pensar nele. Ainda é difícil acreditar que tudo aquilo que tínhamos terminou. É duro saber que já fazem 3 meses que nos separamos e algumas semanas que não nos falamos. Logo ele... pra quem eu corria e desabafava todas as minhas angústias, todo o meu saco cheio, todas as minhas lamentações... e ele me falava sempre as mesmas coisas que, por mais que eu não acreditasse, me dava convicção pra continuar. Era mais ou menos como aquele estalo que te faz levantar da cama e ter ânimo pra aturar toda essa gente horrorosa.
Hoje está difícil pensar em certas coisas. Muitas não fazem nexo. É fim de ano quase. Não ganho o salário que almejava, meu tcc tá mau das pernas, minha faculdade foi uma mera ilusão, meus planos de amor eterno caíram por terra, minha formatura estará desfalcada de sua presença, meus amigos pensam em deixar o Brasil, outros, ocupados com seus mundinhos e suas vidas, aos poucos, acabarão se distanciando também.
A vida de adulto me mete cada vez mais medo. Não me sinto nada pronta pra assumir quaisquer responsabilidades. Não me sinto nada segura pra dizer que sou dona do meu nariz. Tenho tanta insegurança e tantos medos... e não tenho ninguém pra me dizer aquelas palavras tão certas.
É... tem dia que é difícil...

segunda-feira, 21 de agosto de 2006

trouble melts like lemon drops



Somewhere over the rainbow, way up high, there's a land that I heard once in a lullaby. Somewhere over the rainbow, skies are blue. And the dreams that you dare to dream really do come true.
Somewhere over the rainbow, blue birds fly. And the dreams that you dreamed of, dreams really do come true.
Someday I'll wish upon a star, wake up where the clouds are far behind me, where trouble melts like lemon drops, high above the chimney tops that´s where you'll find me.
Well I see trees of green and red roses too, I'll watch them bloom for me and you, and I think to myself what a wonderful world!
Well I see skies of blue and I see clouds of white, and the bright bless day, the dark sacred night and I think to myself… what a wonderful world!
The colors of the rainbow so pretty in the sky are also on the faces of people passing by. I see friends shaking hands, saying: how do you do? They're really saying: I...I love you.
I hear babies cry and I watch them grow. They'll learn much more than I'll never know, and I think to myself what a wonderful world!
Somewhere over the rainbow, way up high. And the dreams that you dare to dream, why, oh why can't I?

sexta-feira, 18 de agosto de 2006

fundamental é mesmo o amor, é impossível ser feliz sozinho


Das necessidades humanas, a que considero mais engraçada é essa tal necessidade de se sentir com alguém, em grupo, acompanhado. Sozinhos? jamais! As pessoas buscam estar entre os amigos mais queridos, na companhia de quem se ama, ao lado de um irmão ou até mesmo de um cachorrinho, que seja. Nunca, nunquinha, queremos ficar sozinhos. É certo que a solidão me causa calafrios, mas é certo também que sozinha consigo colocar meus pensamentos em ordem e aquietar meu coração. Puxar a cordinha que está no meu tornozelo e trazer meus pés de volta pro chão. Mas sozinha, sozinha, não de estar só, mas de ser só, ah, isso não... não mesmo.
A condição solitária é opção de cada um, e acreditem, você pode ser sozinho ou estar sozinho. É uma questão de perspectiva. Como aquela história do copo meio cheio ou meio vazio. Tudo é uma questão da ótica pela qual se percebe a situação. Digo isso porque, voltando às necessidades, estar sozinho é uma condição que vivo agora, porém daqui alguns instantes não vivo mais. Eu posso estar rodeada de amigos e estar só, cá comigo. Agora ser só não é uma necessidade que tenho, mas sei muito bem quando ser ou estar uma coisa e outra.
Acho que as pessoas que estão só escolheram esta opção por algum motivo. Acho que elas são felizes assim, até. Mas a felicidade também é algo passageiro e mutante. Mesmo assim, a solidão pode ser uma escolha. E ainda sendo escolha me coloca medo.
A única coisa que sei mesmo, é que mesmo sendo engraçada essa tal necessidade, minha opção é estar sozinha, ora sim, ora não. Mas ser sozinha, jamais.

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

o que é que a Bahia tem?

Glauber Rocha, Cristo Redentor, cafezinho, Jorge Amado, tema do Jornal Nacional, feijoada, carnaval, dunas, pimentas vermelhas, DJ da periferia, Carmem Miranda, criatividade, água de coco, hino nacional, Tom Jobim, rodízio, milho verde, samba, Palácio da Alvorada, merenda escolar, futebol, Oscar Niemeyer, dívida externa, paçoca, praia, Pelé, publicidade, cerveja, curvas femininas, buzina do Chacrinha, frango de padaria, fita de Nosso Senhor do Bomfim, Santos Dumont, Copacabana, guaraná, fogueira de São João, Machado de Assis, camisetas Hering, boto, nega maluca, festa junina, Gregório de Matos, bauru, Castro Alves, misto quente, teatro de besteirol, Ayrton Senna, floresta amazônica, acarajé, barraca de praia, Bispo do Rosário, arroz com feijão, pau brasil, Monteiro Lobato, banana, vôlei de praia, Caetano Veloso, canga de crochê, brigadeiro, fuxico, Avenida Paulista, pão de queijo, saci pererê, Roberto Carlos, microfone do Silvio Santos, biscoito de polvilho, verde e rosa, Lampião e Maria Bonita, cachaça, cavaquinho, Gisele Bündchen, pelourinho, caipirinha, garota de Ipanema, guarapa, flanelinha. 

segunda-feira, 14 de agosto de 2006

where the streets have no name


E de repente, quando menos se espera e quando menos se procura, surge alguém que consegue embaralhar todas as coisas por dentro e bagunçar a vida de quem procurava se acalmar por uns tempos. Então ele surge, com suas táticas infalíveis. Embalados por Jack Johnson e U2, aquela boca vem.
Enfim... fim de semana cheio, do jeito que gosto! Jogo do Timão, acendo uma vela de 7 dias. Rezar é o que me resta e fazer um minuto de silêncio pelo Corinthians, que apaticamente morre a cada jogo. Tá fogo viu... e o Carlitos parece uma bolinha em campo... o que acontece com esses caras??? Bom, pelo menos nos livramos do Geninho! Aleluia!!!
Ai que saudade das minhas amigas... de poder fofocar e contar como andam as coisas. Aqui na Y&R elas foram embora, pra facu quase não vou... e as amigas do peito mesmo, passaram o findi na praia...
E tudo o que eu quero é uma fatia beeeeem grande de bolo de morango com chocolate!

terça-feira, 8 de agosto de 2006


Fiquei triste. Num momento você estava aqui, no outro já não estava. Igual a um bicho de estimação que morre de repente e somem com o corpo. Para onde foi tudo aquilo? Que tínhamos tão seguro. Tão certos de sua eternidade. Para onde foi, hein? Meu peito, depósito subitamente esvaziado, aperta-se no meio de tanto espaço.

Tento identificar o instante, quando o que tínhamos se perdeu. Mas nem sei se o perdemos juntos ou se juntos já não estávamos. Me desespera saber que um amor; um dia desses tão grande, possa ter desaparecido com tanta facilidade.

Como já disse, estou triste; e isso me faz acreditar no poder das cartas. Não falo de tarô, mas destas, escritas e mandadas ou não mandadas. Cheias de questões e metáforas, que assim, misturadas cuidadosamente, num cafona português polido, soam mais sensatas.

Qual poder espero desta carta? Simples: que deixe registrado este meu estranho momento. Quando o que devia ser alívio revela-se angústia. E a cabeça não pára, vasculhando cantos vazios.

Não gosto de perder as minhas coisas, você sabe. E hoje, cercada pela sua ausência, procuro o que procurar. Experimentando o desânimo da busca desiludida. Pois, se um amor como aquele acaba dessa maneira, vale a pena encontrar um outro? Será inteligente apostar tanto de novo?

Aposto que você está pouco se lixando para isso tudo. Que segue sua vida tranquilamente, como se nada de tão importante tivesse ocorrido. E está até achando graça desta minha carta, julgando-a patética e ridícula. Você, redundante como sempre.

Só há uma coisa certa a respeito disso: não desejo resposta sua. É, esta é uma daquelas cartas que não são para ser respondidas. Apenas lidas, relidas, depois picadas em pedacinhos. Sendo esse o destino mais nobre para as emoções abandonadas.

Queria apenas pedir um favor antes que você rasgue este resto do que tivemos. Se algum dia, tendo bebido demais, sei lá, você acabar pensando tolices parecidas como estas, escreva também uma carta. Mesmo sem jamais saber o que você irá dizer, sei que ela fará de mim menos ridícula. Neste amor e, por isso, em todo o resto. Pois adoraria que você fosse capaz de tanto – escrever uma carta é um ato de desmedida coragem. E eu ficaria, enfim, feliz comigo, por tê-lo amado. Um homem assim, capaz de escrever bobagens amorosas.

Então é isso – como sou insuportavelmente romântica, meu Deus. Termino aqui essa história, de minha parte, contando que estas palavras façam jus ao fim do amor que eu senti. E deixando este testamento de dor: onde me reconheço fraca e irremediável. Porque ainda gostaria de poder acreditar que você nadaria de volta para mim.

Para o amor perdido – Fernanda Young – publicada na Cláudia de agosto 

quarta-feira, 2 de agosto de 2006

a heart attack of happiness


Se a vida continuar nesse ritmo, vou ter um treco de tanta alegria!!! Tanto amigos queridos, tanta coisa gostosa, aquelas mesmas brincadeiras, aqueles mesmos carinhos. Como falei, tudo parece que foi ontem. Que delícia de noite e que bacana tudo o que vem acontecendo. Eu quero é mais!! Hoje tem almoço com Diego, amanhã Testa e Aline, quem sabe o Nego... talvez um joguinho amanhã à noite, talvez mais alguma baladinha no findi. Mas o que eu quero mesmo é mais. Quero me esbaldar na nostalgia daqueles tempos. Viver cada momento do passado que se passa neste curto futuro presente. Como é bom e gratificante conservar os velhos amigos. Como é boa a sensação de poder fazer essa viagem no tempo e poder viver intensamente como se fosse aquele mesmo tempo. É isso aí... obrigada Vida! por me trazer tudo o que há de bom.