quinta-feira, 28 de junho de 2007

*noite de meninas*






“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” – Saint-Exupèry

Há quem diga que mulheres, quando são amigas, ficam insuportáveis. Porque concordam uma com a outra e não se desgrudam. A vida nos apresenta milhares de pessoas. E cada uma delas vem cumprir um papel em nossa vida. Todas elas ficam na nossa memória, nos nossos hábitos, nas nossas fotos, nos nossos guardados... eu tenho saudade de todas as amigas que eu já tive na vida. Tem as amigas da família, as tias, as primas, as irmãs, que estão sempre indo e vindo em nossa vida, provando que o tempo passa, mas que certas coisas nunca mudam.  Aquela amiga desbocada que só fala palavrão e se mete em encrenca, mas faz você rir muito. Tem aquela com quem você anda de braços dados para todo o canto. Aquela pra quem você contou sobre o primeiro garoto que gostou. Aquela que te dá toque sobre roupas, pessoas, corte de cabelo e comportamento. Tem aquela outra que é chorona, aquela que critica você a cada cinco minutos, aquela cdf que sabe de tudo e aquela melosa que gosta de abraçar e mandar recadinhos. E aquela com quem você dividiu a cama naquela viagem que foi o maior programa de índio da sua vida. Aquela pra quem você conta absolutamente tudo e que você sempre foi entendida. Aquela que te dá broncas e manda você parar de roer as unhas.  Aquela que não tem vergonha de dizer que te ama. Aquela que apresenta os melhores caras. Aquela que passa os momentos mais difíceis ao teu lado. Aquela que te liga todo dia. Aquela intelectual que te ensina um monte de coisas, aquela que te abraçou em silêncio e sentiu você chorar. Aquela que faz tudo o que você pede e aquela outra egoísta. Aquela que ouve quando você está apaixonada e fala horas com você sobre o mesmo assunto. E aquela que a entende quando você a deixou para ficar com seu namorado. E aquela outra que exige toda a sua atenção. Tem também aquela idealista com quem você passa horas discutindo os problemas existenciais da humanidade. Aquela que só liga no dia do seu aniversário, mas que mesmo assim você a adora. Aquela que parece sua mãe e vive pra te dar conselhos. Aquela que você sente muito ciúme e aquela que você já invejou secretamente. Tem aquela também que você sente um carinho enorme desde o primeiro momento em que a viu. Aquela que pede a Deus por você quando ora. Aquela que te deu o conselho certo e você não ouviu. E aquela única com quem você divide o que tem de mais precioso. Aquela que paga coisas pra você quando você está sem grana. Aquela que era mais chegada e sumiu e que depois você nunca mais soube. E aquela que é uma irmã pra você. Tem quem não possua tantas amigas assim, mas que tem aquela que vale por todas. E tem a melhor amiga, que é simplesmente “aquela”. Só posso dizer que a amizade vale a pena e quem me ensinou isso foram vocês, minhas amigas.

Este texto é em homenagem às minhas amigas que me proporcionaram uma noite maravilhosa, para àquelas presentes e também para àquela que esteve a todo instante no meu pensamento.

terça-feira, 26 de junho de 2007













Ela costumava ser a pessoa que me acordava toda manhã, sempre de maneira muito carinhosa. Em dias de frio, era ela também que passava todo meu uniforme só pra eu já vestir a roupa quentinha. E também era ela que dizia pra minha mãe que eu não estava disposta a ir pra escola quando, na verdade, eu só queria dormir mais um pouquinho. Era ela que ia à feira e comprava roupa pras minhas bonecas. Era ela que fazia o enxoval do meu mundo da fantasia. Ela era quem me dava as raspas da massa de bolo e me fazia deixá-las crescer com a luz do sol. Era ela que fazia o melhor nhoque e o sorvete de chocolate mais cremoso do mundo. Eu a admirava quando ligava pra participar dos programas jornalísticos na tv ou quando ela comprava um bando de parafernalhas que passavam nos tradicionais programas femininos da tarde. Eu também gostava de vê-la tingindo os cabelos e enrolando-os no bob com laquê. Gostava também de vê-la, cuidadosamente, fazendo suas unhas. Gostava do barulho de sua máquina de costura no quartinho, do bater de panelas, dos gritos ensandecidos com a molecada batendo bola no portão, da bronca com meu avô. Gostava do bolo da tarde, dos docinhos inventados, da janta sempre pronta, do caldo do frango, da sua mania de chupar gelo, do cheiro do peru nas festas de fim de ano. Achava seu gosto um pouco engraçado, com cores fortes e floridas, bijuterias espalhafatosas, mas era bem elegante com seus sapatos de salto sempre altos, e estes, sempre de bom gosto. Estas são as lembranças que ficaram de minha vó. Hoje, são 5 anos que ela se foi e é isso que eu quero levar comigo, assim como ela, que acabou se perdendo no tempo por causa do Alzheimer.  

segunda-feira, 25 de junho de 2007

www.com


Procuro no glorioso orkut fatos e defeitos sobre meus “inimigos” ou sobre meus desafetos, ou sobre aqueles que eu não gosto. Procuro uma foto ridícula, uma comunidade bizarra, um erro de português. Acho engraçadas as pessoas que deletam seus recados. É estranho procurar privacidade no orkut, não? Não sei, ainda não entendo muito bem dessas coisas. Esses dias, estive na apresentação do Second Life. Isso sim é algo muito estranho. E pensar que tem gente ficando milionária com esse negócio... eu ainda não me tornei um avatar, afinal, tenho tanto problema pra administrar na minha firs life, que não me sinto pronta pra partir pra nenhuma outra second life. Isso tudo ainda é muito confuso pra mim. Hoje, se eu quero falar com a minha mãe, telefono pra sala do meu celular e peço pra ela fazer menos barulho. Se eu quero falar com a minha supervisora, que senta na minha frente, mando uma mensagem pelo msn. Se eu quero dizer à minha amiga o quanto ela me faz falta, ao invés de ligar e ouvir sua voz, eu deixo um scrap. Se quero mandar uma carta, escrevo por e-mail. Se eu preciso fazer um trabalho, o coloco num grupo onde todos acessam e compartilham informações. Aparentemente não precisamos mais de seres humanos. As máquinas e a tecnologia nos bastam. Eu me vejo ainda entrando nesse novo mundo. Há tão pouco tempo atrás, nada disso era assim. Até mesmo o português está se modernizando, naum é msm? Sei lá... daqui a pouco as pessoas não vão mais se lembrar de como se escreve direito, como se elas já soubessem. Está tudo realmente de cabeça pro ar. Talvez eu seja mesmo o problema. É que não tenho conseguido acompanhar o ritmo frenético com que as coisas mudam.
E você, já mudou?

sexta-feira, 22 de junho de 2007

1 mexicano e 4 amigos


Até que enfim nosso encontro deu certo. Embora parecesse mais um desencontro com finalidade de despedida, foi um encontro maravilhoso e único. Estamos todos com nossa vidinha já engatilhada, com planos mil e sonhos a todo vapor. Cada um seguindo rumos diferentes em direção aquilo que quer na vida. Eu adoro essas pequenas aventuras que conseguem me tirar da rotina. Peguei um ônibus e escolhi umas músicas aleatórias no meu iPod. Desci na Augusta e fui até a Livraria Cultura, no Conjunto Nacional. Muito bonita e charmosa, fiquei encantada com a arquitetura do lugar, ainda não conhecia. Me segurei pra não comprar O Pequeno Príncipe, me arrisquei a ler uns trechos, mas não comprei. Acho que deveria ter comprado. Recebi uma ligação de mamis que me deixou muito feliz da vida. Fui esperar a galera e observei a minha Paulista, sempre muito agitada e cheia de gente esquisita. O flautista dava o tom daquela correria sincronizada. De repente, ele me surpreendeu tocando o tema de Romeu e Julieta, de Franco Zefirelli, um dos meus favoritos e presença na minha pequena coleção de dvds. Fomos para o mexicano e ficamos a espera dos japas. Colocamos todas as fofocas em dia – ou ao menos tentamos, é muita coisa acontecendo. Meus planos de ir pra Austrália se transformaram em planos de casamento, Celso planeja sua pós e sua estadia no Canadá, Guto empreendedor com sua pequena empresa e Nath, despedindo-se de nós a caminho da Europa.
Lembramos de aventuras na Cásper, fofocamos sobre a vida alheia – êta coisa boa, falamos do nosso famigerado e orgulhoso tcc do ano passado, rimos de muitas coisas que passaram e outras que estão por vir. Planos e planos. Sonhos e sonhos. Pegamos o metrô de volta pra casa, como naqueles quatro anos de faculdade.
Estampamos no rosto aqueles mesmos sorrisos, aquelas mesmas dúvidas e ansiedades. Estamos mais maduros, mais adultos, mais amigos. Somos. Cada um com a sua mesma essência, carregando ainda aqueles mesmos sonhos.

terça-feira, 19 de junho de 2007

quando eu crescer, eu quero ser grande









Eu já quis ser professora e bailarina. Depois eu queria ser dona-de-casa, feito minha vó. Aí achei que ficaria muito chato assistir aqueles programas femininos durante toda a tarde, e decidi que queria ser bancária. Mas isso porque eu achava que bancária apenas carimbava documentos e atendia ao telefone. Ficou muito burocrático e decidi que seria mãe. Adotei todas as bonecas como minhas filhas, e então, numa noite muito fria descobri que este não era o meu dom, afinal, as bonecas dormiram sem roupa e morreram de frio. Mais tarde um pouco eu quis ser egiptóloga, pois me apaixonei pelo Egito durante uma aula de História. Eu realmente cheguei a arquivar e estudar a fundo a sociedade egípcia, até descobrir que esta profissão não seria reconhecida no Brasil. Então queria ser veterinária. Até eu ter que sacrificar meu cachorro. Então eu decidi escrever novelas, mas dava muito trabalho compor vários núcleos. Optei por ser escritora de livros mesmo, cheguei a escrever algumas coisas, mas depois descobri que o Brasil está nas últimas posições no ranking de leitores. Quis ser arquiteta, mas não levava muito jeito com os desenhos, além disso, as revistas do segmento eram muito caras. Aí eu tentei decoração, mas aprendi que gosto é uma coisa que não se discute. Então eu me empreitei no ramo dos chocolates, aos 10 anos. Ganhei a Chocolateria da Estrela e vendia pirulitos de chocolate pela vizinhança. Mas o comércio é muito complicado, ainda mais quando as amigas “penduram” a compra. Depois disso, não queria ser mais nada. Aí tentei ser jogadora de vôlei, mas além de não saber jogar, não tinha altura. Quis ser diretora de cinema, atriz, cantora. Mas me faltava, digamos, talento. Então eu quis mudar o mundo e eu seria jornalista, como aqueles da época da ditadura, que se armavam, literalmente, de palavras. E eu achava isso tudo muito bonito, muito idealista. Como não passei no vestibular e eu não podia ganhar a vida sendo modelo-atriz-apresentadora, decidi ficar um ano parada, sem fazer absolutamente nada a não ser viver a vida. Aí aproveitei para fazer espanhol. No outro ano, fiz cursinho. E então prestei publicidade. Hoje sou publicitária e trabalho na área de mídia. Um departamento visto como aquele que faz “xizinhos”. E é isso. Eu sou publicitária. Mas eu ainda vou ser professora, como eu desejava quando eu tinha meus 6 anos. Quero dar aulas em faculdade. E já escolhi quais eu quero. Pelo menos de todos os desejos, sei que ao menos um, algum dia, eu vou realizar.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

se o bar é bom, o BAR é BRAHMA


A nossa vidinha, dos mídias, é muito bacana. Junho é o mês das baladas exclusivas pra gente. Apesar da semana super corrida graças a uma mega concorrência e aos clientes de sempre, ontem foi compensatório. O bom também é contar com uma chefinha que libera a noite dos namorados pra, babem, namorar e ainda dá os convites vips pras baladinhas.
Ontem tinha despedida de amiga querida, que ficou pra outra semana. Saí da agências às 22h30 e fui para a festa da Sony, que fechou o Bar Brahma só pra nós. E foi ótima. Encontrei todos os meus amigos ex-youngers e alguns outros mais, vários babados, comida e bebida de graça e música da boa. Só não ganhei a viagem pra Buenos Aires, mas tudo bem. O mês tem muitos dias ainda.
Adoro essas pequenas coisas cheias de glamour.  

terça-feira, 12 de junho de 2007













“amar é querer estar perto, se longe; e mais perto, se perto” – Vinícius de Moraes

Hoje é 12 de junho, dia dos namorados. Em alguns outros lugares, esse dia é 14 de fevereiro, e é conhecido como Valentine´s day. Dias ou nomes diferentes servem, na verdade, aos interesses da nossa velha sociedade capitalista. São datas estipuladas pelo comércio pra que as lojas possam faturar nesse período do ano. A indústria do amor enlata os corações, coloca numa bela caixa vermelha amarrada com um laço de cetim e os coloca nas prateleiras, tudo a ótimos precinhos.
Eu, particularmente, adoro o dia dos namorados. Não pelos presentes ou pelos mimos, mas por ser um dia que começa de outra cor, com outro tom e tem outro sabor. Adoro os pequenos gestos românticos, os recadinhos-surpresa que chegam no celular, aquele email carinhoso, ou um simples alô no final da tarde.
Pra mim é um dia todo especial sim. Dia de declarar – uma vez mais – o amor. Puro e simples, singelo e forte, lapidado e bruto. Dia de trocar presentes, beijos, confidências. Dia de renovar os votos. Um dia comercial, mas que fica tudo muito bonito. Com corações de plástico, de vidro, de ar, espalhados por toda a cidade. Tudo fica vermelho e enamorado.
Ontem fui ao shopping, porque como boa brasileira deixei pra última hora, comprar os presentes do meu namorado. Embalei tudo com muito carinho, comprei até uma caixa cheia de declarações e um lindo cartão do pequeno príncipe. Preparei uma surpresa virtual que me deu um baita trabalho, mas que valeu a pena. Ficou lindo, lindo. E eu adoro esses pequenos mimos, essas coisinhas feitas à mão, com carinho e afeto. Com direito a declaração em jornal e tudo. Adoro o dia de hoje. E este é apenas o primeiro, de muitos outros que virão.

“naquela nuvem, naquela, mando-te meu pensamento: que Deus se ocupe do vento” – Cecília Meireles

segunda-feira, 11 de junho de 2007

feriado na paulicéia












Mais um fim de semana perfeito. Feriado em São Paulo, tudo-de-bom, ao lado da melhor companhia. Quinta foi dia de compras, cheio de mimos só pra mim. Me bajulei e me dei muitos presentes. Almoço especial com gosto de infância e encontro inesperado com menina que não via há muito, muito tempo. Sexta foi dia de acordar tarde, preparar um almoço especial pro meu amor e cair no mundo pra botar as pendências em dia. Foi uma sexta bastante agitada, mas muito gostosa. Sábado foi minha estréia no jogo da seleção brasileira masculina de vôlei. Mais uma paixão que agora eu tenho, um jogo muito bonito de se ver. Ginásio lotado com uma só torcida e eu nem imaginava que o Brasil era tão fanático assim por outros esportes além do futebol. Coisa muito bonita de se ver. Depois do jogo, ao melhor estilo born to be wild, a bordo da garupa  da super Comet do meu super namorado, fomos almoçar em grande estilo em lanchonete badalada de Sampa. Passamos pela Paulista, seguindo uma Ferrari vermelha. Voltamos ao Ibirapuera e fomos à exposição da OCA. Uma verdadeira aula de anatomia, mas muito interessante. Apesar de achar que poderia ser um pouco melhor elaborada, mas mesmo assim muito rica em detalhes. À noite, churrasco com os amigos e muita espanhola. Eu, tonta, tonta. Domingo, finalmente, dia de não fazer nada. Ver tv com mamis, cuidar um pouco da bagunça do meu quarto e ficar com meu amor. Mais uma vez, o melhor programa.

terça-feira, 5 de junho de 2007

o caminho dos seus passos é meu coração








De todas as coisas que me acontecem na vida, algumas das poucas certezas que tenho é a de que encontrei o homem da minha vida. É diferente quando você percebe que é pra sempre. Você sente, sabe só de olhar. Sente num toque, num olhar diferente, no tipo do abraço, no sorriso largo estampado na cara. Você faz planos até sobre a cor das cortinas ou sobre o nome dos filhos.
Quando um amor verdadeiro chega, ele não pede licença. Não é preciso. Ele reside dentro e lá, bem no fundo, é onde ele vai ficar pra sempre. Quando o homem da sua vida aparece, você se sente segura, se sente completa. Você não precisa temer, não precisa esperar, cada dia é uma surpresa.
Quando você encontra essa pessoa, o caminho é trilhado junto, os passos são sempre em dupla, você não fica sozinha, nem quando está longe. Porque mesmo de longe, ele está sempre perto. Em pensamento, em recordação, em pequenas coisas cotidianas.
E eu sigo sigo seus passos a caminho do meu coração. Eu sigo seus passos, uma curva, não um risco. Alegria é como um vício. Nesse livro, nossa história, estampada em seu olhar.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

182 dias se foram, algumas promessas cumpridas


Estamos na metade do ano. Realmente o tempo tem passado muito depressa. Hoje resolvi reler meu primeiro post do ano pra ver todas as coisas que eu havia prometido a mim mesma que faria. Muitas das promessas e sonhos que eu fiz, graças a Deus, aconteceram. Não adquiri novos hábitos alimentares e ainda não me matriculei na academia, mas estou cuidando do meu corpo, de certa maneira. Faço as unhas toda semana, hidratação nos cabelos e esfoliação na pele uma vez por mês. Pelo menos por fora está tudo em ordem. Por dentro, fica por conta das consultas médicas. Não consegui dedicar ao meu físico como eu queria, ainda. Estou um pouco mais organizada, já que não tenho mais onde jogar as roupas no meu quarto, então acabo guardando tudo em seus devidos lugares. Me realizar profissionalmente, acredito eu, é um caminho a percorrer, então eu ainda tenho muita estrada pela frente. Cultivar os amigos – os velhos e os novos – assim como fazer outros, isso sim, exercício de todo dia. Amar, sonhar, aproveitar e viver a vida – todo instante. Consegui ler alguns livros pendentes, mas acumulei um outro tanto que ainda quero ler. Ver todos os filmes, ainda não consegui também, afinal é quase impossível, mas eu tento, juro que tento. Consegui ir com maior freqüência ao teatro, e este é um hábito que tenho amado. Não consigo andar tanto com minha cachorra como eu gostaria e nem como ela merece, não fui à Argentina e nem viajei pros quatros cantos brasileiros. Não odeio mais meu chefe. Não por mérito dele (ou meu), mas porque mudei de empresa. Ainda não me declarei adepta de nenhuma religião nem estou muito mais religiosa, mas tenho lá minha fé. Não comprei meu carro, mas comprei meu apartamento. Realmente, hoje, peço muito menos porque não me sobra tempo de tanto que eu tenho a agradecer.
E é isso. Até que o balanço do semestre é bastante positivo. E olha que eu ainda tenho mais 182 dias pra realizar o resto.
Quem sabe...