sexta-feira, 28 de setembro de 2007

ou eu sou muito burra ou querem me enlouquecer


1º caso
chefe diz: qual a raiz quadrada de 4?
você diz: 2
chefe: não, isso eu sei... o que eu perguntei foi outra coisa...

2º caso
chefe: será SE eu sei andar de bicicleta?
você: ?????

3º caso
você: eu dei 10 reais pra pagar a conta que deu 8 reais, esses 2 reais são de troco
chefe: não, esses 2 reais é referente a diferença paga entre o que você deu e o que deveria ser cobrado

4º caso
chefe: faça uma carta para o cliente X escrevendo sobre nossa negociação com o veículo Y
- algum tempo depois –
você: tá pronto!
chefe: eu acho que eu falo grego ou tenho algum problema de dicção... será SE eu fui clara?
você: sim, mas o que eu fiz de errado?
chefe: tudo! Eu falei que era pra fazer uma carta pro veículo Y sobre nossa negociação com o cliente X...
você: não, você disse ao contrário...
chefe: não, você que entendeu errado...

5º caso
chefe: eu TARRA pensando em fazer um plano de mídia pra PUDÊ falar com o público mais velho...
você: quer ajuda?
chefe: não, deixa... até eu explicar o que eu quero é melhor eu mesma fazer...
(claro, porque novamente ela pode não ser clara, ou melhor, você pode não entender)

6º caso
chefe: escreve aí um e-mail para a Disney Internáxional?
você: International (leia-se como se pronuncia) – na maior boa vontade
chefe: eu sei falar, só tô soletrando como se escreve...

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

london, london


“I´m wandering round and round, nowhere to go. I´m lonely in London, London, is lovely so. I cross the streets without fear, everybody keeps the way clear, I know there´s no one here to say hello”.

Ela foi pra Londres já tem um tempo. Levou na mochila um tanto de esperança e outro tanto de medo. Nossa amizade cresceu na faculdade e eu não fazia idéia que a distância física poderia fazer crescer a saudade aqui dentro.
Verdade que eu leio o seu blog sempre que posso. Mas ela, tão atribulada com seus jobs e passeios londrinos, não se permite atualizá-lo diariamente – como de costume. Eu compreendo perfeitamente. Afinal, se estivesse aí, também aproveitaria cada pôr-do-sol.
É verdade que ela me atualiza com seus e-mails e fotos, novidades e fofocas. Eu simplesmente abro um sorriso enorme quando os vejo na minha caixa de entrada. Acompanhando seu diário de bordo, desde antes de se tornar real, vejo que ela amadureceu em todos os sentidos. Mesmo de tão longe, consigo perceber nas tuas palavras – sempre tão bem escritas, o quanto se tornou mulher.
O quanto ela luta pra conquistar todas essas pequenas coisas que só nós sabemos o quão valiosas são. Fico feliz cada vez que a vejo dizendo que está segura, que está num emprego bacana, que faz coisas divertidas. Adoro saber que tudo tem dado tão certo. Falta de pensamento positivo é que não é.
Agora é só contar os dias pra sua volta. Ainda tem mais 3 meses, eu sei. Eu conto devagarinho daqui, pra você ir aproveitando mais por aí, combinado?
Saudade tua.

“ Green grass, blue eyes, gray sky, God bless, silent, pain and hapiness. I came around to say yes and I say”.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

xô zica!


Sábado fomos ao shopping porque eu estava precisando muito me dar presentes. Eu queria muito gastar comigo. Acho que é a TPM ou o inferno astral, não sei. Só sei que queria me bajular. Às vezes faz um bem danado a gente gastar com mimos, né?
Meu namorado pediu pra eu escolher um presente de níver – que tá chegando!! Eu me fiz de tonta, afinal, não queria escolher. Eu adoro surpresas, mas ele decidiu me dar um perfume que há tempos eu estou namorando. Pronto. Perfume dado. Fomos jantar e cadê a sacola do perfume??? Não sei, eu simplesmente a perdi!!! Me bateu um desespero danado, então eu comecei a chorar feito doida. Amore tentando me acalmar e eu me achando a pior pessoa do mundo. Onde eu estava com a cabeça pra largar o presente que meu namorado me deu em qualquer lugar?? Ainda mais se tratando do um Sarah Jessica Parker!?!?!?!
Enquanto eu continuava aos prantos, Ricardo foi procurar pelo perfume. Mas eu já estava me odiando e só de lembrar que o Lovely poderia cair em mãos erradas, nossa, eu queria morrer de tanto chorar... as pessoas no restaurante não entendiam nada. Provavelmente pensaram que ele me deu um fora ou sei lá. Só sei que rezava e chorava. Até que meu namorado apareceu com a sacolinha. Ufa!!! Aí chorei mais ainda aliviada.
Depois fomos a uma loja e eu saí de lá super empolgada com minha bolsa nova e linda e PAU! Bati com a cara na porta de vidro. A loja inteira ficou olhando pra minha cara, puta micão.
Pra completar, no domingo eu não sei o que me deu, só sei que (não me perguntem como) eu consegui enfiar um brinco no meu dedo!!! Agora estou com o dedo furado e todo inflamado. Depois disso ainda tive que ver meu time perder no clássico que eu mais odeio no mundo. Mas, esse é um assunto pra outro post.
Bem, depois de tanta zica, só espero que meu inferno astral passe logo...

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

cheers













Era pra ser uma noite de meninas. E foi. Duas não foram e a outra já voltou pra casa, bem longe do Brasil. Nem tivemos tempo de nos despedirmos. O bom é que ao menos tivemos nossa “noitada” e essa vai ficar na lembrança pra sempre.
O dia ontem estava muito quente. Disseram até que foi o dia mais quente do ano, 34,5ºC. Saí da agência e fomos dar um tempo no boteco, pelo menos até a hora do rodízio. Depois encontrei minhas amigas. O plano era irmos jantar e depois fazermos umas comprinhas no sex shop.
Nos divertimos muito, tivemos um papo muito sério. Fiquei tão encantada de observar como nós amadurecemos, como tanta coisa mudou desde a época do colégio. Foi bom ter esse papo de “mulherzinha-adulta”. É incrível como o tempo passa tão rápido e consegue mudar tanta coisa.
Fomos pro sex shop. Surpresa!!! Estava fechado. Adiamos nossa comprinha e ficamos meio frustradas. Então resolvemos ir pra um outro barzinho, encontrar uns amigos e meu namorado.
A noite estava tão quente que não vimos a hora passar. Praticamente foi uma quinta-feira cheia de mini happy hours... fui dormir mega tarde e agora tô pregadinha de sono...
Mas tudo ótimo, afinal, hoje já é sexta de novo!

terça-feira, 18 de setembro de 2007

instinto coletivo













“O coletivo é muito bom para sarrar, pois o povo aglomerado sempre tende a se esfregar” Raimundos

Eu já estava até me acostumando a nunca mais ter que andar de “coletivo”. Mas, nunca é um termo muito forte para alguém que não tem um carro. É certo que pra onde quer que eu vá, pego uma carona. É de casa pra carona, da carona pro serviço, do serviço pra carona, do namorado pro shopping e etc. Fazia um tempinho que eu não usava meu bilhete único. Como andar de ônibus é o fim da picada.
Como tem gente feia, gente brega, gente chata, gente fedida. Tem vários tipos de gente que anda de ônibus. É uma coisa horrorosa. Tem aquele que sobe pela porta de trás com uma caixinha de chocolate e fica gritando: 5 por 2 real, é só 2 real. Tem aquela que passa e faz questão de levar um pedacinho seu. Pedir desculpas? Nem pensar, educação fica da porta pra fora do busão. Tem o outro que adora roçar o pinto no seu braço ou na sua bunda. Depende da posição que você se encontra. Tem aquele que quer ver a cor do bico do seu peito, ele até acredita que tem a visão de raio X e força a vista pra tentar enxergar. Tem o que escarra pela janela. Tem o outro que funga no seu cangote o caminho todo. Aquele outro que levanta o braço com o cheiro mais podre do mundo e o sovaco fedorento fica ali na sua cara. Você pode até tentar virar pro outro lado, mas aí encontra um bafo de bode. Aí fica muito difícil mesmo e só resta rezar pra não chover e fecharem as janelas.
Tem o cobrador que ouve o rádio naquela estação nordestina maldita. O motorista que acelera e freia como se estivesse no simulador de corrida. E tem também aqueles que testam os melhores perfumes do mundo dentro do ônibus. É tanta catinga que dá até nojo. Uns roncam, outros tossem e aqueles continuam fungando.
Há também aqueles farofeiros. Comem de tudo dentro do busão. É batatinha, bolacha, farofada, sanduíche de mortadela, lanchinho grego. Vai tudo. E aquela mão que segura aquela comida gordurosa é a mesma que oferece pra segurar sua bolsa. Melhor não, né?
E aqueles que falam no celular gritando? Esses são os mais divertidos porque você acaba sabendo como foi a balada do fim de semana, quem presta, quem é veado. Pelo menos, com esses tipos, a diversão é garantida.
E o povo feio não pára de entrar. Parece que as portas do inferno foram abertas. Mas, esperar o que de um busão cujo letreiro é CDHU-Voith???

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

diário de bordo


Finalmente meu final de semana na praia aconteceu! O mais legal de tudo é que não combinamos nada, inclusive eu tinha outros planos para o fim de semana, mas nada poderia ter sido mais perfeito. Apesar de eu já ter ido zilhões de vezes pra Ubatuba, eu nunca me canso porque cada vez é única e eu sempre acabo fazendo algo diferente ou conhecendo alguma coisa nova.
Eu fiquei muito feliz de ir pra lá, afinal fomos pro mesmo lugar que há um ano atrás eu comecei meu namoro. Foi muito especial voltar lá na semana do nosso aniversário. Pra começar, fomos até Paraty no sábado e escolhemos uma escuna pra passear. O roteiro incluía 4 praias. A primeira parada foi na Praia da Lula. O barco ficou lá por 40 minutos e eu não consegui fazer mais nada a não ser nadar da escuna até a praia e voltar. Eu sou meio devagar mesmo. A próxima visita foi em Ilha Comprida. Lá o contato com a natureza foi surpreendente. Nadar em meio aos peixes foi uma experiência maravilhosa. Estávamos indo para a terceira parada quando comecei a passar mal. Muito mal. Era a parada do almoço e eu só pensava em terra firme. Tudo rodava. Meu amor desceu no mar comigo e juntos procuramos algum lugar em que tivesse terra firme. Só que lá na Enseada da Preguiça ou Lagoa Azul (apesar da água ser bastante verde), não tinha areia. Apenas pedras. Subimos em uma e ficamos por lá até eu melhorar. Existe amor mais companheiro que esse?? Quase perdemos a embarcação. Nadamos de volta feito doidos. O passeio já estava quase no fim e eu já estava um pouco melhor. Paramos na Praia Vermelha. Por lá ficamos cerca de 1 hora e deu até pra ficar um pouco na areia. Foi tudo muito maravilhoso, tirando a parte em que passei mal.
Voltamos no final do dia pra Ubatuba. No domingo aproveitamos a piscina e acabamos ficando por lá. O tempo estava perfeito. Nem quente demais e nem nublado, como é de se esperar quando se vai pra lá. Estava perfeito. Como eu havia desejado.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

... são 300 picaretas com anel de doutor ...


Vamos celebrar a estupidez humana, a estupidez de todas as nações. O meu país e sua corja de assassinos, covardes, estupradores e ladrões. Vamos celebrar a estupidez do povo, nossa polícia e televisão. Vamos celebrar nosso governo e nosso Estado, que não é nação. Celebrar a juventude sem escolas, as crianças mortas, celebrar nossa desunião. Vamos celebrar Eros e Thanatos, Persephone e Hades. Vamos celebrar nossa tristeza, vamos celebrar nossa vaidade.

Vamos comemorar como idiotas a cada fevereiro e feriado. Todos os mortos nas estradas, os mortos por falta de hospitais. Vamos celebrar nossa justiça, a ganância e a difamação. Vamos celebrar os preconceitos, o voto dos analfabetos, comemorar a água podre e todos os impostos, queimadas, mentiras e seqüestros. Nosso castelo de cartas marcadas, o trabalho escravo, nosso pequeno universo. Toda hipocrisia e toda afetação, todo roubo e toda indiferença. Vamos celebrar epidemias: é a festa da torcida campeã.

Vamos celebrar a fome. Não ter a quem ouvir, não se ter a quem amar. Vamos alimentar o que é maldade, vamos machucar um coração. Vamos celebrar nossa bandeira. Nosso passado de absurdos gloriosos. Tudo que é gratuito e feio, tudo o que é normal. Vamos cantar juntos o Hino Nacional (a lágrima é verdadeira). Vamos celebrar nossa saudade e comemorar a nossa solidão.

Vamos festejar a inveja, a intolerância e a incompreensão. Vamos festejar e violência e esquecer a nossa gente que trabalhou honestamente a vida inteira e agora não tem mais direito a nada. Vamos celebrar a aberração de toda nossa falta de bom senso, nosso descaso por educação. Vamos celebrar o horror de tudo isso – com festa, velório e caixão. Está tudo morto e enterrado agora já que também podemos celebrar a estupidez de quem cantou essa canção.

Perfeição – Legião Urbana

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

a corporação e suas papagaiadas


Tem dia que não dá. Eu odeio minha supervisora, isso até ela sabe. Não por ela ser má pessoa, porque isso eu não sei se ela é. Ela é lesada, burra, incompetente e mentirosa e é por isso que não vou com a cara de gonorréia dela. Ela, aos poucos, tem se queimado aqui na agência. A diretora já deixou e deixa bem claro que não está nada satisfeita com ela, há tempos. Como ela também me odeia, tem tentado a todo custo me levar pro mesmo buraco que ela. Mas, coitada, ela não vai conseguir...
Semana passada eu fiquei tão feliz quando voltei do almoço e minha diretora disse que ela não trabalhava mais aqui, que tinham discutido e que a idiota pegou a bolsa e foi embora. Largou todo mundo na mão. Não que ela fizesse muita diferença, aliás, antes só do que mal acompanhada, mas pelo menos é uma mão a mais, né...
No dia seguinte, a idiota voltou. Pensei: ok, vai pegar as coisas e vai sumir da minha vida.... mas, não... ela permaneceu aqui. Pediu desculpas, entrou num acordo, sei lá e continua aqui... com a cara mais lavada possível.
Gente, é impossível trabalhar com ela. De 5 perguntas que eu faço, 4 ela não sabe e a outra não é com ela. Nada ela consegue fazer sozinha, precisa passar pros outros. Nem imprimir, xerocar, ligar ou levar um documento até a outra sala. N A D A.
Ela não entende nada, não sabe o que fala e ainda tenta fazer aquela carinha de: claro que eu entendo. Dá até dó, às vezes. Mas na maioria mesmo, dá é raiva....

terça-feira, 11 de setembro de 2007

365 dias - parte 2












Após o café-da-manhã surpresa e todas as bexigas de coração, vieram – como eu esperava – as mensagens carinhosas, a troca de e-mails apaixonante. O que eu não esperava eram as rosas. Vermelhas como a cor da paixão, lindas-lindas. Rosa é sempre linda e óbvio, é sinônimo de romantismo. Por essa eu realmente não esperava. Mas não eram simples rosas, acompanhavam-nas um cartão todo lindo, cheio de palavras verdadeiras de afeto. Palavras capazes de abrir um sorriso de orelha a orelha. E eu fiquei toda boba. Aliás, cartões são meus prediletos presentes, me dê tudo ou não me dê nada, apenas não esqueça meu cartão. À noite, um tradicional jantar à luz de velas numa cantina italiana. Nada mais perfeito para fechar o dia, a não ser adormecer ao lado de quem se ama. E pronto. Fechamos com chave de ouro.
O mais importante do dia 10.09, além de ser nosso aniversário de namoro, é poder perceber que nada mudou entre a gente. O amor se fortaleceu, o respeito se constrói cada vez mais sólido, o companheirismo se confirma todos os dias, o brilho no olhar apenas se renova. Constatamos que em 365 dias não houve sequer uma briga, um desentendimento, um arranca-rabo, uma discussão. Percebemos que o que temos é muito sensato, apesar de ser muito louco também. Sabemos que temos um amor infinito e que estamos apenas no começo de uma vida a dois.
E por tudo isso, tenho a certeza de que ainda terei outros dez-de-setembro tão maravilhosos quanto este foi. 

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

365 dias - parte 1













Ano passado, a esta altura, estávamos na cama, enrolando pra tomar café e ir pra praia. E só a noitinha é que estaríamos namorando oficialmente. Me lembro, como se fosse ontem, nossa conversa no carro. Ele tentando me convencer que daríamos certo e eu tentando fugir do óbvio. Já que estava mega apaixonada. Hoje são 365 dias e esse dia é nosso.
Comecei fazendo uma surpresa pra ele. Acordei as 4h30 da manhã, e fui à casa dele. O esquema já estava armado com a sogrinha, que colaborou – e muito. Aliás, mamis também colaborou bastante. Eu saí de casa na maior escuridão, carregando uma cesta cheia dos quitutes favoritos dele, um cartão enorme e lindo que eu mesma fiz e um monte de bexigas de coração.
Com certeza, se alguém me visse correndo no estacionamento com um monte de coração, iria achar que era uma doida.
Cheguei à casa, ainda escuro. Tinha que chegar antes que ele acordasse, e como ele sai as 6h, não era uma tarefa muito fácil. Mas deu tudo certo. O acordei com milhares de beijos, jogando as bexigas em cima dele, fazendo a maior festa.
Essas loucuras de amor são tudo de bom. Eu, particularmente, adoro. Espero que essa paixão, essa loucura nunca acabe.
O dia mal começou. Ainda tem mais até dar meia-noite. Sei que o dia vai ser cheio de mensagens de amor, emails com mimos até a hora do jantar.
Afinal, o que é um dia pra se comemorar tanto amor?

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

sexo e a cidade














Não sei se eu estava sentimental demais ou se era o fato de finais de temporadas que me deixam pra baixo... o fato é que eu chorei umas dez vezes ao assistir os 2 capítulos finais de sex and the city. Eu ainda não havia visto na tv e como acabei minha coleção, não resisti e tive uma overdose da série, assisti até acabar.
Isso não me deixou muito feliz, não. Afinal, odeio quando minhas séries favoritas terminam. Também não gosto dos finais de novela. Fico com saudade daquelas pessoas, daquelas vidinhas compartilhadas tanto tempo comigo. Já esta série, que é uma das minhas favoritas, esteve no ar durante 6 anos. É um trauma acabar de repente. Tá bom, eu sei, já faz 3 anos que acabou, mas isso não muda os fatos.
Eu chorei no final por vários motivos. Porque me identifiquei várias vezes com as várias personagens, com as várias ocasiões, com as mesmas dúvidas e os mesmos problemas. Chorei porque até as pessoas mais duronas se dobram diante do verdadeiro amor, chorei porque existem várias maneiras de se realizar um sonho, porque é possível vencer uma doença, porque amigas verdadeiras são tudo de bom que se pode ter na vida, chorei pela despedida e pelo final feliz de Carrie com Mr. Big. Eu chorei...
E olha, acreditem, eu não sou de chorar. Mas é como eu disse, esses tipos de finais – pra mim – é como uma despedida mesmo.
Agora que acabou vou assistir tudo de novo, sem legendas, que é pra ir treinando o inglês. E pra matar a saudade também. Se bem que eu estou animada. Descobri que o longa da série vai sair logo, logo. Tô morrendo de ansiedade...

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

me, myself and Juliana


Pra falar um pouco de mim – sendo eu mesma a autora, seria um tanto suspeito. Apesar de ter aprendido a me definir incluindo meus defeitos, hoje eu não queria falar deles, nem das virtudes. Então, decidi falar das minhas preferências.

profissões que eu já quis ter
bailarina e professora

chocolate
kinder bueno e laka

desenho animado
a caverna do dragão e cavalo de fogo

seriados enlatados
anos incríveis e chaves

seriados brasileiros
anos rebeldes e armação ilimitada

bebida
coca-cola e suco de laranja

doce
torta de limão e mousse de maracujá

comida
italiana e japonesa

cor
lilás e preto

filme
os goonies e doutores da alegria

livro
princesa – a real história das mulheres árabes por trás de seus negros véus e olga

lugar
praia da almada e minha cama

roupa
jeans e havaianas

perfume
lovely e humor

Isso é um pouquinho de mim. De cada coisa que eu levo aqui dentro do coração e da memória. Adoro falar dessas coisas.