sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

último post do ano


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2007
Ano especial, cheio de acontecimentos inesquecíveis e pelo qual agradecerei a deus todos os dias da minha vida. Minha noite de princesa no baile da minha formatura, amigos mais que queridos sempre por perto e por toda a vida, mudança de casa, mudança de emprego, compra do meu apartamento, planos pro casamento próximo, festa surpresa de 50 anos de mamis, aniversário de um ano de namoro, muitas festas, baladas, cinema, teatro e amor, viagem com amigos, mais uma mudança de emprego (onde me achei e estou realizada), tristeza pelo corinthians na segunda divisão, natal inesquecível, viagem de ano novo em estilo honey-moon. Dois mil e sete vai embora, mas vai ficar pra sempre no meu coração.

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2008
Uma tela em branco pronta pra ser colorida com muito rosa, vermelho, laranja e amarelo, sem tempo pra tons pastéis ou cores acinzentadas. Dois mil e oito vai ser mais um ano de realizações, se deus quiser.

Que venha logo então!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

coisas preferidas da infância


Recebi um “desafio-presente” da Déh e aceitei com imenso prazer, afinal, falar de coisas da infância me faz reviver um pouquinho daquela época que sinto mais falta. Escolhi os 5 desenhos (entre vários) que eu mais gostava de ver. Então, lá vão.










Perdido nas Estrelas – era a história de Nick McLary (o próprio Macaulay Culkin), um garoto que tinha uma luva de beisebol mágica que realizava seus desejos. A luva era cobiçada por um garoto muito mal e feioso chamado Francis e seu cachorro Carrapicho. Ninguém sabia da luva a não ser o melhor amigo de Nick, o cdf Darryl e seu cachorro Lambão. O desenho era muito bom, afinal quem nunca desejou ter um objeto mágico capaz de realizar nossos sonhos?













Ursinhos Gummy  - eu amava esse desenho. Os ursinhos, além de fofos, tinham superpoderes quando bebiam o suco mágico gummy. Eles lutavam contra os vilões (ogros) e outros perigos da floresta. Eles eram uma família muito fofinha e eu sempre quis morar naquela árvore ou caverna que eles viviam... achava o máximo.











A Caverna do Dragão – o melhor desenho de todos os tempos. Contava a história de um grupo de amigos que inexplicavelmente foram parar num mundo paralelo, cheio de armadilhas e aventuras. Os amigos tinham armas especiais que lhe davam poderes e deviam se livrar do Vingador com a ajuda do Mestre dos Magos e assim tentar voltar pra casa. Meu personagem favorito era o chato do Eric, ele era maleta, mas falava umas verdades, além de ser bem engraçado.













Cavalo de Fogo – Sara descobre ser uma princesa de um reino em outra dimensão, com ajuda do Cavalo de Fogo ela vai tentar restabelecer a ordem em Dar-Shan e lá vai conhecer alguns amigos que irão ajudá-la contra a malvada Diabolyn. Imagina se eu não queria ser a própria Sara, né?













She-ra – não precisa explicar muito, mas eu sempre gostei da She-ra e lógico que queria ser como ela... adorava o castelo de Cristal e queria muito ter aquele cavalo, o Ventania, ter uma espada que me tornasse uma heroína e coisa e tal. Eu adorava a Madame Riso e sua vassoura mágica, o Vassourito e me divertia com o Corujito, achava-o um fofinho.





quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

natal dos sonhos








O natal sempre teve um sabor especial, um “quê” diferente, uma memória saudosa. O natal era sempre especial.. Fosse pelos presentes embaixo da árvore, fosse pelo presépio quase real, fosse pelo cheiro do peru que assava desde cedo, natal era sempre mágico. A espera pelo momento ideal, que levara um ano pra chegar e que durava tão pouco. Ah, como eu gostava do natal. Pobres de nós – adultos – que perdemos a capacidade de esperar ansiosamente pelo natal e por suas luzes vermelhas, pobres de nós que deixamos de acreditar ou de curtir os pequenos detalhes da noite feliz.
Esse natal foi maravilhoso como há muito não acontecia. Depois que se cresce, natal é só natal e nada mais. Mas não este. Eu ganhei – não só no natal, tudo o que pedi a Deus e mais um pouco. O velhinho foi mais do que generoso. Passei o natal ao lado de pessoas que amo e as quais são as mais importantes pra mim. Mas o melhor disso tudo foi desembrulhar meu presente. Melhor que isso foi descobrir que meu presente era algo de valor incalculável e que me fez chorar, pela primeira vez depois de muito tempo. Meu namorado (mais uma vez) conseguiu ir mais do que além das minhas expectativas e depois de me dar um presente que eu queria muito, veio com duas surpresas, dois mimos feitos por ele. Ele me deu o box de todos os episódios do Chaves exibido no Brasil e a coleção completa de Anos Incríveis. Ele fez as caixinhas, as capinhas, os CDs, tudo. Não me contive quando abri a caixa de Anos Incríveis, foi mais do que emocionante. Não era uma série que ele estava me dando, era um pedaço da minha infância, uma parte das minhas melhores lembranças, era uma viagem no tempo. Eu simplesmente amei e me apaixonei mais uma vez por ele. Como sempre.
Ele me proporcionou ser criança de novo, acreditar no papai-noel e esperar pela noite dos sonhos. Magia como essa, só podia acontecer no natal mesmo.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

feliz natal


O que faz você feliz?
A lua, a praia, o mar? Uma rua, passear? Um doce, uma dança, um beijo ou goiabada com queijo? Afinal, o que faz você feliz? Chocolate, paixão, dormir cedo, acordar tarde, arroz com feijão, matar a saudade? O aumento, a casa, o carro que você sempre quis ou são os sonhos que te fazem feliz? Dormir na rede, matar a sede, ler ou viver um romance? O que faz você feliz? Um lápis, uma letra, uma conversa boa, um cafuné, café com leite, rir à toa, um pássaro, um parque, um chafariz ou será um choro que te faz feliz? A pausa pra pensar, sentir o vento, esquecer o tempo, o céu, o sol, um som, a pessoa ou o lugar?
O que faz você feliz?
Aquela comida caseira, arroz com feijão, brincar a tarde inteira? O molho do macarrão ou é o cheiro da cebola fritando que faz você feliz? O papo com a vizinha, o bife, a batatinha? A goiabada com queijo, um doce ou um desejo?
O que faz você feliz?
Ficar de bobeira, assaltar a geladeira, comer frango com a mão, tomar água na garrafa, passar azeite no pão ou é namorar a noite inteira que faz você feliz? Rir e brindar à toa, um filme, uma conversa boa, fazer um dia normal virar uma noite especial?
Afinal, o que faz você feliz?
Comer morango com a mão, por açúcar no abacate, brincar com o melão, goiaba, romã, jabuticaba ou é o gostinho de infância que te faz feliz? Cuspir sementes de melancia, falar besteira, ficar sem fazer nada, plantar bananeira ou comer banana amassada?
Agora me diz o que faz você feliz?

Campanha do Pão de Açúcar, ficou faltando a versão de natal, ainda não consegui achar. Não é a primeira vez que posto esse poema, mas é a primeira vez que coloco as 4 versões todas juntas. E fica aí, pra repensar...

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

balanço dos últimos dias


Não ganhamos a concorrência de C&A e nem de Bradesco Cartões. Eu fiquei bem tristinha por não termos C&A no portfólio ano que vem, especialmente porque foi o trabalho que eu mais me envolvi, que eu mais me apaixonei e acreditem, o conceito era ótimo, as peças criativas eram bonitas, a apresentação foi maravilhosa, enfim. Esperava outro resultado, mas este não veio.
Os dias estão cada vez mais corridos e falta muito pouco pra acabar o ano. E 2007 foi um ano tão querido que vai ser difícil me despedir dele. Ontem foi dia de amigo secreto com amigos rubiquenses, lá no Tostex da Haddock Lobo. Caminhei pela Oscar Freire olhando as vitrines e me senti em outro mundo. Como está bonita a decoração de natal por lá. Não era pra menos, eu sei, mas parece mesmo outro mundo. Só gente bonita e cheirosa. Ah, e é claro, os muitos gays e judeus. Muitos mesmo. Não resisti e acabei comprando mais um presente pro meu namorado. Mas tive um progresso, não levei mais nada que o vendedor tentou me empurrar.    
Comprei minha primeira revista de noivas ontem. E escolhi bem, a revista tá cheia de coisas interessantes e ótimos modelos de vestido também. Ganhei um perfume muito gostoso e um CD do Ben Harper, que por sinal, é ótimo e estou ouvindo agora.
Amanhã é o amigo secreto daqui, sexta almoço no Figueira pra fechar o ano da empresa com chave de ouro, comemorando a chegada da conta de OMO. Sábado é o dia de terminar as compras (deus me ajude) e de almoço com querida num japa em Moema.
Depois é a viagem pro interior pra passar o natal e só devo voltar por aqui na semana que vem. É isso. Agendas lotadas e dias corridos.
2007 está indo embora...

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

a história de nós dois


Ela tinha 15 e ele já com seus 17. Ele não era seu preferido entre a lista de pretendentes, mas começaram com uma conversinha fiada durante o intervalo. E entre uma risada e outra, até que começou uma certa intimidade barata. Ele a irritava um pouco e como todo moleque, teimava em lhe tirar do cabelo a chiquinha que ela tanto gostava. Aí trocaram telefone e começaram a se ligar. A conversa continuava fiada, mas começou a rolar uma conversinha mais “íntima” – digamos.
Naquele ano aconteceria a formatura de ambos. Ela iria pro 2º grau e ele já iria pra faculdade. Mas ela, dada a sua devida popularidade no colégio em que estudara desde sempre, era amiga de todos e os melhores amigos eram exatamente daquela classe que estaria a caminho da faculdade. E apesar de não aderir à formatura, aquela festa também era dela e estava certa de que iria.
Numa daquelas conversinhas ao telefone, numa tarde qualquer, ele deixou no ar a possibilidade de um beijo. Ela, encantada pelos seus belos olhinhos verdes e pelo seu belo par de coxas (sim, ela reparava durante as aulas de educação física), deixou-se levar pela tal possibilidade.
Arrumou-se toda bonita num vestido preto de crepe feito pra ela, roubou-lhe o sapato de salto alto da avó – muito chique por sinal, fez um penteado e junto com amiga, esperou pela carona. Pela carona que viria muito atrasada. E tão atrasada quanto Cinderela, chegou à festa lá pela hora de virar abóbora e deu de cara com seu príncipe beijando outra. Nem se falaram naquela noite. Trocaram um singelo “olá” e mais nada. Aquilo a deixara frustrada, mas podia ser que ela tinha entendido o recado errado, não?  
Depois de 9 anos, quis o destino que eles se reencontrassem. Ele jurava que não se lembrava de nada, ela meio sem jeito, morreu de raiva por dentro e criou uma antipatia por ele. Depois criou uma raiva por ela mesma, afinal, tinha mesmo entendido tudo errado (será?). E então começou tudo de novo. Aquela certa intimidade, as conversinhas baratas... até que a história do colégio se transformou numa história de amor. E agora planejam móveis pra casa e cor dos olhos dos filhos. Loucura, não?
Mas até hoje ele jura que não se lembra. E ela morre de raiva disso.    

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

a blogosfera e suas surpresinhas


Quando comecei a escrever um blog, foi meio por empolgação e meio por ser modinha entre as pessoas da faculdade. Mas eu nunca divulguei meu blog pra galera, porque eu não tinha certeza se queria que as pessoas lessem sobre o que eu penso. E também tinha dúvidas se iriam gostar ou se iriam rir. Confesso que o começo foi um pouco desastroso, eu não sabia muito bem o que escrever e nem como. Ainda não tinha adquirido um estilo próprio, uma coisa com a minha cara. Depois eu fui tomando gosto e sentindo prazer com aquilo. Eu sempre gostei muito de escrever, é como se fosse uma terapia. Eu começo a escrever em um pedaço de guardanapo até. Idéias nunca me faltaram, não é a toa que minha matéria preferida sempre foi redação. Não há tema que eu não disserte sobre. Adoro.
Com o tempo, fui visitando vários outros blogs. Uns indicados, outros por curiosidade. Hoje, acumulo um círculo de leitoras que me parecem fiéis. E eu também sou fiel à elas. É engraçado porque eu começo a me sentir parte daquelas vidas, daqueles sonhos. Parecemos amigas até. Você começa a descobrir afinidades, tanto no estilo de vida, como na forma de pensar, agir ou escrever. E aquilo vai se tornando um vício, mas um vício gostoso, saudável.
Você começa a se preocupar com as angústias, começa a torcer por aquele projeto, fica na expectativa daquele mesmo sonho. É como se a gente se conhecesse desde sempre. Pra mim, é um hábito. Não consigo mais parar de escrever e nem parar de acompanhar esses blogs queridos. É minha rotina, já faz parte.
A blogosfera é um negócio inédito e novo. Tem gente de tudo quanto é lugar do Brasil. De longe e de perto. Tem muita gente que escreve bem, seja mais nova ou seja mais velha. Cada uma com seu estilo diferente, que me faz mais apaixonada por cada uma delas. E se você começar a reparar bem vai notar que, quase sempre, os links são parecidos. As afinidades são tão grandes que você acaba meio que lendo os mesmos blogs que a outra.
Enfim, só queria dizer que fico muito feliz ao ler cada comentário que me deixam e saber que as pessoas gostam do que eu escrevo e torcem por mim de verdade. E também pra dizer que eu adoro ler os blogs dessas pessoas. E pra agradecer por mais uns selos que eu ganhei que prometo, assim que aprender, colocar aqui na minha página.
Seguem meus prêmios, meus presentes de natal do mundo das blogueiras.
Obrigada!













Presentinhos da Déh, da Teresa e da Lu.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

eu te amo um tanto assim



















Se é possível amar alguém com tamanha intensidade que chega a doer, eu amo assim.

Se ao ver quem se ama, o peito infla e a alma vai ao céu, eu amo assim.
Se fazer planos para uma vida eterna ao lado de alguém existe, eu amo assim.
Se tocar sua pele é sentir borboletas no estômago, eu amo assim.
Se olhar teus olhos é refletir a felicidade, eu amo assim.
Se te querer por toda a eternidade é real, eu amo assim.
Se sonhar e acordar com você pra sempre é o que faz a vida valer, eu amo assim.
Se segurar tua mão é sentir toda a proteção do mundo, eu amo assim.
Se fechar os olhos é ter a certeza de que você estará lá, eu amo assim.
Se dizer sim até que a morte nos separe é uma promessa de amor, eu amo assim.
Se imaginar nossos futuros filhos espelhando-se em seu caráter, eu amo assim.
Se beijar sua boca é ficar sem fôlego, eu amo assim.
Se felicidade é momentânea, mas com você for instantânea, eu amo assim.
Se você é tudo o que é pra mim, quero te amar assim, pra sempre.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

existe vida inteligente no telemarketing?


Eu liguei no Bradesco pra tentar agendar meus próximos pagamentos para minha conta corrente e não poupança. E vejam o nervoso que foi – desnecessário.
Musiquinha: devido às festas de final de ano, nos dias 24 e 31, nosso horário de atendimento será das 10h às 16h e nos dias 25 e 01 das 10h às 14h – obrigada por ligar para o Bradesco, dentro de alguns instantes iremos lhe atender... (uns 5 minutos depois...)
Mocinha 1: Bradesco, Shirley Juliene, bom dia, em que posso ajudar?
Eu: eu gostaria de saber com quem eu falo pra agendar meu pagamento pro tipo de conta corrente?
Mocinha 1: com quem eu falo?
Eu: Juliana
Mocinha 1: a senhora tem que estar ligando no xxxx-xxxx
********** ligando **********
Música de espera (aproximadamente uns 10 minutos)
Mocinho 2: Fone Fácil Bradesco, Denis Roberto, bom dia, em que posso ajudar?
Eu: repito a mesma história
Mocinho 2: a senhora tem que estar falando com o seu gerente de conta no nº xxxx-xxxx
********** ligando **********
Mocinha 3: Bradesco, Valesca Mariana, bom dia, em que posso ajudar?
Eu: mesma coisa
Mocinha 3: com que eu falo?
Eu: Juliana
Mocinha 3: a senhora já possui a senha de 4 números?
Eu: não lembro...
Mocinha 3: eu vou estar transferindo sua ligação para o atendimento eletrônico e a senhora vai estar cadastrando uma senha, tudo bem senhora Juliana?
Eu: que saída eu tenho?? – em pensamento
***** depois da senha cadastrada *****
Mocinha 4: Bradesco, Natalie Janaina, bom dia, em que posso ajudar?
Eu: repetindo mais uma vez
Mocinha 4: com quem eu falo?
Eu: Juliana – pela 4ª vez
Mocinha 4: senhora Juliana, a senhora tem que estar falando com o RH da sua empresa.
Eu: ah, então não é com ninguém do banco?
Mocinha 4: não senhora, só o RH da empresa da senhora é que pode estar resolvendo esse problema.
Eu: muito obrigada...

Será que eu precisava de tudo isso pra isso?
PS: é obrigatório ter nome composto pra trabalhar com isso? E precisa ser tosco? 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

correria pra todo lado


Hoje a agência está em polvorosa. A maior animação, o pessoal todo agitado. Não é pra menos. Daqui a pouco terá a apresentação da concorrência. A agência está toda enfeitada, parece até que vai rolar uma fashion week... bom, pudera, afinal são 90 milhões em jogo, quem não estaria, não é? Eu estou animada também, afinal, parte do meu trabalho vai estar naquela sala hoje. E eu nunca participei tão de perto e tão expressivamente de uma concorrência como dessa vez. Se ganharmos, vou me sentir muito realizada e orgulhosa de mim mesma. Achei uma coisa ruim pra falar daqui... tem mais de um milhão de pernilongos. Se andar com a boca aberta, você engole uns 10... um saco isso...
Do findi, eu tirei pra mim e mamis. Sábado eu estive no paraíso dos calçados e comprei 5 pares (um de cada cor) e ainda ganhei mais uma sandália prata (linda-linda) de mamis. Depois ainda teve colinho de amore e filme na TV.
Domingo, visita ao pessoal que chegou e mais shopping. Eu juro que adoro o natal, a cidade brilhando, os enfeites, o papai-noel, a luz que pisca, mas procurar vaga no estacionamento e aturar as filas pra pagar os presentes, ah, isso eu não gosto não.
Enfim, a semana já começou agitada e eu tô contando os dias pro resultado da concorrência e pras minhas “mini” férias coletivas. 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

presentinhos adiantados de natal


Sabe aquelas pessoas que gostam de você de graça e logo de cara? A gente não sabe como, não explica por que, mas tem aquela afinidade que parece ter acontecido desde sempre... esse é mais um presente que eu ganhei esse mês aqui na agência. Uma pessoa que gosta de mim – do nada, e que parece ser minha amiga há séculos.
Além disso, eu gosto de dezembro porque é um mês alegre, cheio de surpresas boas e presentes, claro. Mais um presente dessa semana é a volta de duas amigas minhas da Europa, cheias de sonhos nas malas.
É o amigo secreto da Neogama, o outro com os ex rubiquenses, churras com a galera da facu que eu não vejo já há um ano, encontro com o pessoal do colégio e outras infinidades mil. Quer presente melhor do que rever amigos tão queridos?
Parece que esse dezembro vai ser tão especial quanto o resto do ano foi.
Que bom!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007










































O texto é do blog do André Kfouri e a caricatura do blog do Baptistão.
Ainda está difícil de acreditar...

CARTA AOS CORINTHIANOS

(se você algum dia gritou "él, él, él, o Kia é da Fiel", e não se envergonha disso, esta carta não é para você. Porque você é parte do problema, não da solução.)

Que sentimento é esse?
Tristeza nem começa a defini-lo. Perplexidade também fica longe.
Humilhação? É mais ou menos nesse caminho, mas não o bastante.
Que nome se dá à vontade de ser cego e surdo por um ano?
Pois é. O que você está sentindo hoje é desgraçadamente novo, terrivelmente inédito, totalmente desconhecido.
Talvez você esteja pensando no time que disputou o Campeonato Brasileiro pelo Corinthians neste ano. Um time que tem vários jogadores que jamais deveriam sonhar com isso. Oras, um time que tem alguns jogadores que jamais deveriam sonhar em... ser jogadores.
Esta carta não é sobre eles.
Talvez você esteja pensando nas pessoas que contrataram esses jogadores. Claro, a responsabilidade delas é maior. Elas deveriam proteger o clube dessas figuras.
Mas esta carta também não é sobre elas.
Talvez você esteja pensando nas pessoas que permitiram que o clube chegasse ao ponto de ter um time (?) como esse que se viu (se não for o pior dos 97 anos de história, está na conversa). A responsabilidade delas é ainda maior. E a irresponsabilidade, para usar uma palavra gentil, também.
Mas esta carta não é sobre elas.
Esta carta é sobre você.
Sim, você.
Diga-me: o que é o Corinthians sem você?
Um time como os outros?
É. Um time como os outros é uma boa resposta.
Você é a razão pela qual se diz que o Corinthians "é diferente".
Razão pela qual os jogadores que passaram pelo Corinthians confirmam que o Corinthians "é diferente".
Diferente porque, como já foi dito, é você que tem um time. E não o contrário.
Diferente porque, como acontece sempre, há dias em que você vai ao estádio para ver você mesmo.
Diferente porque você não precisa ter um time de craques, mas não aceita ter um time de blefes.
Porque o que você quer ver é um time que molhe de suor a camisa que você veste. Com isso, e com um pouco (não precisa ser muito) de talento, você faz o resto.
Quantas vezes já não fez? Quantas vezes times (considerados) melhores não ficaram pelo caminho, sem conseguir entender o que é que faz o Corinthians ser o que é?
E o que faz o Corinthians ser o que é, é algo que só você sabe o que é.
Não tenho a pretensão de fazê-lo se sentir melhor. Você não tem nenhum motivo para isso, e eu, nenhuma chance de encontrar algum.
Quero apenas lembrá-lo de que o que aconteceu ontem, aconteceu apesar de você.
E que você não tem do que se envergonhar.
Triste, perplexo, humilhado, arrasado... tudo isso, hoje, faz parte do seu nome e vai demorar a ir embora.
Mas rebaixado? Você?
Desculpe, amigo. Resposta errada.
Sim, o clube está (e vem novidade por aí) nas páginas policiais.
Sim, o time está na Série B.
São fatos.
Mas você? Você está no mesmo lugar onde sempre esteve.
O lugar que faz o Corinthians ser diferente.
Talvez você esteja pensando em como tudo aconteceu. É normal.
Mas você já deve ter percebido que esta carta não é sobre isso.
Pois de que adianta pensar em algo tão inevitável que nem você conseguiu impedir?
Esta carta é sobre você, e o futuro.
Aqui está como será o futuro (com fé, pois, sem ela, o que é você?): a vontade de ser cego e surdo vai continuar por mais algum tempo. E quando estiver começando a melhorar, o Campeonato Paulista a tornará mais forte.
Mas vai passar. Logo que o Campeonato Brasileiro começar, vai passar.
Levante a cabeça, estufe o peito e encare. Faz parte de ser corinthiano, você sabe.
Mais ou menos nesta época do ano que vem, você vai ver que não foi tão ruim.
Pode ser até divertido, revelador. Talvez resgate alguma coisa que se perdeu em 2005.
Cabeça erguida, corinthiano. Você jamais será rebaixado.
E não esqueça: Série A é a que o seu time disputa.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

balanço dos meus 30 dias


Hoje faz 1 mês que comecei na agência nova. Estou amando. Adoro meu chefe, finalmente Deus me deu um que é o melhor, o mais legal, tudo de bom. Cada dia aprendo várias coisas novas e meu grupo trabalha como uma equipe de verdade. Ninguém se acha melhor que ninguém, estamos aqui pra repartir tudo o que sabemos e o que não sabemos procuramos aprender. Conversamos sobre tudo, sou ouvida e minha opinião tem importância. Estou na linha de frente em uma das maiores concorrências no momento e meu chefe amado me coloca em tudo quanto é reunião. Até trabalhar no sábado foi prazeroso. Estar em contato com outras áreas de inteligência tem sido o máximo pra mim.
É verdade que às vezes sinto medo. É tanta informação que tenho pânico de não conseguir assimilar, mas eu sei que isso é momentâneo e vai passar. Eu sei que também sou capaz, é que às vezes é tanta coisa ao mesmo tempo, que eu fico parecendo uma lesada.
Continuando a falar das coisas boas, adoro tudo e cada dia é diferente. Não é que não tenha nada rotineiro, tem sim. Mas é que como fazemos diferente cada dia, nada se torna entediante. Espero que essa primeira impressão do primeiro mês nunca acabe, porque é isso que me faz gostar do que faço e me dá energia pra curtir uma segunda-feira de manhã.
Além de todas essas coisas boas, a parte gastronômica vai muito bem, obrigada. Almocei em dois restaurantes que eu não posso deixar de recomendar. O primeiro é do meu chefe, o restaurante se chama Na Casa 60, lá a decoração nos remete à casa da vovó, com coisas muito antigas mesmo. A comida é bem caseira e os sucos são todos diferentes, como por exemplo, o de abacaxi com carambola. Se forem lá, não deixem de experimentar a torta de banana com chocolate, aquilo realmente é algo divino. Outro restaurante é o Tanger. O lugar é maravilhoso e parece que você está realmente no Oriente. Comida e sobremesas perfeitas, pra quem curte a culinária mediterrânea ou marroquina. O ambiente é finamente decorado, com muito bom gosto e à noite tem dança do ventre. Com certeza vou levar meu namorado pra jantar lá, vale muito à pena.
E é isso. Pra um mês, acho que não tenho mais nada a pedir, só a agradecer.

Na Casa 60 – R. Simão Álvares, 968 - Vila Madalena – seg à sex / 12h às 15h30
Tanger – R. Fradique Coutinho, 1664 - Vila Madalena – todos os dias  

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

as minhas manias loucas


Eu tenho uma péssima mania de pré-julgar os outros que não é brincadeira. Não sei por que, mas eu olho pra cara da pessoa e tiro minhas conclusões. Na maioria das vezes, eu acerto. Mas quando erro, eu quebro a cara e erro feio.
Eu gosto de observar a mania dos outros, é mania minha. E vejo que tem muita gente engraçada e estranha no mundo. Mas o que eu gosto mesmo é de definir uma pessoa logo que a conheço. Juro que eu não faço por maldade, mas é uma coisa por impulso. Acontece automaticamente e eu não consigo evitar.
Por exemplo, começou uma pessoa nova aqui na agência e eu tenho certeza que é gay. Nada contra. Mas fiquei observando. O cara tem um jeito esquisitinho de falar e andar. Depois disse que assistiu Os Contos Proibidos do Marquês de Sade e que curte teatro (nada contra, nem generalizando), mas minhas suspeitas começaram aí. É mega difícil um cara ver um filme desses (é um filme de época sobre o lunático e sadomasoquista Sade, durante seus dias num hospício), juro que não é um filme que homem gosta de ver.
Bom, ok. Eu poderia estar enganada. Mas no almoço, fomos a um restaurante super charmosinho e o cara me lança um: nossa, esse lugar é uma gracinha, super bonitinho... meus amigos homens jamais diriam isso. Talvez um: esse lugar é do c.......!!!! Ok, vai. Ele poderia ser sensível. Mais uma chance.
No meio da tarde, ele resolve tirar o tênis e sentar sobre uma das pernas. Gente... não sei... mas homem que é homem faz isso? Depois disse que não curte futebol e que não gosta de muito calor. Gosta de dormir quando está fresquinho... ai ai...
Eu não tenho preconceito não, aliás, tenho vários amigos gays. É só porque tô achando mega engraçado observar essas manias. Minha conclusão é de que o cara é gay. Hoje vai ser mais um dia de observação. Eu me divirto muito com isso (eu sei que essa mania vai pesar contra mim na hora de ir pro céu, mas eu me divirto, fazer o quê). Será que eu vou acertar? 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

um capítulo triste na nossa gloriosa história


Futebol é sempre uma caixinha de surpresas. E apesar de não perder a partida, perdemos o campeonato. Nosso prêmio? O rebaixamento. Palavra amarga e dura de engolir. Depois de 90 minutos, o miraculoso e esperado gol aos 47 do 2º tempo não saiu. Aquele golzinho salvador – tão a cara do Corinthians, aquele que calaria toda a torcida adversária e que por tantas vezes surpreendeu o Brasil. Não, ele não saiu. O time mais uma vez mostrou vontade, mas vontade sem técnica, sem qualidade, não vale de nada. Não pudemos nem contar com a sorte. Na verdade, contamos com muito azar.
O jogo começou difícil. Um gol em menos de 2 minutos. O Grêmio partiu pra cima com sede de vencer e nos ver lá embaixo. O jogo, depois, se equilibrou. E até o começo do 2º tempo, dormíamos tranqüilos ainda na série A do Brasileiro.
Não contávamos com o corpo mole do adversário lá de longe, o Inter. Seria uma vingança contra nosso tetra campeonato de 2005? Não contávamos com o apito amigo do Goiás, que permitiria 3 cobranças de pênalti que nos tiraria a vaga almejada.
É amigo torcedor corinthiano. Uma nação não pôde dormir tranqüila essa noite. Minhas lágrimas de consternação caíram diante do apito final do jogo. Fiquei pasma, parada, sem reação. Eu escutava o bater do meu coração, lamentava aquela cena enquanto as lágrimas escorriam.
Pior que isso é aturar piadinhas, mensagens no celular, scraps, emails, telefonemas. Nessa hora, tudo o que eu queria era sumir. Era esconder minha decepção como fez o Betão. Chorar feito criança como outros tantos. Fechar os olhos e poder acordar desse pesadelo.
Enfim, ano que vem estamos lá embaixo. Distantes dos tais “grandes” times. A torcida não vai abandonar nosso glorioso e poderoso Timão. Aconteça o que acontecer, sempre seremos fiel.
E por você, Corinthians, hoje visto luto. No corpo e na alma.