domingo, 28 de dezembro de 2008

e que venha 2009



Eu também tenho um sonho. Eu sonho com o dia em que abrirei os jornais e lerei que no Oriente já não existem mais bombas. Que judeus e muçulmanos, agora, confraternizam em paz. Eu tenho um sonho de que nunca mais haja nenhuma guerra e que todas as diferenças possam ser discutidas entre homens civilizados. E que eles consigam chegar a uma solução.
Eu tenho um sonho. O sonho de que as pessoas, finalmente, pudessem ser menos egoístas. E que as riquezas (por menores que fossem) pudessem ser repartidas com quem realmente precisa. O sonho de que a fome será uma palavra tão esquecida que perderá o uso em alguns anos.
Eu tenho um sonho de que para as doenças incuráveis haja uma passagem branda, uma morte calma. Eu sonho com o dia em que possamos ver nascer uma sociedade saudável de espírito e não só de corpo.
Eu tenho um sonho de que a violência não seja mais necessária e que tudo possa ser resolvido da maneira mais pacífica que se conhece. Eu sonho com pessoas educadas e cheias de gentilezas. Eu tenho o sonho de que isso seja passado adiante e que, como numa corrente, o mundo possa viver e experimentar essa sensação de harmonia.
Eu tenho um sonho de que os homens parem de estragar e destruir a natureza e que possam entendê-la, de forma a se tornarem verdadeiros amigos.
Eu tenho um sonho de um mundo melhor. E é esse sonho que eu vou continuar sonhando em 2009. E espero que um dia eu finalmente possa ver esse sonho realizado.

Um ótimo 2009 pra todos nós!
Sem pretensão, baseei-me no discurso de Luther King - I have a dream

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

feliz natal



Lá pra meados de outubro, costumávamos montar nossa árvore de natal. Minha mãe pegava aquela caixa velha que ficava atrás dos livros da sala e a gente ia tirando os enfeites um por um. Era divertido porque a gente nem se lembrava de alguns e muitos se quebravam durante esse processo.
Eu gostava da estrela amarela que mais parecia uma espada e que ficava na ponta da árvore [que, aliás, eu só descobri que era uma estrela muito tempo depois]. E eu é que queria pôr a estrela. É como se eu desse o toque final. E nossa árvore sempre tinha presépio e era muito legal ver como minha mãe o montava diferente a cada ano. Uma vez com areia e riozinho no meio feito com um pedaço de espelho quebrado, outra vez com papel pedra imitando rochedos.
E ao longo desses quase 3 meses, eu adorava ver o monte de caixas coloridas e de formatos diferentes se amontoar embaixo daquela árvore velhinha. Às vezes, escondido, eu apalpava os embrulhos tentando adivinhar qual era o meu presente. Eu sempre queria as maiores caixas, mas nem sempre os melhores presentes eram os maiores.
E todo dia 24, me lembro de acordar com o cheiro da rabanada, do peru assando desde cedo. Do arroz com uva passa, do panetone sendo cortado, das toalhas novas sendo postas à mesa. Do champanhe com gostinho doce de maçã, das taças que nunca usávamos durante o ano [eu até achava que fossem especialmente feitas para aquela ocasião].
Às vezes tinha papai-noel até, às vezes não. E nem sempre a gente esperava até meia-noite pra começar a comer. Mas os presentes sim, esses sempre tinham que ser abertos depois. E a ansiedade só aumentava.
Depois de 26 natais, quase já não há muito daquele tempo. Nem rabanada, nem peru assando. Nem os pacotes embaixo da árvore. Nem os avós queridos e que deixaram uma enorme saudade e uma infinita recordação boa, nem os primos que agora moram a milhas e milhas distantes. Hoje tem a ceia e cada ano um lugar diferente, com velhos e novos amigos.  Há muito amor e alguns mimos entregues até mesmo antes da data. A árvore ainda existe. Não a mesma, uma nova. Mas a alegria que eu sinto em pendurar cada enfeite, essa sim ainda é a mesma.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

meu diário de bordo: island escape



















Algumas coisas que eu vou dizer aqui podem parecer brega ou clichê, mas não tem como não pensar no Titanic depois de entrar num navio deste tamanho. Não é à toa que assim que entramos nos corredores, procurando nossas cabines, cantamos alguns trechos de "my heart will go on" e sabe, dá um pouco de medo de tanta água assim.
Mas, vamos ao que interessa. O navio é muito bonito e muito divertido também. O melhor mesmo foi encontrar a galera das outras agências e poder fazer aquela bagunça. As cabines onde a gente dormia ficava no deck 3, um pouco acima do nível do mar. E quando acordava e olhava por aquela janelinha redonda, tudo o que eu via era mar.
Lá tinha muitas casas de show, onde eu assisti ao show do Café com Bobagem, o musical Broadway e a festa temática dos anos 60. No deck 10  ficava a piscina e lá aconteciam algumas baladinhas à noite, como a Noite do Carnaval.
No deck 12 era onde  a balada techno pegava, sempre depois da meia-noite. O Loockout era no topo do navio e todo feito de vidro. O que não fazia muita diferença à noite porque era um breu danado. Tudo lá no navio era em dólar e a maioria da tripulação era de estrangeiros, o que foi muito bom para treinar o inglês. Pela primeira vez pude falar com tanta gente vinda de tantos lugares do mundo, com sotaques engraçadíssimos, o que tornava a conversa muito mais animada.
No sábado, o Island Escape parou em Búzios e pudemos passar o dia lá na praia. Aliás, Búzios é uma cidade muito bonita e muito cara. No domingo, o navio ficou o dia todo parado no meio do nada e pra onde eu olhava, só via água. Aliás, essa foto eu tirei lá do deck 11, e só tinha água mesmo. Às vezes chega a ser desesperador a sensação de solidão, de estar no meio do nada. É muita água, muita mesmo.
Por isso eu recomendo um cruzeiro desse tipo mini, que são só 3 noites. Pra mim, não tem condições de ficar mais do que isso no meio do mar. Enjoei um pouco e ficava muito tonta,balançava um pouco e muitas vezes não dava pra perceber que o navio estava andando, mas o camareiro disse que foi sorte, na maioria das vezes o navio costuma chacoalhar tanto de não parar nada em pé.
Enfim, o cruzeiro foi ótimo, a galera animou e deu pra matar a saudade de muitos queridos que eu não via há tempos. O SBT caprichou no presente e realmente esse tipo de coisa é inesquecível.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

olê olê olá


E aí que eu vou num Cruzeiro esse final de semana. Presente do SBT pros mídias de várias agências. Ou seja, graças a Deus eu não vou ter que aturar só a panela daqui, vou poder rever a galera toda de uma só vez. Isso sim é presente de verdade.
Então lá vou eu de novo. Meu primeiro cruzeiro, já vou levar um kit dramin no bolso porque quando passeei de escuna em Paraty quase morri de tanta tontura.
Volto na segunda pra maiores informações.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

madonna is so f****** good













Em 1995, apaixonada por um garoto [feio de dar dó] e que se declarava fã da Madonna, pedi à uma amiga que me ajudasse a conquistá-lo e decidimos que o primeiro passo seria montar um fã-clube pra sua diva. Feito! Transformamos o pequeno banheiro da área de serviço lá de casa em sede do nosso fã-clube e o nomeamos assim: Fã-Clube Oficial Paixão Mundial Megastar Madonna. De oficial mesmo, ele não tinha nada. Mas, montamos o tal fã-clube mesmo assim.
Nos azulejos escrevíamos músicas dela, montamos pastas e mais pastas com reportagens, pôsteres. Não era nada fácil, imagina achar matérias e entrevistas sem internet. Um sacrilégio. Eu gravava seus clipes da MTV e catalogava as fitas todas certinhas no nosso pequeno acervo.
A Aline, minha amiga, era uma das poucas pessoas munidas de um computador e uma impressora, então tratamos logo de fazer as carteirinhas do nosso super-hiper-mega fã-clube. Só que tinha um problema: só eu e ela éramos sócias. Bom, aí começamos a apelar, afinal, tínhamos que ter uma quantidade razoável e aí conseguimos aderir sua irmã, minha mãe e minha vó [tadinha].
Bem, o fã-clube estava bombando e achamos que era hora de divulgar pro meu pretendido sobre tal e ver se ele se tornava sócio e de quebra me dava seu coração. E aí que o menino não deu a menor bola e ainda riu da nossa cara. Disse que nem gostava da Madonna e que era tudo mentira.
Imagine só a minha cara. Enfim, desmanchei toda a sede do fã-clube, piquei as carteirinhas e me desfiz de algumas coisas [exceto das fitas com os clipes]. Em meio a tudo isso, depois de muito ler e pesquisar sobre a Madonna, acabei nutrindo gosto e admiração por ela. Madonna ia muito além de roupas sexy, performances eróticas e comportamento rebelde.
Eu estava diante de um verdadeiro mito, uma lenda. Não é à toa que a mulher tá aí, aos cinqüenta, esbanjando talento e criatividade. Ela tem o dom de se reinventar e é impossível não gostar do seu próximo trabalho. Bom, graças ao feiosinho, aprendi a gostar de uma coisa realmente boa: Madonna!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

das formigas que eu não conheço


Zizu era uma formiga trabalhadeira e amiga de todos. Com o passar dos anos, sabe-se lá por que, Zizu passava mais tempo reclamando da vida do que agradecendo. Implicava com tudo. Se queria uma coisa, tinha que ser naquela hora e não admitia esperar nem um pouco. Se a ajuda demorasse a vir, ia lá e fazia tudo sozinha.
Com o tempo foi ficando crítica demais, nada estava bom, nada agradava. Era capaz de refazer todo um trabalho alheio, caso este não saísse de acordo com seus planos. Com o tempo também perdeu a capacidade de se comunicar com as outras formiguinhas e só resmungava e rangia os dentes.
Depois, aprendeu a retrucar a todos com uma pigarra doentia que os anos lhe deram. E aquilo ia irritando todos à sua volta. Nada a agradava, nada era bom o suficiente. E assim, foi perdendo os poucos amigos que tinha e dia após dia, Zizu ficava cada vez mais sozinha.
Dizem que ela agora fala sozinha e retruca outros insetos que aparecem por lá. Uns dizem que a solidão faz isso às formigas. Eu que não sou "formigóloga" não sei. Só sei que a solidão, às vezes, não é uma opção, mas sim uma condição decorrente daquilo que se faz durante a vida.
Ninguém agüenta formigas reclamonas, mandonas e infelizes. É preciso muito mais pra ser tão chata a esse ponto e é preciso muito menos para ser feliz.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

9 meses














De hoje em diante faltam apenas 9 meses. É a gestação de um filho. Em nove meses vamos parir nossa festa, nosso casamento. Eu me sinto um pouco grávida de sonhos, expectativas, ansiedades.
Tal qual uma mãe que não pode esperar pra ver a cara que o filho vai ter, eu não me agüento de vontade de ver a cada da minha festa. Dos convidados, da decoração, do meu vestido, do Ri no altar.
Acho que 12 de setembro de 2009 vai ser um dia inesquecível pro resto da minha vida. E eu me sinto como se estivesse gerando algo aqui dentro. Eu continuo alimentando toda a expectativa desse meu grande sonho e a partir de hoje, literalmente, vou aguardar o dia que marcará nossas vidas pra sempre como se fosse um filho.
Aliás, agora eu já posso dizer que me caso em setembro sem ter que completar a frase com do ano que vem.

Post simultâneo aqui e .

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

ninar você


adoro adormecer brincando com tua orelha...

detesto dormir de conchinha, é verdade...



mas, adoro acordar de vez em quando com o rosto em teu ombro e sentir tua respiração balançar meus cabelos

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

um bom presente de natal




















Por acaso [como a maioria dos blogs que conheço] fui para lá no Para Francisco e já falei dele por aqui. Até então eu não sabia o nome da autora e depois vim a descobrir que ela se chama Cristiana Guerra.
Para quem ainda não conhece, vale a pena ver o blog dela. O Para Francisco tem relatos dela sobre o pai do seu filho, que morreu dois meses antes do bebê nascer. O blog virou livro. Livro que devorei em algumas horas.
Diferente de algumas pessoas que acham que assim ela não permite que a vida continue ou que fique vivendo uma dor sem fim, eu acho que ela encontrou uma maneira de não esquecer nada, nenhum detalhe, nenhuma palavra, nenhum gesto. Porque o amor vivido da forma que ela viveu, merece ser eternizado. E eu sou muito a favor de que ela escreva até quando achar necessário. Porque eu sinto que existe muita tristeza em alguns textos, mas em outros existe muita saudade, muita ternura, muito amor e muita alegria viva.
Cada um tem seu tempo e sabe do que precisa pra continuar. Eu acho que Francisco vai conhecer seu pai de uma maneira única e especial. Aliás, vai conhecê-lo muito intimamente e nunca vai se decepcionar com aquilo que poderá conhecer dele. Enfim, o blog e o livro são ótimos e são ótimos também pra nos mostrar o quanto a vida é frágil e como tudo pode acabar de repente. Pra gente dar valor, sabe? E viver como se fosse o último dia e vivê-lo intensamente, como se deve.
Outro blog de Cristiana é o Hoje vou Assim. Ela fotografa as roupas que usa no dia-a-dia. Aliás, tudo muito estiloso e de muito bom gosto. Um blog mais leve, sobre seu outro lado.
Enfim, recomendo o livro e os blogs. E para ver [e se emocionar] com o trailer do livro, clique aqui.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

dos desejos que eu não tinha



De casar.
Nunca quis, nem sonhei. Pra mim, bastariam uma casinha de sapê e muito amor. Não tinha grandes pretensões, nem vontade de festa. Achava chato casamento e achava que era dinheiro mal gasto. Encher a pança de gente que mal conheço e em troca ganhar uns presentinhos chulos. Mas, quando o encontrei, todas as minhas certezas já não eram mais tão certas. E eu queria estar junto. Todo dia, toda hora. Dormir e acordar vendo seu rosto. E aí eu comecei a ver os casamentos com outros olhos. Não se trata só de gastar dinheiro, nem de ganhar presentes, nem de se mostrar, nem nada. Se trata de uma celebração muito bonita e cheias de significados que vai marcar nossa história pro resto de nossas vidas. E por que não dividir esse momento com pessoas queridas e importantes para nós? Por que guardar tanta felicidade e tanto amor só pra nós? Hoje, percebo que o casamento [ao menos o nosso] vai ser um momento único, em que todos poderão partilhar conosco um pouco da nossa alegria.



De ter filhos.
Não é meu sonho e nem meu desejo. Sou muito egoísta pra tanto e não acho que me sairia bem como mãe. Eu mal consigo cuidar de mim, quem dirá ser a responsável por alguém tão frágil e tão pequenininho. Mas hoje até penso nessa possibilidade. Porque eu quero que o mundo conheça uma extensão de você. Dá até vontade de ter uma penca de filhos só pra que eles possam levar um pouco das suas qualidades pra onde quer que eles possam ir. Pra ter um espelho seu neles, a extensão do seu caráter, na sua nobreza de alma, da sua gentileza, da sua paciência, de tudo o que você é. Porque, afinal de contas, filhos são para o mundo e eu acho que o mundo seria um lugar melhor se houvessem mais pessoas como você.

E você tem esse dom de despertar em mim os desejos mais ocultos, os sonhos menos prováveis. Porque você tem magia e eu te amo muito por isso.

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E para ver as fotos da viagem, clique aqui.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

there´s no place like home



Depois de 16 horas de busão (8 pra ir e 8 pra voltar), a festa acabou.  Essa parte realmente foi muito cansativa e na sexta, não teve 1 minuto de paz naquele ônibus. Os meninos estavam muito animados, bebendo, cantando, buzinando. A volta foi mais tranqüila, mas também foi cansativa.
Bom, mas tirando essa parte chata, posso dizer que a viagem foi ótima. Deu pra descansar, se divertir, conhecer algumas pessoas novas e dar boas risadas. O Hotel do Frade é TUDO! Não cheguei a conhecer nem a metade, mas amei o lugar. É lindo, um sonho. Aliás, sonho era ter o Rodrigo Faro e o Maurício [do vôlei] todo dia de sunguinha desfilando pra lá e pra cá.
A festa do branco foi ótima, mas a da fantasia foi a melhor. Nem tenho pretensões de levar nenhum prêmio, o pessoal foi muito original e caprichou na criatividade das fantasias. Mas, ao menos, eu fui a única diabinha.
Nunca comi tão bem em uma viagem pra praia como desta vez. Culinária de primeira, tudo com muito capricho. Comi peixe de tudo quanto era jeito. E os doces? Certeza que esse final de semana me rendeu uns quilos extras. Mas eu compensei com 10 minutos de esteira, lá no Frade mesmo. (hehe)
Na sexta, teve uma pequena apresentação dos sócios da agência e o Alexandre [nosso presidente] mixou uma música com esse vídeo aqui pra compor a trilha da apresentação, ficou muito bom e o DJ até tocou na balada. Virou meio que um grito de guerra e toda hora a gente cantarolava por aí. Se bem que quando eu fui fazer entrevista lá na agência, depois de ver a recepção, tive a mesma sensação que esse cara. Não é por nada, mas a agência tem esse efeito logo de cara mesmo.
Bem, mas depois de noites mal dormidas e muitas horas numa posição só no busão, é bom chegar em casa e comer a comidinha da mama e poder dormir na nossa caminha. Isso sim é tudibão.
Logo postarei fotos das festas. E pra conhecer um pouco mais da Neogama, clique aqui.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

neotrip


Eu não tava muito animada com a festa da agência até voltar de férias e descobrir o roteiro da viagem. Nós vamos viajar na sexta bem cedinho e voltar no domingo bem à noite. Ficaremos hospedados no Hotel do Frade, em Angra dos Reis, e pelo pouco que vi no site, o hotel e tudo por perto é simplesmente maravilhoso.
Todas as refeições e bebidas estão inclusas no pacote. Sexta à noite, vamos ter a Festa do Branco, com um luau na Beira do Cais. E no sábado, festa à fantasia com prêmios para as melhores, incluindo viagens pro Chile e Argentina.
Não tô com muitas pretensões de ganhar, afinal, minha fantasia é bem tradicional e comum. Comprei hoje de manhã, vou de diabinha. Sonhei com essa fantasia e não é que tinha uma perfeita na loja me esperando? Um vestidinho curto de paetês vermelhos, uma capa, um chifrinho e um espeto do capeta (hehe), combinando com a minha super sandália-sexy vermelha.
Resumindo, agora estou super ansiosa com a viagem e acho que vai ser mesmo bem divertida. Pena que não se pode levar ninguém de fora, seria perfeito se Ri pudesse ir. Embora às vezes seja bom se divertir um pouco sozinha [e isso vale pra ele também].

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

eu sou Corinthians!














Há 1 ano atrás, o Corinthians cairia pra série B do Campeonato Brasileiro. Aquele dia foi amargo e ácido, como se houvesse um grande vazio. Era tão difícil de acreditar, porém não tão impossível de acontecer.
Na verdade, muitos até esperavam [e torciam] por isso. Eu não. Eu sempre acreditei que seria possível. Sempre esperei por um milagre, pelo gol salvador dos últimos minutos. Mas, infelizmente nada conseguiu salvar meu time.
Mas, 2008 não foi um ano pra se envergonhar, muito pelo contrário. O time passou por grandes mudanças e sofreu alterações responsáveis pelo grande desempenho, coisa que talvez nem fosse esperada. No Campeonato Paulista, o Corinthians conseguiu ficar em 5º lugar, na Copa do Brasil teve uma campanha incrível, chegando com grande vantagem à final [mas, vantagens não são bem administradas pelo meu time, já disse].
E na série B o Corinthians mostrou que não veio pra ficar. Mostrou o que sabe fazer de bonito. Em 38 jogos, perdeu apenas 3 e consagrou-se campeão antes mesmo do fim do torneio, garantindo seu acesso de volta ao lugar do qual jamais deveria ter saído.
Se foi amargo esse ano? Se foi difícil aturar as piadinhas dos torcedores adversários? Se é vergonha comemorar título de 2ª divisão? Não meus caros, absolutamente não. Foi preciso um tombo para se reerguer com glória. Foi preciso um erro para que os acertos acontecessem. Foi preciso um passo pra trás para caminhar a passos longos rumo à grandes conquistas no próximo ano.
Corinthians é time forte, não à toa que até mesmo a Série B ganhou status de Série A, sendo transmitida em horário nobre pela maior emissora do país, e claro, obtendo melhores índices do que muitos times da Série A. Mas, isso é normal. O Corinthians atrai olhares de todos os cantos, de todas as torcidas. Para o bem ou para o mal, o glorioso Timão está de volta para tomar o que lhe é de direito.
Eu nunca vou te abandonar porque eu te amo. 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

i hate mondays













Voltando à normalidade, à rotina.
Ao menos o dia está lindo lá fora.
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...
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Semana curta. Sexta, vamos pra Angra comemorar o final do ano da agência, com direito a luau na sexta e festa a fantasia no sábado.
Então tá, né?