sexta-feira, 30 de outubro de 2009

objetos de desejo do momento


Todo mundo sabe que, nessa minha nova fase “casa”, estou louca por vários artigos de decoração e móveis. Ando vasculhando todos os blogs com dicas de decoração e tal. Pra não encher, não fico postando todas as idéias malucas que tenho e nem vou fazer um blog especial, como foi o caso do *detalhes de nós dois*, o blog do meu casamento.
Então, vezenquando, vou postar algumas coisas que andam me tirando o sono, como por exemplo: 

Adesivo de pingüim para geladeira
Arte Própria
R$ 89,00

Porta-chaves Fusca
Imaginarium
R$ 56,00


E uma trilha sonora que cai bem, Celebration da Madonna.
Saraiva
R$ 44,90

PS: programei esse post pra ontem, mas acabei ficando sem tempo de postar. Aconteceram 2 coisas boas desde então: mamis disse que tem a receita do bolo da Asta e Ri já comprou nosso porta-chaves do fusca.
Adoro!







quarta-feira, 28 de outubro de 2009

receitinhas



















Minha experiência na cozinha começou cedo, eu adorava ficar assistindo minha avó cozinhar. Adorava vasculhar os livros de receitas dela. Adorava aquela coisa de receita escrita a mão, do papel já amarelo e sujo de respingos de alguma massa de bolo, visto que o livro sempre ficava perto da batedeira.
Eu até gostava do cheiro desses livros, cheiravam mesmo a doce de vó. Alguns dos livros eram impressos pela União, aquela marca de açúcar, e tinha receitas muito velhas de nomes que nem se usavam mais. E todas elas eram ilustradas, o que aumentava ainda mais meu apetite, embora muitas vezes eu comesse mais com os olhos mesmo. Sabe como é, criança não tem paladar muito curioso. Pelo menos eu não tinha.
E tai uma coisa que eu sempre gostei: livro de receitas. Mas, gosto mesmo é dos caseiros. Das receitas que levam o nome das pessoas, tipo o “bolo da Asta”  que de certo era alguma vizinha antiga de vovó. Ou o “pão de ló da Filó”, dava um certo toque especial à receita. Não era qualquer receita, era a receita da fulana, ora bolas.
E agora, com casinha pronta e marido apetitoso, sinto que já é hora de ter o meu livro de receitas. Já comecei a pesquisar na internet algumas coisinhas antigas, outras novas, doces, bolos e aos poucos vou passar uma a uma a mão, com a minha letra pro meu livro.
Pro livro que eu quero enfeitar a capa e as páginas, com recortes, colagens, dobraduras. Infelizmente, não sei onde foram parar os livros da minha vó. E a receita do bolo da Asta [que era uma delícia que só] se perdeu também. Mas pretendo fazer um livro cheio de receitas gostosas e infalíveis.
E espero que um dia, de tanto usar, ele também tenha cheiro de doce, folhas amarelas e respingos de bolo. Porque do contraio não vai ter graça.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

crescendo









Crescer.
Pra cima, eu acho.
Alguém já viu crescer pra baixo?
Crescer pra cima, pros lados, na vida: difícil.
Eu nem cresci muito de tamanho, mas às vezes me acho tão grande.
Às vezes tão pequena.
Não sei.
Não entendo esse negócio estranho do crescimento.
Só sei que sem nossa licença, a gente é obrigado a ir crescendo.
E crescendo a gente vai.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

things will get better if you just hold my hand


Sábado Ri ficou comigo até quase amanhecer por causa de uma dor que eu tive no dedão que inflamou. Era uma dor tão insuportável quanto a de um dente. E meu dedo latejava que me deixava louca.
Ri ficou comigo a noite toda, fizemos todo o tipo de compressa, reza e nada fazia minha dor passar. Chorei de desespero, de dor, de raiva, de cansaço. E o Ri lá, do meu lado, o tempo todo. Quando finalmente fomos tentar dormir, já quase de manhã, Ri ajeitou umas almofadas pra que eu ficasse com o pé pra cima.
E o tempo todo, até eu dormir, ele me contou historinhas no intuito de que eu não pensasse na dor que sentia. Só sei que adormeci com ele falando alguma coisa sobre esquilinhos, a dor não passou e eu estava realmente exausta, mas ele ali ao meu lado, falando meio que dormindo só pra me manter bem, foi realmente uma coisa inesquecível.
Eu sei que prometemos que seria na saúde e na doença, mas coisas assim são realmente uma prova de que não só de amor a gente faz uma história.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

o tempo não para


Ontem vi um comercial de natal, fiquei horrorizada. Como assim natal?? É, natal é daqui há 2 meses. Esse ano passou de uma forma estranha. Em janeiro eu rezava pra chegar abril pra poder pegar as chaves do apartamento. Em abril eu rezava pra chegar julho e ver o apê reformado. E desde sempre eu rezava pra chegar setembro e com ele, meu casamento.
Digamos que, até julho, realmente passou bem devagar. Mas depois disso, o tempo voou. Já tem mais de um mês que estou casada e às vezes parece que moro no apê há séculos. O mais engraçado é que estamos mesmo muito perto de novembro e do natal.
Sempre quando vai chegando o fim do ano, me bate um desespero de que talvez eu não tenha aproveitado o ano como devia. Não que eu possa reclamar, afinal, esse foi um ano de muitas conquistas. Mas ver 2009 indo embora me dá uma tristezinha.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

planos futuros


Uma idéia na cabeça.
Que já há algum tempo aqui habita.
Volta e meia eu quero por em prática, volta e meia eu acho que tenho que esperar.
Todos me dizem que talento não me falta.
Apoio também não, assim repete o Ri todos os dias.
Mas eu tenho uma certa dificuldade de colocar meus planos em prática. Medo, insegurança, enfim. Não sei. De qualquer maneira, vou encarar esse desafio porque eu já decidi assim. Já tem nome e até logomarca. Até mesmo um site já tem.
Agora só preciso um pouco mais de coragem e sorte.
E logo mais todos vão saber do que se trata.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

o valor que se dá


Sabe aquele negócio de que a gente só sabe valorizar algo quando perde? Que a gente só percebe o quanto uma coisa é preciosa quando não a tem mais? Tipo a liberdade, a privacidade e os mimos? É, então, tô aprendendo isso na marra.
Nunca imaginei que cuidar de uma casa desse tanto trabalho. Acho que hoje até começo a repensar o caso da remuneração das donas de casa, taí alguém que merece ganhar um bom salário.
Isso porque minha casa é um cubo e só moram duas pessoas lá. Eu fico mesmo imaginando uma casa grande, com filhos, cachorros, plantas e etc. Certamente eu não nasci pra isso. Não nasci, mas tô tendo que me virar né?
E logo eu que nunca dei bola pra quando minha mãe dizia que não tem nada mais gostoso do que chegar em casa depois do trabalho e encontrar as coisas em ordem em casa. Ou o quanto é gostoso acordar e não ter louça suja na pia pela manhã. Ou na importância de arrumar a cama. Eu sempre pensei pra que arrumar a cama se a noite eu vou dormir de novo?
É, o feitiço virando contra a feiticeira. Hoje, sou eu que fico falando essas coisas que antes eu não dava a menor bola. E o maridão, que me ajuda sim e muito, também me dá essas respostas que antes era eu quem dava.
Pode ser uma fase psico minha. Afinal, nunca fui chata com ordem, limpeza, arrumação. Mas é que como tudo é novinho, limpinho, cheirosinho, a vontade de ter tudo ajeitadinho é maior do que eu. Talvez com o tempo passe, ou talvez não.
Talvez a gente só passe a valorizar essas coisas quando se trata das nossas coisas. Não sei, só sei que sinto falta dos mimos que eu tinha. Agora tudo depende de mim. Não estou reclamando, é legal e tudo, mas cansa. 

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

la tortura


Una señal que me dás, una señal que te doy y lo que piensas dime, será que fue, que esto ya pasó y lo que quieres de mí siempre lo consigues. Te lo digo a los ojos quiero más, te lo digo al oído quiero más, te lo digo en tu idioma.

Mais vale uma vida cheia de surpresas do que uma vida totalmente previsível. É tão bom estar viva!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

salve-se quem puder


Ontem fui ao cinema com o Ri. Convite apareceu por email no meio da tarde. Escolhemos o brasileiro Salve Geral, com Andréa Beltrão. O filme narra a história de uma mãe que luta pra tirar o filho da cadeia e tem como pano de fundo aqueles ataques que aconteceram em São Paulo, em 2006, comandados pelo PCC.
Eu gostei bastante do filme, do enredo. Claro que muito dali é ficção, mas a gente sabe que tudo tem um grande fundo de verdade. Como a corrupção da polícia, dos políticos, dos advogados, dos juízes e até mesmo de uma mãe.
O Brasil, talvez o mundo inteiro, tem muita gente podre, muita coisa errada. Mas eu sempre prefiro acreditar que pra tudo ainda há uma cura, uma esperança. A gente sai sempre refletindo muito sobre questões como essa depois de ver um filme assim, tão realista.
Eu fiquei pensando onde estava naquele dia, me lembro como se tivesse sido ontem. Coisa inacreditável lembrar da cidade deserta, feito coisa de filme mesmo, porque um bando de bandido resolveu tomar conta das coisas. Inacreditável e inaceitável. Mas, enquanto cada um tiver seu preço acima da sua integridade, as coisas vão continuar assim, corruptíveis. 

terça-feira, 13 de outubro de 2009

1 mês!!!























Eu gosto bastante da minha nova vida, a de casadinha. Mas, confesso que vai ser difícil me acostumar com algumas coisas do dia-a-dia, até porque, sempre fui acostumada a fazer tudo sozinha, já que sou filha única [por parte de mãe] e sempre tive minhas coisas, do meu jeito.
Então, às vezes, me irrita uma ou outra coisa que não esteja do meu jeito, mas eu tenho que aprender que não é mais bem assim. Outra coisa que preciso acostumar [e logo] é dividir o quarto. Nunca gostei de dormir com ninguém. Com o namorado, de final de semana tudo bem, mas todo dia, me cansa.
É que gosto de privacidade, de rolar na cama, de perder o sono e botar um som, ou de acender a luz e ler um livro, enfim. E agora fico cheia de dedos pra não incomodar o Ri e pra falar a verdade, durmo melhor quando a cama é só minha. É, tenho dificuldades com isso. Sou bem a favor de cada um ter seu quarto, mas Ri é bem contra, então já viu né?
Nesse um mês de casadinhos, a parte mais gostosa e mais trabalhosa é ajeitar nossa casinha. E, como já disse, com gostos e opiniões diferentes fica difícil, porém, bem mais divertido também. Mas do jeito que está, está a nossa cara. Dá pra sentir que tem um pouquinho de cada um em cada cantinho dela.
Uma coisa que gosto bastante, embora tenha feito pouco, é cozinhar. Não que eu saiba ou domine a arte, mas adoro inventar receitas novas. Às vezes dá certo, às vezes não. Mas o legal também é poder dizer vamos comer fora? sem se importar que dia da semana é ou se já está muito tarde. Se dá vontade, a gente vai e pronto.
Porém, uma coisa que me irrita muito é a sujeira no chão claro da cozinha e do banheiro. Bem que me disseram pra escolher piso escuro, mas sendo nosso apê um ovinho, achei que claro daria uma idéia de amplitude. Verdade, porém isso tem me tornado uma louca psico por chão limpo.
A chuteira e o meião do Ri no tanque também me irritam bastante. Mas, fazer o quê né? Aos pouquinhos tenho certeza que ele vai achar um lugar melhor pra colocar essas coisinhas... espero que antes de eu surtar e atirá-las pela janela.
Outra coisa que gostamos muito é receber amigos em casa, mas como ainda não temos mesa de jantar, só tivemos uma visita oficial, mas sem direito a comida. Apenas petiscos e bebidinhas. Bom, de qualquer forma, esse primeiro mês de casadinha está bem legal.
O tempo voa que é uma coisa não é mesmo?

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

casa decorada com açúcar e afeto


Depois que a gente casa, casa! Passamos as semanas indo de loja em loja pegar nossos presentes, escolher as luminárias, móveis e coisas do tipo. A casa fica sendo a prioridade e a gente tem pressa em deixá-la cada vez mais com cara de casa e com a nossa cara também.
Só que Ri e eu temos gostos bastante diferentes, às vezes é difícil conciliar, alguém sempre tem que ceder e na maioria das vezes esse alguém é ele. É, confesso, sou crica mesmo.
Mas, nossa casinha está muito monocromática, em tons pastéis e muito clean também. Como Ri gosta. Eu já gosto de cores, de coisas misturadas, objetos modernos e retrôs juntos, enfim, eu gosto de uma bagunça arrumada.
Tô cheia de trecos coloridos pra colocar na estante da sala que só foram permitidos porque eu permiti que o Ri fizesse a tal estante com prateleiras suspensas por cabos de aço. É, é legal e moderno, mas com minhas tralhas coloridas vai ficar ainda melhor.
Já tratei de comprar pratos bem coloridos e floridos pra quando comprarmos nossa mesa de jantar, estreá-los com estilo, dando graça à mesa. Eu adoro mesas bem postas.
Comprei almofadas bem coloridas pra jogar no nosso sofá cor de sorvete de creme. E uma das coisas pela qual estou apaixonada no momento e tentando convencer o Ri é o adesivo de parede. Aí eu nem ligo que seja preto, marrom ou cores sóbrias. O adesivo por si só já faz toda a diferença. Acho que ficaria simplesmente maravilhoso na nossa sala, no nosso quarto, em cima da cama, enfim, eu adoro.
Só sei que estou nessa fase, a fase casa[mento].




quarta-feira, 7 de outubro de 2009

volver


Como é difícil voltar. Mas, pouco a pouco, a vida vai voltando aos eixos. Hoje estou voltando ao trabalho. E com essa volta, volta também a rotina do dia-a-dia. Volta o acordar no mesmo horário, comer o mesmo bolinho, fazer as mesmas coisas, enfim, volta tudo.
Voltar. Verbo presente essa semana.