sexta-feira, 28 de maio de 2010

que dia é hoje?


Dizem que o melhor é não esperar nada das pessoas. Mas, tenho a péssima mania de esperar sempre pelo melhor das pessoas e muito raramente tenho esse retorno positivo. Ultimamente ando me decepcionando muito com as coisas. Com o trabalho, onde vejo que a maioria das pessoas são pura farsa, diretores usando uma roupa de marca, mas com nenhum conteúdo por dentro.
Decepção com as amigas que não fazem questão nenhuma de serem amigas mesmo. Decepção com pessoas em geral, mau caráter, que agem com má fé. Decepção com a tv que não tem nenhuma programação que preste, nem na tv a cabo.
Uma sucessão de atitudes estranhas que vão desanimando dia após dia. Além disso, meus dias andam tão corridos que eu já perdi a noção do tempo. Aliás, o que é isso mesmo?

sexta-feira, 14 de maio de 2010

projac: a disney brasileira


Daí que meu cliente terá algumas ações de merchandising na próxima novela das oito e eu fui visitar o PROJAC pra ver como ficou o cenário da maternidade [ops, revelei demais]. Gente, pára tudo, nada do que você vê nas novelas é real. N-A-D-A!
A roseira da Luciana, pasmem, é de tecido. Sim, eu toquei com minhas próprias mãos. A casa amarela é de mentira, é tudo fachada de madeira, com profundidade mínima, mas sem nada dentro. As cenas internas são gravadas no estúdio. A fachada do hospital é na verdade o prédio de pós produção, ilhas de edição de imagem e tal.
Pegamos aquele carrinho famoso que sempre aparece no Vídeo Show e fomos passear pelo PROJAC. A primeira visita foi na igreja, só tem uma com 3 entradas diferentes. O interior existe, mas como estava trancada não conseguimos ver dentro.
Fomos até Búzios, as lojinhas também tem profundidade falsa. Fui no restaurante do Maradona, lá é de verdade mesmo. Entramos, tem todos os detalhes, o palco, os pôsteres, tudo lindo-lindo. Passamos pela sorveteria, pela escola da Rafaela e no fim da rua fica a casa amarela. Virando a direita fica o Gengibre, que estava fechado mas que é como o restaurante do Mara, com cenário dentro. E um pouco mais a frente, a Projecta, o escritório do Jorge.
A pousada da D. Edite também só tem fachada, mas é enorme. Visitei também a capela que ela costuma rezar. Passamos perto da casa do Big Brother, mas ela já estava quase toda desmanchada. Ah, lembra do Rio Gângis de Caminho das Indias? Então, era um laguinho que tem lá no meio do PROJAC.
Tem o Leblon, o hotel do Marcos é de mentira também. Não tem mais que um andar, o resto é computação gráfica. Aliás, quase tudo é computação gráfica. Não acreditem mais em tudo o que vêem.
Fomos até o cenário de Tempos Modernos também, gente, a Galeria do Rock que passa na novela também é de mentira. Mas parece muito, mas muito real. E então visitamos também as dependências de Passione. As ruas de Sampa reproduzidas com perfeição, é tudo tão lindo que da vontade de morar lá pra sempre. E a Toscana? Me senti na Itália sem sair do Brasil. Linda, linda, linda.
Entramos também nos estúdios, onde ficam os cenários internos de Passione. Verificamos como será nossa cena e bisbilhotamos a sala e o quarto da Clô [vocês ainda verão]. Pra terminar, almoço com as estrelas.
No restaurante encontramos na mesma mesa Marcos Caruso (amo), Lilia Cabral (amo) e Nelson Baskerville. Eis que me viro e dou de cara com Reynaldo Gianechinni (o que é esse homem???), meu coração quase parou! Ele estava com a Mariana Ximenes (linda e magéeeeerrima).
Depois chegaram Ary Fontoura, Jayme Monjardim, alguns outros que não me lembro mais os nomes. Na portaria, enquanto aguardávamos nossa van pra nos levar pro aeroporto, passaram Ellen Roche, Fiuk, Luana Piovani, Marcelo Airoldi entre outros também que não lembro o nome. Bruno Gagliasso está bem fora de forma, quase nem reconheci.
Por causa da festa de estréia de Passione na segunda aqui em São Paulo, o aeroporto estava cheio de globais, logo de manhã dei de cara com Fernanda Montenegro (chiquetésima, fina, elegantérrima) e Mauro Mendonça (fofo). Peguei o mesmo vôo do Kayky Brito (ai ai) e Aracy Balabanian. Na volta, Cássio Scapin estava no vôo (o eterno Nino que eu amo!).

quinta-feira, 13 de maio de 2010

coisa boa


Chegou o vídeo do casamento. Ri e eu assistimos ontem e ficamos felizes da vida. Dá uma vontade de casar de novo...

segunda-feira, 10 de maio de 2010

cinco


Hoje pela manhã, logo quando acordei, tava um puta frio. Depois que sai do banho estava garoando e o céu cinza, cinza. No caminho pra agência choveu muito. E ainda durante o mesmo caminho o céu, de repente, ficou azul-azul com um puta sol. Como, em meia hora, o tempo pode mudar tanto assim?
Pensei nisso porque ontem o blog completou 5 anos. E eu comecei a pensar em como minha vida estava completamente diferente em 2005. Nesse tempo, tudo mudou. Mais ou menos como hoje de manhã, tudo ao mesmo tempo agora.
Em 2005 eu namorava outro cara e estava no penúltimo ano da faculdade e tinha arrumado meu primeiro estágio em propaganda, lá na Full Jazz. E me pego pensando como eu agüentava morar na zona norte, trabalhar na Berrini e ainda fazer facu na Paulista. E chegava em casa mega tarde porque eu fazia tudo isso de ônibus e metrô, ainda ia estudar ou fazer algum trabalho. Que disposição. Que saudade.
Em 2005, meu tio [insuportável] acabou indo morar com a gente. Foram os piores meses da minha vida. Aliás, o blog nasceu justamente pra eu poder desabafar. Em 2005, meu avô também ficou doente, vindo a falecer no ano seguinte. Em 2006 eu mudei de agência, fui pra Y&R, terminei meu namoro de 6 anos, comecei outro namoro, me formei, mudamos de endereço.
No ano seguinte, mudei de novo de emprego, comprei um apartamento junto com meu namorado e mudei novamente de emprego. Em 2008 fiquei noiva. Em 2009 casei, comprei um carro e mudei de endereço de novo.
Enfim, é muita coisa diferente em tão pouco tempo. A vida é mesmo muito louca e o tempo passa mesmo muito depressa. E daqui a 5 anos, como será que vai ser?

quinta-feira, 6 de maio de 2010

sou corintiana, maloqueira e sofredora graças a Deus


Torcer para o Corinthians não é mole não. Corinthians é o time da raça, mas também do sacrifício. Dos jogos suados, difíceis, do impossível, do milagre. Torcer para o Corinthians é, antes de tudo, ter um coração bom, que resista a tantas emoções.
Torcer pelo Corinthians é sofrido, é doloroso, mas é delicioso. Só quem é sabe, não adianta. E ontem, quando precisávamos ganhar por dois gols de diferença, eu estava tranqüila e acreditando, aliás, como sempre, por mais impossível que possa parecer.
Até porque adoro ver meu time jogar sem vantagem, precisando ganhar. Porque quanto mais difícil é, mais bonito é o jogo, mais garra os jogadores tem, mais raça, mais força. E fizemos nossa lição de casa direitinho durante os primeiros quarenta e cinco sofríveis minutos.
Mas eu queria mais, aliás, dava pra ter sido muito mais. Infelizmente, não evitamos o fatídico gol do Flamengo, no comecinho do segundo tempo. Mas e daí? O coração apertadinho ainda acreditava, eu sempre acredito.
E dava pra ter sido mais, mas a bola não entrava. E o tempo passava e meu coração mais apertado, esperando sempre por aquele golzinho do milagre. Bastava um, só mais um e não estava tão difícil assim, nosso time era muito superior naquele campo.
Aliás, entre os times brasileiros, o Corinthians era o melhor. Mas, futebol é sempre imprevisível. Nem sempre os grandes ganham, nem sempre os favoritos levam, nem sempre. É preciso contar também com o fator sorte, que às vezes escolhe o lado errado.
E aos quarenta e sete, Chicão bateu a falta que poderia salvar nossas vidas. Ele bateu com tanta emoção, com tanto carinho, com tantos sonhos ali que foi maldade o goleiro ter pego aquela  bola. Infelizmente, o jogo acabava ali. Sem mais chances. Estávamos fora.
E então a cidade acordou com gritos, rojões, buzinas, vuvuzelas, parecia que o Brasil era campeão da Copa do Mundo. Mas não, era apenas um time sem história, sem título e sem estádio sendo eliminado da Libertadores.
É, o Corinthians incomoda demais. É muita inveja, porque podemos não ter nada, mas ainda assim temos a torcida mais apaixonada e mais fiel do planeta.
Eu nunca vou te abandonar porque EU TE AMO! Eu sou CORINTHIANS!

terça-feira, 4 de maio de 2010

tudo que vai


Os dias vão passando, o tempo vai passando e, claro, a gente vai esquecendo. Por mais que eu teime em não querer esquecer, é natural. Nossa memória não funciona assim tão bem. E tudo vai passando, como num filme. Quisera eu fosse um filme em VHS que pudesse rebobinar e repetir as cenas over and over again.
Mas, assim vai, passando. E passa, porque tudo passa. Dizem que o tempo a tudo cura, mas eu acho que o que cura mesmo é a nossa memória, que vai falhando de velha e usada, cansada, tratando de apagar o que deve ser mesmo esquecido. E às vezes judia, apagando o que deveria ficar.
Mas passa. Vai passando e depois a gente nem se lembra mais.

Tudo que vai deixa o gosto, deixa as fotos, quanto tempo faz? Deixa os dedos, deixa a memória, eu nem me lembro mais...
Capital Inicial

segunda-feira, 3 de maio de 2010

sessão pipoca


Esse final de semana foi uma imersão de filmes, aproveitei pra ver alguns que há tempos estavam na minha listinha de pendências. No mais, dividi meu tempo entre supermercado e compras de presentes para queridos no shopping (um dos meus passatempos preferidos, adoro escolher presentes!).
Mas, vamos falar dos filmes, porque é sempre bom contar com boas indicações, certo?

Up – Altas Aventuras: gosto muito de animação, e esse já estava um tempo na minha listinha. Detesto filme dublado, mesmo sendo desenho, até porque alguns personagens são inspirados nos trejeitos dos atores que os dublam, mas esse eu vi dublado e amei o Sr. Fredricksen na voz do Chico Anysio, achei demais! Além disso, o filme é dos mesmos diretores de Monstros S/A, ou seja, sucesso na certa! Filme fofo, divertido, muito bom!

Os Normais 2: esperava mais, confesso. Adorava o programa, adorei o primeiro, mas tal e qual Se Eu Fosse Você, a fórmula do segundo não bateu a do primeiro. Muito menos engraçado e com piadas até mais pesadas do que deveria (e olha que falando de Fernanda Torres e Luis Fernando Guimarães parece até que eu tô louca), mas achei muito pouco engraçado e com o enredo fraco. Mas, sei lá, tava passando no TeleCine e eu tava sem ter o que fazer...

Jogos Mortais 6: o último (?) filme da saga. Eu sou fã da história, acho que todas tem um bom enredo amarrado à trama inicial, nada é sem pé nem cabeça, tudo tem mesmo um sentido de ser. Não é só um filme de sangue e carne espalhados pela tela, é um filme inteligente e até te faz refletir sobre algumas coisas, tornando o serial killer Jigsaw em meu ídolo, apesar das atrocidades e tal. Porém, achei que esse último (?) força um pouco a barra e espero que realmente a história tenha acabado, senão vou ter que engolir toda a defesa que eu sempre faço dessa boa história.

O Orfanato: gosto do gênero (suspense), gosto da trama (fantasmas e afins), gosto do diretor (Guillermo del Toro, que fez o excelente Labirinto do Fauno) e porque tem o Sr. Barriga! Sim, o próprio Edgar Vivar, inimigo do Seu Madruga... mas, voltando ao filme, ótima história, vários sustos, final surpreendente. Adorei!