segunda-feira, 23 de agosto de 2010

presente fora de época


O Ri sempre tem a capacidade de me dar momentos da infância dentro de pacotes lindos, embrulhados com uma fita de cetim vermelha. Foi assim quando ainda namorávamos e ele montou o Atari numa tv velha pra que eu pudesse matar a saudade de quando jogava Enduro.
No Natal, ele gravou episódio por episódio, além de fazer a caixinha e todos os adesivos dos CDs personalizados, da coleção de Anos Incríveis, minha série favorita de todos os tempos.
A emoção não vem do presente em si, mas do carinho e dedicação com que ele elabora cada uma dessas surpresas. E a sensação que vem junto ao abrir o pacote, é como voltar no tempo e isso não tem preço e eu nem tenho palavras pra explicar.
Dia desses, ele me ligou pra dizer que tinha uma surpresa em casa. Ao chegar e abrir o pacote, dei de cara com um par de patins. Patins fez parte de uma das melhores fases da minha vida (a adolescência). Todo final de semana eu me reunia com umas amigas pra andar de patins na Roller, isso durante muito tempo.
Andar de patins era uma paixão, mas há mais de 15 anos não colocava isso nos pés. Fiquei tão contente com a surpresa totalmente inesperada, que fiquei andando de patins dentro de casa (nos míseros 50m). Do corredor pra sala, indo e voltando feito criança boba.
Ele é um príncipe mesmo, não canso de repetir.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

vivendo e aprendendo


Nada traduz melhor os acontecimentos de hoje. A cada dia as pessoas me surpreendem mais, como elas são capazes das coisas mais pequenas, mais mesquinhas. A gente nunca conhece alguém completamente.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

plano b



Desde que me formei, há 4 anos, vejo que muita gente da minha geração tem o sonho de um dia ser dono do seu próprio nariz. Conheço muita gente jovem cheias de projetos que saem das gavetas e se tornam grandes sucessos.
Conheço pessoas que tem agência de publicidade, outros de conteúdo on line, outros de desenho digital, web, blogs que vendem coisas, lojas, bares, restaurantes e etc. O tal do negócio próprio, sonho de consumo de muita gente e que também já foi visto como algo impossível de ser alcançado.
A rotatividade de pessoas nas agências de publicidade sempre foi grande, não é de hoje. Desde criança acompanhei minha mãe e alguns amigos pulando de galho em galho, às vezes por alinhamento de contas outras vezes por melhores oportunidades.
Hoje, vejo muita gente sair pra ir justamente atrás desse sonho, o de ter o seu negócio, seja ele qual for. Gente que resolve ter um ano sabático e vai, se arrisca a viver as aventuras. Eu admiro muito todas essas pessoas.
Dia desses, um criativo da agência, depois de 9 anos, resolveu seguir outro rumo e mandou um email de despedida que dizia assim: “...façam sua lenda pessoal. Não importa o que, olhando sempre em frente e acreditando, poderemos nos realizar como seres humanos.”
Achei aquilo tão bonito e tão profundo que me fez pensar e avaliar a vida que levo. Hoje, tenho um plano b que está aos poucos tomando forma e saindo do papel (escrevi sobre isso num outro post não faz muito tempo).
Claro que com todo o custo de vida que tenho hoje, não dá pra simplesmente largar a publicidade e nem sei se é isso que eu quero, porque gosto do que faço. Mas gosto também do meu plano b (prometo que logo vocês vão saber o que é), mas acho que por enquanto seria mais um hobby remunerado.
E por que não, não é? Afinal, ganhar um dinheiro extra com algo que te dá muito prazer é algo muito, muito bom. E cada dia mais eu acredito na força desse tal plano b que todo mundo fala. Ele pode mesmo ser um escape ou a solução pra sua realização como ser humano.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

não pára, não pára, não pára


Poucas coisas na vida são tão prazerosas como gritar gol no estádio. Porque ontem eu tava lá e gritei muito!


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

de cama


A gripe me derrubou nesse final de semana. Segunda fiquei de cama total, sem conseguir respirar pelo nariz, aliás, meu nariz está todo esfolado, tadinho. Só a base de remédios e inalação, ontem também fiquei em casa pra me recuperar de vez.
O ruim é que não sinto gosto de nada do que como e não sinto nenhum cheiro também. O bom é que pude descansar um pouco o corpo (que parece ter levado uma surra). Assisti Globo Esporte, Chaves, Quatro por Quatro, filminhos no telecine. E acho que, como fiquei praticamente a base de líquidos, devo ter emagrecido um pouco.
Mas foi tenso. Ainda não estou completamente boa, mas já consigo respirar um pouco melhor. Pra ajudar o frio chegou de vez (ao menos é o que parece). E eu só consigo pensar que preciso melhorar de qualquer jeito porque vou ver o jogo no estádio domingão.
Que deus me ajude!