quinta-feira, 21 de outubro de 2010

musicaliando


Sexta: Exaltasamba (o que a gente não faz por amor?)
Terça: Alejandro Sanz (adoro homem, ops, música latina)
Quarta: Green Day (paixão de adolescência)

O melhor de tudo isso? Não pagar nada! 

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

no trânsito


Dia desses estava voltando pra casa, e olha que eu sempre volto lá pelas 8 da noite, ou seja, o trânsito já está bem mais tranqüilo do que na hora do rush, e um folgado fechou o carro da minha frente.
O cara pôs a cabeça pra fora e xingou de uma tal maneira que eu fiquei trêmula durante os minutos seguintes. Nem sei o que ele falou, mas o tom da voz era tão furioso que eu fiquei com muito medo.
Aí eu fiquei pensando que as pessoas se transformam quando entram num carro (não é a primeira vez que falo isso). Todos viram umas bestas. É incrível, impressionante, é de dar medo.
Uns querem ser mais que os outros, outros querem ser mais espertos que os uns. Eu odeio gente folgada, mas não saio xingando todos eles, até porque são tantos que eu não teria voz pra trabalhar o dia inteiro.
Mas além da folga e também das pessoas que não sabem dirigir e estão soltos por aí, tem a falta de educação mesmo. A truculência, a violência. Quantas histórias a gente não ouve de pessoas que matam umas às outras por causa de um farol, de uma fechada, de uma batida. A vida vale tão pouco...
Aí lembrei de uma vez em que voltávamos pra casa minha mãe, minha vó, eu e mais uma menina e estávamos presas no trânsito. Minha vó com toda sua elegância e educação de lady inglesa, abaixou o vidro e pediu licença ao motorista ao lado pra mudarmos de faixa. O cara mandou um “vai se foder” ou um “vai tomar no cu” que doeu viu.
Minha vó, de tão chocada, só chorava. Minha mãe, ofendida, devolveu os xingamentos. Eu e a menina atrás ficamos estarrecidas. Eu nunca tinha visto nada parecido. Até hoje penso porra, será que esse cara fala assim com a avó dele?
Sei lá, mas nunca xinguei ninguém no trânsito porque sempre penso nisso. O cara tem uma mãe, uma avó, pode ser uma pessoa boa, sei lá. E também porque morro de medo de tomar um tiro. Eu xingo dentro do carro, baixinho, fazer o que.
Já fui xingada algumas vezes, às vezes até estava errada mesmo. Não sou piloto né, mas tento andar na linha. Só sei que a cada dia o trânsito me assusta cada vez mais.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

morango silvestre


Pela primeira vez na vida pintei as unhas do pé de vermelho. E adorei o resultado!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

...


Se eu encontrasse o gênio da lâmpada hoje faria 3 desejos:
sumir
sumir
e sumir
!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

pior que tá não fica?


Durante essas últimas semanas consegui assistir o horário político algumas vezes. Às vezes me perguntava se aquilo não era uma piada de muito mau gosto ou simplesmente uma comédia barata, típica dos filmes baratos que passam no sbt.
Mas aí eu me lembrei que eleição é sempre a mesma palhaçada. Surgem candidatos que não são ninguém, mas que vestem um bom terno, falam bonito e pronto. São presidentes. Depois a gente vai pra rua com a cara pintada exigindo a renúncia do mesmo cara que colocamos lá.
Aí lembrei do Enéas, um louco que gritava durante seu horário eleitoral e uma de suas propostas era produzir uma bomba atômica. Exatamente o que o Brasil e o mundo precisa e pronto. Foi um dos candidatos elegido com recorde de votos.
Dessa vez temos muitas outras bizarrices como cantores de pagode, bispo de igrejas, filhos de famosos, comediantes, palhaços, ladrões e etc. Quando vi que o Collor quase foi eleito na terra dele para governador, entendi que realmente os brasileiros não estão preparados para escolher nada. E talvez nunca estejam.
Tiririca, que é o que mesmo? Não sei, mas também foi um dos candidatos mais votados. Qual o plano de governo dele? Quais suas propostas? O que uma pessoa como aquela vai acrescentar às nossas vidas? Muitos que votaram nele disseram ser um voto de protesto, mas votar assim não é protestar contra nada.
É muito triste ver que as pessoas levam a política na brincadeira, e os políticos também nos levam assim, na brincadeira. A recíproca é verdadeira. E nesse grande circo chamado Brasil seguimos, assistindo de camarote a esse show de horrores.