segunda-feira, 29 de novembro de 2010

que venha dezembro


“Construirá bases sólidas para sua vida. Saturno em seu signo cobrará seriedade e determinação para alcançar os objetivos. Aproveite a primeira quinzena para fortalecer vínculos afetivos e se comprometer com planos familiares. A primeira semana será melhor para fazer as compras de final de ano. Do dia 10 ao dia 30, Mercúrio ficará retrógrado e dificultará negociações. Conversas com a família também serão complicadas. Reveja antigos conceitos e livre-se de traumas do passado. Agrupamento poderoso de Marte , Mercúrio e Plutão, no dia 14, porá fim às velhas angústias. A passagem de ano com encontros animados inaugurará uma nova era em sua vida.”

Que assim seja!  

terça-feira, 23 de novembro de 2010

fim


Chegou a hora de colocar uma pedra sobre determinado assunto. Por pouco mais de um ano venho sofrendo dia a dia, tentando digerir o fim de uma amizade aparentemente sem explicação.
Todos os dias tentei pensar num motivo que justificasse tamanho absurdo. Mil razões passaram pela minha cabeça e não saber se nenhuma é válida é o que mais me incomoda, o que mais me machuca.
Logo eu que nunca fui de remoer por muito tempo certas coisas, logo eu que sempre fui muito bem resolvida e que conseguia colocar pontos finais nas histórias sem dor na consciência, sem pestanejar, sem remoer, sem arrependimentos. É, logo eu.
Mas, infelizmente ou felizmente, nem sempre se pode ter o controle das coisas. E é até bom saber que não tenho um coração totalmente duro. Que posso sofrer e que nem sempre serei eu a colocar o ponto final numa história. Às vezes terei que engolir esse ponto amargo contra minha vontade. E continuar. Porque a vida continua, não pára.
Eu é que tenho mania de botar um ponto final só quando tudo está resolvido. Só que dessa vez não vai ser assim. É como li outro dia num blog de uma amiga querida: Mais reconfortante pensar que em tudo existe um porquê. Mesmo que, na maioria das vezes, ele permaneça pra sempre um grande mistério.
E ponto final.


“Muitas vezes não prestamos bastante atenção, no momento, em coisas que já então podiam parecer-nos importantes; não ouvimos bem uma frase, não notamos um gesto, ou senão os esquecemos. E quando, mais tarde, ávidos por descobrir a verdade, remontamos em dedução, folheando nossa memória como uma coleção de testemunhos, chegamos a essa frase, a esse gesto, é impossível nos lembrarmos; recomeçamos vinte vezes o mesmo trajeto, mas inutilmente: o caminho não vai mais adiante”. – esse post tirei daqui. Sem querer parei nesse blog e tinha que publicar isso aqui.


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

de pernas pro ar


A melhor coisa das férias é poder viajar, conhecer lugares e culturas novas. Eu já tive minha mini-viagem até o Rio na semana passada. Agora estou numa outra fase. Acordo a hora que me dá na telha, sem despertador, sem compromisso, sem nada.
Me espicho no sofá e vejo meus programas preferidos. Aproveito também pra matar a saudade de algumas outras coisas como Chaves, Quatro por Quatro e alguns filmes que pego começando.
Como a hora que dá fome, tomo banho quando bate uma preguiça. Tiro uma soneca se não tem nada de novo. Saiu sol, desço pra piscina. Fez frio, me enrolo na manta ou me atiro nos doces da cozinha.
Acho que poucas sensações são tão prazerosas quanto a de perder a noção de tempo e espaço. Não sei que horas são e nem que dia é. Não tenho pressa pra nada. Faço tudo o que bem entender.
Ah, como é bom esvaziar a mente de problemas cotidianos e dar um tempo no trabalho. Férias é algo realmente sagrado. Amém!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

privacidade escancarada


Desde que nos mudamos, há pouco mais de um ano, temos participado da vida dos nossos vizinhos de cima. De uma forma nada agradável e nem por questão de escolha, somos praticamente obrigados.
Acredito que alguns tipos de pessoas não poderiam morar em prédio, pelo simples fato da pessoa não ter noção nenhuma do respeito alheio. A pessoa chega tarde da noite e começa a fazer a mudança do século, seguida de uma reforma. É meia-noite e a pessoa marreta, martela, fura, deixa cair coisa no chão, arrasta móvel e acha tudo normal.
No começo eu até tolerava, não queria ser a chata. Mas depois que percebi que além da falta de noção aquilo podia ser falta de educação e consideração, não tolerei mais nada e passei a reclamar.
Quem dera só fosse isso. O casal acima briga tanto, mas tanto que nós – e acredito que o condomínio inteiro – sabemos tudo da vida deles. A mulher grita tanto que parece que está participando de uma sessão de exorcismo ou cantando um rock estilo vocalista do Sepultura.
O cara parece um animal, gritando todos os tipos de xingamentos que possa existir. Joga coisa no chão, deve esmurrar a parede, sei lá o que acontece. Eles gritam como se não houvesse nada ao redor.
Já sabemos que ele teve uma amante, que o filho da moça não é dele, que enquanto estiveram separados a mãe dela ficou do lado dele. Sabemos quanto cada um gasta com as despesas da casa, enfim, sabemos praticamente tudo. E não é só na briga que eles gritam. Eles gritam e se xingam também quando estão fazendo sexo.
Não ouço porque quero, é simplesmente inevitável. É feio, é horrível, eu sinto vergonha alheia por eles. Não sei se ela apanha ou se ele apanha, mas acredito que eles se mereçam, afinal, eles se submetem a viver essa vida tão sem respeito mútuo.
Eu, honestamente, não sei o que leva alguém a ter uma vida como essa, mas eles realmente se merecem. Quando os vemos por acaso pelo condomínio, eles até parecem gente normal, mas eu só consigo sentir vergonha e pena.
Não consigo entender de jeito nenhum como duas pessoas conseguem conviver assim. É bizarro!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

o rio de janeiro continua lindo


















Minhas mini-férias no Rio foram ótimas. Apesar da chuva que caiu no sábado e das 4 horas que meu vôo atrasou. A idéia era ter ido com uma amiga que trabalhou comigo, mas ela acabou conseguindo um novo emprego então fui sozinha mesmo.
Lá fiquei com outra amiga que está cobrindo férias de uma menina da agência do Rio. Fiquei hospedada no apart dela, no Leblon (porque eu sou fina né). A noite íamos para a Lapa, mas a chuva desaminou bastante.
No domingo amanheceu um dia lindo e fizemos um passeio de barco pela Baía de Guanabara, show de bola. O que mais fiz por lá foi comer, já que durante a semana só via minha amiga pela manhã e a noite.
Tomei muito sol na cobertura do hotel, onde dava pra ver o Cristo. Fui a praia sozinha também. Não me importei pois estava bem vazia e é uma praia muito linda. No domingo a praia estava lotada. Aliás, quanta gente bonita meudeus!
O povo lá é tudo sarado, me senti até mal. Todo mundo é natureba, uma coisa de louco. Fiquei numa das avenidas mais importantes do Leblon, então a gente se esbarrava com algum famoso por lá, mas é normal, é bem natural.
A noite lá ninguém dorme, ao menos os bares e restaurantes são lotados durante a semana mesmo. Os cariocas tem um jeito muito esquisito de falar, que me perdoem, mas é um sotaque muito mala. Mas, fazer o que.
Ao mesmo a maioria dos cariocas que conheci ou convivi nesses poucos dias eram todos muito simpáticos. Gostei bastante. Não fiz nenhum passeio turístico, mas fiquei curtindo o bairro como pude.
O Rio é uma cidade linda, cheia de contrastes, mas linda linda. Pretendo voltar lá e levar o Ri comigo para aproveitarmos tudo o que temos direito. Adorei! Principalmente o tempo maravilhoso que me deixou assim preta, preta, pretinha.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

voando


Voar. Acho que essa ação deveria ser exclusividade dos animais com asas e ponto final. Mas, o homem foi lá e deu um jeito de inventar uma forma de voar também. Já pensei nisso inúmeras vezes. Não existe nenhuma lógica em algo tão grande e pesado como um avião voar como um pássaro.
E quando tenho que voar, passo mal e fico muito, mas muito tensa. Morro de medo e tenho pânico de lugar fechado, só de pensar tenho pavor de saber que uma vez que ouço “portas em automático”, só vou poder sair novamente quando chegar no destino.
Tento não ficar muito nervosa, mas só passa merda pela minha cabeça, eu nunca relaxo. Ouço meu ipod bem alto pra evitar ouvir qualquer outro barulho, porque fico viajando achando que se um barulho pára é porque algo parou de funcionar, então prefiro não ouvir nada.
Aí eu fiquei pensando nas instruções de vôo. Tipo em caso de despressurização da cabine, máscaras de oxigênio cairão sobre suas cabeças. Oi? Se despressurizar já era, morri. Se não morrer pela falta de oxigênio, morro pelo susto mesmo. Ou então essa tripulação está preparada para agir em qualquer situação de emergência. Jura? Em qualquer uma mesma? Então por que aviões caem?
A melhor é em caso de emergência luzes acenderão indicando o caminho. Caminho da onde? Do céu? Porque pra onde as luzes poderiam me levar, pra fora do avião? Senhor...
Bom , nunca tive nenhum problema sério durante um vôo, mas voei de Webjet pro Rio, na ida teve um atraso de 4 horas, ou seja, se tivesse ido de ônibus teria chegado muito mais cedo. O vôo foi muito chato, com várias turbulências, não gostei. Só rezei o tempo inteiro. Na volta foi mais tranqüilo, graças ao bom deus.
O serviço de bordo é cobrado, fiquei chocada. Mas estava muito mais ocupada pensando nas poucas coisas que consigo pensar durante um vôo: sobe, sobe, sobe e por favor freia, freia, freia.
Ano que vem vou pra Europa, já estou procurando um neuro. Não tem a menor chance de eu passar mais do que 3 horas em sã consciência dentro de um avião. Quero entrar, dormir e acordar lá em Madri. Deus me ajude...

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

novidades


Depois de amanhã saio de férias. Finalmente, já que teoricamente já era pra eu ter tirado, mas nada na vida é como a gente quer. De qualquer forma, estou muito ansiosa por essas férias, porque estou cheia de projetos e realizações.
Sábado vou pro Rio ficar com uma amiga no Leblon. Volto semana que vem. É uma mini-férias, mas não menos interessante, pois vou literalmente tirar férias da vida. Do trabalho, da casa, do marido, do cotidiano e da maldita rotina.
Não que as coisas estejam ruins, mas dar um tempo na rotina, na vida, é como um mini-ano sabático. Tá, não é, mas vou encarar como sendo. Tô precisando muito desse tempo só pra mim, longe de tudo que conheço.
Depois, tenho o resto das férias para terminar de ajudar na organização de um casamento que estou fazendo pra uma amiga lá em Boiçucanga. Dinheiro extra e diversão juntos! Combinação perfeita!
Por enquanto é só. Logo mais tem Black Eyed Peas e amanhã último dia na agência.
Tô contando os minutos.