domingo, 23 de janeiro de 2011

o livro que ganhei de minha mãe


Ontem ganhei da minha mãe um “book” sobre minha vida sob o ponto de vista dela. O livro “book” que ela fez pra mim está recheado de memórias e passagens da nossa vida. Senti o carinho dela em cada página, em cada lembrança.
Tem cartas que ela escreveu pra mim durante sua gravidez, tem seu relato sobre meu nascimento, sobre o primeiro banho e os primeiros cuidados. Tem histórias engraçadas que eu só me lembro porque ela me contava quando eu era criança, mas que fiquei imensamente feliz de ter documentado em algum lugar.
Sabe como é, a memória falha depois de certo tempo. E no “book” tem várias surpresas boas como minha carteira de vacinação, minha pulseira da maternidade, a chapa do meu braço quebrado – que eu tinha sei lá, uns 2/3 anos.
E tem fotos dos meus avós, enfeites e convites do meu primeiro aniversário. Muitas outras histórias da nossa vida até recente, alguns pedidos de desculpas, alguns desabafos, algumas coisas engraçadas também – porque graças a deus a vida nem sempre é rosa, mas também nem sempre é cinza.
Devorei o livro em menos de uma hora, chorando e rindo ao mesmo tempo. Percebi que, embora já tenham se passado quase 29 anos desde que nasci, pouca coisa mudou em minha mãe e muita coisa mudou em nossas vidas.
Vi ali minha mãe com os mesmos medos e ansiedades que tenho hoje. Acho que é normal, faz parte da vida. Foi uma das coisas mais maravilhosas que ela já me deu. Adoro ganhar coisas que me transportam pra diversas fases da vida.
Achei lindo! Li de novo, logo em seguida. Queria que não tivesse fim... na verdade ainda não tem. Ela deixou várias páginas em branco para que eu preenchesse, pra que eu contasse minha vida de agora em diante.
Quantas surpresas boas e outras nem tantas ainda estarão por vir... 

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

hay razones para creer en un mundo mejor


Para cada tanque de guerra criado no mundo
Se fabrica 131.000 bichinhos de pelúcia

Por cada ação da Bolsa que despenca
Há 10 versões de “what a wonderful world”

Por cada pessoa corrupta
Há 8 mil doando sangue

Por cada muro que existe
Se coloca 200 mil tapetes de boas vindas

Enquanto um cientista desenha uma arma nova
Há 1 milhão de mães fazendo bolos de chocolate

No mundo se imprime mais dinheiro para o Monopólio do que dólares
Há mais vídeos divertidos na internet do que más noticias em todo o mundo
No Google, amor tem mais resultados do que medo

Pra cada pessoa que diz que tudo pode piorar
Há 100 casais planejando um filho

Por cada arma que se vende no mundo
20 mil pessoas dividem uma coca-cola

* baseado num estudo feito em 2010 sobre a situação atual do mundo

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

romance


Quase todo dia quando chego do trabalho, Ri me diz assim: nossa, como você tá bonita hoje.
Acho tão fofo ele achar beleza em mim depois de um dia longo em que eu só consigo me sentir acabada.
Amo!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

gente esquisita


Morar em condomínio tem umas coisas... bem estranhas. Por exemplo, um simples “bom dia” ou “boa noite” às vezes pode ser um martírio pra algumas pessoas. Eu não sou a pessoa mais bem humorada do mundo de manhã, mas apesar de não ter o bom humor eu tenho educação.
Claro, torço muito pra encontrar o mínimo possível de pessoas, mas morando num condomínio com 3 torres e no 15º andar fica um pouco difícil. É triste quando encontro alguém que quer me contar a vida ou comentar a novela, gostaria muito que ficasse apenas no bom dia.
Mas tem umas pessoas que não respondem. Gente, eu fico besta! Falo “bom dia” em alto e bom tom e algumas grunhem como porcos, não entendo a língua que elas falam. É tipo assim:

Eu: bom dia!
Pessoa: onwnaoooo

Dá uma vontade de mandar um oi? pode repetir, num entendi...
Afe, me dá ódio. Aí tem uns que simplesmente nem respondem. Eu fico com cara de ué, paciência, acho meio triste. Tem uma faxineira que limpa meu bloco que quase sempre encontro no hall e sempre insisto no bom dia e ela não esboça nenhuma reação.
Não é que ela não ouviu ou não me viu, não tem como. Eu olho bem na cara dela e falo BOM DIA. E ela nada. Acho que ela me odeia.
Tem gente que desvia o olhar, olha pro nada, grunhe, resmunga e muitos poucos retribuem.
Às vezes eu tenho um pouco de preguiça em insistir na educação, sabe? Principalmente quando eu seguro o elevador pra alguém que não faz a menor questão de agradecer. Dá vontade de falar viu, eu não sou ascensorista não tá?
Mas, tudo bem. Ainda levo um pouco de fé nas pessoas. Talvez porque as boas poucas que existem ainda valem a pena.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

2010


Foi um ano tão morno e tão corrido, que fico com a sensação de não tê-lo vivido.
É como se houvesse um buraco entre 2009 e agora.
Esquisito.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

quando coisas boas acontecem


Ontem, durante os nem 5 minutos que fiquei parada num farol perto de casa, um arco-íris fazia a festa colorindo o céu cinza que estava por trás dele.
Foi um show gratuito que me valeu um sorriso de satisfação no final do dia. Agradeci a Deus por poder enxergar e poder ter visto aquela maravilha que desapareceu bem devagarinho diante dos meus olhos.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

let´s get start


Praticamente o ano começa hoje (talvez não pra todos), mas pra mim sim. Já estou realmente sentindo que 2011 será um ano como se deve. Ri vai mudar de emprego em 2 semanas. Oportunidades melhores.
Ao longo do ano o Brasil vai receber artistas que eu não perco por nada (U2 e Shakira são alguns exemplos).
E talvez o projeto mais esperado dos últimos meses também acontece esse ano: nosso mochilão rumo a Europa.
Então é só tocar o barco, com energia positiva e um sorriso no rosto, porque o resto vem mais fácil.
Ah, aliás, no caminho para a agência, tocou duas músicas que eu amo de paixão e que há muito tempo eu não ouvia. Boas vibrações pra começar uma segunda-feira estranha como essa, não?

ps: feliz ano pra todos vocês que passam por aqui!