sexta-feira, 26 de agosto de 2011

mochilão 2011: toledo


Finalmente chega ao fim a nossa viagem. A última cidade foi uma passagem de Barcelona até Madri, de onde pegaríamos nosso avião de volta pra São Paulo. Paramos em Toledo por recomendação de algumas pessoas.
Toledo é uma cidade pequena da Espanha, linda, linda, linda. Não tem nada lá, realmente nada. Museus, igrejas e castelinhos. A cidade é toda medieval, tem uma vista linda. Tudo nela é lindo. Lá é muito famosa a história de Dom Quixote, por todos os lugares tem diversas coisas dele pra vender.
É uma cidade que conserva a antiguidade, porém tem um monte de lojas caras e conhecidas como Zara, Lacoste, Diesel, etc. E como é muito visitada, tudo também é muito caro. Mas demos sorte de almoçarmos num restaurante super charmosinho, numa das vielinhas da cidade.
Eu adorei conhecer Toledo. Falou em história medieval, é comigo mesmo. Passamos somente uma tarde por lá, é o suficiente. E de Madri, voltamos pra cá.
Foram 20 dias incríveis. Viajar em 8 pessoas não é fácil, mas conseguimos conciliar a vontade de todos e fizemos todos os passeios juntos. Não teve nenhuma discussão, graças a deus. O mais difícil é dividir o mesmo banheiro, principalmente quando ficávamos no quarto todos juntos. Mas era divertido no final.
O melhor foi conhecer coisas históricas, muito antigas e também ver a cultura e costumes diferentes. Adorei treinar meu inglês e espanhol e olha, espanhol eu já posso até me considerar fluente. Adorei passar por tudo, exceto carregar mochila e a parte que andávamos muito com ela nas costas.
Foi maravilhoso demais!!! Nunca pensei que um dia pudesse fazer isso e agora já quero planejar a próxima. Talvez eu faça menos cidades nesse tempo todo, porque foi realmente muito corrido. Mas Europa é tudo perto, então dá vontade mesmo de ir pra todos os lugares. Vale a pena.
Minha próxima viagem será curta e rápida pra Argentina. Já comprada inclusive, só ainda esperando pra reservar a data. Hoje tenho certeza que meu objetivo de vida é conhecer o mundo. É maravilhoso!!!


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

mochilão 2011: barcelona


Pegamos um vôo de Veneza e fomos para Barcelona. Mais calor, muito, muito mais calor. Barcelona é uma cidade louca, completamente alucinante. E por conta disso, vi muita droga rolar por ali facilmente. Lembra do nosso amigo que encontramos em Madri? Então, ele mora em Barcelona, então contamos com sua ajuda para conhecer a cidade.
O hostel que ficamos, o Ideal Youth, era bem ruim, pelo menos nosso quarto era muito apertado e o povo lá era muito doido. Ficava bem localizado até, numa das ruas que cruza a Rambla, do lado do Liceu, pertinho do metrô.
É difícil dizer o que gostei mais em Barcelona, acho que gostei muito de tudo um pouco. Fizemos um tour básico pelas principais obras de Gaudí como a Casa Batló e a Pedrera. Mas o que mais me impressionou foi a Sagrada Família. Que igreja magnífica, majestosa, imponente. Eu achei super moderna e ao mesmo tempo muito detalhista. É linda, indescritível e por vezes inacreditável. Fomos também ao Parque Güell. De lá é possível se ter uma bela vista da cidade.
Comemos no restaurante japonês que nosso amigo trabalha, o Ikebana. É super chique e os jogadores do Barcelona freqüentam (ai que inveeeeeja!!!). Fiquei babando nas fotos do Diego com Puyol e companhia. Além do que, o restaurante é uma delícia mesmo, mas bem carinho.
Sorte a nossa ter um amigo por lá, pois ele nos levou a uma churrascaria que tinha até feijoada. Eu quase ajoelhei e agradeci a deus, estávamos todos com muita saudade de comer arroz e feijão. Delícia!!!
Fomos ao estádio do Barça e eu só fico pensando em quanto o Brasil não tem a menor estrutura pra sediar Copa alguma. Confesso, sinto medo. O Camp Nou é maravilhoso, pena não ter conseguido ver nenhum jogo ali, até qualquer pelada valia.
Em Barcelona tinha o famoso Corte Inglés, resultado: tive que comprar mais uma mala pra trazer todas as minhas compras.
A noite fomos ver o show da Fonte Mágica em Montjuic. É demais, imperdível e de graça! Fica lotado, mas vale muito, muito a pena, além do que ali também tem o Museu de Arte Cataluña e uma bela vista da cidade. É demais!!!
Fomos também ao Bairro Gótico, é sensacional, com uma igejinha que lembra a Sagrada Família, mas não é. Tem também uma feirinha ao ar livre, de antiguidades, tipo a Benedito Calixto. Eu queria levar um pouco de tudo, inclusive um telefone preto antigo e uma máquina de escrever, mas onde eu carregaria isso né? A minha sanidade me salvou e eu acabei comprando apenas um anel.
Fomos também passar o dia na praia de Barceloneta, top less liberado. Só as mulheres mais feias aderiram, não sei porque. Tem muita mulher magra lá, acredito até que sejam anoréxicas, porque a magreza era demais. A praia tem uma areia estranha e a todo momento você precisa estar atento as suas coisas. Umas chinesas ofereciam massagem, eu que estava bem podre aceitei uma nas pernas e nos pés. Paguei 5 euros. Dinheiro completamente bem gasto.
Barcelona é uma cidade incrível, muito quente, muito agitada. Acho que te muito a cara aqui de São Paulo, só que bem melhorada.



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

mochilão 2011: maranelo e veneza


Maranelo é uma cidade que não tem nada, exceto a fábrica e o museu da Ferrari. Então, desde quando decidimos fazer o mochilão, Ri empenhou-se em descobrir alguma coisa interessante pra ele fazer e descobriu Maranelo.
Chegando lá, um zilhão de gente vem pra cima de você oferecendo passeio na Ferrari. Graças a deus demos a sorte de encontrarmos um brasileiro, é, mais um, o Jean. Pra dar uma voltinha de 15 minutos na Ferrari paga-se 80 euros. Mas eu sou daquelas que acha que não tem preço pra se realizar um sonho.
Então depois de darmos uma voltinha de 15 minutos, encorajei o Ri a fechar mais meia hora. A pista era outra e ele poderia acelerar o quanto quisesse. Lá pode, pelo jeito não existe radar. Acho que vi umas 40 Ferraris circulando numa cidade que parece um bairro pequeno de São Paulo. Era Ferrari preta, vermelha, amarela, meu deus. Muita Ferrari junta.
Ri realizou um sonho de infância e ficou com um sorriso na cara que durou o resto da viagem toda. Ele ainda foi visitar o Museu, enquanto isso, fiquei na loja escolhendo um presente surpresa pra ele. Como ele é fã de F1 e do Senna, dei uma réplica do primeiro carro que o Senna correu, em miniatura, é claro. Ele amou!
De Maranelo fomos pra Veneza, chegamos lá no final da noite. Veneza é maravilhosa!!! E mais uma vez nosso hostel era muito perto da estação de trem. Veneza é romântica, é charmosa, é aconchegante, mas também é muito, mas muito lotada e muito comercial também. Tudo é muito caro, muito caro mesmo. Ficamos hospedados no Alloggi Agli Artisti, numa das inúmeras ruinhas da cidade.
É muito fácil se perder em Veneza porque as ruas são muito iguais. Mas eu simplesmente amei aquela cidade cheia de ruas de água, gôndolas, barquinhos, lanchas. Falando em gôndola, não fiz o tal passeio. Tinha umas bem caras, mas acho que era negociável. Eu fiquei com medo de enjoar porque achei que chacoalhava muito. Mas dá pra conhecer a cidade inteira a pé mesmo. A praça principal é a de San Marco, com uma igreja que pra variar tinha uma fila imensa. Lá também tem uma torre chamada Torre Dell Orologio, que tem um relógio de signos do zodíaco e fases da lua. É muito bonito.
Muitas lojinhas e restaurantes charmosos por quase todas as ruelas da cidade. Pra ajudar a agüentar o calor? Sorvete, claro! Veneza é com certeza a segunda cidade mais bonita do mundo (não se esqueçam, minha preferida ainda é Paris).




terça-feira, 23 de agosto de 2011

mochilão 2011: florença


Florença. A paisagem da Itália é toda bela, é como nos filmes, nas novelas e nas propagandas, é linda mesmo. Florença é uma cidade muito charmosa e muito antiga. A essa altura do nosso mochilão eu estava mais do que cansada, eu estava morta. Então decidimos diminuir um pouco o ritmo e curtir apenas o que estivesse no nosso caminho.
Pela primeira vez nos hospedamos num hotel, o mais charmoso e aconchegante de todos, o Annabella Hotel. Muito bem localizado, muito perto da estação de trem. Aqui os italianos estavam um pouco mais toleráveis e dava até pra agüentar.
Conhecemos a Basílica Santa Maria Novella, mas só por fora, a fila estava gigantesca e meu saco pras filas italianas na lua. Mas é muito bonita e valeu a pena mesmo assim. Também passamos pela Catedral de Santa Maria Del Fiore, que é linda, linda – tudo por fora (confesso, não agüentava mais igrejas).
Lá as pessoas tem o péssimo hábito de alimentar os pombos e eles acham bonito brincar no meio dos pombos, tirar foto com eles, passar a mão neles, afe, povo nojento. Bom, então, aí é um problema porque você divide a praça e também os restaurantes com os pombos. Paciência. Mas isso não deixa a cidade menos bonita.
Atravessamos a Ponte Vecchia que tem uma vista linda da cidade e é cheia de lojinhas e também joalherias. Lá tem muito ouro, muito mesmo. Cheia de lojas de grife e também restaurantes charmosinhos. Lá tem uns outlets, inclusive tem um tour carésimo que te leva pra todos eles, mas eu já tinha gastado demais a essa altura e resolvi pular esse passeio (graças a deus).
Na Piazza della Signoria tem diversas esculturas ao ar livre, inclusive Davi, do Michelangelo. Uns dizem ser a verdadeira, outros dizes que a verdadeira fica dentro da Academia por causa do mau tempo, réplica ou verdadeira, era linda.
Lá perto tem uma feirinha muito bacana que por sinal tem muito brasileiro. É tipo um monte de camelô junto. Eles vendem muitas coisas de couro também, mas achei tudo caro. Tem muitos lenços, pashimina, objetos de murano e souvenirs. As coisas de couro como bolsas, carteiras e jaquetas são bem bonitas, mas resisti às tentações e não levei nada.
Fomos jantar na cantina do Zio Gigi, por indicação do cara do hotel. O lugar era muito legal, finalmente encontramos pessoas que parecem os italianos da novela da globo, simpáticos, falantes e muito agradáveis. O dono ficava cantando músicas italianas pra gente, muito atencioso e simpático. As meninas que trabalhavam lá também eram ótimas. Se um dia você for pra Florença, vale a pena. Não só por toda a gentileza que encontramos por lá, mas porque a comida era muito, muito boa mesmo. Até a pizza e a pasta.




segunda-feira, 22 de agosto de 2011

mochilão 2011: roma


Saindo de Paris, pegamos um vôo para Roma. Jesus Cristo, quase morri!! Primeiro porque o piloto já foi avisando de cara que o clima e as condições não estavam nada boas, com perigo de tempestades. E depois porque deu uma turbulência tão violenta, que eu pensei mesmo que fosse o fim. Mas, graças ao bom deus, tudo deu certo e chegamos são e salvos em Roma.
Roma. Não vou falar que fomos mal recebidos e mal tratados pela maioria dos italianos. Não vou dizer que eles não fazem questão nenhuma de serem simpáticos. Não vou falar que eles são grossos e mal educados. Não vou falar que eles não fazem questão nenhuma de entender você. Ou você fala italiano ou eles não estão nem aí pra você. Também não vou falar que eles não respeitam fila e furam tudo com a maior cara de pau e nem vou falar que não fazem nada pra te ajudar.
Não, eu não vou falar nada disso. Vou falar das poucas e excelentes exceções que apareceram no nosso caminho e que no fim acabaram fazendo a gente rir muito de tudo isso. Roma é uma cidade antiga, histórica. É contraditória ao mesmo tempo, o Coliseu no meio da cidade movimentada não faz o menor sentido. Mas é lindo!
As ruínas de tudo que um dia foi Roma, um verdadeiro e forte império, é de emocionar. Eu adoro história antiga, então me senti muito emocionada de estar ali e me peguei imaginando várias vezes tudo que aconteceu por ali. Pensei no filme Gladiador, claro. Como aquilo tudo um dia foi grande.
Mas mesmo com tudo desmoronando, Roma tem seu charme e suas paisagens lindas. A comida não tem nada demais, ou pizza ou pasta. Porém a pizza não é das melhores, pra falar a verdade, não é nada boa, pizza boa acho que comi uma só. A massa é bem normal também. Mas a melhor coisa de se comer lá é o sorvete. Meu deus, tá aí uma coisa que a italianada sabe fazer direito. Eu tomava até de café da manhã. O melhor sorvete da vida, qualquer sabor. Delícia!!!
Tiramos um dia pra conhecer o Vaticano. Não sei porque mas não pegamos nenhuma fila pra entrar na Basílica de São Pedro. Só que não pode entrar de regata, nem de tomara que caia, nem de frente única, nem de short, nem de bermuda, nem de vestido curto. Um inferno, porque o calor era demais. Mas também tem um monte de camelô folgado e mal educado vendendo calça, canga e blusa pelas redondezas.
A Basílica é linda demais, cheia de mistérios, é claro. Mais uma vez eu não parava de pensar no filme O Código da Vinci e no quanto eu quero ver de novo pra poder reparar nos detalhes. Pode-se tirar fotos, sem flash. Fomos embaixo da Basílica, onde estão enterrados os antigos Papas. Ali não se pode fotografar. De lá fomos ao Museu do Vaticano, mas só porque eu estava louca pra ver a Capela Sistina.
Estrategicamente, a Capela Sistina é a última coisa a se visitar. Me decepcionei um pouco porque era uma sala pequena (eu imaginava outra coisa bem diferente e bem maior) cheia de gente murmurando, com uns italianos mal encarados fazendo xiiiiiuuuuu pra tudo. Não pode fotografar, mas eu que já tava com o saco na lua de receber ordem de italiano que bati várias fotos do teto.
Eu me emocionei a valer dentro da Basílica e também dentro da Capela Sistina. Os desenhos são lindos, a pintura é magnífica. Michelangelo era um gênio. Quando saímos de lá, a fila dava voltas e voltas e voltas.
Fomos até a Fontana de Trevi e olha como italiano é simpático, havia uma loja que tinha uma placa bem na entrada escrito “não damos informação”. Ah, fala sério... ô educação... a essa altura, nada mais nos espantava. Mas voltando, a Fontana de Trevi é maravilhosa, além de ser um lugar super gostoso de passar horas. Várias lojinhas com souvenirs e também restaurantes charmosinhos (jantamos por lá). Sem contar as inúmeras sorveterias divinas, ai meu deus!!!! Fiz um pedido e joguei uma moedinha. Tomara que dê certo, né? Já falei que na Europa tem sol até quase dez da noite? É, pois é.
Nosso hostel, o Ciak, era bem charmosinho e tinha um café bem gostosinho, com suco do Chaves (isso vende muito lá). O que é? Então, é um suco de laranja, que parece de beterraba e que tem gosto de groselha. Azedo, horrível. E de Roma pegamos um trem rumo à Florença, Veneza e Maranelo, meus próximos posts.



sexta-feira, 19 de agosto de 2011

mochilão 2011: paris


De Londres para Paris fomos de trem, aquele que passa por baixo do mar. Queria ter tido pique pra ver a viagem, mas acabei dormindo e não vi nada. Em Paris ficamos num bairro estilo a Vila Madalena aqui de São Paulo, a Montmartre. Do nosso hostel, o Le Village, podíamos ver a pontinha da Sacre Coeur. Praticamente no nosso quintal.
Tinha um brasileiro trabalhando lá, o Jean (tem muito brasileiro no mundo, muito mesmo). Ele foi super simpático e nos deu várias dicas sobre Paris. Sorte a nossa. Neste hostel tivemos o melhor café da manhã de todos (que até então havia sido leite com chocolate a prova de água com pão de forma e manteiga). Tinha pão francês, croissant, geléia, manteiga, suco, enfim, delícia!
O Jean nos indicou um lugar delicioso pra comer, pra quem for vale a pena, ficava pertinho do hostel, chama La Marmité. A salada do chefe era simplesmente divina, além de vir numa porção bastante generosa e com batatas fritas com casquinha, que só comendo pra saber como é bom.
Paris é a cidade mais linda do mundo. Tá, não conheço muita coisa do mundo, mas do que conheço, meu deus, nada se compara a Paris. É linda, linda. De frente a Sacre Coeur temos uma vista panorâmica linda da cidade.
E a Torre Eiffel? Meu deus, é simplesmente divina. Fiquei completamente sem palavras quando a vi. Ela é imponente, linda. E a vista de cima é inesquecível. Não sei se gosto mais dela de noite ou de dia. É linda demais.
Fiz amizade com um outro garoto que trabalhava no hostel e que me ensinou uma entrada secreta do Louvre, sem fila, sem nada. Ninguém acreditou em mim, mas chegando no Louvre, conversei com o guia que ficou surpreso em saber que eu sabia da tal entrada e me explicou mais ou menos como chegar até ela. Ninguém acreditava em mim, não achamos a tal entrada e ficamos uma hora na fila. O Louvre é gigante, mas também é indescritível. Vimos a Monalisa e somente uma pequena parte do Louvre, e acreditem, uma parte que levou a manhã inteira. Acho que pra conhecer tudo deve levar uma semana.
Adivinhem por onde saímos do Louvre? Pela tal da entrada secreta. Pois é, ela existe e realmente não tem fila nenhuma, porque as pessoas acham que só pode sair. Pra quem quiser ir no Louvre sem fila, a tal da entrada fica do lado do Arco que tem na frente do Louvre (bem em frente às pirâmides), uma escadinha que desce. Pode entrar sem medo e feliz.
Fomos nas Champs Elysées e me acabei de comprar. É muita tentação junta, é difícil resistir. No final dessa avenida tem o Arco do Triunfo, outro monumento fantástico e lindo. Não subi porque estava com dores nas pernas, mas Ri subiu e a vista é maravilhosa também.
Tiramos um dia pra irmos até o Palácio de Versalhes, que é incrível. Lá é possível conhecer o Palácio e também o jardim. Escolhemos o jardim, que simplesmente é um lugar maravilhoso. Fontes e mais fontes, vários labirintos de grama verdinha, música clássica rolando, esculturas, flores de cores lindas, um dos lugares mais maravilhosos que estive na vida. Paz de espírito total. Mas pensa num lugar grande, quase infinito. Então, é lá. Conhecemos só uma pequena parte também. Uma pequena grande parte.
Não conseguimos entrar na Notredame, mas por fora é uma igreja maravilhosa, fiquei imaginando o quão linda deve ser por dentro também. Mas não deu. Não deu também pra ir no bar da Amelie Poulain, e olha que ficava bem perto do hostel. O anão do filme está lá no bar, e sim, o bar é de verdade. Assim como o parquinho que tem o carrossel, mas esse eu fui ver porque era caminho da Sacre Coeur.
No último dia, as meninas ficaram aproveitando as lojinhas que tinham perto do hostel (que eram demais por sinal) e os meninos foram no Stade de France. Ah, em Paris experimentei o famoso churrasquinho grego que vende aqui em São Paulo e que eu morria de nojo. Gente, é delicioso e lá é super normal. E ah, o povo também fede. Uma pena.
Ai que saudade de Paris, é maravilhosa! Moraria lá fácil. Não preciso dizer que foi o meu lugar preferido, né?






quinta-feira, 18 de agosto de 2011

mochilão 2011: londres


De Madri pra Londres fomos de avião. Estava bem vazio e fizemos amizade com o comissário de bordo, que falava português e foi super simpático e atencioso com a gente. Chegando em Londres, chuva e friozinho.
Nosso hostel, Astor Hyde Park, era esquisito, bom, mas acredito que por conta das pessoas mesmo. Tinha um pé de maconha na recepção. As meninas eram descabeladas e os meninos andavam bêbados noite e dia.
A localização era meio longe do metrô, aliás, o metrô era bem confuso, mas a gente chegava. No entanto, era do lado do Museu de História Natural e também do Hyde Park. Lá andamos naquele ônibus de dois andares, perfeitos turistas que somos.
Conhecemos o Museu Britânico (e a parte que mais gostei foi do Egito, adorei ver as múmias), vimos a troca da guarda em frente ao Palácio de Buckingham, subi na London Eye (a vista de lá é incrível), comi o melhor waffle da minha vida (gigante com mega cobertura de chocolate, morango e chantilly).
Fomos ao museu de cera da Madame Tussauds. Agarrei o Jack Sparrow (ô lá em casa!!!), fomos ao Museu de História Nacional (é muito legal, lembra o filme Uma Noite no Museu), fizemos comprinhas na Oxford e a noite fomos a um pub no Soho comemorar aniversário do Ri.
Coincidentemente um cara que fez faculdade com ele estava trabalhando lá como garçom. O mundo é pequeno mesmo. O Big Ben é uma coisa incrível de se ver, é animal. A cidade está toda em reforma por conta dos jogos olímpicos do ano que vem.
Fomos também na St. Paul, igreja onde a Lady Di se casou. É uma igreja maravilhosa, incrível, indescritível. A vista de cima (depois de subir 587 degraus – não é mentira!), é maravilhosa!! Vale cada pernada (deus me conceda uma bunda dura depois disso).
Eu estava numa loja da Apple quando soube da morte da Amy. Muitas lojas alternativas, principalmente do Soho, colocaram cartazes em homenagem à ela. Fiquei bastante triste com essa notícia, mas era de se esperar.
Londres é linda, porém é cinza, como dizem. Faz frio, mesmo no sol. E chove. Todo dia. O povo fede, de verdade. É horrível. Mas depois fica engraçado, afinal, não tem remédio e ninguém parece se incomodar.
Mas é Londres. É linda!






quarta-feira, 17 de agosto de 2011

mochilão 2011: madri


Depois de torturantes dez horas de vôo, chegamos a Madri. Um calor que deus mandava!!! O aeroporto é o mais moderno que já vi na vida, estrutura de outro mundo mesmo. Os madrileños são muito amáveis e divertidos.
A vida em Madri é muito agitada. Lá tem sol até quase dez da noite, é inacreditável. Você perde completamente a noção do tempo. Nosso hostel, Las Musas Residence, foi um dos melhores que ficamos. Quatro argentinos, torcedores do Boca, eram os donos do lugar.
Diego, um amigo nosso que está morando em Barcelona, foi se encontrar com a gente. Nossa localização era muito boa, pertinho do metrô. Lá conhecemos o Museu do Prado, o Santiago Bernabéu, alguns parques que obviamente não vou lembrar o nome, a Plaza Mayor – que é linda e recomendável pra passar o dia tomando alguma coisa e jogando conversa fora ou simplesmente pra curtir um jantar no final da noite.
Madri é agitadíssima. Muitas compras no Corte Inglés (pra quem não sabe, além dos descontos normais, além das rebajas – “liquidação”, turista tem mais 10% de desconto, é só fazer um cartão na hora). A Zara lá tem preço justo, coisas por 4, 5, 20 euros.
A cidade é linda demais, não pode ficar fora do roteiro de quem pretende conhecer a Espanha. Eu me senti muito bem recebida e em casa. Foi demais!!




segunda-feira, 15 de agosto de 2011

filmes pra ver



Tentei ir ao cinema ver alguns filmes, porém um não estava em cartaz em nenhum cinema (A Inquilina) e o outro só em um cinema muito longe de casa (Meia-noite em Paris), então decidimos ir pra locadora.
Aí percebi que tem muitos filmes que eu ainda não vi e que eu preciso ver urgente. Comecei assistindo o último Shrek e pra mim não tem nada melhor nesse desenho do que o Burro (a-d-o-r-o!!!).
Aí sábado a noite assisti Atividade Paranormal 3 porque eu adoro filmes de gente morta, espírito, possessão, assombração e coisas do gênero e porque filme de terror com japonês (os japoneses que me perdoem) dá muito mais medo né. Tá, mas a história já tá sem pé e nem cabeça, melhor parar por aqui.
Assisti também o Burlesque e adorei. Porque tem uma historinha sessão da tarde, porque tem dois caras gatos e porque tem Cher. Aí vi O Turista, que muita gente fala mal, mas que eu matei a xarada nos primeiros 2 minutos do filme e particularmente gostei bastante. Principalmente agora que já estive em Paris e Veneza e fiquei reparando nos detalhes pra ver onde eu já tinha estado. E claro, porque tem Johnny Deep e não precisa de mais nada.
E por último, vi Cisne Negro. Adoro Natalie Portman desde quando ela tinha uns 12 anos, sei lá e fez O Profissional. Mas confesso, até agora não sei se gostei ou não. É denso, achei pesado, profundo, confuso, mas gostar ainda não sei se gostei. Fato é que ele me fez pensar e ainda estou pensando. Se não gostar, ao menos me deixou intrigada. E muito.
Bom, eu recomendo todos.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

there is no place like home





Voltei e como dizem por aí, não existe lugar melhor do que a nossa casa.

Mas o mundo tem suas belezas, vou postando pouco a pouco por aqui.