quarta-feira, 30 de novembro de 2011

me ajudem a ganhar um prêmio?













Notícia feliz: sou uma das 10 finalistas do prêmio Wedding Awards na categoria blog. Estou tão feliz de estar entre os 10 que ganhar seria apenas a cereja do bolo (e que cereja, diga-se de passagem).
E gostaria de, além de dividir essa alegria, pedir a ajudinha de vocês pra votarem no meu blog, afinal, o vencedor dependerá do voto popular. É só clicar no link e votar no blog Detalhes de Nós Dois (Juliana Clorado).
A votação vai até 15/12 e só se pode votar uma vez por dia (a menos que você vote de máquinas diferentes/IPs diferentes). Então, conto com a ajuda de vocês. Votem e votem muito no meu blog, please!!!
Obrigada!!!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

acelerando na pista


Aí que a Record levou o pessoal aqui da agência para um desafio de kart no autódromo da Aldeia da Serra. Eu não curto muito dirigir, quer dizer, não no trânsito infernal que existe no caminho entre a minha casa e meu trabalho, tipo o inferno na terra de verdade.
Mas quando tá livre, até multa eu ando levando, porque eu gosto de pisar um pouco no acelerador. Aliás, não entendo pra que tanto radar nas ruas, nem sei porque a velocidade máxima é 60km/h, mas isso é outra história.
Fui lá no tal desafio do kart sem pretensão alguma. Tinha chovido naquele dia e a pista estava toda molhada. Antes de começar a corrida, a gente coloca nossos macacões a la Griselda, prende o cabelo pra cima, bota a balaclava, o capacete e as luvas e vai pra uma salinha receber as devidas instruções.
Aí o tiozinho explicou as cores das bandeiras e como funcionava cada uma, o que a gente tinha que fazer em caso de batida e que a pista estava muito perigosa e que era pra ter cautela e tal. Ele botou mais medo do que qualquer outra coisa, mas tudo bem, fomos lá.
Dez minutos pra reconhecimento da pista. São dois pedais, acelera com o pé direito e freia com o pé esquerdo. O motor fica bem do lado da sua orelha e faz um barulho infernal. Estava garoando e não dava pra ver nada com o capacete. Uma por causa da chuva e outra porque embaçava toda hora.
A primeira bateria foi muito engraçada. Algumas pessoas sem noção corriam como se valesse o título mundial, muitas rodavam e giravam, outras batiam contra os pneus, outras saiam da pista, eu preferi ir mais ou menos devagar e não rodei nem sai da pista nenhuma vez. Não cheguei em colocação nenhuma, mas foi divertido mesmo assim.
Pausa pra comilança. Assisti a 2ª bateria e aí só os meninos correram. Já estava com dor nas costas e nas mãos, porque é meio duro o negócio, mas a chuva tinha parado e eu decidi correr a 3ª bateria de novo.
A pista estava seca e o Ri, que eu havia ligado nesse meio tempo, me deu o conselho de não tirar o pé do acelerador nunca mais na vida e só frear nas curvas, sem deixar de acelerar. Com a pista seca foi outra coisa. Tinha menos gente correndo também, então foi muito mais legal. Entrei nas curvas com força e acelerei tudo o que podia.
Fim da 3ª bateria. A premiação era separada, mas subi no pódio com meu troféu de 3º lugar do feminino, na classificação geral, acho que fiquei em 15º, mas tudo bem. Eu nem achei que fosse ganhar nada. Só a experiência valeu muito a pena.
Sai de lá querendo ser pilota de F1. Acho que tô na profissão errada...

terça-feira, 22 de novembro de 2011

mi buenos aires querido


No começo do ano comprei uma viagem de 4 dias para Buenos Aires através do Groupon. Aí então começou a saga maldita pra tentar marcar uma data. Eu li muito bem todas as restrições da oferta, vi que não era válido em feriado, final de ano e alta temporada, mas tudo bem. A gente estava mesmo era pensando em usar o pacote pras nossas próximas férias e tal.
Bem, aí eu mandei zilhões de emails para a empresa Star Travel com algumas opções de datas e recebia sempre respostas vagas como não temos disponibilidade pra data selecionada. Mandei uma nova opção, uma vez que eu nunca entendia se eles não tinham nenhuma das datas que eu passava ou só a primeira. Aí veio a confirmação.
Prestem bastante atenção no trajeto: saída no Aeroporto EZE em Buenos Aires dia 27/04/12 às 23h e a partida no Aeroporto AEP em Buenos Aires dia 28/04/12 às 11h. Liguei lá porque não fazia o menor sentido e a idiota que me atendeu disse que era normal. Que eu pegaria um traslado de um aeroporto pro outro. Tá. Tipo de um dia pro outro? Eu iria dormir no aeroporto? Porque as saídas eram em dias diferentes... oi?
Bom, a retardada viu a merda que fez e disse que ia estar verificando (maldita!!). Dias depois recebo um email dizendo que não tem disponibilidade pra data. Simples assim. Bom, liguei lá, resumindo, umas mil vezes xingando e falando o diabo, sempre com a mesma retardada. E a cada nova data que eu passava, mais irritada eu ficava. Nunca tinha nenhuma data que eu queria.
Aí dei uma de louca, reclamei em todos os meios de comunicação possíveis e também no PROCON. Consegui meu dinheiro de volta e cancelei essa merda. E acreditam que no meio do cancelamento a mesma retardada mandou uma confirmação da última data que eu havia selecionado? Fiquei puta da vida. Mas graças a deus não era pra ser assim.
E dia desses estava planejando as férias do ano que vem, porque se tem uma coisa que vale muito a pena nessa vida é viajar, quando decidi antecipar um pouco as coisas e fazer pequenas viagens ao longo do ano, já que tanto eu quanto o Ri por termos mudado de empresa esse ano e antecipado as férias do ano que vem, não vamos ter muitos dias pra aproveitar. E achei passagens por um preço razoável pra Buenos Aires no feriado do dia do trabalho.
Tá longe, eu sei. Mas se fosse mesmo esperar pelas férias de direito ia demorar muito mais. Então, passagens compradas, hostel reservado (sim, hotel pra quê?) e roteiro já quase pronto. Buenos Aires aí vamos nós.
Só pra constar, nosso hostel fica na rua Florida, uma das principais. Eu gostei muito da experiência de me hospedar em hostel, é ótimo pra conhecer gente do mundo inteiro, praticar o inglês, o espanhol e agora até quem sabe o francês. Além disso, o pessoal tem dicas muito mais interessantes sobre a cidade do que qualquer hotel caro por aí. E outra, só serve mesmo pra dormir e tomar banho, o resto do tempo é pernas pra que te quero e seja o que deus quiser.
Ai, contando os dias já!
(faltam 152)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

+ dicas culturais















No final de semana repeti a dobradinha musical + japonês. Fomos assistir Cabaret com a Cláudia Raia. Olha, o elenco todo é maravilhoso, o musical é muito bem executado e a Claudinha está um arraso total.
Mas justiça seja feita, o elenco todo é excelente e o musical está sensacional. Super recomendo. Saindo de lá, voltamos no japonês que eu comentei aqui em posts passados, dessa vez lembrei bem de anotar o nome: Niwa Sushi, unidade de Perdizes.
Rodízio a preço justo, delicinha e bom atendimento. Fechamos a noite assim! Foi tudo!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

e se


E se eu tivesse nascido em outra família, talvez não tivesse os mesmos valores. Não saberia o valor do dinheiro suado e difícil e talvez não admirasse um avô metalúrgico que chegava em casa às 6 da tarde e assoviava alguma coisa pro seu pássaro preto.
E se eu não tivesse estudado no Liceu, não teria conhecido minhas três melhores amigas: Aline, Cláudia e Janaína. E se minha mãe não tivesse insistido com os cadernos de caligrafia, hoje eu não teria uma letra tão bonita e certamente teria preguiça de escrever.
Se eu não tivesse tido uma avó tão protetora, talvez eu tivesse sofrido algumas mazelas mais cedo e se meu tio não tivesse na minha família e não fosse tão filho da puta, talvez eu não soubesse bem distinguir o certo do errado e talvez não tivesse tido um bom exemplo a não seguir na vida.
Se não insistisse pra minha mãe ler as legendas dos filmes porque não gostava de nada dublado, hoje talvez eu não tivesse tanta facilidade em aprender outras línguas. E se minha mãe não tivesse tido uma cantina em uma escola, eu não teria conhecido a Camila e hoje talvez não gostasse de rock. E se não conhecesse a Raquel não teria tido uma infância tão rica e tão memorável.
Se eu não tivesse tido a Aline na minha vida, com certeza não teria tido uma adolescência tão espevitada e tão legal quanto a que eu tive. Talvez eu não soubesse andar de patins, o único esporte que teoricamente cheguei a praticar um dia.
Se minha mãe não tivesse conhecido minha madrinha Lia, talvez eu não fosse tão fanática pelo Corinthians como sou hoje.
E se eu não tivesse começado a trabalhar tão cedo talvez eu não tivesse responsabilidades tão claras hoje em dia e talvez eu não soubesse administrar meu dinheiro. E se eu não tivesse trabalhado naquela locadora, talvez eu não tivesse namorado o Maicon.
Se eu não tivesse namorado o Maicon, não mudaria de escola e não conheceria a Débora. Se não conhecesse a Débora, não conheceria meu próximo namorado, o Paulo. E se eu não tivesse conhecido a Cláudia, uma das pessoas mais inteligentes do mundo, ela não teria exigido de mim que eu fosse pra uma das melhores faculdades de comunicação do país.
Se eu não tivesse namorado o Paulo, não saberia o tipo de homem que não serve pra mim. E se minha mãe não levasse tanto trabalho pra casa, datilografando naquela máquina velha por horas e horas, talvez eu não tivesse prestado publicidade.
E se em 1997 eu não tivesse me apaixonado pelo Rodrigo, nove anos depois ele não poderia ter me encorajado a dar um fim a um relacionamento que só me fazia mal. E se nesse mesmo ano, na formatura do colégio eu tivesse ficado com o Ri, tanto tempo depois não haveria a curiosidade e talvez nós não estivéssemos casados.
Se eu não tivesse prestado jornalismo de cara, eu não teria feito um ano de cursinho, um ano de espanhol e pensado melhor no que eu queria pra vida. Se eu tivesse passado na Cásper Líbero um ano antes, não teria conhecido a Nath e o Celso.
Se eu não tivesse cursando publicidade, não teria trabalho na Full Jazz e conhecido pessoas incríveis como a Susy, a Adriana e o Guto. E se eu não tivesse conhecido o Guto, não teria trabalho na Y&R e não conheceria a Lud, a Nilza, e o Gui e a Andreia.
E se eu não tivesse conhecido a Andreia, não teria trabalhado na NovaS/B e conhecido a Marcela. E se eu não tivesse mantido contato com o Gui, não teria tido o prazer de conviver ao lado dessa pessoa maravilhosa que ele é. Não teria ido pra Neogama e não teria conhecido a Sheila, a Tamara, a Dane e a Fe.
E se eu não tivesse conhecido essas pessoas, talvez não teria conseguido trocar de emprego e estar em outra agência, muito mais feliz nesse momento. E se eu não tivesse me casado com o Ri, talvez não tivesse tido ótimas experiências organizando o casamento de outras pessoas.
E se eu tivesse tido outro rumo lá no começo, talvez hoje eu fosse uma outra pessoa. Se eu seria melhor ou pior, não sei. Só sei que gosto muito de cada decisão tomada, de como cheguei até aqui e daquilo que sou hoje. E com certeza não saberia viver sem todas essas pessoas que passaram pela minha vida.
Todas, todas, muito importantes e que fizeram de mim o que sou hoje. Cada uma a seu jeito me mudaram e moldaram. Me mostraram valores, me ensinaram coisas boas e ruins. Enfim, se eu não tivesse vivido essa vida, certamente teria perdido muita coisa boa. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

essa tal felicidade

* vê essa gente toda que se mata por uma vida cinco estrelas? Eu fico com a minha vida mil estrelas


Ultimamente tenho tido a sensação de que a felicidade é como um drops, a gente chupa e por alguns instantes tem aquela sensação boa, refrescante ou adocicada. Não é permanente, nem pra sempre. Justamente pra que você tenha saudades e não veja a hora de pegar o próximo pacotinho cheio de pequenos drops.
E eu tenho tido essas pequenas doses de felicidade com algumas coisas tão simples. Outro dia mesmo me peguei com essa sensação imensa de satisfação e felicidade mesmo, enquanto fazia um almocinho pro Ri, enquanto a roupa batia na máquina.
Me achei muito feliz por ter uma casinha de bonecas, toda enfeitada do meu jeito, um marido bom e uma cachorra que anda atrás de mim pela casa. Achei isso tudo muito feliz.
E ando meio besta mesmo, ficando feliz com coisa que parece pouco, tipo um sorriso de um desconhecido, uma borboleta colorida que cruza meu caminho, uma flor bonita, uma brisa gostosa. Ai percebi que a felicidade é uma coisa muito rápida e passageira. Do tipo pra não enjoar.
Ser feliz o tempo todo também não dá, deve ser chato, deve cansar. A felicidade mora por aí, em pequenas coisas, em coisas simples e vem em pequenas doses, pra alegrar o dia. Melhor assim. 



segunda-feira, 7 de novembro de 2011

agenda cultural

 











Feriado no meio da semana deixa tudo meio confuso, mas a semana fica mais agitada. Na quarta, pra comemorar aniversário do sogro, almoço no La Bucca Romana. Quinta, só por amor mesmo, acompanhei o Ri no show do Exaltasamba (cá entre nós, só por muito amor mesmo pra agüentar um show que eu não gosto por quase 3 horas e meia).
Aí na sexta foi dia de dormir porque ninguém aqui é de ferro. Sábado teve o musical As Bruxas de Eastwick no Teatro Bradesco, do Shopping Bourbon. Olha, não foi o melhor musical do mundo, mas vale muito a pena pelos atores e também pelo teatro, que é muito, muito bonito.
Depois fomos jantar num japonês na Vila Mariana muito delicinha, mas eu burra esqueci de marcar o nome do lugar. Mas como gostamos muito e fomos muito bem atendidos, com certeza voltaremos e aí eu posto a dica por aqui.
Domingo, cinema!!! Dois filmes de terror na sequência, só pra matar o Ri do coração. Atividade Paranormal 3, porque eu já tinha visto todos os outros e queria ver mais esse. Mas vamos combinar que agora já deu né. Basta. E depois Casa dos Sonhos, na verdade mais suspense do que terror.
Na metade do filme eu já tinha matado a charada, mas o filme é inteligente e muito bom, vale a pena. Enfim, pra quem puder evitar cinema de domingo, aliás de final de semana, melhor. Odeio gente que fala e se mexe feito louco na sala, me irrita profundamente. Nada como ir ao cinema no meio da semana, sem ninguém pra atrapalhar.
Bom, fica aí as dicas, pra quem fica em Sampa no feriado, são boas coisas pra se fazer por aqui.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

sobre o que ando vendo










Às vezes me sinto como uma criança que cresceu forçada, sabe? Adoro entrar em lojas de brinquedos e só não saio comprando tudo o que gosto porque prefiro gastar em roupas e sapatos [talvez seja um pouco da sanidade falando mais alto]. Mas eu continuo gostando de muita coisa que não condiz com a idade que tenho.
E isso se aplica muito às coisas que assisto. Ultimamente venho acompanhando a Temporada de Moda Capricho, que passa no Boomerang, Glitz e não sei mais onde. Na verdade, só consigo ver os episódios pela internet, mas não perco nenhum.
Desde que um dia, há 2 anos, vieram me apresentar esse programa pra vender o patrocínio e apesar de eu nunca ter conseguido fechar e hoje ver um concorrente anunciando lá... enfim, adorei o conceito do programa e adoro ver as dicas de moda e composição de looks que misturam um pouco de tudo.
Me divirto muito com os críticos de moda que às vezes só falam groselha e gostam de coisas que acho impossível de serem usadas, mas enfim, acho muito, muito, muito legal. Totalmente nada a ver com a minha idade, uma vez que é um programa pras leitoras da Capricho – entende-se quem tem 15 anos ou menos e eu simplesmente tenho quase 15 anos a mais.
Enfim, eu gosto e gosto muito, tipo fã. E eu poderia listar muitas outras coisas que assisto e que definitivamente não são pra mim, tipo Chaves [que dispensa qualquer justificativa porque eu amo incondicionalmente e totalmente atemporal], descobri a reprise de Barrados no Baile no Sony Spin e tô vendo de novo.
Bom, pra quem gosta de moda, fica a dica, é gostosinho de ver a Temporada de Moda Capricho.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

antes tarde do que nunca


Domingo comemorei meu aniversário com quase um mês atrasado. Mas não podia passar em branco, nunca passou então não ia ser agora. Não consegui deixar de comemorar. Então reuni alguns amigos queridos, nem todos puderam ir, mas mesmo assim foi aquela sensação boa de ter que se gosta por perto e quem não estava perto mandou boas vibrações de alguma maneira.
Aí eu resolvi meio que tudo de última hora e reservei uma mesa no Bistrô Crepe de Paris, lugar que conheci durante o Restaurant Week desse ano e virei fã. O Pierre, dono do lugar, preparou um cardápio todo especial pra mim e foi tudo delicioso.
Aí preparei uma surpresinha pra todo mundo que foi: lembrancinha!!! Coisa de criança, eu sei, mas adoro! Cheia de coisinhas da nossa infância, não teve um que não se surpreendia ao ver o clássico dip’nlik. Amei, não tinha como ter sido melhor.