quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

podemos ser melhores em 2012


Dia desses estava reprisando o documentário do Senna (que eu já vi mil vezes e tenho em casa pra ver de novo quando der vontade) e mais uma vez eu parei pra ver. É porque é sensacional toda a história dele e porque eu assisto do começo ao fim toda arrepiada.
Aí eu fiquei pensando – diferente dessa vez. Vi ali no meio uma mensagem pra se levar pra vida da gente. Porque eu tentei achar um defeito no Senna e não encontrei. Claro, não conheci a pessoa, não sei das suas fraquezas e óbvio que o filme ressaltava todas as suas qualidades, mas pensei assim comigo: todo mundo devia ser ou ter um pouco do Senna em si.
Por exemplo, como profissional ele era o cara. Amava com paixão o que fazia, era totalmente dedicado e comprometido, fazia tudo em busca de sua própria superação. Ele já era bom, já era o melhor, mas achava que podia ser perfeito. E ia atrás disso – e conseguia.
Como homem agia totalmente de acordo com seus princípios e sustentava seus pontos de vista até o fim. Era muito racional, muito correto em tudo, muito verdadeiro, preocupado com tudo e com todos, era de caráter inquestionável, não era vendável. Ele não tinha preço. Ele tinha dignidade e honra.
Como filho, percebe-se nas imagens o quanto ele era amável e dedicado. Com os irmãos e sobrinhos, companheiro, amigo. Até com as namoradas, sempre carinhoso, amável, romântico.
Acima de tudo, ele era muito humilde. Dinheiro nenhum conseguiu corromper o que ele era. E cada vez mais rico, mais humilde ele se tornava. E com seu sorriso conseguia sempre iluminar a todos.
Nunca mais vamos ter um atleta como ele. Nunca. Podem aparecer atletas até melhores – eu duvido, mas como ele, nunca. Ele era completo. Não perfeito, não. Pessoas e coisas perfeitas, numa boa, não existem. Mas ele era completo. E iluminado.
E então eu percebi que pra 2012 eu desejo que vocês possam buscar um pouco do Senna aí dentro mesmo, dentro de vocês.
Se comprometam mais com seu trabalho, ame de verdade aquilo que faz, descubra o prazer no trabalho, faça o mais perfeito que puder, o reconhecimento, o sucesso e o dinheiro serão conseqüências, com certeza.
Busquem sua integridade, cuidem dela e não deixem que ela se corrompa por nada nesse mundo. Não se esqueçam de serem sempre humildes e de iluminar ao seu redor com um simples sorriso.
Sejam corretos, sejam generosos e sejam iluminados.
Não deve ser assim tão difícil.
Feliz 2012 pra todos!!!!


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

encontrinhos


Sexta foi um dia totalmente atípico. Como não trabalhei, resolvi tentar conciliar um encontro com duas amigas queridas que não via há algum tempinho. Marquei um almoço com a Fefe num dos restaurantes que mais gostava, ali na Vila Leopoldina, o Maria Gula.
Comidinha caseira, preço justo e com um bolo de comer rezando (se forem lá algum dia, por favor, experimentem o bolo “dois amores”). Aproveitamos pra bater perna ali pela Carlos Weber (a única saudade que tenho da época neogamense é da companhia da Fefe e dos nossos almocinhos delicinha pela região).
Como o natal deixa tudo muito mais caro, não? Bom, não compramos nada, mas foi uma delicia passear por ali só caroçando pelas lojinhas do bairro. Dali parti pra encontrar a cumadi Nath, no SESC Pinheiros.
Preciso desabafar aqui porque meu senso de direção vai realmente me levar longe... bem longe do destino. Consegui demorar uns 30 minutos pra conseguir dar uma volta no quarteirão, acreditam? Eu passei a entrada do SESC e como a rua era mão única, tentei dar uma volta, mas todas as ruas mudavam de mão, enfim...
Eu quase parei o carro pra chorar de desespero... um absurdo, eu sei, mas realmente eu não tenho o menor senso de direção e de lugar, e com as ruas que não ajudavam e o GPS do iPhone me dando um caminho maluco, bom, foi bem difícil essa voltinha no quarteirão, mas consegui hehe.
Eu não conhecia o SESC e achei sensacional, do tipo que com certeza vou voltar pra provar a comidinha. Nath e eu trocamos presentinhos de aniversários atrasados (que bem serviram de natal também) e depois de colocar toda a vida em dia (ou pelo menos as coisas mais relevantes), visitamos a exposição do Miles Davis (muito boa por sinal). E olha que eu pouquíssimo sabia sobre ele, mas achei a exposição super bem montada. Recomendo e a entrada é franca.
Depois fomos tomar um café na minha doceria predileta, a Brigadeiro. Levei pro Ri seu bolo preferido (mousse de chocolate com maracujá) e fechei o dia assim, com chave de ouro. Porque rever pessoas queridas faz um bem enorme pra alma e pro coração, não?

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

previsões


A ordem do dia era ler as previsões, saber qual cor usar na virada do ano, patati e patatá. E eu até gosto de ler a previsão do signo, sabe comé, às vezes dá uma esperança ou um acalanto ao coração. E eu tento fazer tudo aquilo que me receitam como uma poderosa forma de atrair sorte. E como sorte demais não faz mal a ninguém, fui lá conferir o que os astros reservam pra mim.
Calculando meu ano pessoal (que nada mais é do que a soma dos números do dia e mês do seu nascimento com o novo ano, ou seja, no meu caso: 2 + 1 + 0 + 2 + 0 + 1 +2), cheguei ao número 8, que irá reger meu ano de 2012.
E o tal número 8 diz que 2012 será meu ano de poder. Que é chegada a hora de colher todos os frutos que plantei. O Universo irá me devolver tudo aquilo que plantei em bens materiais (opa!). O ano regido pelo 8 é o ano do poder, da ambição e do reconhecimento do meu trabalho.
Oportunidade ou herança poderá aparecer no meu caminho (e seria muito bem vindo). Mas também é hora de aparecer dívidas e devedores antigos. Não poderei recusar nenhum deles (assim diz a lenda). Tudo o que planejei em 2011 poderá ser colocado em prática, seja um novo empreendimento ou algo que implemente meus negócios (nossa, vou dizer amém, amém, amém).
Diz-se que é um momento de grandes responsabilidades e que devo agir com equilíbrio (que bom, sou libriana), visando a força da mente e do coração.
Adorei esse meu ano pessoal, viu? Se tudo o que a previsão diz acontecer, meu deus, vai ser um ano do caralho!!!!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

nostalgia


Nesse negócio de reler posts antigos, pra espanto e surpresa, achei bons posts meus por aqui, do tipo que me fizeram pensar caramba, eu que escrevi isso mesmo? Ou que me valeram a reflexão nossa, eu me lembro bem disso ou caramba, como perdi tempo com isso.
Enfim. Descobri também que tinha muitos comentários por aqui, cerca de 20/28 por post. Hoje mal tenho 1. Mas, claro, não busco quantidade nem nada disso. Sei que muita gente lê e não comenta. Mas adoro abrir o blog e ver um comentário. É tipo um carinho na alma.
Eu tenho essa mania de, às vezes, aleatoriamente escolher um mês do arquivo e reler os posts. Eu gosto do que vejo. E então resolvi reler os comentários também. E revisitei todos os antigos leitores.
Diria que 90% dos blogs estão inativos ou abandonados há tempos. Fiquei triste. Tínhamos um elo que se perdeu. Poucos ainda atualizam e fiz questão de deixar um recadinho. Alguns já vieram aqui retribuir a gentileza. Outros talvez não tenham visto, já que o último post era de longa data.
Objetivo? Sei lá, fazer um carinho na alma ou simplesmente abrir um sorriso surpreso ao verem meu comentário no blog deles.
Sinto saudades.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

enquanto isso na aula...


Euphrem, meu professor nativo de francês às vezes me diz coisas tão interessantes que me fazem pensar além-aula. É muito engraçado entender a estrutura da formação das palavras em francês. E às vezes ele tem que me contar uma historinha pra explicar a tradução de uma palavra.
Dia desses, estava lendo uma frase pra ele que era mais ou menos assim: elles écoutent la radio. E ele me dizia pra não pronunciar o ent do final da palavra écountent, simplesmente porque não se pronuncia. Assim como o s no final das palavras.
E então eu disse a ele que era muito difícil ler uma palavra sem pronunciar todas as letras. Aí ele disse algo engraçado: vocês brasileiros tem mania de ler todas as letras, mas não é sempre que devemos falar tudo o que vemos.
Percebe? Ele me deu uma dica pra vida nas entrelinhas de uma aula de francês. Não é sempre que devemos falar tudo o que vemos.
Preciso traduzir? Não né.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

coisas de mulherzinha


Dia desses vi num blog por aí a dica da Glossybox, que nada mais é do que uma assinatura mensal de “caixas da beleza”, como decidi chamar a minha.
Funciona assim, você paga uma mensalidade e todo mês chega na sua casa uma caixa com alguns produtos como cosméticos, cremes, protetores solar, shampoo, maquiagem, esmalte, enfim, tudo relacionado à beleza.
Tem dois tipos de assinatura, a Glossybox Beauty Premium, por R$ 39,00 e a Glossybox Beauty por R$ 23,00. Fala sério, é um valor bem baixo pra ter produtos bacanas em casa todo mês, não? Nesse valor já está incluso até o frete.
E eles mandam novidades, às vezes os produtos poderão vir em tamanho real/normal e às vezes poderão vir amostras. Normalmente os perfumes são amostras. O legal é que eles montam sua caixa de acordo com o seu perfil, que é uma fichinha que você preenche com aquilo que tem mais interesse e o que tem a ver com seu tipo de pele, cor e textura de cabelo, por exemplo.
Eu assinei as 2 caixas e embora mais algumas colegas do trabalho também tenham assinado, devido a perfis diferentes, nós não recebemos as mesmas coisas. E isso é o legal, a surpresa, né?
Minha primeira caixa da beleza chegou em novembro, e na minha Premium veio uma amostra do sabonete Soapelle, uma amostra do perfume Fleur d´Osmanthus da Roger & Gallet, um creme (tamanho real) da Korres de goiaba (só esse produto custa R$ 45 ou seja, mais do que custou minha caixa inteira), uma amostra de um protetor solar da Neutrogena e uma amostra de uma loção de limpeza da Theraskin, o Cleany.
Já a minha Beauty foi bem mais legal (eu esperava o contrário, então fiquei bem surpresa), recebi 2 esmaltes da Avon , o amarelinha e castelo de areia (coleção adoletá), um rímel da Avon (que eu já tinha comprado e não gostei) o Magnify, um hidratante de cabelo da Head&Shoulders e uma amostrinha de repelente Off.
Não vejo a hora de chegarem as minhas próximas caixas da beleza. Essa ansiedade que a surpresa nos proporciona é algo impagável não? Bom, prometo que a partir das próximas eu vou fazer uma resenha melhor detalhada de cada produto que vier.
Por enquanto estou bastante satisfeita com a minha assinatura, acho que R$ 62 é um bom valor pra receber diversos produtos interessantes como esses. E você, o que acha?















Essa foi a Glossy Beauty de Outubro














E essa a Glossy Premium


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

lindo dia


















O mundo nos dá coisas tão lindas todos os dias. Agradeço a deus por poder enxergar tudo isso.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

andei por aí


Dia desses comprei no Groupon um jantar no Ávila Restaurante. Já havia ido lá dia desses e resolvi que precisava levar o Ri. A especialidade da casa é a carne argentina, mas como não sou lá muito fã de carne, acabo provando as outras especialidades do cardápio.
Como é um restaurante caro, a promoção no site de compra coletiva veio bem a calhar. Era um menu especial acompanhado de um vinho especial pra cada tipo de prato. Pra entrada, que foi carpaccio de salmão, para o prato principal que podíamos escolher entre umas 6 opções e outra para a sobremesa que era o milhojas de dulce de leche.
Não me lembro direito o que o Ri comeu, mas ou foi um bife ancho ou foi um bife de chorizo, eu fiquei no salmão grelhado com risoto caprese, que estava de comer rezando. O bom foi não precisar escolher vinho nenhum e ainda beber 3 tipos diferentes sem pagar o preço de cada garrafa.
Fica a dica. Tudo lá é delicioso e o atendimento impecável. Só costuma demorar um pouco, mas como nosso cardápio era especial, foi bem rápido até. Pra conhecer um pouco mais, clique aqui. E essas são as imagens dos nossos pratos (é ou não é de comer rezando?).

















E na semana passada fomos ao show do Ben Harper. Apesar do atraso de uma hora, valeu a pena porque a voz desse cara é única. E ele compensou quando vestiu a camisa do Timão em homenagem ao Sócrates (hehe). Participação da Vanessinha da Matta, fechando a noite – e a semana com chave de ouro.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

e então é natal...














Eu sempre gostei do natal. E hoje sinto tanta falta daquela época que sempre foi a mais esperada por mim na infância. Não me lembro quando deixei de acreditar em papai noel, mas lembro bem que adorava escrever uma cartinha. Mesmo sabendo que na maioria dos casos quem a leria era minha mãe mesmo.
Mas eu gostava muito de pegar a caixa do presépio, desempacotar todos os enfeites, desenrolar as luzinhas, separar as coisas da árvore. Eu gostava muito de ver minha mãe montar o presépio, porque ela fazia tudo tão bonito.
Forrava a mesa com um papel brilhante imitando um rio, e fazia suas bordas com areia. Tinha pedra de verdade, conchinha, enfim. E às vezes ela pintava as peças que descascavam, deixando tudo com mais vida. E sempre contava a história de José e Maria, dos animais que esquentavam Jesus, da manjedoura, do anjo, da estrela, dos 3 reis magos, do pastor.
E no fim tudo ficava lindo, com a árvore pra finalizar a decoração. E eu gostava mesmo de acordar e correr pra árvore pra ver se tinha algum pacote novo. Às vezes, escondida, eu dava umas chacoalhadas nos embrulhos tentando adivinhar qual era o meu e se era o que eu queria.
E me lembro bem de quando minha mãe pendurava alguns enfeites de chocolate e que eu comia os detrás escondidos porque teoricamente só podia comer depois do natal. Quer dizer, eu acho que era escondido, mas talvez ela soubesse e se fizesse de sonsa.
No dia do natal, adorava acordar com o cheiro do peru assando e de todos os temperos que minha vó usava. Da preparação do dia em si. Do banho e da escolha da roupa, que era toda diferenciada. Gostava de passar na cozinha e beliscar alguma coisinha. Mas o melhor mesmo era o cheirinho do tempero. A cara das coisas, que na maioria eu comia com os olhos porque não gostava de quase nada.
Só hoje eu sei o quanto me arrependo porque já não tenho mais a minha vó, seus temperos e o cheirinho bom das coisas que ela fazia. Ah, que saudade.
E o natal era isso. O dia mais esperado do ano (depois do meu aniversário, é claro). Adorava todo o clima. As luzinhas que ligávamos no fim do dia, minha caneca de papai noel que tocava noite feliz. Enfim, tudo isso era muito, muito bom. Acho que aproveitei bastante todos os anos, mas é que passam tão depressa que hoje natal pra mim é nostalgia.
Sinto muita falta de todo aquele clima que vivia quando criança. Bem que dizem que só damos o devido valor quando perdemos, pura verdade.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

6 anos em poucas linhas


Fazendo um balanço aqui, resolvi reler os posts de dezembro desde 2005 e comparar a evolução – ou não, da minha vida. Eu até poderia fazer isso indo mais atrás ainda, mas vou considerar os posts como base, sendo o mais fiel possível aos fatos, uma vez que a memória não ajuda tanto mais.
Em 2005, com 23 anos, eu finalizava um ano não tão bom. Me lembro que apesar de ter conseguido meu primeiro emprego na área de publicidade, não estava tão feliz assim. Minha mãe estava desempregada, meu avô vivia doente, meu tio que eu tinha vários problemas apareceu de mala e cuia em casa e eu vivia brigando com meu ex.
Meus posts eram tristes e ansiavam por um novo ano com coisas melhores. Minha definição para 2006: esperança.
Em 2006 perdi meu avô, terminei um namoro de 6 anos, me formei, troquei de emprego e comecei a namorar com o Ri. Foi um ano, que pros meus 24 anos, tava bom demais. Pelo que vi nos posts de dezembro, eu só era felicidade, principalmente porque pela primeira vez iria morar numa casa própria, a casa da minha mãe. Minha definição para 2007: ansiedade.
Em 2007, mudei de emprego duas vezes e comprei um apê planejando uma vida nova com Ri. O Corinthians havia sido rebaixado pra 2ª divisão, mas 2007 foi um ano apaixonante, em que eu só vivi assim, em romance, apaixonada. Sem muitas pretensões. Minha definição para 2008: comodismo.
Em 2008 fiquei noiva definitivamente e pelo que vi nos posts, o amor ainda era tema principal. Vejam só como as coisas acontecem, nesse ano o Corinthians foi campeão e voltou a série A. A única coisa que eu queria era que 2009 chegasse logo, afinal, eu me casaria. Minha definição para 2009: pressa.
2009, pelo que andei vendo, foi realmente um dos anos mais completos da minha vida. Fiz muita coisa, vivi intensamente tudo. Peguei as chaves do apê, reformei, decorei e me mudei. Me casei em setembro. Viajei pra muitos lugares, fiz muitos amigos. Foi um ano muito louco e apaixonante também. Fugaz e veloz. Minha definição para 2010: menos pressa.
2010 foi o ano mais morno da minha vida. Tão oposto do ano anterior... nada demais, nada de menos. Sem sal, sem açúcar. Reli os posts hoje e parece que foi ontem e que 2010 passou sem ser percebido. Não que tenha sido ruim, não. Mas não foi bom o suficiente pra ser lembrado. Minha definição para 2011: vida.
2011 chegou e eu com 29 anos – perceberam a passagem do tempo? Tão rápido quanto esse post (pelo menos é assim que eu sinto). E começou com uma meta pra mim muito importante: liberdade. Eu precisava me libertar de preconceitos, de amores, paixões, de comodismos, do passado, enfim, eu precisava deixar isso pra trás para poder viver.
E então aconteceu. E é tão louco que parece mesmo que foi ontem (e olha que eu já contei nessas linhas os últimos 6 anos). Mal posso esperar para ler isso no final de 2012. Ver se estava certa ou errada. Aos trintinha (medo!). minha definição para 2012? Eu ainda não sei. Talvez só saiba mesmo no final do ano que vem.
E que venha, mais um ano. E que os anjos passem e digam amém!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

para 2012


Há muito tempo eu deixei de fazer aquelas tais listinhas famosas dos desejos e objetivos pro ano que vem chegando. O motivo foi bem simples: eu tinha muitas idéias e objetivos sem foco e quase sempre não cumpria nenhum.
Não me lembro muito bem quando passei a não esperar nada, nem colocar muita expectativa no fato de um novo começo de ano, mas tem funcionado bem assim, desde então. Eu sei, é claro, aquilo que eu quero muito.
Então: foco é o nome da minha lista. E pronto. Por exemplo, em 2009 era conseguir montar meu apê e planejar o casamento pra que ele saísse como sonhamos. Alcançado! Em 2010 me arrisquei como assessora de casamentos e consegui planejar e executar um. Alcançado! Pra 2011 era mudar de emprego, alcançado também.
E assim, com coisas que parecem pequenas, mas que significam muito, eu vou batalhando no ano pra conseguir alcançar. Tem dado certo. O resto, normalmente é conseqüência.
Para 2012 tenho algumas metas gigantes, mas que tenho certeza que serão alcançadas. Metas essas que envolvem sonhos, mas que são palpáveis. Então, não vou fazer lista porque eu sei o que me aguarda e o mais legal é que depende muito só de mim. E eu sempre dou um jeitinho de conseguir.
Pois bem, o que eu gostaria mesmo pra 2012 era ver menos pobreza, menos violência, menos animais maltratados (ah, como isso me machuca). Mais alegria, mais amor, mais compreensão, mais humanidade, mais simplicidade, mais tolerância. Mais desse espírito que invade a cidade nessa época, sabe? Queria que se estendesse ao longo dos outros 11 meses.
E não quero isso só ao redor da minha vida ou das pessoas que conheço. Quero isso pro mundo, no geral, pra todas as pessoas. Mas às vezes dá uma desanimada porque a gente só vê desgraça na mídia. Hoje mesmo, tio que estuprou e matou a sobrinha de 5 anos e filhote que foi enterrado vivo.
Que mundo é esse? Eu acho que ao invés de ficarmos com listas de desejos muito individualistas, devemos ter metas mais palpáveis (sem deixar de sonhar, é claro) e começar a desejar e agir de maneira mais humana e positiva com todos.
Eu tenho feito isso. Minha vida segue cada vez melhor. Não estou mudando o mundo, mas vou fazendo minha parte. Quem sabe... e você, vai esperar ou vai atrás do que quer em 2012?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

sometimes it lasts in love but sometimes it hurts instead


Certamente você já teve paixões avassaladoras, do tipo que faz você pensar que não sobreviverá sem ela. Que poderá haver outros, mas que nunca haverá algum como aquele. Que vai ser inesquecível e que você vai levar pra sempre com você.
Eu já vivi paixões assim, todas muito, muito intensas e de enlouquecer, mas que com o tempo vão ficando só numa gavetinha escura da memória. Se é verdade que nunca vou esquecer de vez, não sei. Às vezes gosto de pensar nelas e me perguntar como teria sido.
Fico inventando hipóteses de como seria e como estaríamos, se eu seria mais feliz ou se seria diferente. É bem mais fácil pensar nisso quando já passou um bom tempo, porque difícil mesmo é tentar pensar no que poderia ter sido quando você ainda sente a paixão latente, pulsando em você.
Porque paixões, dizem, é passageira. E se você parar pra pensar, até é mesmo. De tão fugaz, acho que ninguém agüenta. Ou vira uma lembrança ou vira amor ou vira ódio.
Eu cultivo as minhas nessa gavetinha aí, porque eu gosto de ter vivido boas paixões. Loucas paixões. Algumas até doem ainda. E eu acho que realmente cada paixão teve um gosto diferente e realmente acredito que não houve nenhuma igual a outra.
Cada caso, um caso. Especial, maluco, intenso, odioso ou que me deixou cheia de dúvidas. Engraçado isso. Fato mesmo é que não morri em nenhuma delas, não pereci, não adoeci, não desisti de achar uma nova paixão ou um novo amor.
Amor, paixão. Eu gosto muito, muito, muito de viver paixões e amores. Passageiro ou não, todos ficam e marcam. E às vezes dura e às vezes machuca ao invés disso.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

2012: venha!

*que trará o ano que vem?
 365 oportunidades
 366, é ano bissexto


O que posso dizer de 2011? A princípio parecia mais um ano morno, como 2010, em que nada de muito emocionante ou interessante acontece, nada apaixonante. A grande expectativa era a viagem pra Europa e a minha grande meta do ano era mudar de emprego.
Muitas coisas aconteceram ao longo dos primeiros meses do ano, coisas que me fizeram crer que a meta era um objetivo a ser alcançado no menor tempo possível, porque eu sentia que lá no fundo a energia da Neogama era o que me empurrava pra baixo.
E eu sentia – e sabia, que tudo seria melhor assim que saísse de lá. Porém, não foi tarefa fácil porque na medida que ia chegando a viagem, mais difícil era de alguém me contratar, ninguém queria me aceitar com uma viagem de 20 dias já compradas.
E botaram bruxas e monstros no meu caminho, tudo pra tornar a vida ainda mais difícil. Clima tenso, pesado, que me deixava infeliz. Tudo o que eu queria era voltar da viagem e ir pra um novo desafio.
Apesar das dificuldades, quando eu menos acreditava ser possível e quando menos esperava, uma ligação que mudaria o rumo das coisas. Novo desafio a vista: emprego novo no começo de julho. Meio do ano, nova fase, novo recomeço de um mesmo ano.
O melhor de tudo: começar a trabalhar numa sexta (inusitado), trabalhar duas semanas (o suficiente pra se enturmar) e sair de férias, viajar 20 dias com a cabeça fresca e a alma leve. Cereja do bolo: voltar pra nova agência.
Desapego total de tudo aquilo que me fazia mal.
Novo casamento pra organizar e fechar o ano como uma das finalistas do Wedding Awards na categoria blog. O que mais eu posso querer de 2011???
Na verdade eu tenho muita coisa boa pra contar ainda sobre 2011. Mas como vovó já dizia, nada de abrir a boca enquanto não se tem as coisas oficializadas {evitar olho gordo e mau olhado não faz mal a ninguém}. Só posso adiantar que é uma novidade muito boa, cheia de boas vibrações e coração vibrando na expectativa.
2011 obrigada pelo desafio e objetivo alcançado.
2012 venha que eu já te espero de braços abertos!

Ah, e se quiser pode votar lá no meu blog no site do Wedding Awards clicando aqui.