quarta-feira, 25 de abril de 2012

segunda-feira, 23 de abril de 2012

meu lado b


Desde que me casei, em 2009, me encantei com o mundo dos casamentos e tudo o que envolve o planejamento do casamento. Os detalhes, as histórias, as fotos, enfim. E passei a gostar de casamentos, coisa que eu achava totalmente comercial e sempre tão igual. Desde então eu vejo e sinto as diferenças de cada casamento que vou, reparando nos mínimos detalhes, em coisas que a maioria nem pensa.
E por conta dessa paixão, resolvi manter meu outro blog falando sobre coisas de casamento. Até que um casal querido de amigos pediu minha ajuda como assessora do casório deles. E então, fiz mais um casamento indicado por uma amiga em comum e depois disso resolvi fazer um curso.
E no comecinho desse ano, conheci pela internet e através do blog mais um casal que seria assessorado por mim. Nesse final de semana, organizei o casamento da Carina e do Igor em Boiçucanga. Foi “fácil” porque eles queriam tudo muito parecido com o que fiz pra Tati e pro Mau.
E nesse casamento especificamente, cheguei à uma conclusão muito construtiva: os convidados não enxergam os fornecedores como pessoas. Já tinha percebido isso no casamento que fiz da Karine e do Anderson, onde muitas vezes me questionei por que eu estava ali me sujeitando a certas coisas se eu tinha capacidade e estudo muito superior pra ter que passar por isso.
Aí a resposta veio dessa vez. Eu sou publicitária, falo 2 línguas e estou estudando a 3ª, tenho cultura suficiente pra ser o que eu quiser ser. E não é porque eu sirvo o jantar pros noivos que eu sou menos do que qualquer pessoa. E eu fiquei feliz por poder ter o privilégio de ser publicitária, trabalhar com publicidade e me dar ao luxo de fazer algo por pura paixão. E o melhor: ganhar por isso.
Quantas pessoas fazem o que não querem? Quantas pessoas se submetem a trabalhos que não amam porque se sentem acomodadas? Quantas? Eu não estou nesse time.
E eu me diverti muito no backstage desse casamento. Rindo com o pessoal do buffet, ali, quase que excluídos dentro de uma cozinha mal estruturada e que quase chovia dentro. Eu me senti forte por poder estar ali fazendo uma coisa simples como segurar a cauda da noiva, separar o buquê, recolher prato sujo. Porque pra mim isso era feito com amor, com carinho.
E depois de tudo isso, de ter certeza que tenho feito as escolhas certas, entendi que precisamos enxergar todas as pessoas que trabalham com e para a gente. Elas fazem toda a diferença. Desde a faxineira até o presidente de qualquer coisa.
Eu, pelo menos, tenho muito mais em comum com essa gente simples do que com muitas outras que se acham demais.
E pra ver meu trabalho como assessora, é só clicar aqui.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

o pequeno nicolau

Ontem vi Le Petit Nicolas, para a aula de francês. Obviamente não entendo a maioria das coisas, mas é muito bom poder reconhecer algumas palavras, algumas frases.
O filme conta a história de Nicolas, que pensa que seus pais estão pra ter um bebê e vão ter que abandoná-lo em uma floresta. Ele e seus amigos formam uma comunidade secreta para bolar um plano e sumir com o bebê.
Mas na verdade, os pais de Nicolas estão preparando um jantar especial para o chefe do pai dele. E ele acaba se metendo em várias confusões. A história é bem água com açúcar, mas é uma delícia porque mostra a inocência, a pureza e as traquinagens das crianças.
O filme é bem gostosinho de ver e rende até boas risadas. E claro, dá aquele gostinho de nostalgia no final, uma vontade de voltar àquela época tão, tão boa. Além de claro, a paisagem de Paris. Ah, Paris...


segunda-feira, 16 de abril de 2012

adaptando


Já estamos devidamente instalados na casa dos pais do Ri. A mudança foi na quinta, com ajuda da minha mãe. Nesse mesmo dia, 12, assinamos a compra definitiva da casa nova.
O primeiro dia na casa dos sogros, pra mim, foi um choque. É que, mesmo a casa sendo gigante, ainda temos que dividir com a irmã dele, marido e filho, que estão lá na mesma situação que a nossa: esperando a casa ficar pronta pra poder mudar.
Ou seja, está uma loucura. A adaptação foi complicada. Na sexta fomos pra Passos, num casamento de amigos do Ri. E ontem, os planos era voltarmos cedo pra arrumarmos um pouco as coisas, ou ao menos deixar menos bagunçado.
Pra nossa surpresa, ao chegarmos, nos deparamos com tudo arrumado, ou ao menos com tudo muito menos bagunçado do que antes. Não tivemos que fazer nada. Além disso, minha sogra fez questão de me deixar super a vontade, até deixou um recadinho no face de uma amiga minha dizendo que ela pode ir lá me visitar. #fofa
Mas é aquilo, por mais que esteja tudo bem e dentro do esperado, é difícil no fim do dia ir pra uma casa que não é a sua, com suas coisas encaixotadas. É tipo viver uma vida emprestada, sei lá.
Bom, pelo menos vai ser temporário. Mas a adaptação é que vai ser complicada. Apesar de tudo.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

e acabou


Hoje é o último dia no apê. Ainda falta embalar algumas coisas, a casa está um caos, dá desespero. Mas o que posso dizer desses quase 3 anos que moramos lá é:
Nunca pisei na academia do prédio.
Nunca pisei na churrasqueira do prédio.
Nunca pisei no salão de festas, salão gourmet, brinquedoteca, sauna e salão de jogos do prédio.
Fui apenas na primeira reunião de condomínio. Nunca mais eu fui em nenhuma.
Conheço o síndico e o zelador por acaso.
Só tem um porteiro que presta, o resto é tudo um bando de burro mal educado.
Eu odeio a gorda do 8º andar porque ela sempre torce o nariz quando pega o elevador e eu estou com a Luna.
Eu não gosto da vizinha do andar de baixo porque ela nunca responde meu bom dia. E eu chamo o filho dela de boiola. Mas ninguém sabe.
Aliás, tem vários vizinhos que apelidei pra poder conversar com o Ri: a mulher melancia do térreo, o casal que é um anão e uma girafa, o casal sepultura do andar de cima e por aí vai.
A piscina sim, dela eu vou sentir saudade. Mas só dela e do espaço bom que tinha pra tomar sol. Das crianças gritando e dos pais fazendo farofada não, disso não.
E foi isso. Spazio Felicittá fui.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

na contagem regressiva


Ontem quando chegamos de Rio Preto, demos de cara com a casa praticamente toda encaixotada e me deu uma pontinha de tristeza. Tudo desmontado, encaixotado, as paredes com as marcas dos quadros que antes estavam ali, não reconheci mais nada nosso ali.
E ao mesmo tempo, apesar de pouco, vivemos ali um montão de coisas boas. E achei difícil ver tudo indo embora assim. E quarta será nossa última noite ali. A casa já está até sentindo e dando um jeito de expulsar a gente, meio que dizendo pode ir seus ingratos.
A luz da cozinha queimou, a torneira quebrou, o box se soltou, parece que já não é mais pra gente estar ali. É estranho. Você mora numa casa que até ontem era sua, mas não se sente mais na sua casa. E a ansiedade só cresce.
Agora vamos passar um tempo na casa da minha sogra, até algumas coisas ficarem prontas na nova casa, vai ser um período de adaptação bem difícil, especialmente pra mim. Casa da sogra não é a nossa casa, por mais que a gente se dê bem com ela.
Mas, tenho certeza que tudo vai passar tão rápido que logo mais estarei postando as fotos da casa nova por aqui. Espero que até lá a saudade do nosso antigo ninho – que já aperta o coração, se transforme apenas em boas lembranças.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

comprinhas do mês


Dia desses participei de uma pesquisa aqui na agência e ganhei R$ 100 pra gastar na livraria cultura. Ontem passei a tarde inteira lá tentando decidir o que levar pra casa. Porque eu queria todos os livros da Mafalda ou do Liniers, mas aí eu via os do Snoopy e ficava na dúvida.
Eu até queria ter levado uns livros, mas não sei o que me deu, a maioria dos que eu tinha na minha wish list mental, sumiram! Até selecionei alguns, mas acabei desistindo. Vi livros de culinária, moda, design, mas não sabia mesmo o que levar. Pensei em levar algum presente pra alguém, mas aí pensei: caramba, mas eu mereço também!
Tentei ver alguns filmes, mas como todo mês a HBO e o Telecine me mandam alguns filmes, achei que seria besteira gastar o crédito com isso. Tentei procurar algumas séries, mas não achei nada que fosse tão interessante. Foi então que lembrei do Tony Bennett e seu último cd de duetos, e pronto, desencadeei uma loucura.
Comecei a pegar todos os CDs que eu gostaria de ter. Porque mesmo com toda a tecnologia moderna de iPods e mpzes, eu adoro comprar CD. Mas aí lembrei que eu tinha só 100 reais, que até então parecia muito, mas que de repente ficou tão pequeno.
Bom, sem me prender muito às opções que deixei pra trás, levei o novo da Madonna, um ao vivo do Maná e claro, o Duets do Tony Bennett. E sério, ouvi-lo cantar com Lady Gaga (irreconhecível, acreditem), Amy Winehouse e Alejandro Sanz, hum, meus ouvidos só agradecem.


Dia desses comprei umas coisinhas da China via Tanlup (loja Cherry Store), comprei essa blusa pro frio e um colar. Ambos chegaram sem nenhum problema, sem parar na alfândega, sem nada. Tamanhos corretos, tudo certinho, e até antes do prazo previsto (que pode chegar até 90 dias), mas no meu caso acho que levou pouco mais de um mês.