segunda-feira, 25 de junho de 2012

sapatoterapia


Acho que a maioria das mulheres tem algum problema com sapatos. Eu não tenho problema, eu tenho um tipo de obsessão, eu acho. Porque eu já comprei sapato que nunca usei, mas porque eu TINHA que ter. E tá lá, na prateleira, esperando uma bela oportunidade pra ser usado.
É uma necessidade, do tipo que não se pode ignorar. E dia desses, acabei cometendo a loucura de comprar 4 pares de sapato. Mas eu precisava mesmo de todos, todinhos, sem deixar escapar nenhum.
Além de ficarem lindos na minha prateleira, ficaram lindos também nos meus pés.

Se liga no brilho dessa sapatilha azul. Essa cor é linda, fica demais no pé. A outra, com detalhe de estrelas é a minha cara, além de ir com tudo por ter essa cor neutra. O de caveira eu tinha que levar, porque né, eu adoro caveirinhas e como também tenho um lado perua escondido aqui dentro: oncinha!
Não são lindos de viver?


sexta-feira, 22 de junho de 2012

não basta ganhar, é preciso saber participar


Esqueci de falar aqui como foi a premiação que estava concorrendo com meu outro blog. Na verdade, no meu outro blog eu fiz um relato da premiação, falando que não havia gostado e tal, que achei o lugar bem apertado, que a cerimônia de premiação foi bem ruim, que a divulgação dos vencedores acabou saindo na revista do evento, dias antes dele acontecer, falei que achei falta de respeito não ter tido destaque para os concorrentes, enfim, falei o que achei.
Aí recebi um comentário da idealizadora do evento falando que eu era muito exigente, mas que não devia estar acostumada com eventos daquele porte e que a imprensa toda estava falando super bem e blá blá blá.
Eu, que não tenho sangue de barata, respondi com toda a educação que deus me deu, que além de estar muito acostumada a eventos, eu era muito bem informada, afinal minha profissão exige ambas as coisas. E que no meu blog estava a percepção que eu tive e que realmente eu achei bem ruim, e comecei a apontar as falhas.
Ela respondeu de volta, já em outro tom, explicando alguns dos motivos pelo qual algumas coisas não funcionaram tão bem quanto deviam. Eu fiquei lisonjeada até, porque se TODOS falaram bem, por que ela se preocuparia em ficar dando satisfação pra mim né? Ainda mais eu não estando acostumada aquele requinte todo...
No fim, terminamos com um email amigável. Mas, eu não levei o prêmio. Aliás, a blogueira premiada merecia e muito levar o prêmio. Muito mais do que a que levou a do voto popular. E vamos combinar que esse negócio de voto popular nunca é justo o suficiente.
Resumindo, eu fiquei muito feliz de participar do prêmio, pois foi algo muito importante, ter um blog selecionado por profissionais tão gabaritados de um mundo que eu não faço parte profissionalmente: o de casamentos.
Mas, embora o prêmio já tenha aberto novas inscrições, não vou mais participar. Não por orgulho ferido, nada disso, mas é que eu aprendi a lição, não ganhei, mas pelo menos tentei e cheguei onde eu nem esperava.
Quer conhecer meu outro blog? Clique aqui.  

quinta-feira, 21 de junho de 2012

com raça e com o coração



Uma das melhores coisas do mundo é poder ir no estádio e extravasar tudo, todos os demônios que você tem dentro de você. É poder chorar, torcer, acreditar. É ficar sem respirar, é ver o tempo passar em câmera lenta, é sentir o coração parar, é rezar pra todos os santos, é quase perder a cabeça, é sentir arrepiar os pelos do corpo quando a bola balança a rede.
Ontem, algo histórico aconteceu. O Corinthians finalmente está numa final de Libertadores. Não quer dizer nada, é claro, mas chegar até aí – pra quem é, sabe o quanto tem significado.
Chorei quando o juiz apitou fim de jogo. Chorei quando saiu o gol de empate e a chuva começou a cair, meio que pra coroar, acalmar os ânimos e lavar a alma.
E gritei muito, xinguei muito, pulei muito e vibrei muito. Com o coração na boca, a adrenalina a mil, a cabeça em meio a um turbilhão de pensamentos, muita alegria pulsando ao redor.
Ontem o estádio estava lindo. E o Corinthians, mais que qualquer time, merece estar onde está. Nunca antes na história de uma Libertadores, um time chegou invicto onde o meu chegou. Isso já é um feito histórico.
O que vier é lucro.
Eu amo o Corinthians!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

dicas de filmes e séries














No último feriado, com o tempo lindo que fez – chuva e temperaturas que não passavam dos 13º, me tranquei em casa e só fiquei vendo TV (e comendo brigadeiro de panela, é claro). Aproveitei pra dormir tudo o que podia e ficar de boa no sofá.
Baixei a 2ª temporada de Game of Thrones, e meu deus!!!, que inferno assistir séries boas. Porque é duro ter que esperar até o ano que vem pra poder ver a continuação. Mas, o bom é que a série manteve a qualidade da 1ª temporada e conseguiu me prender na frente do computador até ver todos os episódios.
Aproveitei também pra assistir A Invenção de Hugo Cabret, que pra ser perfeito só precisava ser em francês. Filme lindo, história linda, cenário lindo, enfim, não tinha como não ser tudo o que foi. Merecia o Oscar, sim merecia, não sei dizer se todos o que levou, mas que eu adorei o filme, ah eu adorei!!!
Ficam aí as dicas.
E próxima série que eu vou baixar é Once Upon a Time. 

terça-feira, 19 de junho de 2012

o pulso ainda pulsa


No último sábado rolou um show do Titãs em comemoração aos 30 anos da banda e também do disco Cabeça Dinossauro. Titãs é mais uma banda que eu conheci fuçando nos discos da minha mãe quando eu era pequena.
E como tenho memória fotográfica, a capa do Cabeça Dinossauro nunca me saiu da cabeça, sempre achei bem esquisita até. Mas as músicas, mesmo feitas há 30 anos atrás, continuam todas tão atuais.
Fui no show com o Ri, estava lotado e de novo, muitas gerações misturadas, pais com filhos, casais de jovens, crianças e até os mais velhos, todos juntos gritando vão se foder, porque aqui na face da terra só bicho estranho é que vai ter.
A formação não é mais a mesma, de todos aqueles caras restam apenas Branco Mello, Paulo Miklos, Sérgio Britto e Tony Belloto. Nem Arnaldo, nem Nando e agora nem Charles.
Me lembrei que o único e último show que fui deles foi em 2001, no Palace ou no Olympia, não me lembro, casas de show que nem existem mais.
Eu e minha amiga Cláudia ficamos na primeira fila, colada no palco. Ganhamos um tchauzinho do Tony e uma palheta do Marcelo Fromer, que faleceu logo depois.
Eu gostei bastante do show, embora pudesse ficar ali esperando eles tocarem todos os sucessos dele. Mas eles focaram nos sucessos do Cabeça Dinossauro mesmo. 30 anos de banda, não é pra qualquer um. E os “velhinhos” ainda mandam bem pra caramba.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

aprendendo francês


Comecei meu 2º módulo de francês. A primeira aula foi sobre tipo de doenças/dores, corpo, remédios e tipos de medicação.
Eu acho muito engraçada a maneira que os franceses constroem as frases, ligam uma coisa a outra. E que sempre me leva além do simples aprender uma língua nova.
Aqui, no Brasil, falamos simplesmente “eu estou doente”.  E os franceses falam “eu tenho uma dor/doença”. É esquisito, traduzindo ao pé da letra, mas é assim mesmo. E faz todo o sentido.
Porque você não pode estar doente, porque não é algo que você optou, mas se você tem uma dor, logo você não a terá mais. Como coisas que se perdem, terminam. Já ser/estar alguma coisa, é muito mais complicado.
A mesma ideia se aplica a outra frase, por exemplo, nós falamos “eu tive um sonho”, e eles dizem “eu fiz um sonho”. O raciocínio é o mesmo, se eu digo que tenho um sonho, eu posso perdê-lo, a qualquer momento, mas se sou eu quem o faço, aí é outra história.
Adoro aprender francês assim. Tão além da gramática pura.
É pra pensar, não é?

sexta-feira, 15 de junho de 2012

notícias do castelo


Dizem que um convite para uma festa já passa todo o clima e tom de como tudo será. Logo, se você faz um convite bonito, clean ou colorido, enfim, você já passa de certa forma o que as pessoas podem esperar dessa festa.
Eu acho a mesma coisa sobre casas. E sempre me preocupei muito com fachadas e tudo mais. Sabe aquela história de que a primeira impressão é a que fica? Então. Eu olho pra uma casa e se vejo uma fachada mal cuidada, já logo espero que por dentro as coisas sejam assim também.
Como morava num apê, apesar da fachada dele não depender de mim, sempre tratei de cuidar pelo menos do meu hall, da minha porta, da minha sacada.
Agora com o castelinho, tão exposto e imponente, com uma fachada tão linda, preciso cuidar de tudo nos mínimos detalhes, para que as pessoas se sintam muito bem vindas à minha casinha.
Que olhem pra ela e enxerguem beleza, amor, zelo, cuidado, carinho. Porque esse é o clima que teremos do lado de dentro, mas também é o clima que eu quero que tenha do lado de fora.
E por isso, dia desses, despretenciosamente numa dessas idas às lojas de construção, vi um capacho que não podia deixar de levar. E é ele que vai dar as boas vindas a todo mundo que for lá em casa.
Porque como diz uma amiga londrina, é very royal, assim, como tudo o que eu faço na vida.
E aqui está, nosso capacho:

















E pra ir matando aos poucos a curiosidade, aqui vai uma foto da fachada do castelo. Ainda não mudamos, ainda estamos mexendo em umas coisinhas. Mas em breve, muito em breve – seu Deus quiser, estaremos lá, reinando.

















Meu castelo é o 3º, de baixo pra cima.
Be welcome!


sexta-feira, 8 de junho de 2012

censurando o humor inteligente, pode?

Eu, que achava o Danilo Gentili totalmente sem graça, de repente passei a gostar e admirar, virei fã. Tá, não virei fã não, mas ele já tem o meu respeito como pessoa.
Nessa semana ele esteve no programa do Roberto Justus, o qual eu nem sei o nome e nunca vi – assisti a entrevista no youtube, conversando sobre censura. Aí que o Sr. Roberto tem a petulante mania de achar que só ele sabe de tudo e que ninguém melhor que ele pra falar de qualquer coisa nesse mundo, começou a tentar intimidar o Danilo com perguntas ácidas sobre o teor do seu humor.
Sr. Todopoderoso Justus queria porque queria colocar Danilo contra a parede, e ele todo elegante respondia a tudo com muita coerência e inteligência. Robertão começa a ficar nervoso e aí dá aqueles tiques no olho dele (reparem!!!), típico de uma coisa assim: meu deus, esse cara sabe quase tanto quanto eu, e agora?
Como o negócio tava ficando feio pro Robertão, tão feio que fez ele falar português errado, ele achou melhor mudar um pouco o rumo da prosa e tentar ser mais simpático, baixar a guarda, enfim, fazer de conta que ele é um apresentador carismático.
Difícil é dizer qual a melhor parte da entrevista, porque foi um placar totalmente Danilão e Robertão no chinelo, tipo 15 X 0. Mas, eu consegui eleger algumas das respostas que mais gostei:

- quando você ri do português, na minha opinião, você perdeu  o direito de se ofender com qualquer outra piada (Danilo 1 X 0 Justus)

- tem que ser muito canalha pra tirar uma piada desse contexto e querer transformar isso na declaração de um monstro (Danilo 27 X 0 Justus)

Ai Robertão, se não tem senso de humor, não brinca, tendeu?

E se você não viu, vale a pena ver. Pra mim, que trabalhei de pertinho com o Mr. Topetão Justus, foi muito mais que divertido, foi delicioso vê-lo meio sem saída. Parabéns Danilão, você foi um dos poucos que conseguiu esse feito.
  
#danilogentiliteamforever!