quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

a busca pelo que me faz feliz

Ontem fui pela primeira vez a um consultório de cirurgia plástica. Em plena terça-feira, às 3 da tarde, o consultório estava lotado!!! Um monte de velha com a cara esticada e um monte de mulher, aparentemente perfeitas, sei lá. Era um entra e sai de mulher, que só Jesus na causa. Achei engraçado.
O médico atrasou uma hora pra me atender, mas compensou me dando toda a atenção do mundo (demorei uma hora na consulta). Conversamos muito sobre as minhas expectativas e ele desenhou {literalmente} como era feita a cirurgia de redução de mama.
Me explicou tudo nos maiores detalhes, como seria feito o corte, como é a reconstrução do bico do peito, o que sai, como fica. Que a glândula mamária, com o tempo (principalmente depois dos 20 e poucos), vai virando gordura e por isso o peito vai ficando mais mole, mais flácido.
Me aconselhou a colocar uma pequena prótese apenas para manter o peito mais "firme" e com um volume mais redondinho na parte de cima, porque com o tempo e com a idade mais próxima dos 40, a tendência é uma queda no seio. Mas disse que não era obrigatório, era apenas um conselho.
Tirou as dúvidas sobre os procedimentos cirúrgicos, me falou dos locais onde opera, falou que acha difícil eu conseguir ajuda do convênio, mas disse que eu poderia tentar, porém ele nunca viu ninguém conseguir reembolso pra esse tipo de cirurgia. Amanhã eu vou falar com o convênio, vamos ver.
Feito isso, foi a hora de examinar a mama. Constrangedor pra mim porque ele pegava, amassava, subia, afundava, desenhava e mostrava pro Ri, pedia a opinião dele, me mostrava como ia ser e tal. Morri de vergonha, mas não tem como né.
Depois me mostrou várias fotos de cirurgias que ele fez e o que me deixou mais tranquila é que tinha gente com o seio maior que o meu e que conseguiu um peito lindo, do jeito que eu sempre sonhei.
Decidimos que vou do 46 para um lindo 42!!!!!!
Saí de lá que era só alegria, mas, como nem tudo são flores, o valor de tudo é altíssimo!!! Porém, não impossível. Vou fazer umas contas e uma contra proposta e ver no que dá.
Fui lá por indicação e vou ver uma outra médica, também por indicação, pra ter uma segunda opinião e outra opção. Se tudo der certo e meu dinheiro der, vou passar por cima do meu medo e fazer a tal cirurgia.
Já tenho até a data na cabeça e digo mais, está bem próxima. Vamos ver o que será. Amanhã tenho consulta com a nutricionista. É isso aí, cansei de reclamar, fui à luta.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

enquanto isso no castelo

A dúvida está em qual cômodo da casa agora vamos gastar nossa energia (vulgo dinheiro). Sala, cozinha, banheiros, lavabos, home office (que eu ainda não postei por aqui) e closet já estão prontos. Restam o nosso quarto (o que inclui a sacada, que obviamente vai ter que ter um charme), o quintal (que inclui a lavanderia e a churrasqueira que o Ri sonha) e a garagem (que na verdade é um projeto de jardinagem que habita minha cabeça e que logo estará por ali).
A gente ia partir pro quintal, mas como as cachorras estão na fase da destruição, achamos melhor deixar o mínimo de coisas ao alcance delas, logo, estamos pensando em ir pro quarto. Hoje só tem a nossa cama e a TV em cima de caixas (um horror!!!!).
Por que a gente não pode ser rico né? Ia ficar bem mais fácil...
Enquanto não decidimos nada, vou preparar um post bacana do nosso home office.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

e basta!

"Atravesso o presente de olhos vendados, mal podendo pressentir aquilo que estou vivendo. Só mais tarde, quando a venda é retirada, percebo o que foi vivido e compreendo o sentido do que se passou" - Milan Kundera

Fato! Tá aí. Me despeço de 2013 sem entender absolutamente nada do que me aconteceu. A demissão, os roubos, os assaltos, a perda da Luna, os questionamentos de fé, o emprego novo {e maluco} que consegui, os meses que fiquei em casa sem esperança, enfim, muitas coisas que, pra mim, ainda não estão fazendo sentido.

Mas, chega de tentar buscar resposta pra tudo. Tem coisa que a gente não vai entender mesmo. Ou melhor, alguma coisa não nos permite enxergar nesse momento. Então que seja. Que o ano termine e que venha um novo, com novas possibilidades. 

E que com o passar do tempo - o tal sábio tempo, um dia eu possa olhar pra trás e entender um pouco disso tudo. Até lá, au revoir 2013!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

smells like teen spirit


Eu gosto do cheiro de algumas coisas exatamente por esse motivo: tem o poder de me transportar para algum lugar, em algum tempo da vida que me traz felicidade.

Cheiro de asfalto molhado, peru assando  na cozinha, livros antigos, um moletom do Ri, a roupinha da Luna que ainda não joguei fora...

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

atitude

Andei relendo alguns posts daqui, porque há 1 ano eu estava trocando de agência e achando o máximo, quando na verdade era uma grande merda (como sempre). E eu me dei conta que reclamo muito dos trabalhos que arrumo.
Não adianta reclamar, o negócio é ter atitude. Tá certo que sempre que estou insatisfeita, acabo mesmo buscando algo novo, então atitude não me falta até, mas é preciso aceitar que o lugar perfeito não existe. O jeito é tentar procurar algo positivo em meio ao caos. Sempre tem alguma coisinha. (olha só meu lado "Ricardo" falando alto!!!)
E aí que ultimamente o que tem mesmo me irritado não é o trabalho. Até porque depois do ultimato e desabafo que eu tive com meu diretor, pela primeira vez, a vida ficou como eu queria. Agora sim eu tenho vida pessoal e saio da agência no meu horário.
Mas, o que tem me irritado mesmo é que estou acima do peso. Ou seja, nenhuma calça entra e veste bem, as blusas todas estão justas, marcando aquelas gordurinhas a mais, sem contar o fato que sempre me deprimiu a vida toda: meus seios.
Não adianta eu sempre chorar toda vez que entro no provador pra experimentar um biquini, não adianta dar de louca e tacar todas as roupas no chão do meu closet, não adianta ficar irritada com a calça que não fecha. Se eu engordei é porque alguma coisa estou fazendo de errado.
Então, já que reclamar não elimina peso, vou iniciar uma dieta (só que dessa vez eu vou me consultar com uma nutricionista e fazer a coisa direito), vou contratar um personal e me inscrever no estúdio de pilates da minha amiga, e de quebra, fazer uma cirurgia de redução de mama.
Finalmente tomei coragem e já marquei a consulta.
Finalmente entendi que sentada eu não vou resolver nada.
Finalmente.
Agora vai.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

de cara nova

Estou tentando mudar a cara do blog {de novo}. É aquela busca por algo que tenha mais a ver com meu momento atual.
Não sei se é bem isso que eu quero, mas gostei de como ficou. Não estou conseguindo inserir a imagem de cabeçalho que eu quero, tá dando uns paus, mas beleza.
Inseri novos blogs que ando lendo: decoração e moda (que são assuntos que muito tem me interessado ultimamente).
Pode ser que mude tudo de novo, estou mexendo no layout. Acabei de ver que me esqueci dos marcadores. Vou lá mexer de novo.
Ando tão inquieta por esses dias...

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

desabafo confesso

Quando eu era pequena, vivia com anemia.
Minha vó me enchia de biotônico fontoura, suco de beterraba e fígado.
Eu usava meia calça por baixo da roupa pra ficar com as pernas mais grossas.
Sempre tive vergonha da minha bunda quadrada.
Sempre pesei menos de 50kg.
Sempre tive peito grande.
Hoje, aos 31, estou 8kg acima do peso.
Já faz um certo tempo que eu deixei de pesar menos de 50kg.
Estou bem mais perto dos 60kg.
O que pra uma baixinha como eu, é péssima ideia.
Com todos esses quilos a mais e toda essa altura de menos, somado aos 46 de sutiã que uso, pareço uma rolha ambulante.
Me sinto pesada, gorda, redonda.
Ultimamente nenhuma roupa veste bem.
Hoje, coloquei 7 (SETE!!!) sutiãs diferentes e meu peito não coube em nenhum.
Aliás, o verão pra mim sempre foi muito triste.
Eu nunca, nunca, nunca consegui comprar um biquini que coubesse meu peito.
E nunca, nunca, nunca tive um biquini bonito.
Sempre compro duas peças iguais: GGGGG pra parte de cima e P pra de baixo.

É sério, preciso muito mudar esse cenário.
Estou começando a ficar bem deprimida com o que vejo no espelho.

Eu sei que em partes, depende de mim.
Uma dieta e uns exercícios daria conta do sobrepeso.
Preciso de vergonha na cara.
É que eu odeio dietas, odeio exercícios e sou preguiçosa.
Mas, se eu quero (e preciso) mudar, isso depende de mim.

Meu peito até diminuiria um pouco se eu emagrecesse.
Mas pra ficar do jeito que eu sonho, só com cirurgia.
Queria usar 42.
Mas morro de medo de cirurgia.
E morro de pena de gastar dinheiro com esse tipo de cirurgia.

Dilema.

Metas?

Vamos ver até quando eu me aguento...

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

eu não quero ser heroína

"O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes". 

"Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros".

"Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida".

Esses são alguns trechos de uma entrevista do Roberto Shinyashiki para a revista IstoÉ. Ele acaba de lançar um livro chamado Heróis de Verdade, em que combate a supervalorização das aparências, diz que falta ao Brasil competência e não auto-estima.

Me identifiquei total com a entrevista, porque desde que iniciei na minha carreira, tenho uma grande luta interna entre "me vender bem" X "ter conteúdo de verdade".

Conheço muita gente que começou depois de mim e que hoje está em cargos muito mais importantes que o meu. Alguns até por mérito, outros eu nunca consegui entender. 

No meu mercado, a chance de alguém se dar bem é muito maior quando esse alguém é puxa saco, falso, que gosta de relacionamentos rasos, sem conteúdo mesmo. Não importa muito o que de fato você sabe fazer ou o seu conhecimento, basta que você finja saber muito bem e tenha alguém que saiba fazer abaixo de você.

E eu nunca concordei com isso. Eu sempre busquei o máximo de conteúdo possível. E como não consigo ser falsa e nem puxa saco, vou subindo aos poucos. Já perdi grandes chances na vida, mas porque eu não consigo fingir ser quem eu não sou. Não consigo ser legal com quem não merece, e não consigo ter essas relações de aparência.

Fiquei feliz ao ler essa entrevista e ver que tem gente que pensa como eu sim. Quem acompanha o blog há tempos, sabe que eu não almejo vôos muito longos na minha carreira. Não invejo e nem admiro os que estão lá em cima. Aliás, duvido de muitos deles. A maioria é uma grande farsa.

No mercado que atuo tem muita gente jovem. E essa gente jovem está com muita pressa. Estão conseguindo subir rápido, mas só vejo pessoas vazias com um sorriso falso no rosto. Pena...

Não sei como vou sobreviver a tudo isso, nem sei se vou. Outro dia uma coordenadora me disse que queria chegar ao cargo mais alto do nosso departamento, que assim ela estaria realizada. Eu não quero isso pra mim. 

Eu me sinto realizada quando faço meu trabalho bem feito e consigo chegar em casa a tempo de fazer uma comidinha gostosa, conversar com o Ri enquanto jantamos e depois sentarmos no quintal pra brincarmos com as nossas vira-latas.

Pra mim isso tudo vale muito mais do que jantares com pessoas vazias e fúteis, uma vida que você não tem o controle só pra poder ostentar um título e ser "respeitado" pelos outros.

Na boa, meu respeito não vai pra essas pessoas. O que vai pra elas é meu desprezo e total noção de que eu não quero ser como elas.

Se um dia eu chegar a ser uma diretora {o que teoricamente está muito perto}, quero que seja por competência e não por aparência. Enfim, me sinto leve quando encontro alguém nesse mundo que compartilha dessa mesma ideia.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

2013, o ano 13

Mais um ano chegando ao fim. Olhando pra trás, não consigo fazer uma análise muito complexa e nem chegar a nenhuma conclusão final.

Foi um ano diferente, com muitas passagens difíceis. Porém, consegui passar por todas elas, saindo ainda mais forte. É fato que por várias vezes tive meus momentos de descrença e fúria, de questionamentos, de pesar.

Tivemos o carro assaltado, depois roubado. Perdi meu emprego, perdi minha cachorrinha Luna. Por outro lado, recuperamos (em parte) aquilo que foi levado do carro, consegui um novo emprego (melhor que o último), adotamos novas cachorras, enfim, levamos a vida e para melhor.

Claro que tem uma ou outra coisa que ainda não está legal. Nunca estamos completamente satisfeitos, mas é bom olhar pra esse ano (quase acabado) e ver que foi possível passar por tudo, com dor, com lágrimas, com arrependimentos, com raiva, com dúvidas, mas é bom poder agradecer porque nada me falta.

Saúde, dinheiro suficiente pra manter o padrão de vida que preciso, amor, amizades, enfim, aquilo que é essencial, continua firme e forte. 

Não vou mentir, ainda procuro entender algumas coisas que me aconteceram. Eu gosto dessa coisa de razão e consequência. Pra mim, sempre tem que ter um porquê. Ainda não encontrei todas as respostas, por isso mesmo não consigo concluir como de fato foi esse ano pra mim.

Se tivesse - e precisasse, definiria como um ano de "aprendizados". Ainda estou aprendendo, entendendo, buscando as respostas. Quem sabe um dia eu consigo levar a vida de maneira mais leve, sem cobrar tanto os tais motivos.

Às vezes acontecem coisas sem motivo, eu só preciso aprender a aceitar isso.

Confesso que quero que 2013 termine mesmo logo. Sempre tenho a sensação de que assim que viro a página do calendário, novas {e boas} oportunidades se abrem.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

o closet do castelo

Finalmente mais uma etapa da casa concluída: o "closet". 

É que não é bem assim um closet, mas é como eu gosto de chamar, afinal, é um quarto de roupas onde a gente se troca todos os dias. Então, embora não seja dentro do nosso quarto, é o quarto do meio, enfim, nosso closet.

Demorou, afinal, a gente se mudou em agosto do ano passado. Mas, como haviam outras prioridades, o closet acabou ficando pra depois. Só que eu não aguentava mais as araras improvisadas e um monte de coisa encaixotada, eu não sabia onde estavam meus sapatos, as roupas de inverno, nada. Um inferno.

É uma delícia ter suas roupas arrumadinhas. E eu preciso dizer: estou muito satisfeita com nosso closet. Foi uma bela saga, fizemos diversos orçamentos, o primeiro foi na Celmar, uma loja muito boa onde fizemos nossa cama baú (de quando casamos), porém lá ficou em 12 mil reais!

Decidimos ver com um marceneiro (que a irmã do Ri já contratou e que tem um bom serviço também), porém, o orçamento chegou a 18 mil. De lá fomos pro Lar Center, numa loja chamada Edy Planejados, novamente encontramos um orçamento em torno dos 12 mil. Na Evy Lyne, além de mal sermos atendidos, o vendedor estipulou que ficaria em torno de 21 mil.

Fiquei bem desanimada, afinal, esses valores estavam BEM acima do que eu sonhei gastar na vida. Recorremos a um outro marceneiro, tudo ficava em torno de 12 mil. E eu já estava desistindo, tendo que desistir do sonho e empurrar com a barriga mais uma vez, quando uma amiga me indicou a Closet & Cia. 

É um conceito diferente de closet, em que eles usam mais aramados e espaços abertos, com total ventilação. E uma vez que usa-se menos madeira (MDF e derivados), mais barato o projeto fica. Conseguimos um pela metade do orçamento mais baixo que tivemos e ainda fizemos o gabinete do outro banheiro, que ainda não tinha nada.

E o resultado foi esse que você vê abaixo. Eu estou adorando, acho diferente, mas achei super prático e acho que foi a melhor solução. Como o quarto não é muito grande, não consigo imaginar como seria se eu tivesse feito um monte de móvel de madeira. Acho que o ambiente ficaria muito apertado...

Aí vai a carinha do closet vazio.


Tivemos que completar onde deixamos sem o gesso, porque como ia ser tudo de madeira fechada, acabei não fazendo o teto todo. Aí, tive a sensacional ideia de colocar papel de parede no teto. Sim, no teto!


Não preciso dizer que amei muito esse teto né??

E então, o closet pronto!


Essa bancada também foi feita com a Closet & Cia. A cadeira era um modelo que eu tinha visto e me apaixonado e que o Ri achou pela metade do preço no Mercado Livre.

Que tal um giro pelos 4 cantos do closet?


Esse gaveteiro com 8 gavetas também faz parte do closet, mas é feito em MDF, assim como a bancada.


Pra pendurar as bijus, comprei uns ganchos na Leroy Merlin e pra pendurar os lenços e cachecóis, comprei aquelas barras de pendurar toalha em banheiro. O Ri instalou tudo direitinho nesse cantinho que estava reservado pro espelho. E o espelho ficou na parede perto dos sapatos.


Detalhes da bancada que uso pra maquiagem. Essa bomboniere preta eu comprei na Tok&Stok e uso pra guardar minhas alianças e brincos do dia a dia. Gosto também de deixar meus perfumes e cremes à vista, facilita a vida e eu acho super prático.


O resultado final do nosso telhado com o papel de parede e a luminária (comprada na Telhanorte). As caixas de plástico eu também comprei na Telhanorte e forrei por dentro com o mesmo papel de parede do teto.

Amei muito meu closet!!! Dá vontade de ficar lá dentro por horas e horas...

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

à beira de um ataque de nervos

Como era de se esperar, ontem foi {mais} um dia daqueles.

Prestes a ter uma crise de nervos ou ataque do coração, no ápice da minha irritação e nervosismo, mandei uma mensagem pro meu diretor dizendo: "preciso de 5 minutos pra falar com você".

A resposta foi: "claro, devo me preocupar??"

E eu disse: "sim, deve"

E ele disse: "se for proposta de outro emprego já me fala quanto você quer porque você não vai"

E a tarde, todo preocupado, ele me chamou pra uma conversa. E eu fui o mais sincera possível, pela primeira vez eu resolvi falar tudo o que sentia, o que achava, como estava, o que esperava. 

Fui bem clara e disse: "assim não dá mais!"

E assim, mais rápido e melhor do que eu esperava, ele não só me entendeu como me deu razão e me prometeu mudanças em breve.

Hoje já tirou 2 contas de mim, botou o povo que não fazia nada pra trabalhar e até sexta vai tirar ainda mais uma conta. Ontem consegui ir embora da agência antes das 8 da noite.

E é isso. Nunca me senti tão leve e tão bem na vida.

Agora é esperar pra ver se as promessas serão mesmo cumpridas. Se não forem, é como eu disse no post anterior, já tenho prazo pra colocar fim.

Hoje, sensação é de leveza.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

enquanto o munda dá voltas, eu sigo levando rasteiras

A pessoa estava toda animada, mas pra que né pessoal? Toda alegria de pobre dura pouco.

Quinta, pós feriado, cheguei no trabalho depois de quase ter desmaiado em casa, por conta do calor, minha pressão - que já é baixa, despencou. Mandei mensagem pro meu diretor avisando.
Cheguei por volta das 10h. Ouço bem assim: "melhorou? que bom, então senta e faz o seu trabalho porque hoje tá foda!"

Beleza. 

Às 15h35, me passaram um job humanamente impossível de se fazer, mas que tinha que estar pronto até às 10h do dia seguinte. Fiquei na agência até às 4h da manhã, quando meu cérebro não funcionava mais e meus olhos teimavam em fechar, mandei o arquivo faltando pouca coisa. Coisas que poderiam ficar pra depois. Coisas completamente dispensáveis.

Cheguei em casa super cansada, porém toda agitada, preocupada. As cachorras ficaram agitadas quando cheguei, então dei uns 10 minutos de atenção. Entrei, tomei um leite, fui tomar banho. Deitei na cama já passava das 5h da manhã. Virava de um lado pro outro, ainda agitada e preocupada. Resultado: não dormi.

Às 7h tocou o despertador, levantei às 7h30, tomei banho. Quando eram 8h, vi uma mensagem do meu diretor no celular e pensei "poxa, será que ele reconheceu e tá me dando o dia - ou pelo menos a manhã de folga?"

Idiota que sou, a mensagem dizia "está faltando um monte de coisa, cadê você?".

Com essa mesma cara de idiota que li essa mensagem, não respondi e saí de casa. Parecendo um zumbi, com o celular cheio de mensagens perguntando onde estava. Ignorei todas. Às 9h15 estava na minha mesa. O que ouço foi: "eu vi que você mandou o arquivo às 4h, mas devia ter ficado mais e me entregue pronto, aí você não precisava vir hoje".

E então eu me pergunto: 

- o que eu fiz pra merecer tanta grosseria e falta de consideração?
- eu mereço isso?
- eu preciso disso?
- até quando eu vou aguentar isso?

Agora estou em busca dessas respostas. Pra todas existe já um deadline na minha cabeça. 

Eu só mentalizei um "tomá no cu" umas mil vezes. Cá estou, na agência, de novo. Vamos ver como será...

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

o mundo dá voltas

Não é novidade que ando com a vida um pouco consumida pelo trabalho. Um pouco não, muito. Aí que eu vinha me falando: que ano maluco! Não trabalhava nada na antiga agência, mas em compensação nessa...
Fora isso, me questionava algumas outras coisas, por que tudo acontecendo ao mesmo tempo e tal. Que deus não ia me abrir uma janela se fosse pra ser assim...
Só sei que, de repente, deu uma reviravolta tão grande, que ocasionou uma mudança imensa, tipo 360 graus. 
Fatos que me aproximaram do diretor geral do departamento, o que me deixou com um certo "crédito na casa", além de ter estreitado nossa relação. Ele pode ver de perto meu trabalho e de quebra sacar o que não estava dando certo, não por minha culpa.
O resultado disso é que a vida vai melhorar. Promessa. E estou acreditando muito nisso, com motivo. Nos próximos dias devo mudar de chefe e de quebra redistribuir os clientes. Dessa maneira, vou passar a ter uma vida de gente normal.
E, de quebra, ganhei 2 dias de folga, que inclusive já negociei pra tirar na primeira semana de janeiro. Ou seja, todo mundo da agência volta pra labuta no dia 2, eu no dia 6. Muito mais que justo, digno, eu diria.
E assim, a vida vai entrando nos eixos.
2014, seu lindo, tenho tantos planos pra você...

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

alguma coisa certa eu faço

Em setembro de 2009, na segunda semana, aconteceram várias chuvas que deixaram a cidade em estado de alerta. Eu me lembro que na quinta, dia 10, ficamos todos presos na agência por conta de um alagamento na região. Saímos de lá resgatados por um caminhão de guincho.
E até aí, tudo bem, não fosse o fato de que eu me casaria no campo no sábado, dia 12.
Passei a semana toda com medo e apreensiva, achando que todos os meus lindos planos iriam por água abaixo. Já estava até pensando em plano b, c, d, e...
Sexta fez um dia horrível, chuva e frio o dia todo. Lembro que estava bem desanimada. Mas lembro também que o Ri me disse que ia dar tudo certo.
No sábado, dia do casório, acordei com medo, mas logo minha mãe veio avisar que o dia estava lindo. E estava mesmo. Céu aberto, azul, sol de rachar, calor e tudo mais. O que me deixou apreensiva também, afinal, com tanto calor, era certo que viria uma chuva à altura.
Mas, não veio. Nem chuva, nem garoa, nem vento gelado, nem brisa, nada. O dia foi lindo, perfeito. Só deus sabe a felicidade e gratidão que senti.
Ai, esse ano, decidi comemorar meu aniversário com um picnic no parque. Marquei pro dia 5 de outubro, um domingo. Na semana que tomei essa decisão, já fazia dias que o tempo estava firme. Dias lindos, quentes e tudo mais.
Só que mais uma vez na semana anterior, frio, chuva. O pessoal estava querendo dar pra trás, pedindo pra eu mudar de ideia. Mas eu segui firme, pedindo a deus todo santo dia por aquela graça de novo. No sábado mesmo fez um frio horroroso, céu cinza, garoa fina.
Mas sei lá, algo me dizia que daria certo.
E mais uma vez, acordei num domingo de céu azul, ensolarado. O vento estava frio, mas não estragaria nada. Meu aniversário com picnic foi uma delícia, um sucesso. Cheio de pessoas queridas e boas energias. Não faltou ninguém! E o dia: mara!





É, acho que estou fazendo alguma coisa certa pra merecer tanta graça assim.
Amém!

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

a família cresceu

Sábado passado fomos até a feira de adoção promovida pela ABEAC, uma ong que cuida de animais resgatados de maus tratos ou da rua mesmo. Eu sigo eles no face e me apaixonei por uma vira lata chamada Samantha, que estaria nessa feira pra ser adotada.
Mesmo eu não querendo mais cachorro (por enquanto), não sei, senti uma vontade de apertar aquela carinha, cuidar dela, sei lá. Só que o Ri quer um cachorro grande, coisa que eu não quero e enquanto a gente não entrava num acordo, estava enrolando pra pegar um cachorro novo.
Mas, ele também se apaixonou por ela e sábado lá fomos nós. Assim que cheguei na feirinha e ela me viu, foi amor a primeira vista. Já peguei ela no colo e não larguei mais. Resultado: ela está lá em casa e atende pelo nome de Malu agora.
Só que o Ri insistiu que também queria um cachorro, grande e tal, e achou um filhote na internet (diz que é mistura de fila com pastor, mas não parece), enfim, foi buscá-la num canil em Santo André. Resultado: temos 2 cachorrinhas em casa agora.
Duas bebês, Malu tem 6 meses e Paçoca (como a batizamos) tem 40 dias. A vida mudou completamente, estamos dormindo mal por conta da adaptação das meninas, a casa está cheia de brinquedinhos espalhados, caixas delimitando espaços, xixi e cocô pra todo lado do quintal, fora as idas e vindas ao veterinário.
Malu veio vacinada, vermifugada e castrada, mas logo nos primeiros dias vomitava muito, então já estamos tendo que nos adaptar aos horários da sua medicação. Já a Paçoca está com verme, ou seja, a vida não está fácil não.
Mas está uma delícia chegar em casa e ter aquelas duas demoninhas me esperando com todo amor e gratidão do mundo. 

Own, delícia!!!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

golpe da vidente

Tem coisas que só acontecem comigo mesmo... ou eu tenho muita cara de idiota ou eu sou mesmo uma idiota...
Ontem, uma das poucas vezes que consegui sair da agência antes das 8 da noite, encontrei uma mulher no trânsito, ela era jovem, loira, falava bem e dirigia um Audi A3 preto. Buzinou e me perguntou qual era minha religião.
Eu fiquei meio sem saber o que dizer, mas ela disse que precisava me dar um recado porque havia visto uma luz em mim, era coisa rápida, mas que eu precisava conversar com ela 2 minutinhos. 
Como ando um pouco sensível sobre o tema espiritual, acreditei na moça e encostei na Faria Lima pra ouvir o que ela tinha pra me dizer.
Ela vestia roupas caras, o carro estava cheio de coisas tecnológicas, enfim, não suspeitei de nada. Ela começou a dizer que tinha sido Deus que havia colocado ela no meu caminho, que nada era por acaso e que ela precisava me dar um recado.
Aí começou a dizer coisas que até faziam sentido, só que, mais tarde - pensando bem, faziam sentido pra qualquer pessoa, sabe?
Até aí beleza, eu estava levando ela a sério, até ela me dizer que meu anjo da guarda estava muito fraco e triste, chorando muito. E que eu precisava acender 21 velas pra ele naquela noite.
Até aí, tranquilo também.
Foi então que ela me disse que não eram velas quaisquer, e sim de metro e que cada uma custava R$ 50. Beleza, eu falei que chegando em casa acenderia as velas que eu tinha, aí ela disse que as minhas não serviam.
Aí não né? Desde quando uma vela acesa com bom pensamento e intenção não serve?
Aí ela começou a me pedir um cheque no valor de R$ 1.050 pra que ela pudesse acender as velas por mim. Eu comecei a rir e ela ficou brava. Eu fui enfática e disse, desculpa mas eu não vou te dar nenhum dinheiro porque eu não tenho.
Ela ficou brava, dizendo que eu não podia negar agradar meu anjo, blá blá blá. Queria que eu fosse sacar no banco, depois queria que eu fizesse uma compra no cartão, depois me pediu o que eu tivesse na bolsa.
Gente, eu demorei pra entender que era um golpe. Aquela mulher, usando Ralph Lauren, dentro de um Audi novinho, me aplicando um golpe sujo, baixo, daquele jeito?
Eu saí de lá meio atordoada, claro que não dei nem 1 real pra ela, mas fui pra casa com aquilo na cabeça. Minha primeira reação foi ter raiva por ter perdido tempo com ela, depois fiquei assustada, fiz algumas orações pro meu anjo da guarda.
Em casa, o Ri disse que eu jamais devia ter parado. E isso me tirou o sono. Joguei na internet e vi que ela não é a primeira a aplicar o tal golpe da vidente do trânsito. Parece que outras mulheres, em carros caros como o dela, já arrancaram mais de 20 mil de pessoas bobas como eu.
Quer dizer, boba até a página 2. Eu jamais daria dinheiro nenhum a um estranho. Nem esmola eu dou. Só sei que eu fiquei puta da vida comigo mesma, como pude ser tão ingênua ao ponto de cair nessa conversa mole?
Pena que eu não anotei a placa do carro dela, a essa hora eu já teria feito um belo BO, isso sim.
Então fica a dica, se alguém quiser te mandar um recado do céu, fuja.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Montevidéu, incrível!

Fomos pra Montevidéu em julho. Que lugar incrível, com aquele mesmo ar europeu de Buenos Aires, aquele mesmo patriotismo e zelo por suas tradições e história. Tudo que falta por aqui...
A cidade é mega, mega gelada, ventava muito, além de estarmos em pleno inverno. O aeroporto era super moderno, com um free shop incrível.

Ficamos hospedado na Ciudad Vieja, ou seja, bem no centro histórico mesmo. Nossa rua ficava numa travessa da avenida principal, a 18 de Julho, com uma estação de metrô bem em frente, mas andamos mesmo muito a pé e de ônibus, e às vezes de táxi.

Não encontrei nenhum hostel que disponibilizasse um quarto com banheiro privativo, então o jeito foi a gente se hospedar num hotel mesmo. Ficamos no Hotel América, bom e preço justo, com café da manhã incluso.

Uma dica que posso dar - e a mais valiosa, é que ao chegar você deve procurar um ponto de informação turística, de preferência o que fica em frente ao prédio da Prefeitura e que também funciona uma universidade ou centro de ciências (não me lembro), e que tem o Mirante, de onde se pode ter uma vista 360 da cidade, com os principais pontos, mais fácil pra traçar o roteiro. 

E atentem-se, tal como Buenos Aires, feriado não abre quase nada, assim como domingo. E por ter ido no período de férias, muitas coisas mudam o horário e dia de funcionamento, por conta da criançada.

Bom, feito isso, aproveitamos pra conhecer toda a Ciudad Vieja a pé, já que ficava pertinho do hotel. Visitamos igrejas, comemos o famoso sorvete do La Cigale (tão bom quanto o Freddo argentino), fizemos uma visita guiada ao Teatro Solís (e voltamos a noite pra ver uma peça), é o teatro mais antigo da América Latina, fundado em 1856. Não preciso nem dizer o quanto é lindo, né?

A praça principal, a Plaza da Independencia guarda o mausoléu dos restos mortais do General Artigas, com troca de guarda e tudo (patriotismo e respeito civil incrível). Como é bom andar em lugares devidamente civilizados e organizados.

Uma das melhores coisas pra se fazer por lá é comer. Na 18 de Julho recomendo o La Pasiva (peça o tradicional chivito), Il Mondo della Pizza (onde comemos essa sobremesa gigante), no Mercado do Porto comemos no Don Garcia (carne muito mais saborosa que a argentina), em Punta Carretas comemos num restaurante mais chique chamado La Perdiz (tem uma sobremesa de chocolate maravilhosa), comemos em Pocitos, num restaurante "a beira mar" chamado Che, e também fomos na doceria tradicional, a Cake´s (mas eu não achei que valia tão a pena não).



Ali na Ciudad Vieja tem uma livraria linda chamada Más Puro Verso, um lugar delicioso pra curtir uma tarde sem fazer nada, lá também tem um restaurante.

Passeamos no shopping de Punta Carretas, no domingo, aproveitando que quase nada estava aberto. Os preços são convidativos, especialmente os dos casacos, afinal, cada R$ 10 equivale a 100 pesos uruguaios (mais ou menos).

Conhecemos também o Parque Rodó, onde tem um parquinho infantil. É bem bonito, mas queria ter tido tempo pra conhecer os outros parques mais afastados, mas não consegui.

Lógico que fizemos uma visitinha ao Estádio Centenário, com direito ao seu pequeno museu. Pena não ter nenhum jogo na época, deve ser fantástico ver uma partida com aquela vista.

Colocamos um cadeado na Fuente de los Candados, pois diz a lenda que quem prende um cadeado na fonte, volta a visitar a cidade. Assim espero, porque eu achei simplesmente maravilhosa e adoraria voltar pra fazer tudo o que deixei de fazer e comer todas aquelas comidinhas maravilhosas de novo.

 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

buscando entender

Desde que a Luna se foi, tenho pensado muito na morte. A gente não costuma pensar muito nisso porque é mesmo um assunto bem chato. Eu acredito que a morte seja apenas uma passagem, não acaba definitivamente ali. Me conforta saber que um dia a gente possa reencontrar quem já partiu. Dói um pouco menos, talvez.
Eu acredito que a passagem por aqui seja pra nossa alma evoluir, sempre estamos tendo uma nova chance de aprender e ser pessoas melhores. E também acredito que nada é por acaso, os laços que construímos aqui é o que realmente a gente leva pro lado de lá.
Eu não tenho nenhuma religião definida, mas simpatizo muito com a doutrina espírita e ultimamente tenho me interessado bastante pela umbanda. Meus avós e minha mãe sempre frequentaram terreiros, eu sempre tive um pouco de medo, mas isso era porque eu não entendia como as coisas funcionavam.
Tento entender um pouco e respeitar, até pra buscar o melhor em mim e evoluir espiritualmente. É uma tarefa bem difícil, eu sou uma pessoa cheia de defeitos. Enfim, voltando à questão da morte, ontem assisti ao filme Nosso Lar, baseado no livro psicografado por Chico Xavier, do médium André Luiz.
Eu quis assistir porque meu coração anda tão apertado, cheio de dúvidas sobre essa questão da morte. Era como se eu buscasse respostas pra acalmar minha mente, aquietar minha alma. Eu rezo todos os dias pra que meu vô esteja cuidando da Luna, onde quer que eles estejam. Eu preciso acreditar que eles estão bem e felizes, em algum lugar.
Que estejam juntos, que estejam bem. Que possam sentir conforto com as minhas orações, que não sofram com a distância, como eu sofro e que um dia a gente se reencontre mesmo. Sempre penso em quem será que virá me buscar. Eu não quero ir embora sozinha, tenho pavor da solidão.
É só um desabafo bobo, eu sei. Mas essas coisas vem rondando minha cabeça. E eu sigo buscando respostas nas doutrinas que considero mais coerentes e que fazem mais sentido pra mim. Acho que é isso, a gente tem que seguir aquilo que mais toca o nosso coração.

Eu acredito sim em vida após a morte, nessa evolução da alma e do espírito e eu quero muito, muito mesmo, voltar a encontrar tanta gente  que já se foi e o quanto puder das que ainda estão por aqui. Senão, pra mim, não tem o menor sentido.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

atualizando

Nossa, minha vida tá tão "walking dead" que eu nem sei como estou sobrevivendo... Nas duas últimas semanas tenho trabalhado tanto, mas tanto, que só vejo o Ri de final de semana. Durmo de 3 a 4 horas por noite (quando durmo tudo isso), quando chego o Ri já tá dormindo e ele sai antes de eu acordar.
Meu almoço e janta se resume a lanche, sentada na cadeira em frente ao computador. Todo o dinheiro que eu investi num tratamento estético pra acabar com gordura localizada já foi todo pro espaço.
Parte disso é culpa da incompetência alheia e outra parte um pouco da loucura de se ter alguém acima de você que seja workaholic.
Se eu tô curtindo? Em partes sim, porém nesse ritmo não sei se aguento muito tempo não.
Alguns amigos meus dizem que eu só reclamo, mas é fácil falar quando se tem horário certinho pra chegar em casa. Semana passada eu nem liguei a tv, aliás, eu chegava em casa em mode on, ia direto pro chuveiro e nem sei como chegava na cama.
Nem sei também como conseguia levantar no outro dia.
Estou num nível de esgotamento físico e mental que nunca passei antes. No meio de tudo isso, o castelo está em reformas: estamos cuidando do closet real. Ou seja, as roupas estão amontoadas até o teto, dá até medo de entrar em casa.
E é isso. Esse é o motivo do sumiço: o glamour da minha profissão.
E olha que tem uns otários que aparecem por aqui, achando que podem meter o dedo na minha cara e me julgar porque eu falei mal do Paraguai. Rá! Só por isso eu sou metida e patricinha. Aham, só rindo mesmo...

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

bodas de flores e frutas

Semana passada completamos 4 anos de casamento!! Casamento é bem diferente de namoro, por mais que já se tenha o hábito de dormir junto e tal. Não é a mesma coisa.
Já passamos por poucas e boas, aprendemos um pouco mais sobre a tolerância dia a dia, nos respeitamos, nos amamos, a convivência é aprendizado diário.
Somos amigos acima de tudo, muita confiança é a base de tudo lá em casa. Ri adora uma conversa, então é impossível sair de uma discussão sem chegarmos a um acordo. O que é bom.
Nunca dormimos de mal um com o outro. Ele sempre tira de mim o meu melhor.
Não tenho o segredo do que seria bom ou ruim pra fazer um casamento durar. Pra mim só amor não basta, mas como tenho um pouco de tudo e muito do que importa mais, confesso que tenho um casamento leve, feliz, como acho que deve ser.
E tudo anda passando tão rápido que acabou não dando tempo de registrar por aqui.
Bom, são 4 anos casadinhos, mas já são 7 no total. E a cada dia é um novo dia, uma nova descoberta, uma coisa gostosa. Com certeza uma das escolhas mais acertadas que fiz na vida.
Que possa continuar assim ainda por muitos e muitos anos.


dia 12 de setembro de 2009 foi um dos dias mais emocionantes e felizes da minha vida, que saudade...

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

e vai

Semana passada completei 1 mês na agência nova. E começo a entender algumas coisas que aconteceram. Na agência antiga, como se sabe, não souberam usar nem 1% da minha capacidade e inteligência e resumindo, eu não fazia porra nenhuma. Em 6 meses dá pra contar numa mão quantos dias mesmo eu trabalhei de verdade.
Aí teve aqueles 2 meses em que fiquei desempregada, em casa, cuidando da Luna, depois me recompondo (ou tentando) me recompor da perda. Consegui fazer minha pequena viagem sem ter o estresse de pedir "folga" pra ninguém e sem ter que negociar isso nas entrevistas que vinha fazendo.
Como fui demitida, recebi um bom dinheiro referente ao valor da multa do FGTS e o FGTS em si. O dinheiro serviu pra cobrir as despesas do tempo que fiquei sem trabalho e ainda sobrou um saldo exatamente no valor do closet que vamos mandar fazer.
Se não fosse por esse dinheiro da minha demissão, com certeza não faríamos o closet agora, ou melhor, nem sei dizer quando faria.
E aí comecei a trabalhar na agência, como disse, há pouco mais de 1 mês. Só que o ritmo é completamente inverso, ou seja, raros são os dias que saio antes das 8 da noite. Raros são os dias que consigo ter um almoço decente, raros são os dias que chego em casa antes de acabar a novela das 9, enfim, por aí vai.
É como se durante todo o resto do ano eu estivesse me preparando pra isso, pra essa loucura toda. Não que eu goste, pelo contrário, tô só o pó. Mas não posso reclamar, pelo contrário, todo dia eu agradeço.
E foi bom porque eu não consigo parar em casa, ou seja, eu não teria o tempo que a Luna iria precisar. E sei que isso iria acabar comigo.
Agora consigo ficar um pouco mais tranquila com relação a tudo de ruim que me aconteceu. Olhando dessa maneira, analisando fato a fato, vejo que tudo aconteceu como tinha que ser, da melhor maneira possível, meio que encaixando todas as peças no lugar.
É, deus tem um plano e escreve mesmo certo por linhas tortas.

ps: só não entendi ainda os assaltos que sofremos, mas tudo bem, uma coisa de cada vez

terça-feira, 3 de setembro de 2013

sobre o fim da mtv e outras coisas

Dia desses li sobre o "fim" da MTV na tv aberta. Fiquei triste. Eu sei que hoje ninguém mais compra cd, disco, nada, eu sei que todo mundo baixa tudo na internet sem pagar por nada, então com a chegada do youtube e outros, por que alguém ainda veria a MTV?
Só que eu sou bem saudosista, do tipo que sofre até com fim de novela, então ler que a MTV simplesmente não iria mais estar ali, foi como perder um amigo de infância, sabe?
A MTV teve uma puta importância na minha "formação" musical. Eu assistia o TOP 10 todo santo dia, eu sabia quem eram as bandas do momento, as músicas, o TOP 20 no sábado era sagrado, sempre via antes de ir pra Roller com as amigas.
Eu até queria ser VJ, trabalhar na MTV devia ser o emprego dos sonhos. Eu adorava os programas do Cazé, o Fica Comigo, as vinhetas sem sentido que passavam nos breaks, enfim, eu vivia e respirava MTV. Em casa era briga, porque só tinha uma tv e minha vó queria ver outras coisas.
Quando me tornei publicitária, tive acesso à MTV, já almocei lá, visitei, assisti gravação, fechei projetos, conheci os artistas, fui a vários VMBs, enfim, era a realização de um sonho.
Como assim não vai mais ter MTV?
Tá certo que já não faz muito sentido, os tempos são outros, mas cara... que bosta. Foi assim com o ICQ, e olha que é recente, mas um belo dia decidiram que não prestava e lá estava o mundo todo usando o MSN, que já morreu também, agora é o Skype.
Sabe, tem algumas coisas que não fazem sentido acabarem, sei lá, tem toda a questão sentimental, o envolvimento. No caso, não é você quem está decidindo o "término" desse relacionamento, decidiram por você, agora é assim, pronto e acabou.
Eu sei que a MTV vai pro cabo, o que pra mim faz menos sentido ainda, mas se ainda for pra mantê-la viva, que seja. Só sei que fico triste com tudo isso, a velocidade das coisas que vem mudando e acabando uma com as outras. Afe.
Eu tenho dificuldade de me despedir das coisas, principalmente das que tem importância afetiva. A MTV era tudo na minha adolescência... que pena que cada vez menos referências os jovens estão tendo hoje em dia...
Medo desse mundo...

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

nosso banheiro real

Voltando a falar do castelo, nada como voltar a trabalhar e começar a pensar em tudo o que está faltando lá em casa, que é bastante coisa. Mas, de pouquinho em pouquinho vamos deixando tudo com a nossa cara.
Mais uma coisa que ficou definitivamente pronta: nosso banheiro!
Assim que compramos a casa botei na cabeça que queria uma banheira. Todo mundo torceu o nariz dizendo que não ia caber nem uma bacia, que eu nunca ia usar, que era dinheiro jogado fora. 
Bom, contrariando as expectativas, achei uma banheira perfeita pro meu tamanho, perfeita pro banheiro e que sim, eu uso bastante. Principalmente no frio e principalmente quando estou muito cansada. Antes de dormir então, é uma delícia. Uso também pra namorar, é uma delícia ficar na banheira com o Ri, abraçadinho.
Então, chupa mundo invejoso! hahahahahahaha - desculpe, foi um desabafo!
E vamos ao que interessa, como era nosso banheiro.




As pastilhas são sobras da reforma do banheiro da minha cunhada e a banheira é da marca Astra (uma das mais baratas e até agora não deu nenhum problema).

E finalmente como ficou o banheiro, demorou, mas finalizamos nesse fim de semana. 


O armário nada mais é que uma prateleira com divisórias pra toalha (o Ri que fez). E zaz!



terça-feira, 20 de agosto de 2013

Luna, pra sempre

Ganhei a Luna de presente de um ex-namorado, em 2002. Na verdade, quem a escolheu foi minha mãe, porque ela queria fêmea e a Luna estava lá, dormindo, enquanto todos os outros pulavam e latiam. Mero engano nosso, a Luna não era nenhum anjinho, pelo contrário.
De lá pra cá, se passaram 11 anos. Cumplicidade sem tamanho, foram muitas as vezes em que eu chorei e ela veio me amparar. Ela me conhecia no olhar, sabia quando eu precisava de carinho ou quando precisava arrancar um sorriso de mim.
Eu a amo muito, mais que tudo, um amor que até dói. Sexta completaram-se 2 meses que ela se foi. A saudade é horrível, dói todos os dias. Olhar os cantos da casa vazios, não ter aquelas patinhas me seguindo onde quer que eu fosse, dói.
É uma dor sem explicação, a dor da ausência.
Eu sei que a dor vai diminuir com o tempo, já consigo até sorrir ao ver as fotos dela. Ainda choro, principalmente à noite, na hora de dormir. Todo dia, durante esses últimos 11 anos, eu a colocava na sua caminha, dava um beijo, cobria se estivesse frio e falava pra ela dormir com Deusinho e sonhar comigo. Era isso, todo santo dia.
Dói.
Mas eu posso dizer que fui abençoada por ter esse ser iluminado em minha vida, que por mais que tenha sido por pouco tempo - aliás, nunca seria tempo suficiente, me fez feliz, me fez completa, me fez uma pessoa melhor.


E agora, pra sempre - além do coração, carregarei ela comigo, pra onde for. Ah, como eu amo essa danadinha, Luna, minha morena.



segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Foz do Iguaçu: parte 2

Bom, saindo do inferno do Paraguai, fomos para o hotel. Apesar de ter aberto um sol, fazia bastantefrio ainda. Ficamos hospedados no Blue Star II, a uns poucos km das Cataratas. Descansamos um pouco e à noite jantamos numa churrascaria lá por perto e fomos ao Cassino na Argentina.

Mas o grande destaque da viagem foi conhecer as Cataratas do Iguaçu, e de quebra, o Parque das Aves (que fica bem pertinho). É baratinho pra entrar e é um passeio muito gostoso. Ali, além de aves, também tem algumas espécies de répteis.
E você pode entrar em alguns dos espaços dos animais e ficar bem pertinho deles. Eu vi coisas ali que nunca tinha visto pessoalmente antes. O que mais me encantou foram os flamingos. E claro, todas as cores lindas das nossas aves.





De lá fomos para o Parque Nacional do Iguaçu, onde ficam as Cataratas. Fazia um frio do Alasca, além de estar chovendo um pouco. Aliás, havia chovido muito durante toda a semana, então as Cataratas estavam bem cheias, o que acabou impossibilitando algumas vistas e passeios.

No Parque você paga uns R$ 25 pra entrar, com direito ao transporte, que é um ônibus de 2 andares, o de cima, aberto (estilo turista mesmo). Se for de carro, ainda tem mais R$ 15 do estacionamento. Pelo que entendi, não pode entrar com o seu próprio carro.

O ônibus tem várias paradas, onde você pode ter uma vista diferente das Cataratas. Como estava muito frio e garoando muito, optamos por fazer menos paradas, porém focamos nas mais bacanas (e que estavam abertas), porque a água estava muito alta e muito violenta também.
Realmente as Cataratas são uma obra divina da natureza. Também nunca tinha visto nada parecido, é muito emocionante. 

A água estava marrom por conta da chuva, mas isso não tirou a beleza daquela maravilha toda. A natureza e Deus são perfeitos mesmo!






Terminamos o passeio na área de alimentação e optamos por almoçar no restaurante Porto Canoas. O restaurante é uma delícia e o custo benefício também, você paga cerca de R$ 35 e pode comer a vontade.
Uma variedade incrível de pratos, super bem feitos, com um ótimo atendimento. O restaurante tem uma vista incrível e um deck na parte externa, mas a chuva estragou um pouco e acabamos ficando do lado de dentro mesmo. Mas mesmo assim foi tudo uma delícia.


Eu adorei Foz, é incrível!!! Sente só a força das águas:

video


Dica: leve uma capa de chuva, porque molha e molha muito!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Foz do Iguaçu - parte 1: Paraguai

Passamos um final de semana em Foz do Iguaçu, em junho. Voamos de Azul, saindo de Campinas, avião confortável e com excelente serviço de bordo. Uma pena pegar a turbulência violenta no vôo da volta, culpa da chuva que caía.

A temperatura estava bastante baixa quando chegamos, por volta das 10 da manhã, uns 10 graus. Mas durante o dia abriu um sol e esquentou um pouco. Ao sairmos do aeroporto, alugamos um carro na Localiza e de lá decidimos ir pro Paraguai, afinal, nossa entrada no hotel era só a tarde.

Maior cagada do mundo ir pro Paraguai de carro. NUNCA, JAMAIS, em hipótese alguma faça essa merda! O Paraguai, pelo menos ali pertinho da fronteira, é um país sem lei e completamente bagunçado, a maior zona. Sujeira e gente feia pra todo lado.

Assim que paramos o carro na fila pra atravessar a fronteira, uns mil caras colaram no carro e falavam ao mesmo tempo coisas como: Eletrônico? Celular? Perfume? Relógio? Tablet? E assim, eles não desgrudavam do carro. A gente nem dava atenção, só fazia não com a cabeça, mas parecia um enxame de abelhas grudado na colméia.

Bom, quando finalmente conseguimos passar pra dentro do país, a zona estava armada. Carro atropelando carro, gente atropelando carro, moto atropelando tudo, sem sentido, sem semáforo, sem faixa de pedestre, tipo filme de bang bang, salve-se quem puder. Um horror!

Indicaram pra gente um tal de shopping Monalisa, então a gente estava a procura dele. Eis que surge um ser que gruda no nosso carro. Quando eu digo gruda, é gruda mesmo. Ele se agarra no carro de uma tal forma que só deus pra tirar ele dali.

Como a gente já tinha dado algumas voltas e obviamente não tinha encontrado nenhuma vaga pra parar o carro, resolvemos dar atenção pro ser grudado e perguntar onde ficava o Monalisa. Cagada!

Ele disse que lá não existe muitos estacionamentos e que no Monalisa não tinha, mas que ele sabia onde tinha um bem legalzão e tal, que a gente podia parar sem pagar nada e ir a pé passear pelo lindo Paraguai. #sqn

Tá. Depois que paramos o carro no estacionamento mais apertado do mundo, a gente teve que desembolsar R$ 60. Isso mesmo, o papo de não pagar nada era conversa furada. Quer dizer, a menos que a gente comprasse algo numa loja X, aí eles me davam o desconto integral do valor.

O tiozinho do estacionamento, depois de nos assaltar, grudou foi na gente. Pra onde a gente fosse, lá ia ele atrás, tipo um guia, só que ninguém pediu pra ele fazer isso. E ele queria me falar onde eu tinha que ir. Ai que ódio. Conseguimos dar um perdido naquele ser e entramos numa galeria onde paramos pra almoçar.

Era tanta coisa feia que a gente decidiu comer onde parecia ser o lugar mais seguro entre as opções: o Giraffas. De lá, partimos pro Monalisa, onde realmente não tem estacionamento. O Monalisa é um shopping pequeno, meio de luxo, onde cada andar é especializado em uma coisa. Não comprei nada lá.

A cotação do dólar estava muito alta, então não estava compensando comprar nada, até porque esse Monalisa é bem carinho.

Passeamos por lá e roupa é uma coisa muito barata mesmo, só que são horrorosas, não dá pra levar nem pra caridade. O que acabei comprando foi um tablet pra minha mãe, morrendo de medo de ser falsificado, e uma calça da Diesel que até que tinha o preço razoável.

Agora vem a pior parte, voltando pro estacionamento, por volta de umas 5 da tarde, encontramos o ser grudento de novo. Ele queria agora levar a gente embora. A gente não queria nada com ele, mas ele grudou no carro de novo, falando e falando.

Tinha uma fila gigantesca de carro pra atravessar a fronteira de volta, com carro desligado e tal, aí o ser disse que sabia um caminho super legal, que na fila ia levar horas e horas (e tava com cara mesmo de que ia demorar), que era só seguir ele e que tava beleza.

Um cara no avião havia nos dito que é normal fazer isso mesmo e que é até melhor porque demora demais a fila da fronteira, mas que aí era preciso subornar os guardinhas que ficavam do outro lado, mas que 5 reais estaria de bom tamanho. Beleza.

Topamos seguir o cara. Ele e mais outro numa moto. Senhor! Nunca tive tanto medo na vida, era cada buraco, favela, uma coisa horrorosa que eu já nem sabia mais o que nos esperava. Finalmente chegamos numa fila e os seres vieram nos avisar que iam negociar com os guardas.

Não dava pra ver onde estavam esses guardas, mas beleza. Nessa hora eu já falei pro Ri separar 15 reais porque seria tudo o que iríamos dar. Daí voltam os dois dizendo que tínhamos que pagar 100 reais! Oi? Já queria mandar tomar no cu, mas tava morrendo de medo de morrer, mas mesmo assim começamos a discutir.

No fim, eles ficaram putos e praticamente arrancaram os 15 reais da mão do Ri e foram embora. Continuei morrendo de medo porque ainda tínhamos que passar pelos guardinhas. A gente tinha dinheiro, mas não 100 reais. E os seres malditos tocaram o maior terror falando que a gente ia ser preso, que num sei o que. Pensando bem, não tinha lógica aquilo, mas como nada tinha, a gente tava era com o cu na mão.

Os guardinhas armados de metralhadora lá na frente, a gente parado na fila, sem ter como fugir, nem pra frente, nem pra trás, nem pros lados, o medo ficando cada vez pior. Quando chegou nossa vez de passar, eles nem deram trela pra gente. Ou seja, se déssemos os 100 reais, seria pros seres malditos, ladrões de merda. Odiei o Paraguai.

Nunca, nunca vá ao Paraguai de sábado (é o dia dos sacoleiros), e nunca vá de carro. A pé, pelo menos, ninguém vai saber se você é ou não de lá.
Aliás, nem vá ao Paraguai. Pegue um ônibus ou um táxi até a fronteira e vá no shopping que fica bem ao lado dela, o Shopping Del Leste, lá tem tudo o que tem naquela zona. Talvez um pouco mais caro, mas só pra não ter que passar pelo que passamos, já vale a pena.

Próximo post: o resto da viagem (Foz e Argentina), Paraguai, nunca mais!