quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

a morte

O avô do Ri faleceu nessa última segunda. Ontem, foi o velório e o enterro. E fiquei pensando que a morte serve pra juntar as pessoas. E isso é muito triste. Ontem, conhecemos a esposa de um primo do Ri e sua filha, que nasceu no fim do ano passado.
É ridículo, mas foi no velório que as conhecemos. Por que? Por que a gente nunca tem tempo de se reunir com as pessoas pra celebrar a vida, as coisas bobas, a própria família. Por que a gente tem que esperar alguém morrer pra poder ver todo mundo da família?
Uns podem dizer que é a falta de tempo, a vida corrida. Mas não é bem assim. É preguiça mesmo. Pra que conhecer a mulher nova do primo, se mês que vem eles podem nem estar juntos ainda? Por que conhecer o bebê quando nasce se eu vou ter que ir na festa de aniversário?
Pra que reunir a família em casa, um monte de gente sem a menor afinidade com você? Mas você nem sabe. Nem sabe se existem afinidades ou coisas nada a ver. Ontem, enquanto todos estavam lá, em volta de um caixão, eu só conseguia pensar nisso.
Como é difícil conseguir armar um almoço em casa, reunir as irmãs do Ri. Ninguém nunca pode nada porque é tão cheio de compromisso. Mas ontem estavam todos lá. A morte seria mais importante que a vida?
Porque depois que morre, de nada vai adiantar todas as reuniões e encontros que você adiou enquanto vivo. Ninguém faz sacrifícios pra estar junto num domingo qualquer. Porque né, domingo que vem a gente tenta de novo se não der certo.
E assim a vida vai passando até que você se depare com a morte. E aí, nenhuma desculpa vai ter valido a pena. Não tem volta. Já era. Pode voltar a ter seus compromissos, não precisa adiar mais nada, agora tanto faz.
O vô do Ri estava internado há mais de um mês. E ele não queria visitá-lo, pois não queria ficar com a imagem dele todo entubado e tal. E eu respeitei sua decisão, apesar de não concordar, porque ele tem que fazer aquilo que acha certo. E depois outra, ele sempre foi um neto muito bom o tempo todo, então não tinha motivo pra querer resgatar o tempo perdido agora.
Só que domingo, ele acordou dizendo que tinha mudado de ideia. Que achava melhor ir lá, vê-lo. E assim foi. Bom pra ele e pro vô dele. Apesar de não poder falar, eles se entenderam de alguma forma. E no dia seguinte, seu Benedicto se foi. 
Não sei se todos os primos foram vê-lo, nem se todos os filhos foram. Não sei quem foi e quem não foi. Cada um com sua consciência. Mas chorar no caixão também não adianta nada.
Enfim, não quero parecer insensível, não é isso. Também chorei, senti saudades dos meus avós e também dele, que era uma gracinha de senhor e que eu gostava de encher o saco falando de futebol. 
Mas só conseguia pensar nisso, em como a gente sempre empurra com a barriga os compromissos com as pessoas da família, pra depois se reencontrar num velório. Achei triste. Muito mais triste que a morte, porque aí é um caminho sem volta.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

sem torcida

Na primeira partida do Corinthians na Libertadores desse ano, a torcida fez feio e acabou estragando tudo. Na Bolívia, um empate contra o San José, e na arquibancada, um adolescente morto.
Alguém da torcida do Corinthians - acidentalmente ou não, acertou um garoto da torcida adversária com um sinalizador. Sinalizador é proibido entrar em estádio, mas parece que a polícia local não fez muito bem o que deveria ter feito.
Fato é, existe um culpado? Sim, existe. Mesmo que tenha sido um acidente, esse tipo de objeto não deve ser levado ao campo. Outro fato é que - parece que ainda não encontraram "a" pessoa que cometeu tal fato, apesar de ter um monte de gente detida na Bolívia ainda. E outro fato é que a Conmebol puniu o Corinthians proibindo a torcida de comparecer em todos os jogos da Libertadores.
Eu, que já tinha comprado os 3 primeiros ingressos dos próximos jogos, eu que sempre vou ao estádio e o máximo que faço é xingar (sim, é onde exorciso todos os meus demônios), eu que nem sei o que é sinalizador, eu que nunca peguei numa arma, eu que nunca fui de violência, eu também vou pagar o pato.
Justo? Não, não é justo. Mas, concordo que algo realmente tinha que ser feito. Não sei bem se isso, mas também não consigo pensar em outra coisa.
O problema é que muitas coisas acontecem nos jogos que ficam sem punição. Tenho certeza que tudo se potencializa quando se trata de Corinthians, para o bem ou para o mal, tudo ganha proporções gigantes, que até nem são merecidas.
Lógico, alguém está morto, isso é gravíssimo. Porém, acho gravíssimo a ignorância das pessoas em começar a dizer que na torcida do Corinthians só tem bandido, assassino, criminoso. Desculpa, mas não é bem assim. Esse tipo de gente - que existe em qualquer outra torcida, é a minoria, e não podemos ser comparados, nem sequer aceitarmos essa generalização.
O culpado, ou melhor, os culpados devem ser punidos. Quem lançou o sinalizador - acidentalmente ou não, é um crime e merece punição. A polícia da Bolívia que permitiu a entrada de algo proibido também deveria merecer punição. Mas, aí ninguém tá falando nada.
A torcida do San José ateou fogo no estádio em "protesto" contra o Corinthians, isso está certo? Isso justifica? Não, mas também ninguém está falando nada.
Eu quero sim que a violência acabe, que quem realmente for bandido fique de fora do espetáculo, mas por conta disso, ou até lá, eu também estarei sendo punida.
Fábio Santos, jogador do Corinthians, disse que concorda com tudo isso desde que seja pra acabar com o problema definitivamente. Mas, sabemos que não vai ser bem assim. Infelizmente.
De fato, a punição é até aplicável, como eu disse, não consigo enxergar outra opção de punição, mas não a acho justa.
Justiça é uma coisa tão diferente disso e tão, tão distante de todos nós.
Lastimável.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

dodói

Segunda, a Luna acordou vomitando e fazendo xixi com sangue. Meu coração já disparou na hora, morro de medo de perder minha morena. A gente sabe que nada dura pra sempre, que uma hora ou outra a gente pode perder aquilo que mais ama e tal, mas só de pensar na ideia, meu coração só sabe apertar.
Como a faxineira ia trabalhar em casa, combinei do veterinário pegar a Luna com ela em casa e tentei ficar monitorando do trabalho. A veterinária fez alguns exames de sangue e com a chuva que deu e acabou com tudo, acabou sobrando pro meu sogro ir buscá-la e eu acabei nem conversando direito com a veterinária.
A noite, quando cheguei em casa, ela estava desesperada, parecia estar com muita dor, ainda fazendo xixi com sangue e fazendo muito xixi, de minuto em minuto. Não sentava, não parava quieta, estava muito agitada e cansada.
Comprei o remédio e dei um tempinho pra ver se fazia efeito, mas não. Nada. Então resolvi levá-la a um pet 24 horas, já que não consegui achar os veterinários dela pelo celular. Quando cheguei nesse lugar, odiei as pessoas que me atenderam. Não demonstraram nenhuma preocupação, queriam primeiro preencher a ficha, depois ficar falando mil vezes que não aceitavam cheque, queriam saber como eu ia pagar.
ODEIO gente desse tipo. Cuidar da saúde é uma profissão que requer tato, sensibilidade, carinho, cuidado, atenção, lógico que não tem que ser de graça, mas eu poderia fazer todo esse procedimento depois que olhassem a Luna, que estava lá, com dor, mas não sabe falar né...
Bom, a veterinária, que mais parecia uma paquita erótica, torceu o nariz pro remédio que a outra veterinária receitou. Também odeio esse tipo de atitude, acho tão anti profissional, tão falta de respeito com o colega. Enfim, era o que tinha pro momento.
A paquita começou a examiná-la e a colocou no soro com uma medicação pra dor. Tive que autorizar uma nova coleta de sangue, outra de urina e ainda a internação dela, porque precisavam ficar com ela pra colher a urina no outro dia, porque era através de sonda, e blá blá blá blá.
Como a gente fica nervoso e não raciocina direito, eu só queria que cuidassem dela e a deixassem boa de novo, então fui autorizando tudo o que me pediam. E no final, quase mil reais deu a conta. Fazer o que, desde que ela ficasse bem, tudo certo.
Fui pra casa sem ela, nossa, que tristeza, que dor. Uma sensação tão estranha, uma dó, uma saudade, uma coisa horrível. Chorei rios e rios... só queria trazê-la de volta pra casa.
No dia seguinte, Ri conseguiu ir visitá-la, acreditem, lá tem horário de visita. Disse que ela parecia estar melhor, mais animada. Liguei pra veterinária dela, contei toda a história e ela disse que eu fiz bem em correr com ela, porque a gente nunca sabe, mas que o resultado dos exames tinham saído: era cistite. Mas ela pediu pra eu passar todos os outros exames pra ela dar uma olhada também.
Quando fui buscar a Luna, outras veterinárias estavam lá, com a mesma cara de cu, disseram que eu precisava autorizar um outro exame porque não tinha constado nada nos que já tinham feito. Eu não autorizei, afinal, já sabia o que era. E eu tive a sensação de que queriam me arrancar mais dinheiro, sabe? Aí me passaram um tratamento pra doença do carrapato. Oi? Ela nem tem e nem teve carrapato, não tem nada a ver com os sintomas que ela apresentava e outra, me disseram que pra saber se era ou não essa doença, eu tinha que fazer o exame. Como pode então eles passarem um remédio pra tratar uma doença que nem é certeza que ela tem???
Afe, peguei a Luna e fui pra casa começar o tratamento para cistite. Ontem, quando falei com a veterinária dela sobre os exames da outra clínica, ela falou pra eu não me preocupar porque sempre que vem exame daquela clínica, vem com resultados estranhos.
Que era pra eu tratar a cistite, que não era nada de doença do carrapato, e voltar em 15 dias pra repetirmos o hemograma.
A Luna está melhorando aos poucos. Não faz mais xixi com sangue, não vomitou, nem parece estar com dor. Não está ainda a Luna de sempre, ainda sinto ela um pouco amuadinha, mas percebo que o remédio vem fazendo efeito.
Enfim, não importa o preço, eu faria e faço qualquer coisa pela saúde dela, mas eu acho que veterinário tem que trabalhar com paixão. Tem que ter jeito com o animal, tem que ter tato com os donos do animal, que estão super sensíveis e preocupados. Não ficar cobrando a forma de pagamento e preenchendo fichas.
Eu sei que tem muita gente que age de má fé no mundo, inclusive tem gente que até merece, e que quem vê cara não vê coração e tal, mas pelo amor de deus, não dá pra escolher uma profissão que você vai lidar com vidas e sentimentos e ter uma cara de cu do inferno.
Enfim, a clínica que levei a Luna chama-se Prontvet, fica na Zona Norte de SP. Eu não gostei, além de ter pago um monte de coisa que agora, pensando com calma, foi desnecessário. Não gostei do atendimento, não gostei das atitudes, não gostei de nada e espero nunca mais precisar voltar ali.
A Luna parece que foi bem tratada, ela realmente foi medicada e me pareceu que ok, tudo bem com relação a Luna, embora tenha minhas dúvidas de como ela tenha passado o dia lá. 
Bem, só queria desabafar, graças a deus os veterinários que cuidam da Luna, estão comigo há uns 6 anos já. Ou seja, já tem todo o histórico dela, me conhecem, enfim, pra se ter uma ideia, a veterinária beija a Luna na boca quando vamos lá no consultório. Claro que não precisa disso, mas só pra ter uma ideia de quando alguém faz algo por amor e quando alguém faz algo sabe-se lá porque...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Uruguai aí vou eu

Na contagem regressiva para conhecer Montevidéu: 134 dias!
Tá, eu sei que tá longe e falta muito, mas é o que temos pra hoje...

É sempre bom viajar né?

sábado, 16 de fevereiro de 2013

das expectativas da vida

Há uns dias atrás, estava toda esperançosa que uma coisa muito bacana poderia rolar na minha vida. Na verdade, não era bem na vida, vida mesmo, era mais no meu trabalho, um projeto super bacana de uma ideia que eu tive. Mas, infelizmente trabalhar com cliente que tem a mente pequena, dá nisso: em nada. Ou seja, não vai rolar.
Mas, como não impacta em nada a minha vida, só me deixa um pouco frustrada mesmo - apesar de eu já ter entendido que não dependia só de mim, bola pra frente. Quem sai perdendo muito mais, com certeza, não sou eu.

E finalmente, depois de muita procura e dor de cabeça, comprei, ou melhor, o Ri me deu um iPhone novo!!! Aliás, com um tratamento completamente diferente do que tivemos na Vivo do Shopping Mooca. O cara atualizou meu plano pra um mais barato e com mais vantagens, claro que o aparelho não ficou o mesmo preço, mas parece que o retardado da outra loja queria me vender o de 8GB, e eu levei o de 16GB. 
Enfim, ainda ganhei o 3G pra usar no note por 3 meses, além de ele ter conseguido cancelar minha outra linha - que o outro ogro disse que era só por telefone (mentiroso desgraçado) e conseguiu resgatar meus pontos (coisa que o outro disse que não dava porque o sistema tinha caído).
Bem, ainda tenho aquela pontinha de dúvida se fui ou não enganada, porque eu sempre acho que me empurram um plano que eu não preciso, mas, c´est la vie
No mais, feliz com meu novo brinquedinho.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

la felicitá é un gelato

Dia desses resolvi experimentar um picolé da Diletto e gente, o que é aquilo? Eu adoro sorvete de palito, muito mais que os de massa - exceto os da Parmalat, que na minha opinião são imbatíveis. Então, foi meio assim, torcendo o nariz, mas resolvi me render e me apaixonei. Realmente os sorvetes italianos são mesmo os melhores do mundo.
Aí, a Diletto inaugurou uma sorveteria aqui na Lorena e eu não resisti também, queria experimentar tudo. Lá tem salgados, cafés e além dos picolés, algumas outras delícias pra se levar pra casa e o sorvete de massa. Não é barato, mas acho que vale a visita. Além do meu predileto, o picolé de chocolate italiano, experimentei o sorvete de iogurte com calda de chocolate com laranja.
Lá é assim, o sorvete de massa é servido em uma generosa bola (por mim podia ser ainda mais generosa) e com um potinho de calda (que por mim também podia ser maior) - #gordinhafeelings


E por falar em Diletto, um dos meus restaurantes favoritos, o Paris 6, tem uma sobremesa incrível (quiçá uma das minha prediletas também), de um suflê de nutela com morango, com um picolé de chocolate italiano mergulhado no meio, que meodeos!!! é a coisa mais incrível do mundo!!!! E além desse (que se chama Paloma Bernardi, porque lá todo prato tem nome de artista), tem várias outras sobremesas que levam os picolés da Diletto, e claro, não tem como dar errado.
É demais! Se você for fã de chocolate e de um bom sorvete, pode ir sem medo de ser feliz!!!!



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

é carnaval no brasil!



Mais um carnaval e dessa vez fomos assistir ao desfile de São Paulo. Eu desfilei no Rio há uns bons anos atrás e realmente não há comparação entre o carnaval das duas cidades. Aliás, eu acho até bobagem comparar, assim como não se compara o carnaval do Nordeste e os blocos de rua do interior. Cada um tem seu carnaval.
E quem me conhece sabe, não sou fã de carnaval, mas sei lá, tem coisas que a gente tem que fazer nem que for pela única vez na vida. Desfilar é uma delas, realmente é algo muito emocionante e delicioso de se fazer. Desfilei de papagaio, era uma fantasia super desconfortável (acho que dá pra imaginar né), mas mesmo assim recomendo. Mesmo pra quem detesta samba - como eu, é uma experiência muito bacana. E, esse ano, convenci o Ri - que apesar de gostar de samba, não curte carnaval, e fomos pro Anhembi ver às escolas.
Minha paciência conseguiu aguentar duas escolas apenas, mas confesso que se estivesse num lugar melhor, com uma visão melhor e com melhores pessoas à minha volta, teria ficado mais. Eu também estava cansada, afinal, fomos na sexta, depois de um dia mega cansativo de trabalho.
Mas, valeu como experiência também. A primeira escola a desfilar foi a Acadêmicos do Tatuapé. A escola até que não fez feio, deu pra encher os olhos sim. E a próxima foi a Rosas de Ouro, aí você vê a diferença que faz ter uma boa estrutura. Sem desmerecer, mas a Rosas foi muito melhor.
O enredo contava os diferentes carnavais pelo mundo. Meu carro alegórico predileto foi o do México, com as caveiras mega coloridas, realmente estava bem legal. Os carros todos, as fantasias, as alegorias, enfim, deve ser muito difícil saber julgar esses quesitos.
Enfim, eu curti a experiência. Queria mesmo era ter ido no sábado pra poder ver a Gaviões da Fiel, não que seja minha escola preferida ou coisa assim, mas pelo menos iria ter um incentivo a mais. Mas como ao cavalo dado a gente não olha os dentes, era o que tínhamos e assim foi.
Quem sabe não repito a dose ano que vem? Só espero que em melhor estilo.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

diversão de criança



Eu não sou apaixonada por circo, mas desde que inventaram o Cirque du Soleil, aí mudei de opinião. 
hehe, tá, mas o Tihany é outro tipo de circo.

Aí, já que caiu na minha mão um par de ingresso pra ir no Tihany, resolvi ir pra ver, né, afinal, não ia custar nada. Ou melhor, quase nada.
Eu não sei quanto custa o ingresso, mas só o estacionamento era 20 reais. E tudo lá dentro era bem caro, meu algodão doce custou 10 reais!!!
Mas, vamos ao que interessa, porque, mesmo caro, meu algodão doce valeu cada centavo. Matei minha vontade e me lambuzei toda, o que fez a alegria do Ri, não paramos de rir de mim mesma.
Falando do espetáculo em si, eu gostei. O ponto alto são os números de ilusionismo. Eu adoro mágica, sempre me sinto uma tonta, tentando prestar atenção em tudo pra ver se descubro o truque, mazéclaro que nunca funciona né...
O mágico é realmente muito bom e os números são bem bacanas. Desencanei de tentar descobrir o mistério e me permiti acreditar que mágica pode existir sim.
As acrobacias também são legais, o número da corda bamba é bem bacana. Os de contorcionismo também são bons, mas quando se tem o Cirque como referência, a gente acaba achando que não foi nada demais. Mas é sim, é muito bom.
Me disseram que agora enfiaram a Maria Joaquina do Carrossel no meio do negócio, mas graças a deus no dia que fui não teve essa palhaçada não. Era circo de verdade, com direito a muitos palhaços - que eu morro de medo, credo, mas sim, um circo como aqueles que costumava ir quando criança.
Apesar do dia feio, apesar de ter sido a sessão das 11h da manhã de um domingo, sim, valeu a pena e eu recomendo.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

utilidade pública

Ontem fui ao Shopping Moóca, que por sinal - mesmo sendo mega longe de casa, é um shopping bem bacana (porque sempre tem vaga no estacionamento, as pessoas são menos ogras e até que é um pouco menos cheio), mas confesso que espero não voltar mais lá.
Descobri esse shopping quando estava prospectando o Anália Franco pra antiga agência, e como lá tem umas lojas interessantes, acabei convencendo o Ri a ir comigo lá pra conhecer. Bem, esse post será pra falar de três lojas desse shopping e que eu tive problema, é claro.

Lá tem uma loja chamada memove, que parece ser uma segunda linha da Siberian, porque agora é moda as lojas ficarem lançando uma segunda linha. Não conhecia e entrei - isso há umas  boas semanas atrás quando tivemos que ir lá trocar um presente que o Ri ganhou da loja Le Biscuit.Achei bem legal e acabei comprando umas coisinhas na tal memove.
Na Le Biscuit, vejam só o absurdo, tentamos trocar uma torradeira que foi comprada na loja de Indaiatuba, pois foi um presente que o Ri tirou de amigo ladrão, no fim do ano, lá no sítio de Indaiatuba, onde passamos o ano novo.
Chegamos lá na loja e mesmo com o produto embalado, o gerente disse que não tinha como trocar sem nota fiscal. E mesmo que tivesse nota fiscal, só poderia trocar o produto na mesma loja que ele foi comprado. Puta falta de consideração com o cliente, afinal, nunca vi ninguém trocar um presente levando uma nota fiscal. E outra, a loja é a mesma, achei um absurdo eles se negarem a trocar. Tivemos que ir atrás da merda da nota e ainda por cima ir até Indaiatuba pra trocar o produto.
Le Biscuit, sua loja de merda, nunca mais vai ver meu dinheiro!

Agora, voltando a tal memove, quando cheguei em casa, fui tirar as etiquetas das roupas pra por pra lavar, quando reparei que a renda de uma das blusas estava totalmente descosturada no tecido. Então, mantive a etiqueta e esperei o próximo final de semana pra trocar a peça.
Quando cheguei à loja, primeiro me disseram que eu não poderia trocar sem etiqueta. Aí, quando mostrei que a peça estava com a etiqueta intacta, me pediram a nota fiscal. Aí houve uma discussão, porque eu não tinha mais a merda da nota, mas pensem, se fosse um presente?? de novo essa conversa fiada de nota??? Bom, aí um cara ouviu a discussão e disse que se eu tivesse pedido a nota fiscal paulista, ele poderia consultar pelo meu CPF. Feito!
Acharam a compra e disseram que eu poderia trocar a peça. Fui até a arara pegar uma blusa igual, e para minha surpresa, as 6 peças da arara continham defeitos parecidos, tecido descosturado da renda, em partes diferentes. Peguei todas as peças, mais uma outra peça pra trocar, já que não tinha nenhuma que prestasse igual a que eu queria e umas bugigangas (colares, etc).
Chegando ao caixa, mostrei que não tinha condições de levar uma peça igual porque nenhuma prestava. E mostrei minha nova compra e tal. Aí, o cara do caixa disse que eu tinha um crédito de R$ 59 apenas - detalhe, na semana anterior eu paguei R$ 79 na peça.
Nova discussão começando, porque eu queria trocar pelo mesmo valor e ele insistindo que a peça foi remarcada. Primeiro, não tinha como eu levar a mesma peça, por mais que eu quisesse, e eu não estava trocando porque eu não gostei e sim porque a peça tinha defeito.
Bom, aí chamaram o gerente e ele disse que não podia trocar, que primeiro tinha que mandar pra merda da análise. O que deixou a gente (eu e o Ri) putos da vida. Antes podia, ai por causa de 20 reais, não podia mais. Primeiro a tal da análise tinha que autorizar a troca. E que isso poderia levar uns 30 dias.
Beleza, aceitei a merda da tal análise e mesmo passando por todo o nervoso, ainda comprei mais coisa da loja.
Aí ontem voltamos lá, porque haviam me ligada liberando a troca. E lógico que toda a discussão por conta do valor remarcado voltou a tona. Nova gerente, nova discussão. No fim, acho que a mulher não entendeu nada, mas acabou aceitando o valor que eu paguei, não sem antes um chá de cadeira e bate boca, é claro.
Portanto, fica a dica, essa loja nem tem em todo lugar, mas é bom tomar cuidado. Aliás, as blusas defeituosas que eu recolhi quando estive lá da penúltima vez, estavam de volta na arara, pro próximo trouxa levar.
Memove, você nunca mais vai ver meu rico e suado dinheirinho de novo, bitch!

E por último, e sem nenhuma novidade: a Vivo! Entramos na merda da loja atrás do iPhone 4, o vendedor com cara de cu nem se deu o trabalho de olhar na nossa cara quando a gente perguntou se ele tinha o aparelho. Com a maior má vontade do mundo, disse que só tinha o preto.
Bom, depois começou a falar que meu plano era muito antigo e pra eu ter 300 reais de desconto no aparelho eu TINHA que atualizar meu plano pra um valor mensal maior, é claro.
Tá, depois falou que pra consertar meu iPhone antigo era 600 reais, tá, ninguém pediu a opinião dele, e não, não é tudo isso, porque eu conheço uma pessoa que consertou por 100. E ele lá, com aquela cara de espertão, me irritando.
Aí eu falei que sempre fui cliente da Vivo, que nunca tive nenhum chip de outra operadora, que pago a conta em dia, que sempre passo do valor da conta, se eu não tinha nenhuma vantagem em ser tão boa cliente, e ele me disse que se eu quisesse ter a melhor cobertura, esse era o preço a pagar.
Eu já tava me sentindo enganada, e muito irritada, mas continuei lá tentando comprar o aparelho. Aí eu lembrei que tinha alguns pontos, ele logo tratou de dizer que só resgata pontos a partir de 25.000. Imediatamente consultei meus pontos pelo celular e vi que tinha 30 mil. Aí ele veio com uma conversa de que eu só poderia parcelar o aparelho em 6 vezes, que era regra, tabelada e blá blá blá.
Só que semanas antes, tínhamos ido a outra loja e eles parcelavam em 8. Não compramos porque não tinha o aparelho.
E o espertão me irritando, aí ele disse que não tinha como usar meus pontos, ele ia mentir, mas quando percebeu que eu já sabia minha pontuação, disse que o sistema estava fora do ar.
Nessa hora, o Jiraya se apoderou do meu corpo, eu dei um duplo twist carpado, arranquei meus documentos da mão dele e mandei um, ok, obrigada, não quero mais essa merda.
E saí andando.
Puta que pariu, que atendimento de merda, pena que não me lembro o nome dele, mas é um gordinho, com cara de espertão, mas só que não. A Vivo é uma merda, igual às outras operadoras. Mas na boa, podia ter funcionários um pouco mais competentes e menos canastrões como esse.
Ai que ódio!!! Azedou meu domingo...