segunda-feira, 25 de março de 2013

o mágico de oz

Sábado fomos assistir ao musical O Mágico de Oz, no Teatro Alfa. Me surpreendi com a montagem, super bem elaborada, com o elenco e como a história foi contada de maneira leve e divertida. 
A peça estreou no Rio, ano passado, e agora começou a temporada aqui de São Paulo. A adaptação é de Charles Möeller e Cláudio Botelho.
A personagem de Dorothy, interpretada pela tão sem sal sem açúcar Malu Rodrigues (a Bia de Tapas e Beijos, sabe?), foi quem mais me impressionou. A menina canta pra cacete e ficou ótima nesse papel. O trio Homem de Lata (Nicola Lama), Espantalho (André Torquato) e o Leão Covarde (Lúcio Mauro Filho) são outra atração a parte. 
Carlos Miéle como o próprio Mágico de Oz e Heloísa Perissé como a Bruxa Má do Oeste estão impagáveis. Ela salva os melhores momentos da peça, uma vez que com aquela voz horrorosa e tão engraçada, não canta.
A peça está muito bem construída, o show é excelente, mesmo sendo longo, não é cansativo. O elenco todo é muito bom, destaque para o número da Munchkinlândia, é muito bom e muito bem feito. Um dos atos mais engraçados.






Infelizmente é considerada como uma peça "infantil", logo, tinha um monte de criancinha chata e um monte de pai sem noção, qual criança aguenta um musical tão longo?? Bom, eu nunca achei a história infantil, pelo contrário. O Mágico de Oz é uma das histórias que eu mais gosto. Quando pequena, eu adorava esperar pelo filme, aquele de 1939, com Judy Garland, que sempre passava na noite de natal, depois da missa do galo e tal.
Adorava!!!
Bom, pra quem é adulto e nunca deixou de lado seu espírito de criança e pra quem acredita que não existe lugar no mundo como a nossa casa, vá ver esse espetáculo. Tá sensacional!

sexta-feira, 22 de março de 2013

praticando o desapego

Sabe aquela sensação boa que dá depois que você se desapega daquilo que não tem mais importância?? Alívio, paz, serenidade.
Pois é.
No momento estou me desfazendo de "amizades" no facebook que não me levam a nada, não me acrescentam em nada. Pessoas que fingem ser seu "amigo", mas na verdade não estão nem aí. Então pronto.
Também não estou nem aí pra elas. 
Delícia desapegar de gente que só coloca besteira, futilidades, fotos de gente/cachorro morto. Gente que cultiva a tristeza, compartilha bobagens. Cansei dessa gente.
É um passo pequeno, mas a gente se apega também a essas besteiras da modernidade, como o facebook e faz um bem enorme poder se desligar disso.
Pequenos passos, mas sensação boa de liberdade, livre dessa merda toda.

quinta-feira, 21 de março de 2013

algumas surpresas boas

No final do ano, chegou um email na minha caixa de entrada de uma pessoa perguntando se eu tinha interesse em participar de um projeto com meu outro blog.
Respondi sem nem pensar, lógico que sim, topo, por que não?
Mas eu já tinha desencanado, porque né, estamos no fim de março. Até achei que fosse pegadinha do malandro... E então, recebi um novo email, explicando que o projeto estava sendo finalizado e que era pra eu desculpar a demora, mas queriam retomar o assunto.
Resumindo a história, meu outro blog agora vai fazer parte do maior portal de noivas, o iCasei. Eu vou ser uma das blogueiras colaboradoras, inclusive da revista digital que eles estão elaborando. Pra quem nunca pensava que o blog chegaria a qualquer lugar, até que estou indo bem, não?
Fiquei toda feliz da vida, porque é meio que um projeto pessoal e se eu puder desenvolvê-lo em conjunto com um grupo tão bacana, por que não?
Estou bem orgulhosa de mim mesma, afinal, não tinha nenhuma pretensão com o blog, a não ser alimentar uma paixão minha que é escrever. Espero que dê certo, estou apostando que sim. Dedicação não vai faltar, então, é só esperar pra colher os frutos dessa parceria.
Quem sabe tudo isso não me leve a trocar de profissão um dia...

E a outra surpresa boa, foi o comentário de um "leitor casual", como ele mesmo se chamou, o francês Emmanuel, que me deixou feliz por saber que o que escrevo aqui também serve pra ajudá-lo a compreender melhor o português, essa língua estranha. E pra me desejar sorte com os verbos irregulares franceses (socorro, como é difícil!!).
Merci Emmanuel, je suis trés heureuse de avoir un lecteur comme vous! 

É como eu costumo pensar, a vida às vezes nos traz surpresas muito boas em pequenas doses. Como diz meu professor de francês, são as pequenas emoções da vida.

terça-feira, 19 de março de 2013

idas e vindas

Em quase 4 meses na agência nova, vi muita gente chegar e partir. Vi gente que chegou depois de mim, partir também.
Quando me perguntam se estou gostando, tenho que mentir um pouco. Não, não estou gostando.
E aí eu vejo emails de despedida de pessoas que estão aqui há séculos, saindo com o coração partido. Eu nunca saí com o coração partido de nenhum lugar.
Nem nunca mandei email com um monte de frases prontas sobre novos desafios. E nem puxando o saco dos chefes publicamente, dizendo o quanto são admirados e blá blá blá.
Não é que eu seja fria. Pelo contrário.
Quando eu saio de um lugar, é porque já não caibo mais nele. Logo, meu coração está totalmente reconfortado, pulsante e vibrante.
E se eu tenho algum chefe que admiro, digo na lata. E normalmente nem é preciso dizer, afinal, eu disse o tempo todo.
E quanto às despedidas,  um abraço pessoalmente em quem vale a pena. E amizades duradouras que eu levo além da porta da "firma".
Sério, essas coisas me irritam pra cacete. E na boa, quando vejo esses emails daqui, fico mais irritada ainda. Mas aí é pessoal. Simplesmente não me identifico com nada e nem com ninguém desse lugar.
Será que fico até o fim do ano??
Se bem me conheço e no que depender de mim, a resposta é: não, é claro.
;)

segunda-feira, 18 de março de 2013

nossa relação com dinheiro

A relação é simples: a gente sempre acha que nunca tem dinheiro o suficiente.  
E de fato, não tem mesmo.
Depois que nos mudamos para casa, obviamente todas as despesas aumentaram. É o preço mínimo que se paga por trocar um apartamento de 49 metros quadrados por uma casa de sei lá eu quantos metros. A prestação aumentou.
Fora a prestação, novos móveis, nova decoração, novos montes de coisas que não precisamos, mas queremos muito. Aí, conforme vamos nos habituando à casa nova, vamos descobrindo suas reais necessidades. 
Depois da reforma antes de entrar, que incluiu apenas a troca dos azulejos da cozinha por ladrilhos hidráulicos, uma banheira na suíte, piso de madeira no andar de cima e a pintura da casa, tivemos que quebrar o piso do box do outro banheiro, pois a caída de água era pro lado oposto do ralo e quebrar uma parte da sala por conta da infiltração do vizinho. Ah, e quase me esqueci, trocar a privada do banheiro de cima que deu vazamento no teto da cozinha.
Ah, refiz também o teto de gesso da sala porque estava com "barrigadas". Ufa, quase ia me esquecendo. E lá se foi mais e mais dinheiro.
Aí fomos assaltados. Mais gastos pra recuperar o que nos foi levado. E então, novos gastos com segurança: trinco, trava e grade.
Aí veio a época da chuva. Nossa garagem é parcialmente coberta, dá pra deixar a casinha da Luna e um carro. O resto é descoberto. Ou seja, da garagem até a porta da sala, chuva na cabeça. Achávamos que seria bobagem, mas não dá pra ficar sem uma cobertura. E aí, lá se vai mais e mais dinheiro.
Descobrimos também que o calor transforma nosso quarto numa sauna, que nem o ventilador na velocidade 3 dá conta do recado. Logo, vamos gastar mais um pouquinho pra colocar o ar condicionado.
Enquanto isso, continuamos sem guarda-roupa e sem os armários dos banheiros. O que implica no fato de eu não saber onde está a maioria das minhas roupas e sapatos. O que nos leva a gastar mais dinheiro comprando novas coisas que não precisamos.
Por conta da casa ser maior, mais caro é o salário da faxineira. Mais cara é a conta de água e também de luz. Antes éramos isentos de IPTU, agora veio uma fortuna com 3 dígitos no boleto. E, pra ajudar, a onda de assaltos continua e novamente voltamos a colocar mais grades, travas, trancas, alarmes, câmeras, grades, lanças e estamos agora orçando uma empresa de segurança pra ver se conseguimos um pouquinho mais de paz.
E lá se vai mais e mais dinheiro.
Sexta à noite, estávamos nós de novo na Leroy Merlin - estamos quase virando sócios de tanto que vamos lá. Eu adoro, confesso. Mas sempre acabo levando uma coisa que não precisava. Dessa vez levei dois quadrinhos de pimenta que me apaixonei e que vão ficar super lindos na minha cozinha. Tá, eu sei que eu gasto mais do que posso em besteira, mas faz um carinho na alma tão bom.
É tão gostoso... gastar dinheiro com coisas boas... não é?
Bem, não posso reclamar, graças a deus tá dando pra pagar - no limite do limite, mas tá. E no meio de tudo isso, ainda temos que viver né, ou seja, comer, sair, viajar, fazer coisas legais. E tudo custa dinheiro. Eu queria muito que o dinheiro fosse tipo algo que desce mesmo no quintal de casa.
Mas, como isso não é possível, vamos seguindo fazendo contorcionismo na conta bancária.

quinta-feira, 14 de março de 2013

um novo papa

Eu não sou católica e tão pouco sigo alguma religião. Tenho minhas crenças e procuro sempre agir com boa fé. Mas esse vuco-vuco da renúncia do papa + a escolha de um novo, me fez relembrar minha visita ao Vaticano, naquele tão saudoso mochilão de 2011.
Surpreendentemente, encontramos um Vaticano vazio, sem filas pra entrar e nem tanta aglomeração como esperávamos. O Vaticano foi uma das coisas que mais me surpreenderam naquela viagem.
Digo isso porque não esperava nada, não tinha expectativa, eu só queria mesmo conhecer. Mas, quando estava lá dentro, não pude deixar de sentir, e muito, a presença de Deus. Isso era muito forte, ao menos pra mim.
Já falei sobre essa sensação que senti nesse post aqui, e hoje, vendo tudo isso acontecer, é como reviver tudo aquilo. O Vaticano - tirando a podridão de algumas coisas, é um lugar mesmo de energia muito forte. De verdade.
Na minha cabeça, a todo momento, passava a história do livro Código da Vinci, e agora - de novo, isso não me sai da cabeça. Conclave, fumaça branca, eleição de um novo papa, é tudo uma grande conspiração. Não vou ficar aqui falando nem do livro, nem do papa, nem do que eu acho, porque vou respeitar tudo isso, simples assim. Porque o Vaticano, não como instituição, ganhou meu respeito no momento que pisei ali dentro e tive a minha experiência.
Pra mim, foi indescritível e inesquecível.
E que os anjos digam amém à escolha dessa papa novo e que ele possa fazer coisas realmente significativas e do bem pela humanidade.


Um pouquinho da Praça São Pedro (inacreditavelmente vazia quando chegamos, mas na saída estava super lotada) e algumas fotos que fiz lá dentro. Lá dentro é incrível!!!



Teto da Capela Sistina, pintada por Michelângelo. Nem preciso dizer a emoção de estar ali, né? Ah, é proibido fotografar (é até proibido falar lá dentro em voz alta), mas eu não resisti - que deus me perdoe...

terça-feira, 12 de março de 2013

american horror story























Já indiquei aqui pra quem tiver interesse em ver uma boa série, Game of Thrones (que está pra estrear a 3ª temporada daqui a 19 dias na HBO) e Once Upon a Time (que está com a 2ª temporada no ar pelo canal Sony).
E agora decidi colocar em dia todas as outras séries que eu sempre quis ver e ontem comecei a ver American Horror Story. Primeiro porque eu gosto de coisas de terror, segundo porque tem Jessica Lange no elenco e terceiro porque é bizarro, e algumas coisas bizarras tem lá seu encanto.
Assisti ao primeiro capítulo e confesso que ainda não morri de amores, mas fiquei bem interessada na história. Medo mesmo, não senti não, mas vamos ver o que me aguarda pra hoje.


American Horror Story é uma série terror-drama criada e produzida por Ryan Murphy e Brad Falchuk. Descrita como uma série antológica, cada temporada é concebida como uma minissérie independente, seguindo um conjunto de personagens e ambientações distintas, e um enredo com o seu próprio "começo, meio e fim."
A primeira temporada, intitulada American Horror Story: Murder House ocorre nos dias atuais e é centrada na família Harmon, que se muda para uma mansão restaurada, sem saber que a casa é assombrada pelos seus antigos habitantes. A segunda temporada, intitulada American Horror Story: Asylum, ocorre no ano de 1964 e segue as histórias dos pacientes, médicos e freiras que ocupam uma instituição para criminosos insanos.

Diz que a 3ª temporada deve estrear no fim deste ano. Aqui no Brasil, ela é exibida no canal Fox, mas estou acompanhando mesmo pela internet. Até porque as temporadas já acabaram.

Vamos ver se vai entrar no hall das minhas séries favoritas. Assim que terminar essa, além das outras que estão no ar e que eu vou/estou acompanhando, quero ver Revenge, (fdp) - série brasileira da HBO sobre um juiz de futebol (adoro!) e Pan Am. 

segunda-feira, 11 de março de 2013

mãos para o alto!

Logo quando mudamos, lá pra agosto do ano passado, nossa casa foi assaltada e eu já comentei isso por aqui. Aí que na quinta passada, entraram nos meus dois vizinhos e fizeram a festa.

Aí, você pensa, coloca alarme, trava, cerca elétrica, câmera. Sim, eles tinham tudo isso e nada foi capaz de impedir o que os bandidos fizeram. Entraram pelo portão da frente, simples assim. Estouraram a fechadura do portão, desligaram os alarmes e pronto.
Deu tempo até de estacionar o carro deles na garagem pra poderem roubar com um pouco mais de segurança. Cômico se não fosse trágico.
Aí eu me vejo tendo que viver na prisão. Eu, que estava tão feliz com a minha casinha, com a bela janela que eu tenho na sala e que já tive que colocar uma grade, feito jaula pra bicho mesmo. Minha casa está cercada por uma cerca elétrica, tenho alarme dentro de casa, em todas as portas e janelas.
Grade na janela da sala e na porta da cozinha. Chave tetra aos montes nas portas. Quando saio, tranco todas as portas de dentro de casa, feito carcereira da minha própria prisão. Sábado, passamos o dia na Leroy Merlin comprando um monte de outras travas e fechaduras e já colocamos onde podíamos.
Só tenho a câmera do interfone, mas pelo jeito é pouco. Já agendei com o serralheiro pra que coloque mais travas no portão de entrada. Encomendei lanças pra colocar no muro. Vou colocar ainda tocos de madeira bloqueando todas as janelas. Tenho um olho grego na porta de casa e um espírito santo bem na entrada.
Antes de sair, peço a deus pra que não deixe nada de ruim acontecer. Fiz seguro da casa. Mas meu  maior medo é que alguém faça algum mal pra minha cachorra. Isso seria o fim pra mim. Eu até penso, quer roubar? Rouba, desde que não prejudique a Luna e que não tenha ninguém em casa.
Dessa vez pouparam minha casa. Não sei se por dó, afinal, já me roubaram. Não sei se por falta de tempo ou oportunidade. Não sei se foi sorte. Quando cheguei à noite em casa e vi os portões dos vizinhos abertos com um monte de polícia na frente, revivi aquela sensação de invasão, ainda que dessa vez não tivesse sido comigo.
Me sinto vigiada, afinal, sabiam que o alarme da vizinha estava desligado, ela estava com problemas e por isso não estava acionando o alarme interno há duas semanas. Eles sabiam que o outro vizinho estava viajando. Eles sabiam como desligar o alarme da cerca elétrica. Eles sabiam que de quinta não tem nenhuma faxineira. Eles sabiam tudo.
De onde eles olham? Que horas vigiam? Será que eu já os vi? Será?
A sensação é horrível.
Marquei com duas empresas de segurança patrimonial. Nenhuma apareceu. Ficaram de vir amanhã. Ri foi em todos os vizinhos, sábado de manhã, trocar telefone e tentar ver alguma solução em conjunto.
Guarita na rua é complicado demais, burocrático demais e caro demais. Claro que não há preço que pague a nossa segurança, mas além de ter que registrar o vigia, ou melhor, os vigias porque somos obrigados a ter mais de um por conta da troca dos turnos, temos que nos responsabilizar por sua saúde e vida, caso aconteça algo durante o serviço. Disponibilizar banheiro, além de ter uma licença da prefeitura.
Estamos perdidos, praticamente.
As imagens que as câmeras do vizinho gravaram, mostram que os ladrões agiram em 3 minutos e que foram às 7 da noite. Se eles não nos estudassem muito bem, não saberiam que essa hora não tem mesmo ninguém ainda em casa. E esse horário, todas as empresas que funcionam por ali, já estão fechadas. Ou seja, mais uma vez ninguém viu e nem ouviu nada.
É tão triste viver assim. Como se os errados fôssemos nós. Por que diabos a gente deixou nossos apartamentos? Eram tão mais seguros. Ri vivia dizendo que o apezinho era uma prisão, de tão pequeno. Mas agora nossa casa é uma prisão grande, mais confortável, só isso.
Vamos fazer o que puder pra tentar impedir que isso aconteça de novo, mas fica aquela sensação de que nunca estaremos realmente a salvo. A primeira atitude que a gente tem é a de por a casa a venda, mas aí bate aquela revolta, poxa, eu gosto da minha casa.
É minha.
Aí dá aquela vontade de defender, proteger, abraçar. Fazer de tudo pra que não façam mal de novo. E assim, decidimos tentar mais uma vez. Afinal, estamos colocando tanto amor, que não achamos justo abandonar tudo. Amor e dinheiro, muito dinheiro.
Claro, é um investimento, nem tudo está perdido. Mas já depositei tantas esperanças e planos naquelas paredes cinzas.
Não tem nem um ano que nos mudamos, mas entramos em acordo e estipulamos um prazo. Enquanto fazemos o possível que está ao nosso alcance para inibir esses bandidos de merda, demos até dezembro pra que nada de mal volte acontecer na vizinhança. Do contrário, o jeito realmente é voltar pra um apartamento, está decidido.
Queríamos a casa pra ter mais liberdade e foi justamente o contrário que conseguimos. Às vezes me pergunto, por que, entre tantas casas que procuramos, tivemos que escolher justo essa? Eu procuro uma coisa boa no meio de tudo isso.
A vizinha comentou que o lado bom era poder comprar eletrodomésticos mais modernos, mais novos. A gente riu. Porque quando foi com a gente, tentamos achar consolo na TV smart nova, maior e mais fina. No notebook mais rápido e moderno.
Quero achar uma explicação pra tudo isso. Que lição tenho que aprender ou pra que tenho que passar por isso. Enquanto isso, vamos tocando, tentando esquecer ou ao menos, tentando viver na nossa liberdade condicional. Preciso acreditar e quero acreditar que o bem sempre vence. 

sexta-feira, 8 de março de 2013

merci!

Estava eu reclamando ao meu professor, que achava um saco os verbos irregulares, porque né, tinha que ser tudo igual pra facilitar a vida.
E aí, mais uma vez, ele me deu uma lição de vida na aula de francês e disse: o diferente é a emoção da vida!
Tá aí uma verdade.
Adoro aprender francês e também um pouco de vida nas entrelinhas.

terça-feira, 5 de março de 2013

mini cruzeiro



































O SBT, todo ano, dá pra nós - os mídias, um mini cruzeiro. Eu fui no primeiro, em 2008, o navio foi o Island Escape. Fui porque né, era de graça, ia ser divertido ficar com a galera, 3 dias, praia, tudo pago, por que não né?
E nos anos seguintes, apesar de ter sido bom o primeiro e tal, não senti vontade de repetir a dose não. Aí, esse ano, encasquetei na cabeça, ah, é de graça, vai ser bom ficar com a galera, até convenci umas amigas mais chegadas a irem, assim o negócio ficaria ainda melhor, mas foi só pisar no navio pra eu me lembrar por que realmente eu não tinha ido nos outros anos.
Eu enjoo. E muito.
Aí que uma das amigas não pode ir. Ou melhor, aquele mesmo diretor meu que fez toda aquela palhaçada comigo, no fim do ano passado, a proibiu de ir nos quarenta e cinco do segundo tempo da véspera. 
Bom, no geral, tirando a dopagem que tive que tomar de remédios contra enjoo e vertigem, até que foi tudo bem. Se vale a pena? bem, acho que passei um pouco da idade, a galera tava muito na vibe da pegação, curtição, beber até morrer. Acho que não é bem minha praia.
Curti com minha amiga que restou, aproveitamos pra relaxar o quanto pudemos, conhecemos Ilha Grande, que por sinal, não tem nada. Parece até um pedaço de terra esquecido por deus. E conheci o outro lado de Ilhabela, que ainda não tinha tido oportunidade de ver.
Tudo muito caro, mas ok, o resto era tudo free mesmo.
No mais, acho que serviu pra me despedir dessa vida cruzeirística. Se indico? Bem, dessa vez fomos no luxuoso MSC Fantasia, que nem se compara ao anterior. O navio é um sonho mesmo: cassinos, restaurantes temáticos, piscina aquecida, coberta, descoberta, saúna, spa, bares, teatros, tobogãs, free shop, enfim, acho que não conheci nem 10% do que ele oferecia.
Pra quem curte  uma boa praia e não enjoa com facilidade, sim, recomendo. Mas se você for mole que nem eu, que com qualquer balançadinha já bota os bofes pra fora, aí é babado. Porque ficar a base de remédio é uma merda, fora o sono que dá.
Mas, se você for uma pessoa normal, vai na boa que é do caralho.