sexta-feira, 26 de abril de 2013

game of thrones: the exhibition

Está rolando, no JK Iguatemi, uma exposição da série Game Of Thrones, até o dia 30. E ontem rolou uma sessão exclusiva, com direito a cocktail open bar com o pessoal do comercial da HBO, para nós - publicitários.
O que foi ótimo, afinal, os 25 mil ingressos que disponibilizaram, acabaram nas 3 primeiras horas, assim que o Live Pass liberou. Mesmo a cota extra, com mais alguns convites, se esgotaram em 3 minutos. Ou seja, graças a HBO, pude curtir de perto essa exposição que está, digamos assim, sensacional!
E quem me conhece ou acompanha o blog, sabe o quanto eu curto essa série, então talvez esse post fique um pouco longo e tal.

GOT está na 3ª temporada, que estreou há 3 semanas. A série é baseada na obra A Song of Ice and Fire, de George R. R. Martin. Se passa nos Sete Reinos de Westeros. Basicamente a história mostra diversas lutas entre dinastias diferentes (as várias "casas"), para chegar ao Trono de Ferro e governar Westeros. Só que entre os reinos, muita coisa pode acontecer, afinal, todos tem motivos de sobra pra reclamar o trono.


Falando um pouquinho dessa foto acima, são os 5 brasões das famílias "mais importantes" de Westeros. A primeira é uma cabeça de lobo e representa a Casa Stark. É a principal casa do Norte. Os Stark atuam como guardiões da região há mais de 300 anos. Um dos ancestrais da família foi quem criou a Muralha de Gelo maciço que protege a fronteira norte do continente. O patriarca da família é o nobre Ned Stark, casado com Catelyn Tully e com quem tem 5 filhos: o mais velho Robb, a comportada Sansa, a travessa Arya, o curioso Bran e Rickon. Ele tem um filho bastardo, Jon Snow, que vive na mesma casa. E embora a família tenha servido fielmente ao reino, Robb rompe os laços com o rei Joffrey Baratheon ao saber da execução de seu pai, assumindo assim o papel de Rei do Norte.

O 2º brasão é da Casa Targaryen, representado por um dragão. Há centenas de anos, depois de um desastre conhecido como A Perdição de Valíria - que dizimou a terra natal e matou a maioria dos dragões do mundo, os Targaryen invadiram Westeros e conquistaram os Sete Reinos. Séculos de casamentos incestuosos resultaram no rei louco Aerys Targaryen. Cruel e tirano, foi deposto por Robert Baratheon, que eliminou grande parte da família real antes de tomar o Trono de Ferro.
As duas crianças sobreviventes, Daenerys e seu irmão Viserys foram levados para o continente de Essos, onde apenas Daenerys permanece. Adulta, chega a "chocar" 3 dragões e vai tentar recuperar seu reino, que é seu direito de nascença.

O 3º brasão é da Casa Lannister, representada por um leão. É a mais rica família de Westeros, vindo de Rochedo Casterly governaram o reino até os dragões dos Targaryen conquistarem o continente. O astuto poder de intermediação do patriarca, o Lorde Tywin Lannister, colocou a família em uma posição privilegiada. O casamento de sua filha Cersei com o rei Robert levou os Lannister a Porto Real. O poder do clã foi mais ainda solidificado com a ascensão de Joffrey, filho do casal, apesar dos rumores sobre sua legitimidade. O irmão de Cersei, Tyrion, faz o que pode para tentar controlar a imperiosidade do sobrinho. 

O 4º brasão representa a Casa Baratheon, cujo símbolo é um alce. Fundada após a conquista de Aegon Targaryen, governou os Sete Reinos nsa últimas décadas, depois que Robert tomou o Trono de Ferro. A sede ancestral da família, conhecida como Ponta Tempestade, era defendida pelo irmão mais novo de Robert, Renly - um insulto ao mais velho Stannis, relegado à fortaleza ilhéu Pedra do Dragão. Com a morte de Robert e Joffrey no poder, Stannis comprometeu-se a tomar o Trono de Ferro, pois não acredita que Joffrey seja realmente filho de seu irmão.

E o último brasão representa a Casa Greyjoy, seu símbolo é uma lula. Seu poder remonta ao grande Rei Cinzento, que governou durante a Era dos Heróis. Diz a lenda que o Rei Cinzento governava o próprio mar e tomou uma sereia como esposa. Embora ainda seja a família mais poderosa das Ilhas de Ferro, os Greyjoy sempre tiveram projetos maiores. Anos atrás, os Stark esmagaram uma rebelião iniciada pelo Lorde Balon Greyjoy, que esperava governar como rei independente a partir da Ilha de Pyke. Depois da tentativa frustrada, Ned Stark tomou o único filhoo sobrevivente de Balon, Theon, sob sua custódia para garantir a obediência dos Greyjoy.

Abaixo é uma miniatura de Jon Snow e uma réplica de um dos dragões da Khaleesi.


Acima, figurino da família Stark. Ao lado, Daenerys e seu amor Drogo. E abaixo, mais alguns brasões de outras casas ou releituras das mesmas.


Aqui tem um pouquinho de tudo. Gravuras e miniatura de um dos meus personagens favoritos: Tyrion Lannister, os 3 pôsteres da série, miniaturas do Cão, Khaleesi e Drogo, além de alguns outros objetos usados pelo elenco. A coroa do rei, uma miniatura do Trono de Ferro. Eu e meus amigos na mesa do Rei, fingindo que estamos decidindo alguma coisa importante, e "Os outros", essa figura horripilante. 



Acima, uma gravura de Jon Snow, outro de meus favoritos (o filho bastardo de Ned Stark). Alguns dos utensílios e figurino usado por ele na Patrulha da Noite.

A Patrulha da Noite foi fundada eras atrás, ela vigia a Muralha de Gelo, que protege os Sete Reinos dos selvagens do Extremo Norte. Nos últimos tempos, o número de homens que compõe a Ordem diminuiu e. agora, ela busca recrutas, principalmente nas masmorras de Westeros. Impulsionada pelo aparecimento de criaturas demoníacas conhecidas como "caminhantes brancos".




Figurinos usados pela Khaleesi e família Lannister. E alguns outros objetos utilizados pelo elenco. Essa parte das armas está bem legal. Tem a espada de Ned Stark e até a de madeira da Arya (fofa!!!). Adorei!


Falando em Arya (outra que eu gosto muito), uma gravura dela acima, junto com alguns documentos usados na série, como a nomeação de Ned á Mão do Rei e uma carta de Theon para Robb. E a última foto com o armamento utilizado pelos personagens.


Croquis dos figurinos de Ned, Cersei e Khaleesi. Achei o máximo!


Pôster de divulgação da 3ª temporada (esse estava no espaço exclusivo da HBO).


Uma das experiências mais legais foi poder participar do "game" Battle of Blackwater Bay, onde você tinha 3 chances de disparar uma flecha e tentar acertar um dos navios atracados por ali. Eu, que não levo jeito nenhum pra coisa e que nunca peguei num arco na vida, não consegui acertar em nada e desperdicei minhas chances. No final, minha sentença: o rei Joffrey pediu minha cabeça!!


Diversos desenhos de vários personagens. Muito bem feitos por sinal. Bem que a gente podia levar pra casa né? Aliás, senti muita falta disso, não tinha nada pra gente levar pra casa.


E por fim, o que todos esperam, sentar no Trono de Ferro. É a experiência mais legal, porém, é meio que corrido, sabe? Acho que pra não acumular muita fila (isso porque estávamos em um número bem reduzido, uma vez que era exclusivo). Mesmo assim, é legal sentar num trono, viu? Ainda mais nesse!!! 

O Trono de Ferro é a personificação do poder dos Sete Reinos. Depois que Aegon Targaryen conquistou os reinos de Westeros, ele forjou seu trono de poder com as espadas de todos os inimigos que derrotou. Ao longo dos séculos, a estatura do trono cresceu com a cada nova conquista ou revolta esmagada. Por conta de suas lâminas expostas, o assento é notoriamente desconfortável. O último governante da família Targaryen, Aerys, o rei Louco - também era conhecido como Cicatriz, por conta das muitas vezes que se cortou nas lâminas do trono. 

Todas as fotos são de minha autoria e alguns dos textos explicativos são da própria exposição (com alguma adaptação ou pitaco meu).

Em geral, eu gostei muito da exposição, porém senti falta de muitas outras coisas. Mas quem sabe pro ano que vem não volte e ainda mais completa.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

previsões futuras

Dia desses, conversei com minha diretora, afinal, semana que vem completo 5 meses na casa nova e até hoje não tive nenhum feedback. Fora o cenário atual que é bem desanimador e ocioso, fui tentar ver o que dá pra melhorar.
Com relação ao meu trabalho, tudo ok, tudo ótimo, entrego o que me é solicitado, porém, me falta ser mais extrovertida e enturmada com a galera. Esse sempre é um problema pra mim, primeiro porque eu realmente sou tímida, e depois porque eu não tenho o menor saco pra ficar fingindo que gosto das pessoas, quando na verdade eu tenho preguiça da maioria delas.
A maioria, por aqui, é um bando de babaca, com o ego nas alturas, que não sabe nem falar (e nem responder) seu bom dia, que fala umas coisas que qualquer adolescente falaria e fica um monte de otário rindo em volta.
Desculpa, mas pra mim é muito difícil me enturmar com esse tipo de pessoa. Então prefiro ficar no meu canto, tentando realmente conhecer melhor quem tem alguma afinidade comigo. Mas, não importa muito o quanto eu faça bem meu trabalho, enquanto eu não souber ser essa pessoa que eu não sou, isso sempre vai ser um problema.
Enfim, fora isso, falando realmente do que importa, diz a lenda que no segundo semestre as coisas vão acontecer. Vamos dizer que já tá logo aí, mas haja paciência né? E outra, é uma "lenda", ou seja, pode ser que role e pode ser que não.
E ando com tanta preguiça de procurar outro emprego, nessa área tão ingrata que escolhi que não sei se finjo que acredito e aposto nesse tal segundo semestre, se espero até o fim do ano, se agito pra sair mesmo. 
O bom é que pelo menos a conversa serviu pra mostrar que não estou acomodada e nem satisfeita com o ritmo das coisas. Depois ninguém vai poder dizer que não avisei.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

adotando

Adotar: tomar, escolher, preferir, seguir. Admitir legalmente como filho (a). Sinônimos de adotar: abraçar, admitir, concordar, empregar, esposar, filiar, perfilhar, tomar e tolerar.

Sábado fomos até o Centro de Controle de Zoonoses, na zona norte, pertinho do Campo de Marte. Estava acontecendo a festa de adoção "show de bola". O evento contaria com um desfile de cães identificados com o uniforme dos times paulistas, e os adestrados iam participar de um jogo de futebol.
O intuito era promover a adoção dos cães e gatos que ficam sob os cuidados deles. Mais de 400 cães e mais de 300 gatos, bem que a voluntaria que nos atendeu disse que era pra gente não se assustar.
Aquele barulho todo estava deixando os cachorros bem agitados.
Visitamos vários cachorros. Eles são até que bem cuidados, dentro do possível, ficam em jaulas razoavelmente grandes, com comida e água. Os que são mais sociáveis dividem as jaulas com mais de 2 ou 3 cães, os super bravos ficam numa ala separada.
Me cortou o coração ver todos aqueles cachorros implorando por um pouco de amor, de compaixão. Quem me conhece sabe o quanto eu sou mole pra esse tipo de coisa. Eu não quero adotar nenhum cachorro agora por conta da Luna, mas Ri insistiu, então fomos lá ver o que nos esperava.
O processo de adoção é bastante burocrático, mas eu até que concordo, afinal de contas, estamos tratando de sentimento, não importa se é de um animal ou de uma pessoa.
Nós, mesmo se quiséssemos, não poderíamos ter adotado naquele dia. Como já temos cachorro, é necessário fazer um processo de adaptação e socialização, tanto do cachorro que escolhermos quanto com a nossa Luninha.
Ri queria levar um filhote, porque aí fica tudo mais fácil, mas eles não estava disponíveis naquele dia. O objetivo era fazer com que as pessoas levassem os animais mais velhos.

Mas a burocracia não para por aí, pra adotar um animal a pessoa deve ter mais de 18 anos, levar coleira e guia para os cães, ou caixa de transporte para os gatos, documentos pessoais como CPF, RG e comprovante de residência. A taxa pública referente à adoção é de R$ 16,20 e o RGA, o Registro Geral Animal, é emitido na hora.
Os novos proprietários receberão também informações sobre guarda responsável e demais orientações que serão fornecidas pelos funcionários do CCZ.
O lugar estava bem cheio, muito barulho e tal. Vi que muita gente estava adotando, a imprensa estava cobrindo o evento, mas a voluntária estava tão desanimada, dizendo que era tudo muito lindo, mas que a maioria dos animais adotados são devolvidos na semana seguinte.
Isso porque as pessoas não tem paciência de cuidar de um animal que já vem cheio de vícios, de traumas, de manias. Poxa, são animais de rua, imagina por quanta coisa ruim eles não passaram.
Tinha cachorro com tudo quanto era tipo de problema, uns com um medo que dava pra ver nos olhos, outros suplicando pra você levá-lo pra casa, pra tirá-lo dali. Outros doentes, em tratamento, outros bem velhos, outros completamente judiados (não pelo CCZ, mas provavelmente por algum antigo dono).
E a moça nos contou que muita gente deixa os bichinhos na porta do CCZ, abandonam mesmo. Quem faz esse tipo de coisa não tem coração.
Enquanto passeava por entre as jaulas, tive que segurar o choro várias vezes. Alguns cachorros me fizeram rir, porque queriam se mostrar, chamar atenção, faziam graça. 
Lá são todos bem cuidados, castrados, vacinados. Estão sujos, mas dá pra ver que o mínimo não lhes falta. Visitamos a maternidade, estava cheia de filhotinhos. Mas eu não conseguia parar de pensar nos mais velhos. Porque filhote todo mundo quer né. Mas todos os outros precisam também de um lar e de pessoas que o amem.
Pra mim é muito duro, eu sou muito mole com animal. Saí de lá bem mal, porque ao mesmo tempo que queria levar todos, sei que também não posso. Ainda queremos adotar um cachorro. Por mim, pode ser velhinho mesmo. Eu daria todo o amor possível a ele.
Só que por enquanto não vai dar.
Mas, se você mora em São Paulo e tá muito a fim de ter um amiguinho fiel, que vai te amar mais que tudo nessa vida, fica a dica. Se der, não leve o filhote, dê uma chance aos mais crescidinhos. Eles merecem.
Fica aí a dica:
Local: Centro de Controle de Zoonoses - Rua Santa Eulália, 86 - Santana
Próximo ao Campo de Marte e Metrô Carandiru
Informações: 3397-8900


Mas não adote pra depois abandonar. Não adote pra desistir no meio do caminho porque na primeira tentativa o bichinho não te obedeceu. Não adote se você não sabe amar incondicionalmente um animal qualquer. 
Porque bicho tem mais sentimento que muita gente que conheço, e não merece ser devolvido como roupa que não serve na gente. 



sexta-feira, 19 de abril de 2013

mind the gap: London!


Tivemos um vôo super tranquilo (de Easy Jet, a leitora Sabrina que me lembrou a cia), e chegamos ao aeroporto de Heathrow, em Londres, debaixo de uma garoa fina e temperatura em torno dos 15 graus. Ou seja, frio.
De lá fomos para o nosso Hostel via metrô, a maneira mais fácil de se locomover por Londres. Porém, o metrô é uma loucura, um milhão de linhas que se cruzam, enfim, louco, mas eficiente. Assim também é a maneira mais barata, rá!  
De metrô para o Astor Hyde Park Hostel, você precisa pegar a linha Circle line (linha amarela) sentido Gloucester Road. A estação não é assim tão perto do hostel não. A gente andava umas belas quadras todo dia entre a estação e o hostel, mas ainda assim é mais fácil do que tentar pegar um ônibus, por exemplo. O hostel está em azul no mapa abaixo, vejam como a estação não era assim tão perto... :(


O hostel era bem jovem, gente de todo lugar do mundo, uma muda de maconha na recepção e pessoas esquisitas pra todo lado. Ficamos num quarto só, pra oito e banheiro privativo. Lá alugam toalhas a 5£ (caro), mas às vezes compensava e secador de cabelo (era 1£ mas eles te devolviam na devolução do secador).
As acomodações não eram as melhores do mundo, mas pra dormir e tomar um banho estavam bem ok. O hostel é bem antigo, me fez sentir meio que em Hogwarts, mas eu adorei mesmo assim. No café da manhã havia pão de forma, manteiga, creme de amendoim, leite e achocolatado (sem gosto e a prova d´água, não misturava de jeito nenhum com o leite). Era isso, bem simples, no máximo tinha uma torradeira, mas não era nada demais.
Mas é aquilo, a gente tomava esse café bem cedinho e mais tarde comia mais alguma coisa na rua mesmo.




Dos 3 dias que estivemos em Londres, todos choveram e apesar do sol matinal, o vento era bem gelado. No primeiro dia, fomos fazer o tradicional passeio turístico no ônibus vermelho. Eu achei bacana porque serviu pra gente ter uma geral do todo. Onde fica o que e tal.
Almoçamos o tradicional fish and chips, mas não me lembro o restaurante (eu sou péssima com isso, mas prometo que vou anotar todos os que valem a pena). Esse é um dos que valem, mas infelizmente não lembro o nome. Mas esse prato é típico e você encontra em qualquer lugar.


Optamos por fazer coisas mais próximas do hostel, então passeamos no Hyde Park, o parque que fica bem pertinho do hostel. O parque é lindo, mas é gigante, não conhecemos nem metade. De lá, fizemos algumas comprinhas, mas é tudo muito caro, afinal, é em libra né minha gente. Mas deu pra dar uma espiada na H&M e levar algumas coisinhas que custavam entre 3 e 10£. Como estava chovendo, foi o que deu pra fazer. A elegância remete a uma outra época, parece que você está vivendo num filme de Hollywood.


No segundo dia, queríamos ver a troca da guarda. Gente, pode falar que é brega, que não tem nada a ver, mas a gente foi e ponto. Demora séculos, a gente chegou ainda estava vazio, mas aos poucos foi ficando mega lotado.
A cerimônia da troca da guarda acontece em frente ao Palácio de Buckingham, os Old Queen´s Guards fazem a troca (é porque tem mais do que um tipo de guarda e de troca), entregando as chaves para os New Queen´s Guards.
Chegamos lá por volta das 9h e a troca acontece às 11h30 (mas a gente não sabia). Pra chegar lá tem várias estações de metrô a sua escolha: Victoria, Westminster e Hyde Park Corner.

 olha só o romance!!!




De lá fomos passear mais no centro, onde fica o Big Ben, o Parlamento e a London Eye. De metrô pegue a linha amarela (Circle Line) a partir de Gloucester Road e desça em Westminster ou Embankment. Como estávamos do lado, fomos andando mesmo. E admirando as belezas históricas da cidade.


A cidade toda estava em reforma por conta das Olimpíadas de 2012, mas mesmo com todo o transtorno das obras, não estava nenhum caos. Como a fila pra London Eye estava gigante, paramos nos “restaurantes” que tem ao redor e comi o melhor waffle de todos os tempos. Isso tinha em qualquer portinha de Londres. Ali também tinham vários quiosques cheios de souvenir típicos, como canecas com fotos da família real.

Fizemos o “passeio na London Eye e foi incrível poder ver Londres de lá de cima. Ela é a terceira maior roda gigante do mundo, com 135 metros de altura. É incrível observar a magnitude do Big Ben e do Parlamento lá de cima, é uma das visões mais incríveis que já tive.




De lá pegamos um barco e passeamos pelo rio Tâmisa, por ali é possível observar a Torre de Londres, a Tower Bridge e o Westminster Palace.  Na última parada, perto da Tower Bridge, almoçamos no Subway e de lá fomos para o Museu da Madame Tussauds.


O museu de cera da Madame Tussauds foi um dos passeios mais legais que fizemos, porque além de todas as personalidades históricas em cera (muito, muito reais), também tem atrações a parte, como o passeio de terror (com atores e que parecia muito com aquele túnel do terror do Playcenter) e o cinema em 4D com os personagens da Marvel (sensacional!!!).

Os ingressos custam uns 30 reais, mas vale muito a pena. De metrô a estação é a Baker Street.



Voltando pra casa, pegamos o Museu de História Natural ainda aberto, e como a entrada é gratuita, entramos. Porém, entramos por volta das 17h e às 18h eles fecham, nem um minuto a mais e nem um minuto a menos.
O museu é incrível, mas não conseguimos visitá-lo inteiro, o que foi uma pena. Só o esqueleto do dinossauro, bem no salão principal, já entrega o quanto tudo lá dentro devia ser muito legal. Do pouco que consegui ver, adorei!
De metrô, a estação é a South Kensington, mas ele ficava bem do lado do nosso hostel.


A noite fomos comemorar o aniversário do Ri em um pub, lá pros lados do Soho (um dos bairros mais malucos e alternativos de Londres). Passeamos um bocado pelas ruas por ali, de metrô, com a linha azul (a Piccadilly Line), você consegue visitar Leicester Square, Trafalgar Square, Piccadilly e o Soho, tudo em uns 20 minutos no máximo. 

O Soho é um dos mais tradicionais e famosos bairros, cheio de restaurantes de todos os tipos (jantamos uma massinha delícia, mas pra variar não lembro o nome). De lá fomos pra um pub, como todos são cheios e com filas, escolhemos o que estava mais vazio, e foi ótimo!






No dia seguinte, decidimos visitar a St. Paul´s Cathedral. Igreja onde a princesa Diana se casou com o príncipe Charles. A cúpula é a segunda maior do mundo, perdendo apenas pra Basílica de São Pedro.

Lá é incrível, a igreja é monstruosa e imponente, infelizmente não é possível tirar fotos. Fiz um tour guiado (com um aparelho) e subimos os 300 mil degraus (mentira, mas são mais de 500) até chegar a Golden Gallery, que é de onde se pode ter mais uma vista incrível da cidade.
Pagamos (sim, pagamos) cerca de 15 reais pra entrar. De metrô, você pode descer nas estações St. Paul´s ou Mansion House).



De lá, fomos para o British Museum, que fica na estação Holborn do metrô. A entrada é gratuita e o museu é incrível. O lugar abriga mais de 13 milhões de peças históricas de toda a humanidade, então imagina só que viagem no tempo esse lugar.  
Óbvio que não conseguimos visitar nem metade do museu, tinha muita, muita coisa. Escolhi ver a parte de história mais antiga, como Egito e Roma.
O museu funciona das 10h às 17h, todos os dias. Vale muito a visita, principalmente se você tiver mais tempo.



Dali, paramos no Starbucks, tomamos um café e nos preparamos para partir, rumo a Paris! 

quinta-feira, 18 de abril de 2013

o massacre do Carandiru

Eu me lembro muito bem desse dia por vários motivos: aconteceu no meu aniversário de 10 anos, era véspera de eleição (e eu sempre me interessei por política, mesmo aos 10 anos), o Carandiru era fascinante (na minha visão infantil e por muitos anos depois ainda) e porque era perto de casa, então eu achava que tudo era muito próximo a mim.
Pra quem não sabe ou não lembra, o massacre aconteceu em 2 de outubro de 1992. O batalhão de choque da PM invadiu o Carandiru e matou 111 pessoas. Sabemos que ali não morreu nenhum santo, mas nada precisava ter sido dessa forma. Se bandido merece a morte, que legalizem a questão da pena de morte.
Se bem que depois daquilo, nunca mais aconteceu coisa parecida. Não que acabasse em tantas mortes assim.
Na época fiquei muito chocada, mas como não ia com a fuça do Fleury, achei foi bom (de maneira negativa) pra sua carreira política, já que até então era ele o governador da cidade. Tive várias interpretações desse massacre: achei justo, depois achei injusto. Tive pena, mas depois tive raiva. Achei que não tinha nada a ver com aquilo, mas ao mesmo tempo queria ter.
O Carandiru ficava pertinho de casa. Pra ir no shopping, a gente passava em frente, pra andar de metrô, passava em frente e eu adorava observar, toda curiosa, quando o metrô parava na frente, aquelas janelinhas com grades, que vez ou outra tinha um braço pra fora ou um pedaço de pano.
Eu tinha medo do que tinha lá dentro, mas me fascinava. E eu entendi esse fascínio estranho quando li o livro do Dráuzio, uma vez que mais uma vez colocariam o Carandiru em minha vida: o livro era leitura obrigatória no vestibular da Cásper.
Mas eu adorei ler aquele livro, saber um pouco de cada história, ver o outro lado da coisa. E aí voltou aquele sentimento de injustiça. Não, ninguém ali era santo, mas nada justifica o que aconteceu. Não tive dó dos presos, não é isso, só acho que as coisas não deveriam ter sido conduzidas daquela maneira. E ponto.
E por esses dias está acontecendo o julgamento dessa galera. Quer dizer, mais de 70 pessoas estavam envolvidas, mas só 25 ou 26 serão julgadas.
Se passaram 21 anos e essas pessoas todas estavam livres, esperando o julgamento. Isso é a piada da justiça brasileira. Um dos maiores responsáveis, inclusive, já está morto. Ou melhor, assassinado. E é claro que os pica grossa estão colocando toda a culpa no fulano. Morto não fala né gente... 
Tudo isso é uma grande vergonha. O massacre, a liberdade dos culpados, a morte dos presos, o julgamento tantos anos depois. É tão ridículo que chega a ser cômico. Não faz mais o menor sentido nada disso. Eles passaram a vida toda soltos enquanto algumas mães já até morreram, esperando por alguma justiça com relação a morte de seus filhos. 
Eu sei que é irônico, porque afinal "é tudo bandido", mas nessas horas eu só consigo pensar na mãe dessas pessoas. O sofrimento de ter um filho preso, seja lá por qual motivo, já é duro demais, e depois ainda isso?? Quantas até já não morreram? Morreram sem ver nenhuma solução pra isso. Crime é crime, não importa se quem o cometeu foi bandido ou polícia. Merecem todos o mesmo destino: cadeia!
Mas depois de tanto tempo... ai que preguiça da nossa justiça...   

quarta-feira, 17 de abril de 2013

o brasil segundo os franceses

Acho que a grande maioria já viu os 65 tópicos que o francês Olivier escreveu sobre suas percepções a respeito do Brasil (tá rolando adoidado nas redes sociais). Eu, que convivo com um francês ao menos algumas vezes ao mês, há mais de um ano por conta das aulas, admito que não é fácil mesmo entender esse nosso querido Brésil.
E aqui vão alguns dos trechos que eu achei mais interessantes, com alguma consideração minha, é claro.

- Aqui no Brasil, as pessoas acham que dirigir mal, ter transito, obras com atraso, corrupção, burocracia, falta de educação, são conceitos especificamente brasileiros. Mas nunca fui num pais onde as pessoas dirigem bem, onde nunca tem transito, onde as obras terminam na data prevista, onde corrupção é só uma teoria, onde não tem papelada para tudo e onde tudo mundo é bem educado!
Que bom constatar que não é só no Brasil mesmo que as coisas são tão enroladas, sujas, burocráticas e ruins. É bom saber que não estamos sós no universo. Porém, nunca tive essa percepção em nenhum outro lugar do mundo em que estive (exceto a parte da educação, porque gente mal educada tá cheia nesse mundão de meu deus). Mas talvez esse seja mesmo o tipo de constatação que a gente só consiga fazer morando mesmo no lugar.

- Aqui no Brasil, quando encontrar com uma pessoa, se fala: “Beleza?” e a resposta pode ser “Jóia”. Traduzindo numa outra língua, parece que faz pouco sentido, ou parece um dialogo entre o Dalai-Lama e um discípulo dele. Por exemplo em inglês: “The beauty? – The joy”. Como se fosse um duelo filosófico de conceitos abstratos.
Sou suspeita pra falar, até porque vira e mexe eu coloco aqui uma dessas reflexões que meu professor vive tendo na aula. A última, inclusive, foi sobre uma massagem que eu fiz. Comentei que eu estava relaxada porque tinha acabado de fazer massagem, aí ele perguntou se eu tinha feito a massagem ou recebido. Parece besteira, mas faz todo sentido. Nossa língua é mesmo uma loucura de se entender pra quem não é daqui.

- Aqui no Brasil, relacionamentos são codificados e cada etapa tem um rótulo: peguete, ficante, namorada, noiva, esposa, (ex-mulher…). Amor com rótulos.
Acho que é mania nossa mesmo essa coisa de rotular tudo. Não só os amores, mas as amizades. É melhor amigo, colega, conhecido. Tantos títulos pra tão pouca coisa prática.

-Aqui no Brasil, o povo é muito receptivo. E natural acolher alguem novo no seu grupo de amigos. Isso faz a maior diferencia do mundo. Obrigado brasileiros.
Tá aí uma coisa que é nossa. Somos assim mesmo, acolhedores. Du rien Olivier, du rien.

-Aqui no Brasil, o brasileiros acreditam pouco no Brasil. As coisas não podem funcionar totalmente ou dar certo, porque aqui, é assim, é Brasil. Tem um sentimento geral de inferioridade que é gritante. Principalmente a respeito dos Estados Unidos. To esperando o dia quando o Brasil vai abrir seus olhos.
Ah, Olivier, eu também espero e muito por esse dia. Se o povo soubesse o poder e o potencial que tem, o Brasil tinha tudo pra ser realmente um dos melhores lugares do mundo.

terça-feira, 16 de abril de 2013

que país é esse?

Vivemos num país em que pessoas doam bolsas Prada pra uma simples campanha do agasalho, achando que assim está cooperando no caso de quem recebê-la precisar ir a uma entrevista de emprego.
Ao mesmo tempo, outra rica louca passa na Lacoste e resolve fazer uma compra de camisetas pra doar na mesma campanha.
Não sei se o que mais me deixa indignada é a falta de consciência dessas pessoas ou a sua pobreza de espírito. Tanto dinheiro e tão pouca sensibilidade. Tanta riqueza no banco e tanta pobreza na alma.
Quem dera as bolsas Prada da vida resolvessem o problema de qualquer um que precisasse de emprego, não? 
Se bem que a pessoa tem razão, muitos mesmo são escolhidos não pela qualidade de seus currículos ou capacidade profissional, mas por ter um rosto bonito, por ser "legal" ou até mesmo por ter uma Prada.
Parabéns Brasil, um país de todos.
Será mesmo?

segunda-feira, 15 de abril de 2013

viajando pra Madri

Chegamos ao aeroporto Barajas, em Madri, bem cedinho, de uma terça. O aeroporto é incrível, um dos mais modernos e bonitos (organizadíssimo!!) que já vi.
Lá tem uma estação de metrô integrada (ê primeiro mundo!), então você não precisa se preocupar em como  se locomover pela cidade, e olha que esse aeroporto é bem longinho do centro da cidade.
Escolhemos o hostel Las Musas Residence, localizado na rua Jesus Y Maria, 12. Do aeroporto até o hostel, de táxi, dá uns 30 euros (caro!), então a melhor saída mesmo é se locomover de metrô (pra todos os lugares).
Dica: pense sempre na comodidade de se hospedar em algum hostel/hotel/albergue (whatever!) perto de alguma estação de metrô. É a melhor forma de se locomover na Europa, pode apostar.

Localização do nosso hostel (cerca de 100m da estação Tirso de Molina):


Para chegar, a partir do aeroporto, é só pegar o metrô na linha Rosa, nº 8 e ir até o final, pegar a linha Azul, nº 10 sentido Puerta del Sur até a estação Tribunal e pegar a linha Celeste, nº 1, até a estação Tirso de Molina. Ali já tá do lado do hostel. (parece difícil, mas não é, lá é tudo muito bem organizado, explicado, seguro e limpo).

Chegamos ao hostel, como falei, pela manhã, e o horário de entrada era a tarde. Mas os meninos (4 argentinos torcedores do Boca), foram super simpáticos (principalmente quando dissemos ser brasileiros) e deixaram a gente acomodar as malas numa salinha.
Dica: como isso é muito comum, sugiro que você tenha uma mala segura, dessas que fecham com segredo ou cadeado. Aí você fica despreocupado (embora ninguém tenha mexido nas nossas coisas).

Recomendo e muito o hostel, porque além de ser perto do metrô, tinha acomodações boas, limpas, o pessoal era organizado e prestativo. Tem uma cozinha comunitária (a maioria dos hostels são assim), mas eles serviam um café da manhã bem simples, torradas, manteiga, leite, cereal, suco e algumas frutas.


Em Madri ficamos 2 dias apenas (é muito pouco!!!), mas conseguimos conhecer alguns pontos bacanas da cidade. 

Primeira parada: Museo del Prado. Este museu é uma das maiores pinacotecas do mundo, inaugurada em 1819 (ê povo avançado!) e se tornou um dos primeiros museus de arte do mundo. O Museu do Prado tem mais de 9 mil obras, entre elas "As Meninas" de Velásquez, além de outros grandes artistas como Rembrandt, El Greco, Rafael. 
Dica: menores de 25 anos (ê lele) não pagam. Rá, eu paguei... :(
Para ir de metrô basta descer na estação Banco de Espanha ou Atocha. Funciona de 3ª a domingo, das 9h às 20h. +dica: se der, programem as cidades em dias que as coisas funcionem (de preferência). Tem muito lugar (dos turísticos mesmo) que não abre em determinados dias da semana e não seria nada legal calhar bem no dia que você vai estar por lá, não é mesmo?



Ao lado do museu, visitamos a Igreja de São Jerônimo de Real. Bem bonita, estava passando por algumas restaurações, mas pra quem gosta de arte sacra ou simplesmente curte igreja (é sempre bom dar uma agradecida né?), vale a visita, e depois também, tá do lado, é só subir as escadinhas. Não paga nada (a menos que você queira acender uma vela de mentira), mas são alguns centavos.


De lá fomos para o Parque do El Retiro. É um dos parques mais bonitos e muito, mas muito bem cuidado. É o maior parque de Madri e é pra lá que o pessoal vai (tipo o nosso Ibirapuera ou Villa Lobos umas mil vezes melhorado). O parque está aberto ao público desde o final do século XIX e sempre abriga exposições importantes internacionais. Lá estão os edifícios Palácio Velásquez e o Palácio de Cristal, que se destaca nos jardins e um belíssimo lago logo a frente.
De metrô é só descer na estação Retiro, linha nº 3.




De lá, após almoçarmos num restaurante na rua mesmo (não me lembro o nome), fomos passear pela cidade e paramos na Praça de Cibeles. Há uma fonte bem no meio da praça (foto), que leva o mesmo nome.
A fonte representa a deusa Cibele, símbolo da Terra, agricultura e fertilidade.
Ao seu redor estão os edifícios mais importantes como Palácio de Linares, Buenavista, o Palácio das Comunicações e o Banco da Espanha. 
Nós fomos até o Palácio das Comunicações, é possível fazer uma visitação guiada e o lugar é muito bonito, mas nós ficamos apenas no térreo mesmo (agora não lembro se o horário de visitação já havia acabado ou se a gente resolveu fazer alguma outra coisa). 
Pelo metrô é só descer na estação Banco de Espanha, linha 2.


A noite fomos até a Plaza Mayor, onde escolhemos um restaurante pra jantar (também não me lembro qual). A Plaza Mayor foi, no século XVII, não só o eixo comercial da cidade, mas também onde aconteciam os principais eventos da cidade, como autos da Inquisição, execuções, canonizações, celebrações, corridas de touros, etc.
De metrô, estação Ópera (linha 2 ou 5). 
Dica: comer fora dos restaurantes (na área externa) tem preço diferente, normalmente mais barato. Em um lugar tão agradável como esse, vale muito a pena sentar nas mesinhas do lado de fora mesmo. O preço da comida que você leva pra viagem é ainda mais barato.

 ps: está de dia, mas nós estávamos jantando (já eram quase umas 8 da noite e o sol ainda brilhava!!!


No outro dia, fomos conhecer o estádio do Real Madri. O Santiago Bernabéu fica ao norte da cidade, perto da estação Novos Ministérios e lá também funciona o coração financeiro de Madri. 
Dá pra fazer o tour no estádio em qualquer dia da semana, não me lembro bem o custo da entrada, mas não é muito caro.
Na saída que dá pra avenida Paseo de la Castellana, está a loja do clube. Uma perdição de compras para os meninos (mas na minha opinião não estava nada barato).



De lá fomos para outra praça importante, a Puerta del Sol. Aí é o coração do centro histórico da cidade, onde tem o símbolo da cidade: El Oso Madroño, um urso querendo pegar os frutos em uma árvore. Lá também tem o marco zero da cidade, perto da estação de trem. 
Além da estátua do urso, há também uma estátua de D. Carlos III em seu cavalo. 




Lá também tem a loja mais legal do mundo, o El Corte Inglés, que é uma das mais tradicionais lojas de departamento da Espanha (tem em Barcelona também, para nossa alegria!!!). Lá tem de tudo, tudo mesmo. E tudo a um preço muito bom. Calças da Diesel por 100 euros (em Barcelona achamos uma loja que as vendia a 30/40 euros, mas eram da coleção passada - comprei várias, quem vai saber hehe). Mas também coisas baratinhas como sapatos por 5 euros. 
Sim, C-I-N-C-O euros!!!
Ao redor dessa praça há várias outras lojas de bairro, com um monte de coisa bacana (bijus e roupas aos montes) e enquanto as meninas se acabavam entrando e saindo dessas lojinhas, que ficavam uma ao lado da outra, os meninos ficaram bebendo na calçada de um bar.
Minhas lojas preferidas, depois do Corte Inglés, foram a Desigual e a Zara (rá!). A Zara de lá é realmente bem barata.

Bom, essa foi nossa passagem rápida, porém muito proveitosa por Madri.

Clima: dá pra perceber que estava bem quente né? Pois sim, fomos em julho e fazia em média uns 35/37 graus. O sol começava bem cedo e ia até umas 8 da noite. Não choveu nenhum dia, foi só o calor que deus mandava.

Dica básica: carregue uma garrafinha de água, porque em qualquer fonte/bica é possível reabastecer com água potável e de graça. Protetor solar, óculos, boné ou chapéu também ajudaram bastante. 

O que mais gostei: os madrileños e o parque El Retiro

Próxima parada: London!