terça-feira, 28 de maio de 2013

Florença, Maranello e Veneza

Continuando os posts sobre minhas viagens, vou falar aqui das últimas 3 cidades italianas que conhecemos: Florença, Maranello e Veneza.

De Roma fomos até Florença de trem e ficamos hospedados no Hotel Annabella, que ficava a 100m da estação Santa Maria Novella. Pegamos também 2 quartos com banheiro privativo, mas não foi uma das nossas melhores estadias.
O nosso banheiro inundava o quarto, isso porque era um dos lugares mais "novos" em que estivemos. Mas, até que pra passar uma noite deu. Além disso, era perto mesmo de tudo.


Como ficaríamos apenas 1 dia e meio, tivemos que correr pra conhecer um pouco dessa maravilha chamada Florença (ou Firenze, pra quem preferir). 
Começamos caminhando em direção à Igreja principal, a Duomo e dar uma passadinha lá dentro (lembrando que lá eles são super rígidos com relação a roupa que você usa pra entrar na igreja, mas havia uns lenços disponíveis pra quem precisasse, bastando devolver na saída). A igreja é belíssima, como outras tantas que há por lá.


De lá fomos até a Piazza della Signoria, que é onde está a famosa réplica de David, de Michelangelo, a Fontana de Netuno e o Palazzo Vecchio, a prefeitura da cidade. Aproveite e tome mais uma vez um dos melhores sorvetes do mundo (tá aí uma coisa que a italianada sabe fazer bem!).


De lá atravessamos a Ponte Vecchio, dá pra se ter uma bela vista da cidade e foi um passeio super agradável de se fazer. Ótimo pra quem quer comprar jóias, era o que mais tinha por lá. Dizem que os alemães, durante a 2ª Guerra, não tiveram coragem de destruí-la, tamanha sua beleza.
É bonita mesmo.
Ao final da ponte, escolhemos um restaurante para almoçar, mas que não vale nem a pena mencionar qual, foi só mais um numa praça cheia de pombos para todos os lados, com quem tivemos que dividir quase o nosso prato. Afe... Mas tirando esses pombos malditos, é tudo muito maravilhoso.
Há também uma feirinha no final da ponte, com muitos brasileiros por sinal, vendendo bolsas de couro, pashiminas e outros artigos de decoração.


Á noite jantamos na Cantina do Zio Gigi, essa vale a pena indicar. Ótimo atendimento, o dono, o Zio Gigi, era um italianão muito simpático, até cantou pra gente. Boa comida e preço justo. Dica valiosa hein!
Olha só a pontinha do Duomo de noite! Dá pra subir na biblioteca e observar a cidade, mas eu acabei não indo.



No dia seguinte, partimos rumo a Maranello. O que era pra ser só uma paradinha, acabou se estendendo por quase todo o dia.
Chegando na estação Bologna, pegamos um táxi e fomos até Maranello (não ficou muito caro, acho que uns 30 euros), mas não achamos outra maneira de chegar. Aliás, pra todo italiano que a gente perguntava como chegava lá, todos riam e falavam: má vai fazer o que lá, mamma mia!?
Mal saímos do táxi, 389 pessoas vinham falando: Ferrari? Ferrari? Ferrari?
Pra variar, um brasileiro acabou convencendo a gente e fomos até sua loja alugar a tal Ferrari. Como esse era o sonho do Ri, eu nem reclamei. No fim, todo mundo deu uma volta na Ferrari e se divertiu a valer.
Na época eram 90 euros por 15 minutos. O Ri alugou por meia hora. Você pode pilotar a Ferrari nas ruas da cidade e na estrada, sem limite de velocidade. E dá pra dirigir com a sua carteira de habilitação daqui mesmo.



Lá na cidade fica a Fábrica da Ferrari e o Museu da Ferrari. Ou seja, fora Ferrari, não tem mais nada lá. O legal é que eles curtem e admiram muito o Ayrton Senna, então é super gratificante ver essa admiração por um brasileiro numa terra em que a Fórmula 1 é levada tão a sério.
É um passeio mais de menino, mas foi emocionante andar a quase 300km/h num carrinho básico como a Ferrari.



Saímos de lá no fim da tarde rumo a Veneza, um dos meus lugares preferidos no mundo!!

Chegamos a estação Santa Lucia bem a noite e ficamos hospedados no hotel Alloggi Agli Artisti, bem pertinho da Ponte Rialto. Lá em Veneza é tudo muito caro, esse foi o mais em conta que encontramos, mas também um dos mais caros, R$ 229 para 1 noite.
Era meio confuso, botaram a gente num quarto que já tinha gente, mas depois de tudo resolvido, ficou tudo certo. As camas não eram muito confortáveis, mas o café da manhã era bom, então até que compensava.
Demos uma volta rápida perto do hotel e logo voltamos pra descansar.




Veneza, com certeza, é a cidade mais diferente do mundo, as ruas são riachos, tudo é em cima da água, ou seja, é realmente coisa de cinema. Não senti nenhum mau cheiro, pelo contrário, pra mim era cheiro de maresia, nada demais.
A principal praça é a Piazza San Marco e pra chegar até ela você deve atravessar o labirinto que é Veneza, se quiser ir a pé (o que eu recomendo) ou de barquinho (que é tipo a lotação deles), mas não lembro o preço.
É muito legal andar pelas ruelas de Veneza, tudo tão antigo, tão cheio de história, uma viagem no tempo.


Na Piazza San Marco está a Basílica de San Marco, do século XI (meodeos!), onde ainda estão os restos mortais do santo de mesmo nome. Lá nessa praça é onde acontece tudo, é a vida da cidade. 
Lá estão a Velha e a Nova Procuradoria e o Palazzo Ducale, sede dos últimos governos de Veneza.
Não entramos na Basílica porque havia uma fila gigante, mas dá pra imaginar sua beleza extraordinária.
Muitas lojas de murano e máscaras de carnaval pela cidade, infelizmente não se pode fotografar nada.



Comprei uns pôsteres de um artista de rua (já enquadrei e estão em casa), comprei as tradicionais máscaras também, não tem como, você quer levar uma de cada. Não fizemos o tradicional passeio de gôndola, achei muito caro (uns 80 euros).

Eu moraria fácil nessa casinha aí embaixo. Ai, amei Veneza!


sexta-feira, 24 de maio de 2013

na espera de um milagre

Apareceu um caroço na Luna na semana passada. O veterinário fez punção e aparentemente parecia ser apenas uma inflamação. Tratamos com anti-inflamatório e o negócio reagiu muito bem, chegando quase a sumir. 
Mas aí, sábado à noite voltou com tudo, maior e mais duro. Com medo, liguei pro veterinário, que me aconselhou a passar uma pomada com cortisona, dar dipirona e fazer compressa. O inchaço diminuiu, as dores também, pelo que pude perceber e pelo que conheço da Luna, mas não desapareceu. 
Voltei ao veterinário e ele ficou chocado como o caroço tinha aumentado e estava tão duro, tão diferente do que estava antes. Imediatamente submetemos a Luna à uma biópsia. Hoje fui lá trocar o curativo e colocar uma roupinha pós-cirúrgica. Ela vai ficar assim até quarta, quando vamos tirar os pontos.
Estamos aguardando o resultado do exame, porém o veterinário suspeita de um tumor ou um linfoma. 
Pediu pra que eu rezasse e me preparasse pro pior.
Mas estou muito na expectativa de que não seja nada disso... eu acredito em milagres e estou esperançosa de que vai ser só um susto.
Só que até lá né, coração apertado, apertado.

terça-feira, 21 de maio de 2013

no radar

Dizem que você tem que saber tudo de internet, tudo o que está acontecendo no mundo, na política, no Brasil, em São Paulo, nas principais capitais, um pouco de cada religião, um pouco de cada estilo de música, as fofocas do momento, as celebridades do momento, as que já não são mais do momento, tudo a respeito da tua profissão, um pouco das ações dos seus clientes na Bolsa, um pouco da vida dos outros, a novela das nove, os lançamentos do cinema, as estreias musicais, a banda da hora, o hit das paradas, um pouco dos campeonatos de futebol pelo mundo, os principais jogadores, os nomes das ruas, as novidades do mercado tecnológico, cultura em geral, idiomas, paladares, marcas, lojas, perfumes, blá blá blá.
Eu preferia muito mais saber um pouco de feng shui, da língua dos animais, da combinação de cores pra pintar as paredes de casa, como manter uma horta, como cultivar flores, como conseguir colocar a casa de passarinho no quintal, como preparar algumas boas e simples receitas do dia a dia, como manter a casa aconchegante e cheirosa todos os dias, saber qual o desenho do momento, essas coisas corriqueiras.
Viver a vida sem ter que saber de tudo um pouco pra provar que tenho conteúdo. Tanta gente sabe tanta coisa e tem um conteúdo tão raso. 
Eu vejo Carrossel e Chaves, e ainda choro quando revejo o último episódio de Anos Incríveis.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

férias remuneradas

Cansei de mim mesma reclamando do meu atual trabalho. Então, como já repeti milhares de vezes, nada vai mudar pelo visto, então o jeito é encarar isso como um tipo de férias remuneradas.
O ruim é só ter que acordar cedo e ir pra agência pra não fazer nada, mas até aí, tudo bem vai, estou sendo paga pra isso. Vou aproveitar pra deixar o conteúdo dos blogs em dia, ler todas as notícias possíveis, ver uma ou outra série (sim, eu consigo ver), falar com os amigos que há tempos não vejo, enfim, passar o tempo.
Vou aproveitar melhor o Pilates e a massagem, que são de graça e continuar procurando outro emprego, é lógico.
Às vezes aparece uma ou outra coisinha pra eu fazer, aí eu enrolo um pouco pra fingir que tem muita coisa, faço e pronto.
Vou mudar a perspectiva do meu ponto de vista e encarar isso como uma fase leve, de descanso, como se estivesse me preparando pra um trabalho de verdade.
É isso. E a partir de hoje, ninguém vai me ver mais reclamar do meu trabalho.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

bala de troco

Aí a pessoa vai no supermercado e compra um danone por 1,49 e uma bolacha por 1,69, ou seja, o total da sua compra dá 3,18. Aí ela paga com uma nota de 5 reais, e seu troco deveria ser de 1,82, mas foi de 1,80 é lógico, porque né, 2 centavos? Nem existe essa moeda.
Então, minha pergunta é, por que a merda do danone não custa 1,50 e a bolacha 1,70 já que eu nunca vou ver a cor desses centavos que eu deveria estar economizando?
É, de 2 em 2 centavos, o Pão de Açúcar vai ficando cada vez mais rico e eu cada vez mais pobre.
Nem a tão criticada balinha me ofereceram. Eu preferia viu... melhor balinha do que nada.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

corinthians, meu amor

Ontem, assim que entrei no Pacaembu, não senti uma energia muito positiva. Era como se estivéssemos muito confiantes e eu, particularmente, não gosto desse sentimento.
O time jogou o primeiro tempo muito apático e abatido, principalmente depois de um roubo escandaloso e uma péssima arbitragem que nos tirou um gol legítimo e um pênalti que não foi dado.
Logo depois do gol que tomamos do fraco time do Boca, o Corinthians não estava mais em campo. Era um time sem alma, sem garra, sem luta.
Com o placar daquela forma, era preciso jogar muito. E com a arbitragem jogando contra, nem se fale então.  A luta ia ser dura.
No segundo tempo, Tite mexeu no time da melhor maneira que podia - até colocar o Douglas, mas tudo bem, aí já estava no fim mesmo. Metemos um gol logo nos primeiros minutos, e aí o clima era outro. A raça já estava em campo, assim como a alma dos jogadores.
A torcida encontrou o estímulo que faltava e passamos acreditar com mais fé de que tudo era possível. Tínhamos que fazer mais 2 gols, mas havia tempo, era só manter o ritmo, o time do Boca é infinitamente inferior ao nosso. Mesmo carregando toda a tradição.
Mas aí, futebol argentino cheio de malícia, catimba e corpo mole, seguraram a bola o quanto puderam. E mais uma vez alugaram outro gol legítimo.
Acompanhou quanto era pra estar o placar se não fosse essa arbitragem tão obscura? Mesmo assim, a gente acreditava. Dava pra fazer, dava pra levar. De fato já tínhamos feito o dever de casa, não fosse pela incompetência alheia. E mais um pênalti que não nos foi dado.
Outras chances de gol vieram, mas o tempo é o verdadeiro inimigo. Voando como nunca, o relógio acelerava e o coração apertava mais. 
Apesar de toda a entrega, fim de jogo. Fim de papo. Fim da linha.
Eliminados.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

caindo a ficha

E de repente um dia você acorda e se depara com a sensação incrível de finalmente entender tudo o que aconteceu na sua vida, num determinado período e que te fez sofrer muito, durante muito tempo.
E você percebe, 4 anos depois, que tudo o que aconteceu foi o melhor que poderia ter acontecido. E o que não aconteceu também. 
Não importa mais as entrelinhas, os "e se" ou qualquer outra coisa. Aquele monte de indagação que quase me deixou louca, não existe mais. Não existe mais dúvida, as escolhas certas foram feitas.
E aquela sensação de querer agradecer a pessoa que as tomou, por mim, é o que fez abrir um sorriso leve e o que me deixou também com a alma mais leve, sem aquele peso todo.
Hoje eu entendo. Aceito. E bola pra frente.
Tudo valeu a pena, naquele momento, daquela maneira. Nem mais, nem menos. Só algo bom pra ficar na lembrança, sem saber os "por ques" e etc.
Já era hora.

terça-feira, 14 de maio de 2013

declaração

Aí a pessoa acorda com a seguinte mensagem no whatsapp:

Oi, meu amor... Enquanto eu espero o avião decolar resolvi escrever umas palavras pra você... Eu só queria dizer que você é muito importante na minha vida e que eu te amo muito. Sou uma pessoa muito feliz e realizada no amor, acredito que eu encontrei a mulher que vai ficar comigo eternamente... Obrigado por fazer parte da minha vida e me dar tantas alegrias todos os dias quando eu volto pra casa... Te amo.

Então... tem como não se apaixonar por esse homem??

sexta-feira, 10 de maio de 2013

class midia

Então a nova novela das sete da Globo resolveu enfiar uma agência de publicidade no meio da trama. O que dizer sobre isso? Bom, todo (ou quase todo) filme brasileiro sempre tem uma agência de publicidade no meio da história, porque né, é muito legal, descolado e tal. Quem não quer trabalhar num lugar diferente, descolado, divertido e despojado né?
Bem, eu tô acompanhando a novela pela internet porque né, nem tô sonhando em chegar em casa enquanto ela é exibida. Afinal, estou na agência nesse horário. 
Eu queria que a novela mostrasse o outro lado também, sabe. O lado de que você trabalha sem horário definido, muitas horas por dia e não tem direito a nada, nem hora extra, nem banco de horas, nem ao menos um obrigado.
Mas já vi que não vai ser bem assim... é tudo muito fantasioso, uma pena porque só vai enganar mais e mais quem pensa que essa é uma profissão cheia de coisas tão legais.
Tá, tem algumas poucas coisas legais, mas o duro é aguentar o resto.
Vamos acompanhar a tal agência na tal novela. Quem sabe...

quinta-feira, 9 de maio de 2013

para Roma com amor

Continuando os posts sobre minhas viagens (que aliás, estou adorando fazer, espero também que possa ser útil a quem estiver planejando viajar pra um desses lugares), vamos agora falar de Roma.
Antes de mais nada, quero deixar registrado as principais impressões que tive sobre lá: a Itália é linda, no verão é realmente MUITO quente, lá não existe fila e os italianos são MUITO grossos!
Mas, mesmo assim, vale MUITO a pena conhecer a Itália.
Bem, chegamos no aeroporto Ciampino no começo da noite, após um vôo terrível com muita turbulência e uma tempestade. O aeroporto era muito, mas muito ruim. Além de ser minúsculo, parecia até que estava abandonado. Não tinha ninguém lá. Descemos do avião, pegamos nossas malas e ninguém nem pediu pra ver passaporte, aliás, ninguém nem notou nossa presença por ali.
De lá, pegamos um ônibus fretado até um terminal próximo ao hostel que ficamos. Durante esse trajeto, que deve ter durado uma meia hora, caiu a maior tempestade de todos os tempos. E no caminho constatei mais algumas coisas: lá só tem carro minúsculo e o povo dirige muito mal. 
Graças a deus, quando chegamos ao terminal, a chuva tinha passado. Andamos um pouco até chegar no hostel. A princípio ficaríamos no Ciak, mas chegando lá descobrimos que ficaríamos no "anexo", o tal do Secret Garden. Fizemos o check-in e fomos andando até o outro hostel, atrás de uma senhora atrapalhada.
O bom é que ambos eram perto, além de perto também do metrô e da estação de trem (embora não me lembre de ter feito nada de metrô). Vejam no mapa.


O hostel era bem bonitinho, estilo antigo (como quase tudo naquele país). Tinha uma atmosfera bem anos 40/50. Ficamos em dois quartos separados (2 casais em cada). O quarto que pegamos tinha uma cama de casal e uma beliche, além de banheiro e sacada. Já nossos amigos não deram tanta sorte, o quarto deles era separado do banheiro (mas o banheiro era de uso exclusivo deles).
O café da manhã era o ponto alto do hostel, servido no terraço, com algumas ótimas opções de comidinhas. É aí que você entende porque o hostel leva o nome de Secret Garden. Achei fofo.


Como chegamos muito tarde, não havia quase nada aberto, então fomos numa portinha que estava aberta, quase em frente ao hostel, onde encontramos uma raridade: um italiano simpático! Lá comemos os últimos salgados que existiam e tomamos toda a cerveja dele. 

No dia seguinte, conhecemos a cidade praticamente a pé. O Coliseu foi a primeira parada e de cara, aquele monumento, tão antigo, tão cheio de história, se impõe no meio do caos de uma cidade grande e moderna. É uma sensação indescritível estar perto de algo como o Coliseu. Mais indescritível ainda é poder entrar lá. Mais uma vez me senti no cinema, no filme Gladiador. Quanta energia aquele lugar guarda... é incrível!
Quando fomos, estava tendo uma exposição sobre Nero, mas tenha muita, mas MUITA paciência, porque pra comprar o ingresso você vai ter que enfrentar uma fila, só que isso é uma coisa que não existe por lá, então imagine o caos e o estresse. 
O ingresso dá direito a visitação ao Palatino. Diz a lenda que foi lá que os gêmeos Rômulo e Remo fundaram a cidade. Ali também funcionava o Fórum Romano, e portanto, era um lugar muito famoso e frequentado na Antiga Roma.





Dali, fomos caminhando atrás da Fontana di Trevi. É muito gostoso caminhar por Roma, apesar do calor, você se depara com história e beleza em qualquer esquina.


Foi durante essa caminhada que nos deparamos com o Monumento a Vitor Emanuel II, uma obra toda feita em mármore branco, gigante e completamente apaixonante, é linda, colossal. Lá dentro há uma exposição gratuita sobre a história da imigração italiana. 
Dizem que os italianos mesmo a detestam, pois acreditam que é muita ostentação. Realmente é, mas eu achei maravilhoso.


Andando, andando e andando, chegamos a Fontana, outra visão maravilhosa demais pra ser verdade. O lugar é lotado de turista e diz a lenda que você deve jogar uma moeda na fonte e fazer um pedido, e que isso certamente o fará voltar a cidade (tomara!).
Ali tem muitas sorveterias, aliás, sim, eles tem o melhor sorvete do mundo! E alguns espertinhos que tentam caçar as moedas que são jogadas na fonte.



À noite demos mais uma volta pela cidade e jantamos num restaurante de rua. As opções lá são pizza ou pasta. E não, eles não tem a melhor pizza do mundo, mas a pasta, essa é bem boa!

No dia seguinte, resolvemos conhecer o Vaticano. Como sabem, lá é a sede da Igreja Católica no mundo, considerada como uma cidade-estado independente, dentro de Roma (loucura, loucura, loucura!). Pois bem, loucura ou não, já fiz um post especial só sobre essa visita por aqui, pois tive uma das experiências mais incríveis da minha vida.
Não sou católica, nem crente, nem descrente, apenas acredito em Deus e em mais algumas coisas, mas não sou praticante, louca ou abitolada. Recorro a Deus quase sempre, em pensamento, ou seja, não frequento igreja, templo, nada disso, acredito que Ele habita em mim, mas dentro do Vaticano a energia é realmente outra. Enfim, vamos deixar isso pra lá, porque o objetivo do post é outro.
Lá não é possível visitar com roupas curtas, decotadas, indecentes, etc. Tem um monte de camelô nas redondezas vendendo calças, cangas e blusas compridas. Então se prepare pra não passar vergonha e ter que desembolsar uma grana com esses pilantras.
A primeira sensação que tive ao entrar no Vaticano era de que estava no filme Código da Vinci (de novo). É muito louco estar lá dentro.






Não subimos até a Cúpula e nem visitamos o Castelo de Sant´Angelo, mas fica aí a dica pra quem for e tiver mais tempo do que nós. Optamos por visitar o museu do Vaticano, mais por obrigação do que por qualquer outra coisa, afinal, a gente queria mesmo era conhecer a Capela Sistina.
Lá não se pode falar alto, nem ficar muito tempo, nem tirar foto, mas eu tirei (ê Brasil!), mas não usei flash, enfim, eu precisava ter registro daquilo. Afinal, aquela pintura de 1480, com participação de Rafael, Michelangelo, Bernini e Botticelli, era muita história pra ignorar uma foto.
E sim, valeu toda a volta no museu. 



Ganhei um pingente lindo do divino espírito santo que o Ri comprou lá dentro, mas as lojinhas ao redor são mais em conta. Tudo lá dentro é muito caro. Mas vale a experiência.

À noite, saímos para passear e conhecer mais um pouco da cidade. Infelizmente não comemos em nenhum restaurante tão espetacular ao ponto de registrar por aqui. E como disse, fizemos tudo a pé, ou seja, também não tenho muitas dicas de metrô.

Roma é deliciosa, só é preciso mesmo ter paciência pra aturar os italianos. Dali, pegamos o trem rumo a Florença, assunto do próximo post.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

dos planos pro futuro

Bom, já que de pouco adiantou conversar com chefe pra ver se as coisas melhoram e já que de nada adianta mesmo ficar só reclamando da vida, lá vou eu de novo buscar um novo trabalho.
Não dá pra passar um tempo precioso da vida sem aprender nada de novo, nem evoluir profissionalmente e nem ter pessoas agradáveis pra, pelo menos, tornar tudo isso mais leve.
Mesmo que esteja de saco cheio (e muito) de ficar trocando de emprego - juro que queria muito ficar nesse novo por pelo menos um ano, já deu e pra mim agora o foco e objetivo é sair. Paciência.
Não foi por falta de mostrar o quanto estou insatisfeita. Afinal, foi isso que aprendi quando saí do último: se a gente não fala do problema, ninguém se toca e não enxerga.
Então após jogar na cara e deixar tudo muito claro, perceber que - por enquanto e por um tempo, nada vai mudar, o jeito é partir pra luta.
Cansa, mas eu não posso ficar só reclamando e esperando que caia do céu. Então, mais uma vez, lá vou eu atrás do que quero. Um dia eu acerto.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

blasé

Dia desses eu li não sei onde que não há nada mais blasé do que alguém ter um blog hoje em dia. Assim como um dia já foi blasé ser virgem, brincar de boneca, se apaixonar a primeira vista, acreditar nos sonhos, etc, etc. 
Blasé ou não blasé, essa semana o blog completa 8 anos (contando desde o antigo, é claro).
Seria muito blasé comemorar aniversário de blog?
...

Ai quanta gente blasé, credo...

quinta-feira, 2 de maio de 2013

vontade de voltar no tempo

Hoje, vindo pro trabalho, me peguei com o mesmo pensamento de quase todo dia: que saco ter que trabalhar todo dia. Que a vida meio que perde um pouco o sentido quando você acorda pra fazer algo que não gosta, passa uns 80% do seu dia onde não queria estar, fazendo o que não queria fazer, com gente que você é obrigada a aturar.
Aí eu lembrei de como eu era feliz na adolescência. Meus maiores problemas eram as provas de matemática, física e química e decidir que roupa usar na baladinha do fim de semana. Claro que não morria de amores pela escola, mas ao menos era divertido estar ali, principalmente porque ficava colada nas minhas amigas. Nem sei de onde tirávamos tanto assunto.
Hoje, com as chatices que vem com a vida adulta, mal vejo minhas amigas. Umas casadas, com filhos, o que  deixa o tempo delas cada vez mais escassos pra se dedicarem a outra coisa que não seja a sua própria família. É difícil, tentamos achar um jeitinho de falar ao menos por telefone, mas é sempre aquilo, vou ter que desligar porque meu filho está se jogando da geladeira, beijo, tchau.
Aí no dia do pagamento é sempre aquela sensação, nem tudo o que cai na conta parece ser justo ao que você aguenta. E não é. E além de não ser justo, também não é suficiente. Ultimamente ando sempre no vermelho.
Que saudade daquela época em que era só chegar do colégio, comer a comidinha deliciosa e fresquinha da vovó, tirar uma soneca, fazer a lição, ligar para as amigas - sem assunto, mas porque era gostoso, esperar pela novela, ou qualquer coisa assim, ir dormir e repetir tudo no dia seguinte como se fosse a primeira vez.
Que saudade de não ter que pensar nas contas a pagar, na mistura pro jantar, no que fazer no fim de semana, nos trabalhos chatos, nos clientes insuportáveis e incansáveis, no chefe estátua, nos colegas esquisitos do trabalho.
Que saudade de não ter que fazer politicagem pra agradar ninguém, de ser popular na escola e não ter que me provar pra ninguém mais nesse mundo. Saudade da época que não tínhamos internet, nem computador, e que enchia minhas tardes com brincadeiras no quintal, piscina de plástico, programas de tv e alguns bons livros.
Sei lá, acho que ainda não encontrei muito sentido nessa vida de adulto. Tudo era muito melhor antigamente. Crescer é muito chato. E quando eu vejo crianças pintando as unhas, mexendo em celulares, adolescentes querendo ser adulto, me dá uma irritação, uma vontade de gritar.
Pior que não foi falta de aviso, minha mãe sempre me disse pra aproveitar bem a infância e adolescência. E sim, eu aproveitei. Ela também dizia pra viver tudo intensamente porque depois dos 18 a vida passava num flash. Eu não acreditei.
E cá estou, como num flash, 13 anos depois dos meus 18, que passaram como um passe de mágica. Quase nem vi. Enfim, só me bateu essa saudade. Saudade dos tempos em que a vida era mais leve e mais feliz.

ps: esse é o post número 1000!!! caramba...

quarta-feira, 1 de maio de 2013

bonjour, Paris!


Nosso hostel, em Paris, foi um dos melhores que nos hospedamos. Chegamos a Paris de trem e da estação Charles de Gaulle é só pegar o metrô com direção a Gare du Nord e descer na estação Anvers (linha 2). Só um cuidado que devemos ficar bem atentos, na estação de trem havia muitas polonesas pedindo pra gente assinar um papel. Elas meio que se fingiam de mudas, mas não demos atenção.
Depois o brasileiro que trabalhava no hostel, nos disse que é golpe, enquanto você para pra assinar, as outras vem tirando tudo o que você tem. Elas parecem ciganas e não são mudas, nem surdas não.  

O hostel Le Village ficava super perto da estação, em Montmartre (Rue d´Orsel, 20). Era bem jovem, descontraído e muito bem localizado (víamos a Sacré-Coeur do quintal do hostel). Ficamos, novamente, num quarto pra 8 com banheiro privativo. Dessa vez as camas eram mais confortáveis.


O café da manhã era ótimo, com croissant, suco, café, leite, geléia, etc. Em frente havia um mini mercado onde era possível encontrar qualquer tipo de queijo por preço de banana, muito, mas muito barato.
Pra se ter uma ideia, enquanto aqui 250g de brie pode custar uns R$ 11, lá custava uns R$ 4 no máximo. Então a gente comprava um monte de queijo pra acompanhar no nosso café da manhã.




Montmartre é um dos bairros que eu mais gostei de conhecer (aliás, Paris é um dos meus lugares prediletos do mundo), e fez me sentir como dentro de uma tela de cinema (aliás, lá tem muitos lugares que me fizeram sentir em filmes).
Ao desembarcar em Montmartre, me senti no filme Moulin Rouge (um dos meus prediletos ever). O bairro é cheio de cabarés (com mulheres na vitrine até), bem no estilo do Moulin Rouge (além do próprio, é claro). 


Ao redor do hostel havia muito comércio popular, me acabei de comprar! Tudo a precinhos camaradas. Muita coisa boa pra comer, como o tradicional crepe de Nutella (minha nossa!!!), tem um em cada esquina.

Muito cuidado com os caras que ficam fazendo jogos de azar no meio da rua. Tá sempre cheio de gente que vai te roubar enquanto você distrai com a brincadeira. Aliás, não entre na brincadeira, porque a primeira partida (que não vale nada), deixam você ganhar, e depois nunca mais.

Pois bem, por ali perto do hostel, subindo a própria rua, fomos até a Sacré Coeur. Você pode ir de funiculaire (tipo um bondinho) ou pelas escadas mesmo, que foi o caminho que fizemos. O que aliás, foi delicioso.

Aquelas pequenas e elegantes lojas, os artistas de rua, me senti no filme Meia-noite em Paris!! Lembra um pouco a Vila Madalena, aqui de São Paulo. Muita boemia, nostalgia e romantismo no ar. Além daquele ar vintage que toda Paris tem.
Ao subir a escadaria principal, muita atenção. Vão tentar amarrar fitinhas no seu braço (tipo as da igreja do Bonfim na Bahia), não deixem! Eles vão insistir, serem bem grossos ou violentos até, mas cruze os braços e siga adiante. Se amarrarem a fitinha no seu braço, vão exigir dinheiro.
Nós fomos pelas escadarias paralelas, mas descemos pela principal. Fomos tão ignorantes quanto os que queriam botar essas fitinhas na gente, e tudo certo. Pelas escadas laterais, demora-se um pouco mais, mas vale muito mais a pena pelas coisas que você vai encontrar pelo caminho.



Esse carrossel fez parte do filme da Amélie (lógico que me senti nesse filme também).

Chegando lá em cima você se depara com essa igreja linda, a Sacré Coeur. É permitida a entrada, não custa nada, mas não pode tirar foto e obviamente deve-se manter o silêncio. O horário de visitação é das 7h às 22h.


Foi lá pertinho também que conhecemos o restaurante La Marmite, uma excelente opção com comida delicinha a preço bem justo. Lá perto também ficava o café do filme da Amélie Poulain, o Deux Moulins, mas infelizmente não consegui conhecer (motivo pra voltar, rá!).

Passeamos muito a pé por Paris, é uma delícia! A noite decidimos ir até a Torre Eiffel. De metrô, a estação é a Trocadéro. Quando o metrô saiu do túnel, a visão da Torre iluminada é uma das coisas mais fantásticas que já vi no mundo.

Para subir na Torre existem duas maneiras: a pé (subindo os zilhões de degraus) e de elevador. Ambos os jeitos são pagos, porém, via escada é mais barato, portanto a fila é gigante. A diferença não é muito grande. Eu e Ri fomos de elevador e o resto da galera optou pela escadaria.

A Torre tem 3 pisos. No primeiro andar tem um restaurante super famoso, mas como fomos muito tarde, já estava tudo fechado. No segundo andar, já a 115 metros do chão, você consegue ter uma vista privilegiada da cidade, e é aí que você entende porque Paris é a Cidade Luz (ainda mais se for a noite). E o terceiro andar, bem mais alto e que só se consegue chegar de elevador. Infelizmente fecha mais cedo que os demais, e como demoramos muito tirando fotos nos anteriores, não conseguimos chegar até lá.



Segundo dia, visita ao Louvre. Ninguém quis acreditar em mim, mas durante o café da manhã, um mexicano do hostel tinha me dito que havia uma entrada “secreta” que evitaria as enormes filas. E sim, realmente existe essa entrada. Mas nós só a encontramos quando saímos por ela. Rá!

Enfim, o Louvre é gigantésimo e acho que pra ver tudo levaria uns mil dias, mas demos uma passeada básica, visitamos algumas das obras mais famosas, como a tal da Monalisa e almoçamos num McDonald´s que tem lá dentro. Aliás, o Mc de Paris é sensacional, tem até  os lindos macarons! Chique benhê!
Pelo lado de fora, na pirâmide invertida, me senti super no filme O Código da Vinci (gente, Paris foi tipo viver os personagens dos filmes pra mim).

O museu fica aberto todos os dias, exceto de terça, e todo 1º domingo de cada mês é grátis. Nós pagamos em torno de uns R$ 18. De metrô, desça na estação Palais Royal/Musée du Louvre. O jardim da frente vale super a pena também. 





Dali seguimos direto pra Champs Elysées, uma avenida infinita, cheia de lojas (Sephora!!! onde me acabei) e outras que tive que resistir. Os meninos subiram primeiro e as meninas demoraram mais (paramos em todas as lojas), o destino final era o Arco do Triunfo.

O Arco tem uns 50m de altura e abriga o túmulo do Soldado Desconhecido, lembrando que ele foi construído a pedido de Napoleão Bonaparte em comemoração às suas conquistas militares. No seu interior há maquetes, documentos e desenhos de sua construção, e na parte superior há um terraço onde se pode subir e ter mais uma vista incrível da cidade.

De metrô é a estação Charles de Gaulle – Etoile. Funciona todos os dias, exceto alguns feriados. Custa cerca de uns R$ 18 pra visitá-lo.  



A noite fomos jantar no famoso Le Relais de l´Entrecôte, que aqui em São Paulo tem dois iguais, o do Olivier (Anquier) e o de Paris (eles se denominam assim). É um lugar onde o prato é único: salada de entrada + entrecote ao molho surpresa + batata frita.
A única coisa que se pode escolher é a sobremesa. E foi lá que eu aprendi que o petit gateau nem é tão conhecido, até porque não é francês e sim americano.

O restaurante é um pouco caro, você pode repetir apenas a batata, mas eu saí de lá bastante satisfeita, a comida é realmente deliciosa. Acho que vale a pena, pra um jantar mais romântico.



No outro dia decidimos visitar o Palácio de Versalhes. A melhor opção para chegar até lá é de trem, o RER-C. Ele passa por diversas estações de metrô, entre elas: Champs de Mars/Tour Eiffel, Invalides, St. Michel Notredame, Garde D´Austerlitz e Bibliothéque Fr. Mitterand. Desça na parada Versailles-Rive Gauche. A passagem sai em torno de uns R$ 10 ida e volta.

Lá é outra coisa gigante de Paris, que com certeza é impossível conhecer até em uma semana. Você pode optar por conhecer o próprio Palácio (terça a domingo, das 9h às 18h30), os Jardins (todos os dias das 8h às 20h30) ou o Palácio de Trianon e Domínios de Maria Antonieta (de terça a domingo das 12h às 18h30). Optamos apenas pelos Jardins.

Para visitar o Palácio apenas, a entrada custa em torno de uns R$ 30, para o do Trianon ou Maria Antonieta, sai por R$ 20. Os Jardins custam uns R$ 50 para os dias que tem o espetáculo das águas, mas pagamos em torno de uns R$ 36 já que não era final de semana.
Mas incrivelmente pegamos uma fonte em que estava acontecendo o espetáculo. Foi maravilhoso. Aliás, passear por aqueles jardins, cheios de fontes, labirintos, passagens secretas, foi um momento de muita paz interior, de verdade.

Uma conexão incrível consigo mesmo, sabe? Eu amei! Você pode fazer o passeio de trenzinho, a pé ou alugar aqueles carrinhos de golf (porque o lugar é mega gigante). Optamos pela caminhada, escolhemos um roteiro no mapa e fomos. Nossos amigos foram de trenzinho.

No meio dos jardins há vários cafés e restaurantes. Esse passeio vale muito a pena. Quando voltar a Paris (rá!), vou querer conhecer os Palácios, devem ser tão incríveis quanto a paisagem do lado de fora.
Saímos de lá e comemos onde? No Mc! É diferente, tem uns lanches bem caprichados e o preço também é bem justo.




No último dia por lá, nos separamos total. Os meninos decidiram ir ao estádio Stade de France, parte das meninas foram até as Galerias Lafayette e outras ficaram por perto do hostel, só comprando nas lojinhas.

Eu fiquei com a parte das comprinhas (consumista, eu? Imagina!). Comprei tanta coisa, um montão de ímã de geladeira pra minha mãe, um monte de gravuras (que enquadrei e estão em casa), camiseta do Tour de France, miniaturas da Torre Eiffel, chaveiro, porta guardanapo, nossa, enlouqueci (pronto, falei).


Não conseguimos visitar várias coisas, eu queria muito ter entrado na Notre Dame, mas só deu pra ver por fora (chegamos e já estava fechada). Ela é toda gótica e tem umas imagens bem bizarras do lado de fora (tá aí mais um motivo pra voltar pra Paris mais umas mil vezes).



O último dia foi bem light, pois no começo da tarde pegaríamos nosso vôo rumo a Roma.