quarta-feira, 31 de julho de 2013

entendendo

Dizem, e eu acredito muito, que nada acontece por acaso. Mas, nesses quase 2 meses que fiquei em casa, confesso que ainda não consegui entender o que aconteceu e vem acontecendo comigo.
Estava muito feliz na antiga agência, mas sempre que alguma coisa me aborrece, ao invés de tentar resolver, eu decido mudar. Pra mim é como dizem: os incomodados que se mudem.
E lá fui eu em busca de um novo desafio. Fui parar num lugar que prometia muito e que foi a maior enganação e frustração profissional da minha carreira.  Não aprendi nada de novo e, por tabela, trabalhei só com gente estranha. Tanto que fiquei super feliz quando aconteceu o corte e fui demitida. Não é surpresa pra ninguém o quanto eu ia pra lá completamente infeliz.
Foram 6 meses de angústia, até que Deus atendeu minhas preces e fui demitida. O que por um lado foi bom. Bom porque quando se é demitido, você tem um monte de direitos trabalhistas pra receber e eu bem que estava precisando de uma grana extra, bom porque quando se está em casa você se dispõe a procurar por outra coisa com muito mais foco, bom porque você também está mais disponível pra fazer entrevistas e bom porque eu pude me dedicar totalmente a Luna nas suas duas últimas semanas de vida.
Até aí, beleza, saldo positivo. Fico tentando procurar uma explicação pra ter passado por essa última agência. Talvez o objetivo fosse só me livrar da anterior mesmo, era o que eu queria. Não sei.
Aí, com a demissão vieram outros acontecimentos ruins, um na sequência do outro, o que quase me derrubaram. Questionei minha fé, quase a perdi, fui em busca de algo em que acreditar. Encontrei. Nesse meio tempo, Ri e eu ficamos mais unidos e mais fortes, conseguimos aos poucos reestabelecer nossa força interior e espiritual. Estamos prontos pra qualquer batalha.
Foram quase dois meses em casa, como eu disse. Se parar pra pensar, parece até pouco tempo, mas pra quem fica em casa, sem o telefone tocar, sem uma mosca passar, só observando o dinheiro ir embora, parece uma eternidade.
O que eu aprendi com isso tudo? Que não se deve deixar abater, que não se deve perder a fé. Que talvez eu me achasse muito insubstituível ou boa demais, mas isso não existe. Que eu achava que tudo seria fácil, que muitos iriam me querer. Quanta bobagem. Muitas pessoas nem sequer responderam meu email pedindo ajuda.
Por outro lado, recebi muita ajuda de onde eu nem sequer esperava. Muito apoio e carinho de pessoas especiais.
Aprendi também que não devo sair espalhando por aí o quanto minha vida vai bem, porque nesse mundo o que mais se tem é gente invejosa. Aprendi que devo comemorar minhas conquistas só com quem realmente torce de verdade por mim. Pro resto do mundo, só um vou bem, obrigada, basta.
Mas, confesso, apesar de ter tirado algumas lições, ainda tenho vários questionamentos.
Minhas férias forçadas acabaram, amanhã começo no trabalho novo, um desafio novo. Deus me proteja!
De resto, sigo tentando entender e vou bem, obrigada.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

e vai passando

Tenho duas viagens pra postar aqui, continuo fazendo um monte de entrevistas, porém ainda nenhuma resultou num emprego de verdade, meu outro blog agora está no portal do iCasei, ontem fez um mês que perdi a Luna, já tem quase dois que perdi o emprego, roubaram nosso carro no último domingo com o oculos novo do Ri, um moletom do Brasil que ele adorava, o presente que eu tinha acabado de comprar pra minha mãe, o novo dvd do carro (que estamos pagando porque não tem nem 6 meses que roubaram o outro), todas as nossas chaves, controles, etc.

Bom, tudo acontecendo numa velocidade incrível e infelizmente nem todos os acontecimentos tem sido generosos comigo. Acho que é hora de sacudir essa poeira imunda e dar a volta por cima de uma vez por todas, não?

Volto logo com novidades.

Boas, com certeza!

quarta-feira, 3 de julho de 2013

segunda-feira, 1 de julho de 2013

sozinha

Minha mãe passou uns dias aqui em casa, parece que tudo aconteceu como tinha que ser, ela chegou bem no final de semana que a Luna se foi.
Então, não fiquei nenhum dia sozinha em casa, sem contar que tinha a cachorra da minha mãe por aqui também, alegrando um pouco a casa e tal.
Mas hoje ela voltou pra casa dela e agora vou ter que enfrentar a casa vazia, eu comigo mesma. Já não estava fácil com companhia, não sei nem o que esperar agora.
A casa vazia é terrível.
Ai, ai… como a vida é engraçada. Agora, mais do que nunca, preciso ocupar a cabeça e se possível, arrumar um trabalho novo logo. Ficar em casa sozinha, com esse silêncio e esse vazio, com esse tempo horrível lá fora, não vai ser fácil não.