segunda-feira, 26 de agosto de 2013

nosso banheiro real

Voltando a falar do castelo, nada como voltar a trabalhar e começar a pensar em tudo o que está faltando lá em casa, que é bastante coisa. Mas, de pouquinho em pouquinho vamos deixando tudo com a nossa cara.
Mais uma coisa que ficou definitivamente pronta: nosso banheiro!
Assim que compramos a casa botei na cabeça que queria uma banheira. Todo mundo torceu o nariz dizendo que não ia caber nem uma bacia, que eu nunca ia usar, que era dinheiro jogado fora. 
Bom, contrariando as expectativas, achei uma banheira perfeita pro meu tamanho, perfeita pro banheiro e que sim, eu uso bastante. Principalmente no frio e principalmente quando estou muito cansada. Antes de dormir então, é uma delícia. Uso também pra namorar, é uma delícia ficar na banheira com o Ri, abraçadinho.
Então, chupa mundo invejoso! hahahahahahaha - desculpe, foi um desabafo!
E vamos ao que interessa, como era nosso banheiro.




As pastilhas são sobras da reforma do banheiro da minha cunhada e a banheira é da marca Astra (uma das mais baratas e até agora não deu nenhum problema).

E finalmente como ficou o banheiro, demorou, mas finalizamos nesse fim de semana. 


O armário nada mais é que uma prateleira com divisórias pra toalha (o Ri que fez). E zaz!



terça-feira, 20 de agosto de 2013

Luna, pra sempre

Ganhei a Luna de presente de um ex-namorado, em 2002. Na verdade, quem a escolheu foi minha mãe, porque ela queria fêmea e a Luna estava lá, dormindo, enquanto todos os outros pulavam e latiam. Mero engano nosso, a Luna não era nenhum anjinho, pelo contrário.
De lá pra cá, se passaram 11 anos. Cumplicidade sem tamanho, foram muitas as vezes em que eu chorei e ela veio me amparar. Ela me conhecia no olhar, sabia quando eu precisava de carinho ou quando precisava arrancar um sorriso de mim.
Eu a amo muito, mais que tudo, um amor que até dói. Sexta completaram-se 2 meses que ela se foi. A saudade é horrível, dói todos os dias. Olhar os cantos da casa vazios, não ter aquelas patinhas me seguindo onde quer que eu fosse, dói.
É uma dor sem explicação, a dor da ausência.
Eu sei que a dor vai diminuir com o tempo, já consigo até sorrir ao ver as fotos dela. Ainda choro, principalmente à noite, na hora de dormir. Todo dia, durante esses últimos 11 anos, eu a colocava na sua caminha, dava um beijo, cobria se estivesse frio e falava pra ela dormir com Deusinho e sonhar comigo. Era isso, todo santo dia.
Dói.
Mas eu posso dizer que fui abençoada por ter esse ser iluminado em minha vida, que por mais que tenha sido por pouco tempo - aliás, nunca seria tempo suficiente, me fez feliz, me fez completa, me fez uma pessoa melhor.


E agora, pra sempre - além do coração, carregarei ela comigo, pra onde for. Ah, como eu amo essa danadinha, Luna, minha morena.



segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Foz do Iguaçu: parte 2

Bom, saindo do inferno do Paraguai, fomos para o hotel. Apesar de ter aberto um sol, fazia bastantefrio ainda. Ficamos hospedados no Blue Star II, a uns poucos km das Cataratas. Descansamos um pouco e à noite jantamos numa churrascaria lá por perto e fomos ao Cassino na Argentina.

Mas o grande destaque da viagem foi conhecer as Cataratas do Iguaçu, e de quebra, o Parque das Aves (que fica bem pertinho). É baratinho pra entrar e é um passeio muito gostoso. Ali, além de aves, também tem algumas espécies de répteis.
E você pode entrar em alguns dos espaços dos animais e ficar bem pertinho deles. Eu vi coisas ali que nunca tinha visto pessoalmente antes. O que mais me encantou foram os flamingos. E claro, todas as cores lindas das nossas aves.





De lá fomos para o Parque Nacional do Iguaçu, onde ficam as Cataratas. Fazia um frio do Alasca, além de estar chovendo um pouco. Aliás, havia chovido muito durante toda a semana, então as Cataratas estavam bem cheias, o que acabou impossibilitando algumas vistas e passeios.

No Parque você paga uns R$ 25 pra entrar, com direito ao transporte, que é um ônibus de 2 andares, o de cima, aberto (estilo turista mesmo). Se for de carro, ainda tem mais R$ 15 do estacionamento. Pelo que entendi, não pode entrar com o seu próprio carro.

O ônibus tem várias paradas, onde você pode ter uma vista diferente das Cataratas. Como estava muito frio e garoando muito, optamos por fazer menos paradas, porém focamos nas mais bacanas (e que estavam abertas), porque a água estava muito alta e muito violenta também.
Realmente as Cataratas são uma obra divina da natureza. Também nunca tinha visto nada parecido, é muito emocionante. 

A água estava marrom por conta da chuva, mas isso não tirou a beleza daquela maravilha toda. A natureza e Deus são perfeitos mesmo!






Terminamos o passeio na área de alimentação e optamos por almoçar no restaurante Porto Canoas. O restaurante é uma delícia e o custo benefício também, você paga cerca de R$ 35 e pode comer a vontade.
Uma variedade incrível de pratos, super bem feitos, com um ótimo atendimento. O restaurante tem uma vista incrível e um deck na parte externa, mas a chuva estragou um pouco e acabamos ficando do lado de dentro mesmo. Mas mesmo assim foi tudo uma delícia.


Eu adorei Foz, é incrível!!! Sente só a força das águas:

video


Dica: leve uma capa de chuva, porque molha e molha muito!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Foz do Iguaçu - parte 1: Paraguai

Passamos um final de semana em Foz do Iguaçu, em junho. Voamos de Azul, saindo de Campinas, avião confortável e com excelente serviço de bordo. Uma pena pegar a turbulência violenta no vôo da volta, culpa da chuva que caía.

A temperatura estava bastante baixa quando chegamos, por volta das 10 da manhã, uns 10 graus. Mas durante o dia abriu um sol e esquentou um pouco. Ao sairmos do aeroporto, alugamos um carro na Localiza e de lá decidimos ir pro Paraguai, afinal, nossa entrada no hotel era só a tarde.

Maior cagada do mundo ir pro Paraguai de carro. NUNCA, JAMAIS, em hipótese alguma faça essa merda! O Paraguai, pelo menos ali pertinho da fronteira, é um país sem lei e completamente bagunçado, a maior zona. Sujeira e gente feia pra todo lado.

Assim que paramos o carro na fila pra atravessar a fronteira, uns mil caras colaram no carro e falavam ao mesmo tempo coisas como: Eletrônico? Celular? Perfume? Relógio? Tablet? E assim, eles não desgrudavam do carro. A gente nem dava atenção, só fazia não com a cabeça, mas parecia um enxame de abelhas grudado na colméia.

Bom, quando finalmente conseguimos passar pra dentro do país, a zona estava armada. Carro atropelando carro, gente atropelando carro, moto atropelando tudo, sem sentido, sem semáforo, sem faixa de pedestre, tipo filme de bang bang, salve-se quem puder. Um horror!

Indicaram pra gente um tal de shopping Monalisa, então a gente estava a procura dele. Eis que surge um ser que gruda no nosso carro. Quando eu digo gruda, é gruda mesmo. Ele se agarra no carro de uma tal forma que só deus pra tirar ele dali.

Como a gente já tinha dado algumas voltas e obviamente não tinha encontrado nenhuma vaga pra parar o carro, resolvemos dar atenção pro ser grudado e perguntar onde ficava o Monalisa. Cagada!

Ele disse que lá não existe muitos estacionamentos e que no Monalisa não tinha, mas que ele sabia onde tinha um bem legalzão e tal, que a gente podia parar sem pagar nada e ir a pé passear pelo lindo Paraguai. #sqn

Tá. Depois que paramos o carro no estacionamento mais apertado do mundo, a gente teve que desembolsar R$ 60. Isso mesmo, o papo de não pagar nada era conversa furada. Quer dizer, a menos que a gente comprasse algo numa loja X, aí eles me davam o desconto integral do valor.

O tiozinho do estacionamento, depois de nos assaltar, grudou foi na gente. Pra onde a gente fosse, lá ia ele atrás, tipo um guia, só que ninguém pediu pra ele fazer isso. E ele queria me falar onde eu tinha que ir. Ai que ódio. Conseguimos dar um perdido naquele ser e entramos numa galeria onde paramos pra almoçar.

Era tanta coisa feia que a gente decidiu comer onde parecia ser o lugar mais seguro entre as opções: o Giraffas. De lá, partimos pro Monalisa, onde realmente não tem estacionamento. O Monalisa é um shopping pequeno, meio de luxo, onde cada andar é especializado em uma coisa. Não comprei nada lá.

A cotação do dólar estava muito alta, então não estava compensando comprar nada, até porque esse Monalisa é bem carinho.

Passeamos por lá e roupa é uma coisa muito barata mesmo, só que são horrorosas, não dá pra levar nem pra caridade. O que acabei comprando foi um tablet pra minha mãe, morrendo de medo de ser falsificado, e uma calça da Diesel que até que tinha o preço razoável.

Agora vem a pior parte, voltando pro estacionamento, por volta de umas 5 da tarde, encontramos o ser grudento de novo. Ele queria agora levar a gente embora. A gente não queria nada com ele, mas ele grudou no carro de novo, falando e falando.

Tinha uma fila gigantesca de carro pra atravessar a fronteira de volta, com carro desligado e tal, aí o ser disse que sabia um caminho super legal, que na fila ia levar horas e horas (e tava com cara mesmo de que ia demorar), que era só seguir ele e que tava beleza.

Um cara no avião havia nos dito que é normal fazer isso mesmo e que é até melhor porque demora demais a fila da fronteira, mas que aí era preciso subornar os guardinhas que ficavam do outro lado, mas que 5 reais estaria de bom tamanho. Beleza.

Topamos seguir o cara. Ele e mais outro numa moto. Senhor! Nunca tive tanto medo na vida, era cada buraco, favela, uma coisa horrorosa que eu já nem sabia mais o que nos esperava. Finalmente chegamos numa fila e os seres vieram nos avisar que iam negociar com os guardas.

Não dava pra ver onde estavam esses guardas, mas beleza. Nessa hora eu já falei pro Ri separar 15 reais porque seria tudo o que iríamos dar. Daí voltam os dois dizendo que tínhamos que pagar 100 reais! Oi? Já queria mandar tomar no cu, mas tava morrendo de medo de morrer, mas mesmo assim começamos a discutir.

No fim, eles ficaram putos e praticamente arrancaram os 15 reais da mão do Ri e foram embora. Continuei morrendo de medo porque ainda tínhamos que passar pelos guardinhas. A gente tinha dinheiro, mas não 100 reais. E os seres malditos tocaram o maior terror falando que a gente ia ser preso, que num sei o que. Pensando bem, não tinha lógica aquilo, mas como nada tinha, a gente tava era com o cu na mão.

Os guardinhas armados de metralhadora lá na frente, a gente parado na fila, sem ter como fugir, nem pra frente, nem pra trás, nem pros lados, o medo ficando cada vez pior. Quando chegou nossa vez de passar, eles nem deram trela pra gente. Ou seja, se déssemos os 100 reais, seria pros seres malditos, ladrões de merda. Odiei o Paraguai.

Nunca, nunca vá ao Paraguai de sábado (é o dia dos sacoleiros), e nunca vá de carro. A pé, pelo menos, ninguém vai saber se você é ou não de lá.
Aliás, nem vá ao Paraguai. Pegue um ônibus ou um táxi até a fronteira e vá no shopping que fica bem ao lado dela, o Shopping Del Leste, lá tem tudo o que tem naquela zona. Talvez um pouco mais caro, mas só pra não ter que passar pelo que passamos, já vale a pena.

Próximo post: o resto da viagem (Foz e Argentina), Paraguai, nunca mais!


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

os desafios de ser chefe

- eu não vou segurar essa bucha, não podemos ter uma pessoa assim no grupo... acho que vamos ter que demiti-la...

Ouvi isso no meu segundo dia de trabalho, sobre minha coordenadora. Deu um puta pepino na agência, meio que por culpa dela, envolvendo Globo. E pepino da Globo é bucha muito pesada.
Passada a tormenta, conversei com ela na segunda-feira. Expliquei que ela não podia cometer erros tão básicos como aquele e que isso não poderia se repetir mais.
E ela, por outro lado, tentou se explicar dizendo que pegou o bonde andando e achou que estava tudo certo. E que, de qualquer modo, ninguém nunca tinha se sentado com ela pra explicar e ela só estava na agência há 3 semanas. E que ela disse na entrevista que não tinha muita experiência com tv.
Me coloquei à disposição pra ajudá-la, afinal, também sinto na pele a confusão que está na agência, estamos pegando tudo começado e realmente está tudo confuso. Uma fase de mudanças bem no meio do furacão.
Não fui eu quem a entrevistou e nem meu diretor. Então não dá pra saber como foi a entrevista. O fato é que ela é realmente muito crua pra ser uma coordenadora, não está pronta. Mas mesmo assim, não acho justo demitir uma pessoa com tão pouco tempo de chance. Chance pra aprender e mostrar que podia até não estar preparada, mas que deu o maior gás para estar e merecer continuar. Me deu dó.
Eu também cheguei na agência com o desafio de um novo cargo. Enfim, só acho que todo mundo merece uma outra chance.

- estou tão feliz na agência... apesar de estar só há 3 semanas, gosto tanto das pessoas, do clima...

Aí no meio do almoço ela me diz isso, e eu com aquela notícia da demissão no estômago, tentando digerir. É horrível, nunca passei por algo parecido.

Foi então que decidi intervir e pedir pro meu diretor uma nova chance pra ela. Sei lá, vou tentar ajudá-la, quem sabe não foi falta de sorte, de comunicação...

- então, sobre ela... eu queria dizer uma coisa...
- ah, decidi segurar um pouco e dar mais uma chance...
- ai, jura? que bom, eu ia dizer a mesma coisa...
- é, mas vai ser a única e a última, se der cagada é tchau!

Beleza, justo. Ai que bom tirar esse peso das costas.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

era uma casa muito engraçada

Voltando à normalidade, finalmente a parte térrea do nosso castelinho está finalizada. Já se passou um ano desde que nos mudamos e ainda tem muita coisa encaixotada e muita coisa fora do lugar. Não tenho guarda-roupa, nem lustre nos quartos, enfim, mas é preciso ir por partes, afinal, a casa é muito grande.
Na parte térrea, temos a cozinha, o lavabo e a sala. E está tudo perfeito, não falta nada. É a parte social da casa, quase ninguém sobe, então era importante deixar o espaço habitável. Lá em cima, uma bagunça só.
A parte de cima tem 3 quartos, sendo uma suíte e mais um banheiro. O projeto é transformar o quarto do meio em closet. Hoje só tem araras, caixas e mais caixas. Um horror! 
O quarto dos fundos fizemos meio que de escritório. Esse tá quase pronto. Logo, logo posto por aqui. 
Na garagem não tem nada pra fazer, exceto um projeto de plantas que está na minha cabeça, mas que não é prioridade e vai ficar por último.
No quintal, temos o desafio de fazer o canto do Ri (churrasqueira) + projeto de paisagismo (meu sonho) + lavanderia (necessidade). Hoje só tem uma máquina de lavar, um tanque e um armário improvisado. Essa parte vai levar um belo tempo e um belo dinheiro, prometi pro Ri que ia fazer o verdadeiro "canto do guerreiro", aliado a tudo aquilo que gosto. Missão - quase - impossível.
E além de tudo isso, ainda falta colocar câmeras pela casa. Alarme, grade, cerca elétrica e seguro já temos, mas é melhor garantir mais segurança, afinal, já roubaram nossa casa.
Mas, vamos ao que interessa. Tudo isso vai levar muito tempo pra ficar pronto porque me falta a riqueza, logo, vamos por partes. Agora, voltando a trabalhar, vou tirar o projeto closet do armário. É minha próxima meta.
E aqui vai um pouquinho da parte térrea do castelo. Nossa sala, alguns detalhes, nosso lavabo e nossa cozinha. Eu amo minha casinha.








Ficha técnica: cor das paredes Elefante (Coral), rack foi comprado no site Westwing, mesa de jantar + cadeiras da Tok&Stok, sofá foi comprado numa loja de móveis do Shopping D, móveis da cozinha mandei fazer numa loja chamada A Griffe (passem longe!! apesar de ter ficado bom, foi a maior dor de cabeça), parede de madeira do lavabo é da Leroy Merlin (Ri que instalou), espelhos são da Tok&Stok, a cor eu não me lembro qual é porque mandei fazer, mas é um tom de vinho e usamos sem misturar com água nem com tinta branca. Azulejos hidráulicos da cozinha foram comprando num cemitério de azulejo perto na zona sul, mas qualquer um tem. Luminárias da Leroy Merlin. Aparador comprado em Embu e pintado de amarelo pelo Ri.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Barcelona e Toledo

Finalizando os posts sobre o mochilão pela Europa, vou falar de duas outras cidades fantásticas da Espanha: Barcelona e Toledo.
Chegamos lá de trem, partindo de Veneza. Julho e agosto na Europa é um calor insuportável, mas que dá pra aproveitar numa boa. Em Barcelona tivemos a facilidade de contar com um amigo que morava por lá, e ele nos ajudou inclusive verificando a qualidade do hostel que escolhemos.
Ficamos hospedados no Ideal Youth Hostel, dormindo 3 noites com café da manhã e pagamos apenas R$ 156 para cada casal. Se você já leu todos os outros posts sobre minhas hospedagens em hostels, já percebeu o quanto vale a pena, em termos financeiros, se hospedar em um, não?
Bom, esse hostel tinha uma localização excelente, bem numa rua paralela às Ramblas (avenidas principais), pertinho da praça principal e também pertinho do metrô. Mas fizemos muita coisa a pé também. Ah, era perto também da praia Barceloneta, onde aproveitamos pra dar um pulinho no mar e curtir um bom pé na areia.
Com relação às acomodações, bem, tivemos melhores, mas a gente só usava mesmo pra tomar banho e dormir. A área comum é bem mais interessante do que os quartos. Nesse, ficamos num quarto privativo pra 8 com banheiro privado.


Infelizmente não conseguimos fazer tudo o que queríamos, mas deu pra conhecer alguns dos principais pontos da cidade.
Gaudí está um pouco de tudo por ali, então visitamos algumas de suas principais contribuições artísticas como o Parc Güell, onde tem várias áreas com mosaicos e é realmente um parque onde se tem uma bela vista da cidade. Pra chegar lá de ônibus, linhas 24 ou 92, de metrô (que é mais fácil), desça na estação Lesseps (linha 3, verde) e é só seguir as placas.
Outro lugar incrível, indescritível é a igreja Sagrada Família. Não tem como descrever o quão incrível é esse lugar, com certeza você nunca viu e nem verá nada parecido. Tem horário pra visitação e também paga-se uma taxa, que vale cada centavo.
Pra chegar, pegue a linha 5 ou a linha 2 e desça na estação Sagrada Família, não tem erro.





Tem também a Casa Batló e a Casa Milà (La Pedrera), duas casas famosas de Gaudí onde se é possível visitar. Porém, como a fila estava gigante, nos contentamos apenas em admirar a beleza externa. Com certeza deve valer muita a pena entrar, até porque é possível subir no telhado e também ter uma outra bela vista da cidade.



Lá, após tantos dias comendo comida local, conseguimos achar um cara que entregava quentinhas de comida brasileira. Graças ao nosso amigo Diego. Comemos arroz, feijão, carne e batata frita. Até a opção de estrogonofe tinha. E também conseguimos almoçar numa churrascaria brasileira, pena que não lembro o nome e nem o endereço. Mas vale a pena registrar que foram algumas das refeições mais felizes que tivemos.

Passeamos pelo Bairro Gótico, que tem até uma "réplica" da Sagrada Família em proporções bem menores e uma feirinha de antiguidades, comprei um anel de madrepérola lindo. Mas lá, é tudo usado!


Em uma das noites, fomos ver o espetáculo das Fontes Mágicas de Montjuic. O show das diversas fontes, em frente ao Museu de Arte da Cataluña, é espetacular. Tem mais gente que micareta, chegue cedo e garanta um bom lugar. É sensacional. Mas verifique quais dias funciona, porque no período que fomos era de quinta à sábado, mas às vezes pode ser de sexta à domingo. E é sempre à noite, chegue por volta das o
20h.
Para chegar até essa maravilha, pegue o metrô sentido Plaza de Espanya (linha 1 ou linha 3), siga pela avenida Reina Maria Cristina, não tem como errar, pois o museu dá pra ver de longe.



Reservamos um dia para conhecer o Camp Nou, estádio do Barcelona. Pra quem curte futebol, leva mesmo o dia todo para conhecer o estádio e o museu, que é incrível. Pena que a temporada espanhola já havia se encerrado, assistir um jogo do Barça ia ser muito fodástico!
De metrô, as linhas azul e verde te levam até lá. 


E reservamos mais um dia para descansarmos e curtimos a praia. Barceloneta é uma praia bastante movimentada. O topless é absolutamente normal, qualquer um pode fazer e ninguém tá nem aí. Tem umas orientais oferecendo massagem a 5 euros (apenas pras pernas), mas dá pra fazer de corpo inteiro pagando-se mais. Eu fiz, porque vamos combinar, quase 20 dias batendo perna insanamente, eu merecia.
E nada mais agradável que uma massagenzinha enquanto se pega um solzinho, néam??
Pra chegar lá é super fácil também, pegue a linha 4 do metrô e desça na estação de mesmo nome. Barcelona tem outras prais, mas Barceloneta é a mais próxima do centro.


Partimos de Barcelona pra pegar nosso vôo de volta em Madri. Mas como nosso vôo era meia-noite, decidimos fazer uma parada em Toledo, uma cidade medieval que ficava no meio do caminho. O forte da cidade são as inúmeras igrejas, além disso é a cidade de Dom Quixote, personagem de Cervantes.
É possível conhecer um pouco a cidade em apenas um dia (eu disse um pouco). Mas vale a pena, o clima medieval é simplesmente demais (eu adoro!!!).
Lá não fizemos muita coisa além de andar pelas ruas mesmo e almoçamos no centrinho, num restaurante super charmosinho. Aliás, a estação de trem é outro charme a parte.



E assim encerro os posts sobre minha viagem à Europa. Em breve, posts mais completos (até porque estão mais frescos na minha memória) das viagens recentes: Foz do Iguaçu e Montevidéu.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

a vida vai

Tudo nos eixos. Apesar de MUITO trabalho, o que estou adorando (mesmo tendo saído mais de meia noite da agência na sexta), foi muito bom poder acordar no sábado e ir pro shopping me mimar um pouco.
Sem preocupações, sem nada.
Quer dizer, tomara que eu passe pelo período da experiência né...

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

e tudo volta ao normal

Não vou falar das primeiras impressões que tive da agência nova porque sempre me decepciono depois. O que posso dizer é que trabalhei mais em 1 dia do que nos últimos 6 meses. Aliás, nunca havia trabalhado tanto num primeiro dia.
Resultado: engoli o almoço e cheguei em casa 22h30. Até que estava com saudade dessa rotina maluca. Não que eu goste, pelo contrário, mas é que estava fazendo falta.
E hoje já é sexta!! Adorei ter começado numa quinta!!!