segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

garota eu vou pra Califórnia

... e Nevada
... e Arizona
... e Havaí!!!!

Planejando o roteiro da trip desse ano: Los Angeles, Honolulu, Grand Canyon, Las Vegas e São Francisco!
Contando os dias e as horas.



















Mas antes vou ali fazer aquela cirurgia que esperei a vida toda e já volto.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

a dieta: primeira fase

Ontem foi dia de retorno na nutricionista. Não poderia estar mais feliz com os resultados. Todos os objetivos foram alcançados.


Minha rotina é essa que registrei no Instagram ao longo dessa primeira parte da dieta: muita saladinha, fruta, fibra, suco verde, água de coco e muito exercício: boxe, hidroginástica e aeróbico foram os que escolhi.

Os resultados foram:
Peso inicial: 57,9 kg  | final: 55,6 kg (- 2,3 kg)
Tórax inicial: 87 cm | final: 85 cm (-2 cm)
Peitoral inicial: 96,1 cm | final: 93 (-3,1 cm)
Cintura inicial: 86 cm | final: 82,5 cm (-3,5 cm)
Abdômen inicial: 89,7 cm | final: 86 cm (-3,7 cm)
Quadril inicial: 101 cm | final: 98 cm (-3 cm)

Como eu poderia não estar feliz com esses números? Orgulhosa pelo trabalho super duro e difícil que deu. E agora, começa a segunda fase. Um pouco pior, eu diria, pois preciso chegar nos 53 kg (são -2,6 kg), parece fácil, mas não é. Ainda mais porque vou ter que parar com os exercícios por conta da cirurgia, que já é na próxima quarta-feira.
Mas, vamo que vamo! Até o final dessa dieta, a balança deverá marcar 51 kg. Então, bora correr atrás desse objetivo.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

a minha moda

Não sei definir  meu estilo, porque tem dia que acordo toda perua e tem dia que acordo muito moleque. No meu closet tem de tudo: vestido rendado a calça jeans rasgada, de salto agulha a all star podrinho, de jaqueta de couro a cardigã de lã. Eu sou essa mistura de tudo-um-pouco. Varia mesmo de acordo com o meu humor do dia.
Eu não sou uma super consumista da moda, mas sou consumista do que gosto. Ou seja, eu não compro nada porque está na moda, só compro aquilo que me vejo usando. Eu nunca fui (e nem pude ser) consumista do que está na moda. O que até sinto certo alívio.
E apesar de ser super criativa com a decoração da minha casinha, o mesmo não acontece quando tenho que me decorar. A menos que seja uma ocasião especial ou que eu tenha muito tempo. E se não vou andar muito (porque aí abuso dos saltos), mas caso contrário, não tenho tanta inspiração assim, não. Prefiro dormir mais 5 minutinhos do que ficar elaborando looks inspiradores. Até porque em 5 minutos não vai rolar nada de inspirador mesmo.
E aí que eu tô escrevendo isso porque de uns tempos pra cá, comecei a buscar inspiração na internet (assim é com a decoração da casa, então pensei que funcionaria pro resto). E comecei a achar algumas blogueiras interessantes. Porém, sempre me senti muito distante de tudo o que via nesses blogs.
Pra mim é impossível ostentar um look em que a blusinha custa 500 reais, o sapato 850, a calça 1.200, a bolsa 5.800, os brincos 700, a pulseira 300 e por aí vai. Acho que nem se eu tivesse muito dinheiro iria gastar tanto com isso.
Porque pra mim roupa não tem que ser cara. Até porque não é eterna e tem certas coisas que caem no desuso com o tempo. Mais um motivo pelo qual não sigo modismos, procuro comprar peças atemporais (sempre que consigo).
As minhas lojas prediletas são as lojas de departamento: C&A, Renner, Marisa, Riachuelo, Zara (a mais cara de todas, mas que dá pra comprar), a Emme, Hering e ultimamente tenho aprendido a treinar o olhar e encontrar coisas bacanas até em araras de supermercado.
Odeio entrar numa loja e ficar com a vendedora em cima, normalmente empurrando um monte de coisa que não tem absolutamente nada a ver com o que a gente gosta. Toda vez que entro numa loja dessa, acontece a seguinte cena: oi, eu preciso de uma malha amarela de lã, de preferência que custe menos de 100 reais. Aí a vendedora traz um turbante de seda lilás, uma calça de couro e uma malha laranja sintética de 350 reais. Depois dispara a seguinte frase: a malha de lã eu não tenho, mas essa daqui que eu trouxe é muito melhor e custa só um pouquinho a mais, e ainda você pode combinar com essas outras peças que eu trouxe. Odeio!
Então opto sempre pelas lojas de departamento, onde eu posso ter paz o suficiente pra escolher o que gosto, experimentar o que interessa e ir direto no caixa. Sem complicação e punhetação de vendedor na orelha.
Mas, voltando ao que interessa, foi numa dessas procuras por inspirações na internet que achei o blog de uma moça chamada Carol, o Small Fashion Diary. E aí morri!!!!!
Morri porque finalmente achei um blog sobre moda (embora ela "ache" que não entende de moda), com looks diários e inspiradores, com peças que super cabem no bolso de qualquer um. Porque a maioria das peças dela vem dessas lojas que eu adoro, ou brechós, ou achados mesmo.
Devorei o blog de cabo a rabo e a forma como ela pensa e monta os looks vem treinando meu olhar, abrindo a minha mente pra muitas coisas que eu não via a possibilidade de misturar ou usar, fazendo com que aflore uma criatividade muito interessante na hora de compor meus looks. Tanto é que já ressuscitei uma série de peças do guarda roupa que achei que não desse mais pra combinar com nada.
E isso tem arrancado elogios (não só do Ri, que não conta né), mas da mulherada na agência. Porque eu consigo agora visualizar certas peças com mais facilidade e tenho conseguido romper velhos preconceitos que eu tinha com relação às minhas próprias roupas.
Tô adorando (re)conhecer meu closet a cada dia. Porque a cada dia eu descubro uma nova combinação com as mesmas peças. E isso é muito bacana, faz render sabe? E é incrível a quantidade de combinações que dá pra fazer com aquelas mesmas peças.
Visitar o blog da Carol me fez usar coisas que eu nunca tinha usado, dar nova cara e uso à algumas peças e ousar um pouco. E era exatamente isso que eu procurava. Além de inspirações com peças da minha realidade, novos olhares, novos conceitos, novas propostas.
Porque moda, pra mim, nunca foi aquilo que desfilava na passarela e sim o que agradava aos meus olhos e ao meu bolso.


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

mudança de hábitos

Depois de amanhã tenho retorno na nutricionista. Serão 44 dias da dieta e 37 dias de academia completos. Estou ansiosa pra saber o resultado. Se atingi as metas, se ganhei alguma coisa da tal massa magra, se perdi a tal da massa gorda, se de fato emagreci os 2,2 kg que deveria, se perdi medidas, enfim.
Notei que algumas roupas estão mais larguinhas sim. E na agência estão dizendo que estou fininha. Mas sou igual a São Tomé, quero ver para crer.
O fato é que mudei muita coisa na minha alimentação, basicamente fui do vinho pra água. Eu fazia tudo errado: acordava atrasada e nunca tomava café, na agência eu comia uma bolacha ou qualquer coisa parecida e ia almoçar lá pela uma da tarde.
Daí só ia comer de novo às 5, um pão francês com requeijão que a agência dá pros funcionários todos os dias. Aí dependendo da rotina, jantava em casa, comida, arroz, feijão, batata, lanche, pizza, esfiha, macarrão.
Tomava Coca-Cola todos (TODOS) os dias!!! Comia chocolate todos (TODOS) os dias!!!! Não comia salada quase nunca. Acho que nunca, pra falar a verdade. Suco só de laranja e olhe lá. Água nem pensar. E há uns 5 anos não praticava nenhum (NENHUM) exercício, nada.
Bom, aí que com a dieta tudo mudou.
Passei a tomar café da manhã todos os dias, introduzi alimentos light e integrais à minha dieta, como salada e legumes TODOS os dias, bebo suco verde durante a semana e às vezes no final de semana. Como de 3 em 3 horas. Cortei fritura (mas a minha dieta permite 4 batatas fritas) e sim, eu como um pouquinho mais às vezes. Não misturo carboidrato (aliás, aprendi o que é isso), como proteína (aprendi também), como mais fruta (mas preciso melhorar) e fibras. Meu intestino melhorou. 
As primeiras semanas foram um horror. Não perdia nem 100 gramas, mesmo que eu fizesse 100% da dieta. Mas fui me acostumando e encontrando coisas boas e que eu realmente gostava.
Nesse tempo eu tomei 3 copos de Coca, comi 1 x-burguer com maionese, comi 3 chocolates e 1 brigadeiro, fui ao japa umas 2 vezes (só pode comer sashimi, mas eu comi de tudo!), comi pizza umas 2 vezes e 3 pedaços de bolos bem gordinhos (porque eram de aniversários). Ah, comi a primeira lasanha que eu fiz na vida, que era pra ser light, só que eu coloquei mussarela, requeijão, molho funghi e aí não adiantou nada ela ser de abobrinha (tava deliciosa e comi mais do que devia).
Essas fugidinhas que eu dei só  me ferraram. Acabei ganhando 1 kg fácil, e não foi nada fácil perdê-lo. E pior, tive que me esforçar mais ainda pra perder de novo (puta trabalho burro). Mas, eu não sou de ferro e AMO comer, então acabei dando essas "escapadas".
Também estou bebendo mais água (é que não sinto a menor falta), mas estou me forçando a isso. E o que posso dizer dos exercícios? Bom, estou gostando bastante da academia. 
Vamos ver o que a nutricionista me dirá dessa primeira {e árdua} fase da dieta. Quinta, chega logo!!!

#ansiosanonível5000

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

limão com mel

Ando tão azeda, mas tão azeda que nem eu tenho me aguentado mais.
Com a {mais uma} mudança na agência em menos de 1 ano, me peguei refletindo no quanto o grupo anterior (entenda-se meu grupo, meu atendimento AND meus clientes) me deixaram azeda. Acho que a gestão anterior também me deixou azeda. E o fato de não ter uma, umazinha pessoa sequer com um cérebro igual ao meu (azedo, diga-se de passagem) por aqui, puxa-saquismos a parte, gente que não sabe porra nenhuma e senta na mesma cadeira que eu (gente, até hoje eu ainda não aprendi a lidar com isso!), bom tudo isso me tornando uma azedura só.
Eu estava muito chata, tolerância zero, insuportável. Num nível limão mesmo.
Parecia uma velha caduca, resmungava toda hora.
Bom, digamos que com a troca fiquei {ainda} mais observadora. As pessoas pensam que só porque eu sou quietinha, devo ser boba. Mas de boba, minha gente, eu não tenho é NADA! Eu ouço, vejo e observo cada coisa. Palavras ditas, não ditas, entrelinhas, é comigo mesmo.
Sou ótima em juntar peças de quebra cabeça, sempre gostei de jogar Detetive, então, adoro que pensem que sou boba. Assim mais abrem a boca perto de mim e mais eu sei o que rola por aqui.
Parei de reclamar. O azedo ganhou um leve toque de doçura.
Feliz não tô, mas aprendi {de vez} que essa tal felicidade que eu busco na minha profissão está em pequenos (raríssimos e momentâneos) momentos. E decidi tomar outros caminhos.
Só que como boa libriana {em cima do muro quase sempre}, decidi me aventurar por vários novos caminhos e coisas novas. Sem pressa e sem alardear aos quatro ventos.
Não estou procurando emprego novo {de novo}. Essa era sempre minha saída. Só que eu já mudei 6 vezes nesses 9 anos de carreira e é sempre tudo tão igual. Logo, o problema está em mim.
Dessa forma, com muita calma e resiliência (a tal ali debaixo), vou buscar outras novas alternativas de felicidade e de carreira.
Vamos ver no que dá essa mistura azedinha-doce.

*em tempo: faltam 9 dias pra cirurgia que vai mudar minha vida ;)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

o dom da resiliência

Resiliência. A resiliência é um conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse, etc. - sem entrar em surto psicológico. No entanto, Job, que estudou a resiliência em organizações, argumenta que a resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém depara com um contexto entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. Essas decisões propiciam forças na pessoa para enfrentar a adversidade. Assim sendo, Barbosa propôs que se pode considerar a resiliência como uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades. (wikipedia)

Há algum pouco (pouquíssimo) tempo atrás:
- olha, eu não vou te mudar de grupo porque eu gosto muito de você e quero que você conheça seu novo diretor e depois de um tempo me diga se quer continuar com ele ou mudar pra pessoa X...
- ok, vou ver sim, obrigada
- não se preocupa porque com a pessoa Y eu não vou te colocar, porque você não tem o perfil dela, além do que você iria odiar trabalhar com ela.
- beleza, valeu

Ontem:
- então, a partir de agora seu novo diretor é a pessoa Y.

Resiliência. Porra nenhuma.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

uma alegria

Nunca pensei que fosse dizer isso, mas abençoado seja o ar-condicionado que instalaram no meu quarto ontem. Dormi na Sibéria, com direito a coberta e até arzinho branco saindo da boca. Delícia demais.
Fazia muito tempo que não dormia tão bem.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

discurso motivacional da preguiça

Ontem, o dono da agência resolveu fazer um "discurso motivacional", só que pra mim funcionou ao contrário. Cada vez que ouço certas coisas me dá mais preguiça.
Resumindo muito tudo o que ele falou, ele disse que quem escolhe a vida de publicitário já deveria saber e aceitar que não se tem vida. Você tem que trabalhar muito, muito mesmo. Perder dias, noites, fins de semana, férias, vida e coisas do tipo. Você tem que estar acessível sempre, faca na caveira, sangue nos olhos. Que ele só tirou férias depois de 20 anos de trabalho.
Discurso lindo, não?
Eu já sabia como era a vida de publicitário, minha mãe era e eu acompanhei tudo desde sempre. Não foi por isso que escolhi a profissão. Escolhi porque achava legal o trabalho dela, mas nunca concordei com o monte de coisas que ela levava pra casa e passava o fim de semana fazendo. Nunca achei bacana quando ela chegava de madrugada em casa porque tinha que entregar um plano.
Eu não escolhi a vida dela. Até porque imaginava que isso mudaria desde que pessoas com uma mentalidade mais evoluída fizessem com que as mudanças acontecessem.
Conheço pessoas evoluídas a esse ponto. Já trabalhei com pessoas que conseguiam fazer seu trabalho dentro de um horário normal e sabiam colocar limites nas loucuras dos outros. Essas pessoas gostavam de viver. De ir pra casa, de ver o companheiro acordado, conversar, dividir uma refeição. De se divertir no horário livre. E dava tão certo. 
Entregávamos o mesmo trabalho, com a mesma dedicação e com a mesma qualidade.
E conheço pessoas como esse acima. Que no ano novo são obrigados a atender o telefone pra passar a previsão de verba no novo ano. Que engordaram 40 quilos porque são obrigados a engolir lanches e lanches, por não ter tempo de almoçar direito. Que precisam carregar 5 celulares porque precisam estar sempre disponíveis e acessíveis quando o cliente ligar.
Na boa, eu não quero isso e não concordo de jeito nenhum com essa visão do negócio.
Não contente com isso, o dono da agência ainda disse que só assim seremos pessoas de sucesso e que alcançaremos cargos de confiança. Ele tem um haras cheio de cavalos, propriedades, apartamento no Central Park. Parabéns!
Eu não quero nada disso. Eu quero só fazer um bom trabalho, não morrer e viver por ele. Dinheiro, pra mim, não é tudo. Ajuda? Claro, é ótimo ter dinheiro, mas não é tudo.
Eu ainda prefiro viver minha vida e não perder as coisas boas dela porque alguém me disse que eu precisava disso pra ter sucesso.
Se for assim, na boa, prefiro o fracasso.