segunda-feira, 28 de abril de 2014

aloha!

Finalmente temos algumas partes da viagem fechada! Viajar em grupo é bem divertido, mas também pode ser um pouco complicado. Mas, por enquanto temos 3 destinos garantidos: Los Angeles, Honolulu e Las Vegas.
Ficou faltando definir quantos dias vamos ficar em Vegas, quantos no Grand Canyon e quantos em São Francisco. E o problema maior é que vamos ter que abrir mão de pelo menos 1 dia nesses destinos pra fazermos toda a costa da Califórnia no caminho entre São Francisco e Los Angeles.
Gerou um certo problema, porque aumentamos um dia em LA e outro no Havaí, e aí uma pessoa do grupo ficou bem puta de ter que abrir mão de Las Vegas por um dia ou fazer apenas um bate volta pro Canyon, mas enfim, essa parte da viagem ainda não fechamos.
As passagens pro Havaí compramos na Hawaiian Airlines, saindo de LA e voltando pra Vegas. Aimeudeus! falta muito??

quarta-feira, 23 de abril de 2014

nosso home office

Finalmente nosso home office ficou pronto. Ou quase pronto. 
É que ainda falta uma coisinha aqui, outra ali (um tapete, provavelmente, sinto muita falta de um tapete colorido), enfim, detalhes. Mas a essência é essa aí mesmo.


É assim, um quarto de hóspede também. O sofá não vira cama, mas ele é bem largo se você tirar o encosto e dá pra dormir sim, numa boa. Mais pra frente pretendemos trocá-lo por um sofá-cama, mas esse é o que temos pra hoje (era o da sala do nosso antigo apê).
A vó do Ri fez uma colcha de crochê pra nossa cama. Mas ficou tão, tão pesada, que é inviável usá-la. E pra não deixar guardada, até porque eu acho ela linda, joguei por cima do sofá, compondo com essas almofadas coloridas que eu adoro.
No mais, temos tudo o que já usávamos no apê: estante + escrivaninha. As prateleiras são novas e minha geladeira retrô é a aquisição mais recente. Combinandinho com a minha TV retrô. É muito amor!!!


Temos muitos DVDs, coleções, livros, revistas, e tive que dar um jeito de caber tudo aí. No nosso home-office-quartodehóspede-biblioteca. Tem também a mesa pneu que o Ri fez, com sua Ferrari. Afinal, quem vai trabalhar ali será ele.



Prometo que vou tirar umas fotos (boas) de alguns detalhes que amo nesse home office, como por exemplo, a Rainha Má e a Malévola (adoro vilãs de desenho animado). Meu Chaves no barril, essa garrafa cheia de fitinha do Bonfim, esse lambe-lambe, enfim, muitas coisinhas que merecem destaque num próximo post.
Por enquanto, está aí nosso home office. Mais uma etapa da casa finalizada.
Tá acabando.

terça-feira, 22 de abril de 2014

feriado

Sabe quando você precisa urgente de uma pausa na vida? E sabe quando você deixa tudo pra resolver nessa pausa? E pior, você não resolve nada? Então, foi assim meu feriado.
Esses quatro dias de não fazer nada vieram muito bem a calhar. Queria resolver um monte de coisa, mas acabei não resolvendo nada.
Aproveitei pra fazer o que mais gosto: dormir. E estava precisando mesmo, poder acordar, olhar pro relógio, virar pro outro lado e dormir até não aguentar mais.
Exceto sábado que acordei mais cedo pra ir ao shopping. Sabe como é, sempre com aquela desculpa que tem que pagar o carnê da loja (mas que você poderia pagar pela internet, mas não quer né). E aí acabei comprando um pouquinho mais.
Finalmente pude experimentar blusas e meodeos! que alegria. Como eu ainda não sabia muito bem qual a minha nova numeração, levei pro provador 2 peças de cada, sempre nos tamanhos M e P (antes eu era G ou GG).
Depois de provar a terceira peça, pude constatar que meu novo número é P! A felicidade, não por usar P, mas por me sentir bem em uma roupa, é enorme, tanta, que estou feliz até agora. Mais feliz ainda por ter ousado comprar uma blusa G, porém de uma arara da seção teen. Sim, isso mesmo, comprei uma blusa pra criança/adolescente/seilá, de 14 anos!
Não satisfeita, achei uma calça vinho que eu queria {dizem que é a cor da estação}, e pasmem, depois de anos (nem me lembro quantos) usando tamanho 40, eu entrei perfeitamente em uma 38!
E a caminho da fila, toda feliz pra pagar o estrago todo que fiz, ainda encontrei uma bolsa que namorava há tempos, mas que não queria pagar tão caro, na promoção. Imagina se eu não cheguei em casa com sorriso de orelha a orelha!


E aí aproveitei pra colocar as séries em dia, curtir minha casa, arrumar nosso home office (assunto pro próximo post), ficar com as cachorras (AMO!!!), enfim, fazer nada mesmo.


E empurrando pro próximo feriado um monte de coisas que tinha que ter feito e deixei pra trás.
Ainda bem que semana que vem tem mais.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

cozinhando com amor

Depois que me casei, passei a ter mais interesse por cozinhar. É verdade que quando pequena, eu gostava muito de ver minha vó cozinhando. Ela me ensinou a cozinhar e temperar feijão, assar bolos mil, mas infelizmente não tive tempo de aprender as receitas que mais gostava. Sinto muita saudade do frango dela, era uma delícia e nunca mais comi um igual. A polenta também era deliciosa. Mas o arroz com feijão, imbatível!
Poderia citar milhares de outras receitas da minha vó, realmente ela cozinhava muito, muito bem. Nossa, que saudade daquele cheirinho de tempero... hummmm...
Mas, interesse mesmo pela cozinha, só depois que casei mesmo. Foi aí que tive que me virar de verdade, então comecei um livro de receitas e também arrisquei umas invenções. O Ri também entrou na dança, e ele tem suas receitas secretas.
Comecei a prestar mais atenção em programas de culinária. Passei a atender um cliente diretamente envolvido com cozinha, ou seja, comecei a dar mais atenção ao tema. Esse ano, com a dieta e os novos hábitos de vida, passei a buscar também receitas mais saudáveis, enfim, tô adorando tudo isso.
Em breve, mês que vem, começo meu curso de culinária do Senac. Não vejo a hora. Porque aí eu vou aprender de verdade, além de alguns pratos no programa que eu mal posso esperar pra fazer pro pessoal lá em casa.
E já que o assunto é comida, cozinha, outra coisa que também gosto por hobby, é decoração. E lá em casa, praticamente todas as ideias de decoração são minhas, e a execução normalmente cabe ao Ri. A cozinha foi a primeira coisa que fizemos antes de mudar.
O projeto dos móveis planejados foi ideia minha, ou seja, o projeto é meu. Porque se dependesse do cara da loja, ele metia armário em tudo que era canto, e eu queria uma coisa bem clean. Escolhi cores escuras, porque andava cansada do mesmo branco de sempre (no apê era tudo branco). Branco é bom pra quem tem pouco espaço, mas lá em casa, espaço não é mais problema.
Não quis mesa, optei por uma bancada pra duas pessoas. A mesa mesmo fica na sala. As banquetas eram um sonho de consumo, Ri achou por um preço bem em conta no Mercado Livre. Mas, pra mim, o ponto alto é a parede de ladrilho hidráulico. Cada peça foi escolhida com muito carinho por mim e pelo Ri. Eu amo esse mosaico colorido. Amo muito mesmo!
E amo muito essa bancada enorme, essa pia sem fim, essa coisa ampla, enfim. Não vejo a hora de começar a fazer altas receitas nessa cozinha linda. Sou apaixonada por ela.


quarta-feira, 9 de abril de 2014

com o ego satisfeito

Como o Ri está viajando, à noite eu fico inventando coisas pra fazer em casa. Ontem foi a vez de experimentar todas as combinações possíveis do meu closet. Tenho um casamento e um batizado nos próximos dias, então decidi ver o que eu poderia usar.
Para minha surpresa e completo êxtase, muitas das blusinhas que não doei por um apego inexplicável (já que eram apertadas), ficaram lindas, folgadinhas. Aproveitei pra fazer combinações bizarras, de coisas que eu jamais usaria juntas, aproveitei pra experimentar com os sapatos, bolsas, depois fui inventando uns penteados, até combinações com acessórios eu fiz.
Resumindo: no fim havia uma pilha de roupas pra eu guardar, sapatos pra arrumar, enfim, estava tudo uma grande bagunça. Acho que fiquei nessa brincadeira, desfilando pra mim mesma, fotografando os looks (porque né, às vezes no espelho é uma coisa, mas olhando por outro ângulo pode ser outra), umas 3 horas. 
Quando me dei conta já era quase meia noite e eu ainda tinha que tomar banho, lavar o cabelo, secar, trocar o curativo, etc. Mas eu fiquei muito, mas muito empolgada, principalmente por ter experimentado algumas peças que eu fiz questão de guardar pra um dia que eu criasse coragem pra fazer a cirurgia. Comprei, até usei, só que usava sempre com alguma coisa disfarçando ou não me sentia a vontade, mas guardei por apego e esperança de um dia usar.
O vestido de paetê sem sutiã ficou show de bola. Um vestido tomara que caia, todo florido, todo verão, ficou a coisa mais linda. Nossa, eu fiquei tão, mas tão feliz com todas as possibilidades que tenho a partir de agora, que senti uma pontinha de arrependimento por ter esperado tanto tempo pra fazer a cirurgia.
É uma sensação muito gostosa colocar uma roupa qualquer e ficar bem nela. A gente fica até mais bonita mesmo, porque vem de dentro a coisa.
Não vejo a hora de comprar biquíni. Acho que vou pirar quando lançarem a coleção desse ano. Logo eu que passava anos com o mesmo biquíni de velha, só chorando nas araras por não existir nenhum que servisse em mim.
Ah, verão, me aguarde que eu vou lhe usar bem usado.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

as coisas têm o peso que a gente dá para elas*

Fui lá no blog da amiga querida buscar uma inspiração pra falar por aqui, sobre um post em que ela falava sobre a efemeridade das coisas, de que nada é permanente, tudo passa e encontrei outro post, que dá o título desse aqui, ali acima.
Incrível como essa frase é tão verdade! É tipo um tapa na minha cara, daqueles que eu estava mesmo precisando tomar. Porque é a coisa mais sensata e mais verdadeira que eu li nos últimos tempos e que me faz repensar muitas coisas.
O que me tira muito do sério, ultimamente, é a maneira que as coisas acontecem na minha profissão. Por exemplo, gente que não tem a menor experiência na área e assume cargos de gerência, outras que são incompetentes e mesmo assim estão sendo preparadas pra assumir lideranças, pessoas sem escrúpulos conseguindo tudo o que querem, gente despreparada acima de você, etc e tal.
Aí, depois que eu li esse post, percebi que tudo isso merecia um grande "foda-se". Foda-se se tem gente burra por aí ocupando cargos que não merecem, sorte delas, não vai durar muito tempo. Foda-se se tem gente incompetente assumindo lideranças, azar de quem as tiverem como líderes. Fodam-se as pessoas inescrupulosas, um dia a vida vai cuspir tudo de volta em cima delas. Fodam-se as pessoas despreparadas acima de você, um dia elas vão passar.
Ficar remoendo isso toma muito do meu tempo. E sério, eu não preciso {e nem tenho} que gastar meu tempo com isso. A vida já passa tão rápido pra eu ficar perdendo tempo com coisas "tão passageiras".
Já faz um tempo que eu venho tentando enxergar as coisas sob outra perspectiva. É bem difícil, eu sei. E esses dois textos da Nath me ajudaram muito a ver que estou indo no caminho certo. Realmente, tudo é tão passageiro que não merece ocupar o meu tempo por tanto tempo.
Tempo já é algo tão escasso. Melhor ocupá-lo com o que me faz bem e não com coisas tão pequenas. Coisas pequenas tem que ter o peso que elas merecem: quase nada.
A vida precisa ser mais leve.
E tá aí um exercício pra eu praticar diariamente.
Espero conseguir.