sexta-feira, 29 de agosto de 2014

counting down: 8 days

É, tá chegando a hora! Bom, eu sou aquele tipo de pessoa que não tem dinheiro suficiente pra resolver um destino em cima da hora, do dia pra noite, então toda grande viagem que faço é planejada com meses de antecedência.
Pra mim é muito melhor, porque quando viajo já estou com tudo pago e volto só com as dívidas mais leves, como comprinhas e tal. Pesa bem menos.
Então eu tô planejando essa viagem desde janeiro ou dezembro passado, não lembro bem. Tudo pago, exceto o hotel de São Francisco que resolveu cobrar apenas os 10% do sinal.
E eu não queria já estar tendo calafrios pela quantidade de avião que tem nessa viagem (deus sabe o quanto tentei fazer tudo de carro, mas otimizar o tempo era questão de sobrevivência e economia, então ao todo serão 7 vôos).
Não quero pensar nos furacões que estão pra chegar/ou chegando no Havaí (procurei por notícias e não achei nada, então espero que tenha desviado o caminho), nem pensar no super terremoto que deu a 70 km de São Francisco #omg!!! 
Eu sou muito cagona e tô morrendo de medo. Maaaaaaas, o prazer de conhecer novos lugares é tão indescritível e tão inesquecível, que todo esse pavor vale a pena no final.
E, voilá, meu roteiro final ficou assim:



E além de todos os aviões, notem que tem um helicópterozinho rosa ali perto do Grand Canyon. Pois é, já que tamo na chuva, bora se molhar direito néam?

Bom, tô na contagem regressiva, cheia de borboletas no estômago e ansiedade a mil. Cansadíssima do trabalho, mas ainda preciso de forças pra aguentar semana que vem. Aí é só alegria!
Férias, venha sua linda, que eu quero lhe usar.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

saúde é o que interessa

11 de Janeiro foi meu primeiro dia na academia, depois de uns 5 anos sem pisar em uma. Foi também o início de uma reeducação alimentar. De lá pra cá, já se passaram 8 meses, dos quais eu fiquei parada 2 por conta da cirurgia.
2014 foi o ano pra cuidar da minha saúde. Resultados percebidos de uma vida mais saudável: não só os quilos a menos, mas mais disposição e novos hábitos interessantes.
Comecei a comer de uma maneira mais regrada, sem tantos exageros. E quando há exagero, tem também a compensação. Incluí mais frutas, verduras e legumes, coisas mais naturebas e acreditem, ontem mesmo me peguei preparando um bolinho vegano porque eu queria um doce de qualquer jeito.
Semana passada, consegui ir 5 dias seguidos na academia, com direito a 2 aulas de boxe, 2 aulas de pilates, uma de hidro e um treino de musculação focado no abdômen.
Comecei a brincadeira com 58 quilos, já cheguei aos 54, mas hoje estou nos 55. Acredito que esse 1kg seja da tal massa boa, músculo mesmo, e não gordura. O objetivo é chegar a 51kg. Difícil. Mas, mais difícil que perder peso, é manter. E isso, até que estou conseguindo.
E de tanto incorporar atividades no meu cotidiano, agitei a galera toda pra fazermos um SUP na Represa de Guarapiranga, em pleno domingo de manhã.
Sempre tive vontade de fazer, mas no mar tenho um pouco de medo. É bem difícil conseguir remar numa mesma direção num dia de vento forte, como domingo passado. Mas, minha estreia no esporte foi boa. Consegui ficar em pé um bom tempo e caí uma vez só, mas isso porque passou um jet ski por perto e balançou demais a água. Cansa pra caramba, remar é a parte mais difícil, mas a sensação é boa, compensa.
O aluguel da prancha e equipamento saiu por R$ 40 a hora. Pra entrar lá você paga R$ 20 e se parar o carro lá dentro + R$ 10. Não é uma brincadeira barata, mas também não é algo que vá fazer sempre. Nos prometeram um treinamento, mas não deram não. Aliás, o atendimento foi bem ruim, parecia que o pessoal não estava nem aí pra nada. A única coisa que insistiram foi pra usar o colete e só. E a única instrução que recebi foi pra remar contra o vento. Como se eu soubesse remar a favor ou de qualquer outra maneira.
Enfim, valeu a brincadeira, mas é cada um por si, vale lembrar.


Essa sou eu, ainda de joelhos. Acho que é assim no começo, perto da margem. Quando estava mais pra dentro da represa, fiquei em pé, o que é bem mais legal, é claro.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

não foi dessa vez

Ontem conversamos muito sobre a tal proposta que recebi de um querido. Foi difícil aceitar, pra nós dois, que esse - embora seja oportuno - não é o momento certo. Porque não resolveria meu problema e nem o problema dele. Então, achamos melhor dar tempo ao tempo, sempre ele, o senhor das coisas.
Acredito sim que ainda vai rolar, mas de uma maneira muito melhor, tenho certeza. Aí, depois de desligar o telefone, recebo a seguinte mensagem:
"Ju, meu coração ficou partido agora... me perdoe por não te chamar ainda... saiba que sou muito grato a você e além de tudo adoro trabalhar com você, pois é uma pessoa muito inteligente... vou torcer pra conseguirmos a vaga mais pra frente e poderei te chamar... mas desejo que vocês vivam só alegrias agora na viagem... aproveite, pois isso é o que de melhor teremos... viajar e conhecer lugares novos... beijos, Gui"
Tem como não amar uma pessoa dessas?? Melhor chefe que tive na vida e que se deus quiser, terei de novo.
E agora, bora renovar as energias nessa tão esperada viagem. O melhor está por vir, sempre!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

o segredo


Um post publicado no tal do Secret (que já nem dá mais pra baixar por aqui), vem causando certa "polêmica" no fantástico (#sqn) mundo da publicidade. O site da Adnews publicou o post e todos os comentários e lógico que eu fui ver.
Senti um certo aliviozinho em ver que mais gente do que eu pensava também está cansada desse lixo. Que bom! Pena que ninguém está muito a fim de botar a boca no trombone de verdade e lutar pelo que é certo. Porque sim, somos tratados como escravos, não ganhamos nem 1 centavo por cada hora extra que fazemos (e acredite, fazemos  pelo menos uma hora a mais TODO dia). Trabalhamos aos finais de semana, madrugada, não podemos ter compromisso porque nunca sabemos se vamos conseguir chegar e na nossa conta não cai nada a mais por isso.
É escravidão mesmo. Só que somos escravos com glamour, vestimos Diesel e comemos no Paris 6. Então, vamos levando, porque tá ruim, mas parece que tá bom.
Um dia, se deus quiser, vou conseguir mudar de vida e dar um adeus à essa profissão que escolhi tão erradamente. 
Ah, só pra saberem, trabalho na agência que está no segundo comentário... hahahahaha
Vamos rir, pra não chorar.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

tá chegando a hora

O que me resta - e não é pouco - é esperar pela viagem de férias. Ou melhor, "A" viagem! Quem acompanhou por aqui o planejamento todo, desde o início, mudamos um pouco a ordem dos roteiros, a maneira de fazer os trajetos, mas saiu. Saiu e tá super chegando.
Dia 7 pego um vôo para  Los Angeles, onde ficaremos por 4 dias e partimos para Honolulu, no Havaí. Lá, pretendo fazer uma "cerimônia" comemorativa de 5 anos de casada, já que vamos chegar bem no dia do nosso aniversário.
Depois de 4 dias, partimos para Las Vegas, onde o bicho vai pegar!!! Também pretendo fazer um "casamento" naquelas capelinhas que tem em qualquer esquina. Tô muito romântica. Não vamos mais passar dias no Grand Canyon, mas pretendemos visitar a cidade sim. Só não definimos ainda se fazemos o tour de ônibus ou de helicóptero. Porque né, somos rycos! #sqn
Bom, aí depois de 4 dias partimos para São Francisco, onde esperamos que pelo menos o tempo esteja bom pra nos ajudar com as melhores vistas da cidade. E depois de mais 4 dias, pegamos o carro pra conhecer toda a costa californiana, entre San Francis e LA.
Ufa! Tem tanta, mas tanta coisa boa pra fazer, tanta energia boa, tantos planos, tantas vistas que serão inesquecíveis, tantas belezas naturais, sol, mar, jogatina, sexo e rock´n roll, que eu até consigo suportar mais alguns dias de trabalho.
Faltam 15 dias!!!!!

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

há um ódio me consumindo

Eu juro que queria falar só de coisas boas, em como a vida é bela e linda, etc e tal. Mas, infelizmente, meu senso de justiça não permite. E aqui, neste blog, é onde encontro maneira de aliviar um pouco toda a raiva que sinto ao ter que conviver diariamente com pessoas tão imbecis.
Especificamente uma que - infelizmente - está acima de mim. Que deveria ser líder, engajar a equipe, promover harmonia, dividir experiências, ensinar coisas, ter humildade pra aprender, repartir, compartilhar, agregar, mas só que não.
A pessoa passa os dias resolvendo problemas pessoais, o divórcio, questões das milhares de empresas que ela tem fora da agência, problemas com banco, pagamentos, trabalho escolar da filha mais nova, trabalho da filha mais velha, milhares de médicos, problemas com o condomínio, e blábláblá.
O trabalho dela mesmo, não faz. A idiota aqui faz tudo. Até aí, foda-se, mas a merda é que essa velha gosta de "trabalhar" além do horário. Ela adora quando vem pedidos malucos do cliente, principalmente sem prazo, pra fingir que tem tanto trabalho, que é necessário ficar até de madrugada.
Não tem respeito por ninguém. Até porque se tivesse, primeiro trataria de saber se as pessoas podem ficar. Eu sempre fico. Já perdi dezenas de compromissos sérios e de viver a vida, simplesmente, por causa disso.
E ontem tratei de tocar um foda-se, porque eu já sabia que tinha coisa pra fazer e sabia que ela estava esperando dar 19h pra passar pra galera. Disse que tinha que buscar meu marido no médico. O que ouvi foi o absurdo seguinte:
- encontra com ele e pede pra ele te deixar aqui, depois você vai de táxi.
Sabe, se ela fosse uma pessoa decente, a qual eu admirasse e respeitasse profissionalmente e como pessoa, talvez eu até fizesse isso. Afinal, não tinha médico nenhum, eu só queria ser respeitada e poder sair no meu horário pra poder fazer o que eu quisesse. Mas, não. Eu deveria ter ouvido: ah, vai lá, afinal nós somos uma equipe e se você não pode ficar, eu e a outra pessoa te cobrimos.
Só que como ela também não sabe fazer um monte de coisa, logicamente que no seu egoísmo e maldade, nunca me diria isso. Até porque, dias atrás, o cachorro do meu coordenador morreu e eu o liberei pra ficar em casa. Pra mim, bicho vale mais do que gente, inclusive qualquer cadela vira lata vale mais do que ela. E ela ficou puta. Zombou do menino, perguntando se ele ia fazer luto de 7 dias. Que era absurdo faltar no trabalho por um motivo tão pequeno.
Logo ela que não faz porra nenhuma e só tá presente fisicamente, porque não faz e não contribui com absolutamente nada.
Meu grau de ódio por essa pessoa está tão grande, que não suporto ouvir sua voz, olhar pra sua cara. E ontem, toquei sim um foda-se. Peguei minha linda bolsa e disse tchau, hoje não posso.
O problema é que isso foi me remoendo até chegar em casa. Como se eu estivesse fazendo algo errado. Mas fui me convencendo de que era um grande foda-se que isso tudo merecia. E foda-se mesmo.
Hoje cheguei e vi que ela terminou o trabalho à 1h16 da madruga. Foda-se, bem feito. É bom trabalhar de vez em quando pra justificar a fortuna que ela ganha.
Só queria mesmo era não sentir esse ódio todo, que só faz mal mesmo pra mim. Mas, como tudo isso fere o meu senso do que é certo, pra mim é muito difícil. Tá aí um exercício pra ser trabalhado.
E quero tocar o foda-se mais vezes. Foda-se.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

sobre mortes e pessoas mórbidas

Caiu o avião do Eduardo Campo. Robin Williams se enforcou com um cinto. Imagens de corpos dos integrantes do avião começam a circular pela internet. O mesmo acontece com Williams. As pessoas tem essa necessidade mórbida de ver gente morta.
Quem dera a vida gerasse esse mesmo interesse. Afinal, enquanto Eduardo Campos era vivo, não via ninguém comentar o quanto ele era bom. Honestamente, eu pouco sabia sobre ele e realmente não estava nem um pouco interessada. Ando cansada dos políticos brasileiros. Da ignorância e cegueira política que assola os eleitores. 
E agora me cansa essa mesma gente se fazendo passar por grande entendedora de quem foi Eduardo Campos. E enquanto sua viúva chora, alguns políticos se beneficiam. Não sei quantos por cento da população acabou de mudar sua intenção de voto.
A solução seria sair matando os candidatos? Só assim as pessoas se interessariam em saber algo, em pensar um pouco, em ver outras perspectivas dessa mesma merda?
E o querido Robin Williams? Um puta ator, pelo menos de vários filmes preferidos meus como Sociedade dos Poetas Mortos (em que ironicamente seu personagem enfrentaria um suicídio de um aluno desesperado). Que desespero o levou a fazer isso? Se matar... um cara que - aparentemente - tinha tudo. O que lhe faltava será? Ninguém podia lhe dar? Ninguém pôde lhe salvar a tempo?
As pessoas não querem saber o que ele fez e nem pensar no que fez, elas querem ver seu pescoço marcado pelo cinto que o levou. Que morbidez nojenta e estúpida. Pra quê? Prefiro guardar na memória as cenas dos filmes que me fizeram rir ou chorar, ou sentir raiva, ou simplesmente sentir.
Quando alguém morre assim, de maneira tão inesperada, seja num acidente ou porque resolveu botar um ponto final em sua história, penso que a vida é uma coisa tão frágil, a qual não temos o menor controle. Mesmo quando alguém tira a própria vida, vejam só, isso é perda total do controle.
E de repente ele tá lá, mas pode não estar a qualquer momento. É duro pensar que a gente sai de casa, mas às vezes pode não voltar. É bem blasé, eu sei, mas a vida é isso. Em um segundo já foi. E o que me dá mais medo é pensar no tempo que eu perco com tanta bobagem.
Que coisa...

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

vamos falar de coisa boa

Fim de semana  nunca é suficiente pra fazer tudo aquilo que a vida nos rouba em tempo o que deveria dar pra fazer nos dias úteis. Dessa forma, passa tão voando que a gente nem percebe. Além do fator que é bem mais gostoso um fim de semana do que uma segunda cinzenta e fria.
Bom, o meu finde foi bem gostosinho e bem gordinho. Saí total da dieta e de quebra não fiz nenhum exercício. Mas, como o negócio aqui é falar de coisa boa (ainda mais depois da semana de cão que tive), comecei com um sábado sem pressa, acordando depois do meio dia.
Aí fui com o Ri a uma "exposição" sobre Anne Frank. Anne Frank é um capítulo a parte. Já vi filmes, documentários, sabia a história dela, recentemente li seu diário e de quebra ela tornou-se nome de um projeto pessoal meu (que um dia, talvez, eu coloque por aqui). E faz parte da minha listinha conhecer seu esconderijo quando eu for pra Amsterdã.
E então anunciaram no guia da Folha que estava rolando uma exposição sobre sua vida no Senac da Lapa, bem pertinho de casa. Fui lá conferir. Decepção total. Na verdade não era uma exposição.Haviam 2 "pôsteres" ou totens, como queiram chamar, com algumas informações (bem comuns) sobre sua história  e o resto eram trabalhos escolares feitos com Anne de inspiração. Trabalhos bem mal feitos, por sinal, com pouquíssima informação relevante ou nova. Achei lastimável. Super válido como trabalho escolar, mas pra divulgar e abrir ao público? Bem pobre. Saí de lá bem decepcionada, ainda bem que a entrada era gratuita.
Bom, aí aproveitei que era perto de um boteco que eu amo, e fomos almoçar no A Lapinha, na Coriolano. Picadinho delícia,  super recomendo (esqueci as fotos, culpa da decepção da "exposição").
Saímos del lá e fomos pro MIS, onde eu tive a ilusão que conseguiria ver a exposição do Castelo Rá Tim Bum. Eram 4 da tarde e desde às 10 da manhã já estava tudo esgotado.
Domingo foi dia de visitar a Feirinha Gastronômica, no Butantan Food Park. Cheio, bem cheio, mas com diversas opções delicinhas pra experimentar a um preço bem ok.



Experimentamos o queijo camembert frito, com geléia cítrica e torradinhas (R$ 20), delícia!! A polenta com ragu (R$ 20), o tal do burako loko que é carne louca num mini pão italiano com cobertura de parmesão com gorgonzola - hummmmm (R$ 15). Ah, comi também um brownie de amêndoas bem delicioso. Só não comi mais porque queria tentar ir no MIS de novo. E porque eu já estava de pança BEM cheia. Mas queria mesmo ter comido tudo!




A ida ao MIS foi novamente inútil. A informação que recebi é que pra conseguir comprar algum ingresso, preciso chegar lá às 5 da manhã. Ou tentar ir durante a semana (o que pra mim é praticamente impossível). Enfim... vamos ver que plano vou ter que bolar pra conseguir ir nesse raio de exposição.
E foi assim. Quer dizer, a noite rolou mais gordices em casa. Fiz um filé de frango ao molho de laranja e um crumble de banana com chocolate branco de sobremesa. 
E hoje o jeito vai ser morrer na academia.

crédito das imagens: facebook

terça-feira, 12 de agosto de 2014

somebody save me

Aí toca o seu telefone. É a pessoa que você mais admira profissionalmente. Com quem você aprendeu praticamente tudo o que sabe na sua profissão. Um gênio, fera. E que além de tudo isso é uma pessoa iluminada, um chefe do tipo líder, amigo, companheiro. Dos que agregam, compartilham.
E ele te faz uma proposta, uma proposta indecorosa, cheia de riscos.
- então Ju, tenho uma proposta pra você, mas por enquanto seria um freela, pra cobrir a licença maternidade de uma pessoa, aí quando ela voltar, talvez a gente te efetive, coisa que eu vou brigar muito pra que aconteça... e aí?
Aí não é assim tão simples. Se o Ri estivesse trabalhando, ou pelo menos com alguma coisa em vista, eu iria ontem mesmo. Mas, assim, correndo o risco de nós dois estarmos desempregados em janeiro?? Nossa, dá um medo.
E o pior é que eu tenho quase certeza de que daria tudo certo. E seria um sonho trabalhar com ele de novo. E eu poderia pelo menos ter um pouco de fé na minha profissão, ter motivação. Voltar a ter tesão. Mas, eu disse "quase certeza".
Logo comigo, que nunca tive medo de arriscar. Que já troquei um cargo de assistente por um estágio porque apostei que seria melhor. E foi. Aliás, minhas apostas sempre são positivas, mesmo que em meio a muitas coisas negativas. Normalmente eu acerto.
Só que dessa vez é um pouco diferente. Todas as despesas estão sob minha responsabilidade. E eu não posso simplesmente jogar isso pro alto. No meu barco tem mais alguém, alguém que prezo e respeito muito.
Ri é tão fofo, que mesmo morrendo de medo, me deixou a vontade pra tomar essa decisão. E estou entre a cruz e a espada.
Pode dar muito certo, mas se der errado ferrou muito. 
Ai, que dúvida cruel.
Queria tanto, mas TANTO tocar um foda-se nessa merda toda e cair fora. Ser feliz.
Mas, lógico que não podia ser simples, nem fácil. Senão não teria graça.
Aí Senhor, dá pra ser sem tanta emoção?

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

que agosto seja a meu gosto

Nunca tive grandes expectativas pro mês de agosto, aliás, sempre foi um mês que detestei. Sempre tenho a impressão que é um mês interminável e sem grandes acontecimentos.
Ano passado, foi em agosto que voltei a trabalhar, então, já foi bem atípico pra mim. Passei a olhar agosto com outros olhos.
Esse ano, apesar de não ter nada em vista, agosto está sendo muito bem vindo, e sim, tenho grandes expectativas pra ele. Não quero que ele passe ligeiro, pode passar na medida. Faltam 40 dias pras minhas tão sonhadas férias.
Ri ainda não conseguiu um trabalho. E lá no fundinho da alma, eu quero mesmo que ele consiga algo depois da viagem mesmo. Afinal, já está tudo pago, não compensa desistir agora. Mas, ao mesmo tempo acho que agosto reserva ainda boas surpresas.
Não sei. Só sei que desejo boas vindas ao mês de agosto. Que comece a segunda parte do ano.