quinta-feira, 30 de outubro de 2014

3.2

Meodeos! Outubro voou e eu tinha planejado registrar tantas coisas por aqui... Mas, como não tenho controle do meu próprio tempo, quando me dei conta percebi que já tem quase 1 mês que voltei das férias and completei 32 anos.
Olhei pra trás, tinha 18. E agora, quase 40.
Tá, não é quase 40, mas se for na velocidade dos últimos 15 anos, é bem capaz que o título do post de amanhã seja 4.0!
E aí eu sempre gosto de fazer alguma coisa pra comemorar meu novo ano, nos últimos anos já organizei almoço com cardápio estilizado em bistrô charmosinho, festa a fantasia, pic nic, mas esse ano, como eu disse, não tive nem tempo de planejar nada. E passou.
Nem um bolinho com vela, um parabéns cantado, nada.
Eu só resolvi me dar de presente um novo corte de cabelo. Porque se tem uma coisa que eu mudo sem medo é cabelo. Cabelo cresce. Então eu corto, pinto, só não bordo. Já faz um tempo que eu desejava uma franjinha. Acho tão moderno e descolado.
Só que eu tenho um rodamoinho maldito na cabeça, o que impede algumas coisas que eu adoro, inclusive franja. Mas aí eu lembrei que eu só usava franja quando criança, fui atrás procurar minhas antigas referências e não achei assim tão ruim. Tá, ficava meio abertinho bem na frente e se me lembro bem eu tinha até trauma, mas nada que uma boa secada, escovada e chapada não resolva.
Então fui lá na minha boa e velha cabeleireira, a quem já tive a coragem de dizer: "faz aí o que você quiser" algumas vezes, e disse: passa a tesoura na minha franja.
Amei o resultado, dá trabalho pra deixar ela certinha, sem parecer uma jeca com o cabelo separado no meio, mas de quebra, rejuvenesci uns 5 anos. Pelo menos é o que todo mundo me falou logo que me via, então acho que devo acreditar.
Pra quem não consegue controlar seu tempo, poder enganá-lo e parecer que voltamos atrás, realmente foi um belo presente.


Eu, aos 5 com cabelo natural e franja.
Eu, aos 32 com cabelo descolorido and franja!!!!

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

pane no meu sistema

Dando um tempinho nos posts sobre a viagem {que já estão no fim}, resolvi falar de um problema que me acompanha desde muito pequena, mas que a gente vai empurrando com a barriga, porque né...
Já falei algumas vezes por aqui sobre algumas "fobias" que eu tenho, por exemplo: medo de lugares fechados e pânico de avião.
Tudo começou - segundo a minha própria teoria, num belo dia de muito sol, calor e gente aglomerada dentro de um banco. Estava minha mãe e eu na fila do caixa, de um Itaú lotado (sim, eu me lembro), quando de repente, aquele monte de gente começou a ficar tão insuportável pra mim, que minha vista escureceu, parte do meu corpo adormeceu e eu quase caí desmaiada.
Minha mãe achou que foi uma queda de pressão. Pode até ter sido mesmo, porém, meu cérebro associou os fatos: lugar lotado + quente e aí que eu passava mal em todas as situações parecidas. Na época, pesquisei em alguns lugares (já que internet nem existia) e segundo eu mesma, me diagnostiquei com síndrome do pânico.
Contei pra minha mãe e ela logo tratou de me dar outro diagnóstico: frescura sua!
Dito isso, engoli minha síndrome e vivi a vida toda evitando passar por situações como aquela. Até hoje não entro em lugares muito cheios, de difícil acesso pra entrar ou sair, apertados, fechados, claustrofóbicos. Elevador evito ao máximo porque tenho pânico de pensar que posso ficar presa. Quanto mais gente entra, pior fica. Eu desço em qualquer andar e prefiro ir de escada.
Metrô em horário de pico? Nem fodendo! Já cheguei muito atrasada em trabalhos e faculdade porque eu não conseguia entrar no vagão de jeito nenhum.
E um dia eu sabia que chegaria o momento de pegar um avião.
Do avião, eu não tenho medo em si do fato de um treco de zilhares de toneladas planar no ar. Não, não é só por isso. Mas o fato é: lugar fechado + cheio e com o agravante de que se der uma merda eu não posso fazer nada, nem sequer pular pela janela.
Então avião é o pior lugar do mundo pra me atacar uma crise de pânico. Quando compro uma passagem de avião, mesmo que a viagem seja daqui um ano, minha barriga dói, eu tenho pesadelos, calafrios, suo frio. Na semana da viagem, o nervoso é tão grande que meu nariz sangra, minha boca estoura, tenho mil aftas e meu intestino fica totalmente desregulado.
No dia da viagem o nervoso é tão, tão grande, que me dói o corpo inteiro. No avião eu não relaxo. Nem me mexo, minha mão fica suada, eu tenho frio, tenho calor, e cada luz que acende ou barulho diferente que faz, meu coração dispara, minha perna adormece, eu quase perco os sentidos.
Minha primeira viagem longa foi feita a base de Rivotril. E as mais curtas eu só faço com Dramin na cabeça. Porém, dessa vez, eu achei que um Passiflora resolveria. E me ferrei feio!
Foram 14 horas só na ida de puro nervoso, pânico e mal estar. Depois ainda foram mais 10 horas (ida e volta) de Los Angeles pro Havaí na mesma situação. E olha que os aviões nem balançaram.
Tive que aguentar mais um vôo interno com turbulência do começo ao fim, quando recorri a uma farmácia local atrás do que conseguisse comprar. Só consegui um genérico do Dramin.
Na volta, rezei tanto, mais tanto pro Dramin me derrubar, que não sei se foi o remédio, a reza ou o cansaço físico, mas consegui dormir as 9 horas do primeiro vôo direto.
No outro vôo, de + 5 horas, eu achei que seria de boa e não tomei nada. E foi aí que eu sofri demais. E cheguei a conclusão de que não dá pra eu viajar sem um remédio que me derrube total.
Ou eu paro de viajar ou eu vou me tratar.
Parar de viajar não é uma opção nem a  se considerar. Na vida não tem nada melhor do que viajar. E infelizmente o avião é o melhor meio.
Logo, decidi que preciso me tratar. Carrego isso comigo há mais de 20 anos, acho que já está mais do que na hora de enfrentar tudo isso de verdade. Porque só eu sei como sofro em situações tão bobas como essas.
Tenso.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

viva Las Vegas!

Pensei que Vegas não me surpreenderia, mas me enganei feio. Tá aí um lugar que é realmente muito louco. Não sabia muito o que esperar, só sei que foi muito, muito legal.
Sim, Vegas se resume a uma grande avenida, a Strip. 
A primeira impressão que se tem de Vegas é que realmente a cidade não dorme. E não dorme mesmo. Tudo aceso, tudo aberto, tudo ligado e tudo funcionando 24 horas por dia.
E digo mais, dá pra conhecer o mundo inteiro dando uma voltinha em Vegas.
O que tem pra fazer em Vegas? Bem, estávamos todos em um grupo de amigos casados, então pra nós restou fazer compras, conhecer os hotéis e jogar nos cassinos.
O primeiro dia foi dedicado ao Outlet. Lá tem 2, ficamos hospedados no Stratosphere, um hotel que fica em uma das pontas da Strip (ponta norte), mais afastado da muvuca central, fomos ao Outlet que fica na ponta oposta ao nosso hotel (sul). Dizem que é o melhor, mas um casal de amigos foi nos 2 e disse que é tudo a mesma coisa. Seja como for, vale MUITO a pena ir.



Passamos o dia lá e realmente valeu cada segundo. Deixamos pra fazer as compras em Vegas justamente pelo melhor preço e por estar já no meio pro fim da viagem. Além dos preços que já são baixíssimos (mesmo com o dólar alto!), além das promoções do tipo leve 3 e pague 2, lá dentro tem uns quiosques que vendem um livreto com mais descontos. Você paga USD 5 por ele e ganha mais descontos em cima dos outros que as lojas já te dão.
Pensa numa pessoa feliz? É nesse momento que você não entende como brasileiro pode pagar tão caro por qualquer coisa. Brasil, o país que só te rouba.
Um lugar bom também pra comprar eletrônico é a Best Buy, comprei uma GoPro por USD 199, aqui custa R$ 1.400. Comprei também uma câmera instantânea (tipo a antiga polaroid), da Fuji, paguei USD 69 (aqui só achei pela internet e custava R$ 359). É muito absurdo a quantidade de imposto que se cobra nesse país.
Roupa é outra coisa que não dá pra entender. A gente é um povo muito trouxa mesmo, calça jeans da Levi´s por USD 29,90! Sabe quando eu vou ver isso no Brasil? NUNCA! Tênis então, meu deus. Realmente os EUA podem ser uma grande orgia, principalmente se você for consumista. É o lugar perfeito.
Agora entendo porque as pessoas vão tanto pra lá fazer compras. Mesmo que você gaste rios com passagem e hospedagem, sai mais em conta do que comprar por aqui. Que absurdo!
E um outro lugar bom pra comprar de tudo é o Target, um supermercado estilo Wal Mart (não os daqui é claro). Tem de tudo, coisa boa e barata. Comprei maquiagem, creme de cabelo, bugiganga de Halloween. Ah, o Halloween... queria muito ter pego essa festa lá, que coisa linda, acho que é tipo o nosso Carnaval, só que como eu odeio Carnaval, prefiro mil vezes o dia das bruxas.
Se eu pudesse teria trazido tudo! (A LOUCA!)

Voltando a falar dos hotéis, lá cada hotel representa um país ou cidade do mundo. E realmente faz você se sentir lá. O Venetian é indescritível, praticamente fui transportada pras ruelas de Veneza, maravilhoso. Cada hotel é uma atração a parte, como o New York New York que tem uma montanha russa que passa por dentro e por fora.
Os hotéis se interligam e você pode parar o carro em qualquer um sem pagar nada e ir andando de um pro outro. Aliás, no calor de mil graus que fazia naquele lugar, era impossível não ter um carro. Até porque a Strip é longa e cansativa.
Os hotéis que mais gostei foram o Venetian, o Ceasar, o Flamingos e o que fiquei hospedada. Aliás, a vantagem de ficar no Stratosphere é que é mais vazio, então dá pra jogar de boa sem ter que esperar horas, e outra, é bem mais de boa andar sem ter aquelas zilhares de pessoas entrando e saindo.




Dentro dos hotéis tem dezenas de lojas e restaurantes, praticamente são cidades mesmo. Por isso leva muito tempo pra conhecer cada um direitinho. Aí você pode até pensar, nossa mas é só isso que tem pra fazer? Ficar entrando de hotel em hotel? E eu te digo, não é isso. Os hotéis são cidades, cheios de ótimas surpresas e atrações. Vale cada entrada. E outra, é de graça entrar, parar e conhecer.




Nosso hotel tinha atrações a parte. Nossa piscina ficava no 8º andar e no 113º (!!!!!!!!!!!) haviam uns brinquedos, tipo uma garra que abria pra fora do prédio e girava, um "elevador" que despencava do topo, você podia pular estilo bungee jump e esse aí que eu nem sei descrever. Bom, acho que a idade bateu porque eu não tive coragem de ir em nenhum!


Assistimos o espetáculo Love, inspirado em canções dos Beatles, do Cirque du Soleil, que aliás, é incrível (como todos!). Compramos o ingresso por um preço mais em conta num quiosque chamado Tix4 Tonight. Vale muito a pena comprar nesses quiosques porque o preço é realmente muito melhor, porém você conta com a sorte, pois não são todos os espetáculos que ficam disponíveis todos os dias, mas a economia compensa. Chegue cedo porque esgota rápido. E os lugares foram ótimos, segunda fileira! Deu até pra conversar com parte do elenco brazuca no final do espetáculo. Show de bola!


Tínhamos combinado de fazer um "bate-volta" pro Grand Canyon, íamos alugar um helicóptero (que é muito comum por lá) e fazer esse passeio em umas 4 ou 5 horas. Porém, a rotina em Vegas é meio trocar o dia pela noite, ou seja, de dia estávamos podres e à noite estávamos em algum cassino. Acabou que não sobrou tempo e nem dinheiro, acabamos gastando mais do que devíamos nos outlets. Mas, não me arrependo não.

Nas semanas seguintes iam rolar vários shows legais por lá, um deles era do Kiss, ai quem  me dera se tivesse casado bem com a minha estadia por lá!!! Mas, quem não tem cão, caça com gato. Fiquei com o Kiss do Hard Rock mesmo...


Aproveitamos pra dar uma passada nessa capelinha, que ficava do lado do nosso hotel. Só mais uma foto pra comemorar nosso aniversário de casamento. 


Só digo uma coisa, Vegas rocks babe!!!!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Hawaii, o paraíso!

Aí você tá no aeroporto esperando seu vôo e percebe que Gavin Rossdale e banda estão indo pro Havaí no seu avião. <3<3 <3


É nesse momento que você pensa: meu deus, nada vai dar errado! E realmente, não deu.
A cia aérea que usamos foi a Hawaiian Airlines, que é super diferenciada. Quer dizer, eu estava bem sugestionada, a tripulação toda havaiana, aquela mesma carinha, aquele mesmo clima zen, musiquinha de ukulele, as aeromoças com flores no cabelo, enfim, tudo lindo.
O Havaí me surpreendeu em todos os sentidos. Amei aquele lugar, amei o clima, amei a língua, amei o ar, amei as pessoas, amei a paisagem, amei tudo!
Chegamos lá já ganhando 2 horas, afinal, tem 2 horas a menos que Los Angeles, então chegamos por volta da hora do almoço, depois de 5h e meia de viagem. Era meu aniversário de casamento, estávamos super empolgados.
Ficamos hospedados no Holiday Surf, um hotel basiquinho, perto da avenida principal, bem no centro de Waikiki e bem pertinho da praia. O quarto era bem grande, com cozinha toda equipada, bom banheiro e até uma varanda legal. Eu não tive nenhum problema com o hotel e nem com nada do quarto, aliás, o wi fi funcionava super bem, mas um casal amigo nosso, que ficou no andar de baixo, não conseguia ligar o secador de cabelo sem que a energia caísse.
Lá não tinha café da manhã, mas comprávamos tudo numa loja chamada ABC, que tinha em cada esquina aliás, e que vendia de tudo, até a mãe.


O Havaí é bem grande. Nós ficamos os 4 dias e meio somente na ilha de Oahu, onde está a capital: Honolulu. Nem era a maior ilha, mas eu achei muito maior do que eu imaginava. Aliás, tudo era muito mais do que eu imaginava.
O fato de ficarmos no centro, em Waikiki, foi bom, bom porque era meio que perto de tudo e a praia, pertinho, foi ótima pros meninos que queriam surfar. Apesar de que era a praia mais lotada do universo, mesmo assim, deu pra curtir.


No primeiro dia, por conta da viagem, fuso, etc, aproveitamos mais para conhecer a praia de Waikiki mesmo e a avenida principal, que é puro glamour e ostentação. Cheia de lojas carésimas e hotéis de luxo. Mas, também era possível encontrar lojinhas de bugigangas locais, feirinha de rua e as milhares de ABC.

No segundo dia, saímos bem cedo para Pearl Harbor. Fica bem longe, bem afastado do centro. Chegando lá, você escolhe o que quer fazer: dá pra conhecer um submarino, um museu de aviões e o navio USS Missouri. Você paga por atração e um ônibus te leva.
Eu não me lembrava direito da história de Pearl Harbor (primeira coisa que fiz quando cheguei no Brasil foi ver o filme, que aliás, está em cartaz nos cinemas de lá, mesmo sendo de 2001). Mas, tanto os havaianos quanto os japoneses (que estavam lá aos milhares), lotam aquele lugar.
Dá pra entender, afinal, não dá pra acreditar que um dia aquilo tudo ali foi bombardeado e atacado da maneira que foi. Guerras, enfim...
Pearl Harbor é motivo de orgulho pro povo de lá. Ri e eu escolhemos conhecer o museu, que é bem legal, com aviões bem antigos e até simulador de vôo, e o USS Missouri. O navio é demais! É possível andar livremente por ele, só ficava imaginando como aquilo devia ser louco em tempos de guerra. À noite fomos andar  por Waikiki e demos de cara com um show de hula-hula no meio de uma galeria. Coisa linda demais!




No dia seguinte fomos conhecer Hanauma Bay. Aquilo sim é praia. Pra você entrar paga uma taxa de USD 7 (se não me engano), aí você tem que assistir um filme de como se comportar na praia (o que pode e o que não pode fazer) e só depois liberam sua entrada.
A praia nasceu a partir de uma erupção vulcânica, é totalmente conservada, não pode comer, não pode nem fumar (aleluia!) na praia. Como ela fica morro abaixo, se você quiser comer, fumar, etc, tem que subir morro acima. Por isso que é o que é, essa maravilha na Terra, coisa de Deus mesmo.
Lá dá pra fazer mergulho com snorkel, e a água, meu deus, que água! O que é aquilo?!



À noite fomos num típico luau, o Germaine´s (parece ser bem famoso por lá). Pagamos USD 90 por pessoa, incluso o traslado (porque era lá pros lados de Pearl Harbor, pelo que entendi, do outro lado da ilha), o show e o jantar.
Aproveitamos pra comemorar nosso 5º aniversário de casamento!!! O show foi bem bacaninha, clima delicioso (que povo abençoado!), a comida era mais ou menos, mas tínhamos direito a uns drinks também, então, foi tudo lindo! Com direito a pôr do sol mais que fantástico!



O penúltimo dia tiramos pra fazer a rota do surf e conhecer todas as praias (a ideia era essa, mas não conseguimos conhecer todas) do North Shore. Fechamos um passeio com um quiosque de rua, pagamos mais USD 90 por pessoa pra ter o traslado que partia às 6h50 da matina e o guia pra nos levar até as praias.
No meio do caminho almoçamos num trailer, pagamos cerca de USD 13 por um prato bem servido de arroz, camarão empanado e salada + refrigerante. Eu achei bem gostosinho, mas fazia muito, muito calor.
O tour passou por Waimea, depois a Turtle Beach onde fomos abençoados pela presença de uma tartaruga preguiçosa gigante, bem no meio da areia, passamos por Kahuhu e finalmente Pipeline, a tal praia famosa dos surfistas. Porém, setembro não é época de ondas gigantes, mas deu pra ver os caras locais tirando uma onda. Todas as praias do North Shore, sem exceção, são maravilhosas e indescritíveis. Que lugar!!
Fizemos várias paradas em lojinhas locais, feirinha de frutas e um lugar (que não lembro o nome) que vende tudo de abacaxi (afinal, o Havaí é a terra do abacaxi). O passeio acabou por volta das 5 da tarde, na minha opinião, valeu muito a pena.




O último dia foi dedicado ao surf, era tudo o que os meninos queriam. Enquanto isso, aproveitei pra pegar um sol. E depois comprar lembrancinhas nas lojinhas locais.
Uma outra coisa que amei no Havaí foi a sonoridade da língua. A palavra aloha, por exemplo, usada pra praticamente tudo, pra dar oi, pra dar tchau, pra expressar alegria, satisfação. Aloha é tipo um estilo de vida, eles usam pra abençoar tudo e todos, aloha é energia positiva, é amor. E era uma sensação muito boa receber um aloha do pessoal de lá.
Aprendi outras palavras, como mahalo, que nada mais é que obrigado, e ohana, que significa família. Aliás, no Havaí, dizem que são todos da mesma família, que são todos primos, por isso, ohana é uma palavra que aparece em tudo quanto é lugar.

Certamente o Havaí me surpreendeu muito, amei esse lugar. A maneira como o tempo passa por lá, o clima, tudo. E olha que não conheci nem 10% daquela maravilha. Deus realmente foi muito perfeccionista ao fazer aquele lugar. Paraíso, com certeza!


Aloha!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

cidade dos anjos: Los Angeles

Los Angeles: 4 horas a menos do que o horário de Brasília. Calor, muito calor, abafado. Muitos, muitos mexicanos. Todos muito simpáticos. Chegamos em LA às 8h30 do dia 8 de setembro. Parece que foi ontem. Foi chatinho na entrevista da imigração, mas deu tudo certo.
Ficamos hospedados no hotel The Historic Mayfair, bem no centro. Localização perfeita. Estavamos a 2 quarteirões do metrô, perto do Staples Center (ginásio do Lakers) e perto de uma galeria comercial (tipo mini shopping), que tinha de tudo.
O hotel era bom, tinha café da manhã incluso e um bom café da manhã, porque como eu disse no post anterior, apesar do bacon (argh!), haviam outras opções como bagel, waffle, iogurte grego, frutas, manteiga, geléia, ovos mexidos, suco de laranja e tal.


No primeiro dia, decidimos ir até o The Grove, pois uma amiga de uma das pessoas que estavam conosco trabalhava lá, e como ficava perto do Farmers Market, já matamos esse passeio também. O Farmers Market é um lugar cheio de restaurantes, lojinhas de bugigangas, Starbucks (hehe), que me lembrou muito o Mercadão de São Paulo.
Já o The Grove é um lugar que reúne lojas mais bacaninhas como a Forever 21, Zara e outras mais carinhas. Assim como restaurantes mais bacanudos como o The Cheesecake Factory (que vale super pois o preço sai bem em conta e a comida é deli!).
Aproveitamos pra explorar um pouco mais a região a pé mesmo e acabamos encontrando o Museu do Holocausto. Não paga nada pra entrar, mas eles pedem uma contribuição pra ajudar a manter o museu, Ri e eu demos 10 doletas. A exposição é ótima, adorei a parte interativa, que você podia ouvir depoimentos dos sobreviventes de cada campo de concentração. A bestialidade do Holocausto, assim como de qualquer guerra é um assunto que me interessa muito, porque por mais que eu estude e tente entender os motivos que levam à uma guerra, nunca consigo sucesso. Mas é bom não esquecer, pra que nunca se repita.





À noite fomos jantar no LA Live, um shopping perto do hotel, lá tem uma mega galeria iluminada com alguns restaurantes bem legais. Comemos no Rock' n Fish LA Live, um restaurante delicinha, com pratos deliciosos (e bem apimentados eu diria), mas um dos melhores que comemos.
Como o Staples Center ficava em frente, aproveitamos pra conhecê-lo por fora, já que a temporada de jogos estava encerrada e não estava aberto a visitação.
Mas, tem algumas estátuas de alguns de seus ídolos do lado de fora e, claro, uma lojinha do Lakers (carésima!).






No dia seguinte fomos até Hollywood. De metrô super facinho, linha vermelha. Descemos na estação Hollywood Vine, nossa intenção era ir até o observatório Griffith e ver o letreiro da cidade. Porém, ao botarmos o pé na Calçada da Fama, um cara colou na gente e falava mais do que uma matraca velha, falou tanto, mas tanto, que acabou convencendo a gente a fazer um outro passeio: o Tour pela Casa das Estrelas.
A gente nem queria, mas como fazia parte do passeio pra chegar perto (e nem foi tão perto assim) do letreiro, topamos.
Na volta, aproveitamos pra conhecer mais a famosa rua do calçadão das estrelas, o Chinese Theater e todas as lojinhas de souvenirs que haviam por lá.
Na volta, fomos para Venice Beach (de ônibus normal, mas não me lembro a linha). De lá fomos andando até a praia de Santa Mônica (vizinha), onde ficamos pra ver o pôr-do-sol.
Venice é uma praia bem (BEM mesmo) alternativa, muito maconheiro, hippongas e tal. Santa Mônica também tinha uns malucos, mas vale a pena pra conhecer o píer, que tem vários restaurantes e um parquinho de diversão.




No terceiro dia, fomos pro parque da Universal Studios. De metrô, super fácil também. A linha é a mesma de Hollywood (a vermelha), mas aí descemos em Universal City. O preço é bem salgadinho, mas quem tá na chuva, né? (US$ 90). O parque é bem legal, apesar de a maioria dos brinquedos serem simuladores 3D ou 4D. Cheio de lojinhas com os personagens mais famosos, acabei não resistindo e levei o ET pra casa (<3)!!!
No parque tem uma parte cheia de restaurantes legaizinhos e lojas de roupas de marca, o preço não é tão bom, mas vale a passada.

E no último dia, deixamos pra ir pra Disney, que fica em Anaheim, uma cidade vizinha a LA. Também fomos de ônibus, que passava num ponto perto do hotel, cujo ponto final era na Disney mesmo. Levamos cerca de 1h30 no trajeto.
A entrada no parque foi presente de uma amiga que trabalha numa empresa do grupo Disney, ou seja, não pagamos nada!!
Sinceramente, Disney não é muito lá minha praia, e talvez a Disney dos sonhos seja a original e não essa, não sei, pra mim foi só mais um parque normal, sem muita firula e tal. E como foi na faixa, ok.



E assim foi nossa passagem por Los Angeles. No quinto dia, partimos rumo ao paraíso: Havaí!