quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

um resumo do mais do mesmo

Os últimos dias do ano estão sendo mais do que puxados, mais do que pesados, mais do que insuportáveis. Tá tenso.
No trabalho continua de mal a pior. Talvez o próximo passo seja eu estapear minha diretora. Eu não queria, mas acho que vale registrar o último diálogo que tivemos pra, se deus quiser, eu rir no futuro de tudo isso.
Ontem, após eu refazer um trabalho que a digníssima solicitou por ser anta demais e não compreender nada, ela continuou sem entender o óbvio (afinal, era matemática pura) e iniciamos a seguinte discussão (digna de um Oscar):
- Ju, tá errado esse trabalho de novo, não é possível...
- Então Horácia, nunca esteve errado, você é que não entende de jeito nenhum...
- Nossa, você é muito agressiva... não dá mais!
- Concordo, não dá mesmo.
- Mas, olha aqui, tô abrindo os arquivos e não bate nada com nada, tô falando que tá tudo errado...
* 1 minuto de silêncio enquanto eu abria o mesmo arquivo no meu computador *
- Nossa Horácia, olha só que incrível, aqui no meu computador tá tudo batendo. Que mágica será essa que eu faço?
Uma bufada depois, ela diz:
- Que saco! Acho que abri um arquivo errado então, não sei...
- Ah tá. 
- Não, mas tá errado...
Aí eu já tava perdendo a paciência, ou melhor, sem paciência alguma mandei:
- Ah, então faz aí você, não é você que vive falando pra todo mundo que faz tudo sozinha, então faça você.
- Eu não.
- Não? Não é o que me falaram...
- Foda-se!
* 1 minuto de silêncio *
- Você não faz nada que eu peço.
- Não? Me fala uma coisa que você pediu que eu não tenha feito.
- Não é isso, você faz tudo mal feito e errado.
Neste momento eu fiquei possuída e falei em um tom mais alto: ERRADO?
- Agora você vai gritar comigo?
Levantei e fui bem do ladinho dela e falei:
- Me mostra agora o que foi que eu fiz errado. Me mostra agora o que eu fiz mal feito.
- Sai daqui!
- Me mostra agora!
- Sai daqui ou vou ter que chamar alguém pra te tirar daqui.
- Chama quem você quiser, mas antes me mostra.
Aí a pessoa sai andando, e eu finalizei com a frase:
- Falar é fácil, provar já é outra história né?

E assim peguei minha bolsa e fui pra casa.
Meu diretor, que até agora não moveu um músculo pra resolver essa situação ao qual ele está ciente, nem tchum.
E vida que segue. Nesse climão bom de deus.
Socorro! 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

finalmente acabando

Só pra mim que parece que dezembro tem oitocentos-e-setenta-e-nove-mil dias? Meudeos, parece que não vai acabar nunca isso aqui...
E fiquei pensando se valia a pena fazer o tradicional "balanço" do ano, que nem a Retrospectiva da Globo, mas sei lá, eu tenho até que boas coisas pra agradecer e relembrar, mas também tem as nem tão boas assim. Então pensei que é melhor deixar 2015 na gaveta dos "anos que podemos esquecer" e já ficar na torcida pra que 2016 vá pra gaveta dos "anos que não queremos que acabe".
Ainda restam alguns dias aí pra ser surpreendida por algo realmente bom. Ainda sigo aguardando, quem sabe. 
No mais, por favor, acabe logo!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

refém do idioma

Participei de um processo pra uma agência na semana passada. Um dos requisitos era ter inglês. Até hoje só precisei do inglês em uma agência porque falava muito com a matriz no Japão, com os clientes e com os funcionários gringos que ficavam no mesmo prédio que eu.
Tenho inglês fluente? Não. Mas, que engraçado, escrevo, leio, converso, ouço, falo e entendo. Só que fluente, fluente, não é.
Tenho plena consciência do quanto é importante ter o inglês como segunda língua e sim, sei que é preciso ter fluência. Mas, eu sempre me virei muito bem.
Estudei anos e anos de inglês, em escolas e com professores particulares. Depois estudei sozinha, por conta, até hoje ainda pratico um pouco sozinha, lendo e vendo séries sem legenda. Cansei um belo dia e fui estudar espanhol.
Fiz uns quatro anos, em escola e com professora nativa. Hoje, falo, escrevo, leio, entendo, mas também não posso dizer que sou fluente. Novamente enjoei e fui  atrás de outra língua.
Estudei francês com um professor particular por dois anos. O francês eu consigo até ler, mas entender e falar já são outros quinhentos. Parei por falta de tempo, grana e prioridades.
Quero terminar todas elas, claro, mas a vida é feita de escolhas e prioridades.
Bom, voltando ao tal processo que estava participando, a primeira etapa foi moleza, tenho um bom currículo e sei vender meu peixe numa entrevista. Tenho conhecimentos que a maioria do pessoal da minha área não tem: pesquisa de mídia. Então, passei pra segunda parte fácil.
Depositei ali todas as minhas esperanças de finalmente sair de onde estou e que está insuportável aturar. A segunda fase foi com um pica grossa do departamento: o chefe do chefe. No meu currículo está escrito inglês e espanhol avançado e francês básico.
Conversamos em inglês e ele ainda mandou uma pergunta em francês que consegui responder tranquilamente. A conversa em inglês foi meio truncada, mas entendi perfeitamente o que ele me perguntou e respondi o que queria dizer.
No fim, ele até me passou pra terceira fase, com o RH, mas mandou um "se a gente não se ver mais, boas festas" e também acrescentou "seu inglês tá bem enferrujado, você precisa aprender inglês de qualquer jeito".
Eu pensei, caraleo, sim, eu preciso terminar meu curso e sim, aprender um pouco mais, mas porra, nós não conversamos? Nós não nos entendemos agora mesmo em inglês e francês? Daí também não entendi porque ele me desejou boas festas se teoricamente ele tem pressa em contratar a pessoa. E também não entendi porque ele me passou pra fase com o RH, ah lembrei, ele também disse "se não for dessa vez, quem sabe numa próxima".
A moça do RH me explicou todos os benefícios, ou seja, colocou o doce ainda mais pra dentro da minha garganta, só me deixando com mais vontade de trabalhar lá. Mas, no fim deixou bem claro que talvez a questão do inglês pudesse pegar.
E que se eu passasse pra quarta e última fase do processo (entrevista com o chefe do chefe do chefe) ela me avisaria por email. Saí de lá dando risada.
Tenho 99% de convicção que não vão me ligar e que eu não vou adiante na vaga. E daí eu me pergunto: inglês é uma coisa que qualquer um pode aprender, eu não estudo e pratico há uns 4 anos. Nada que eu não pudesse retomar e desenferrujar meu idioma. Afinal, é perceptível que tenho facilidade, afinal, tenho 3 línguas no currículo.
Mas, entre ser um bom profissional técnico, teórico e prático na área ou somente ter o inglês fluente, qual candidato vão escolher?
Sim, pois sim. O duro é saber que talvez seja um profissional bosta (como a maioria que conheço), mas que fala inglês fluente.
Sim, eu preciso correr atrás dessa porra do inglêsfuckingfluente.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

pensando

Vai chegando dezembro, fim do ano, e eu sempre faço aquele balanço mental de como foi o ano. De tudo o que deu pra salvar de bom, o que quero esquecer, o que não quero repetir e o que espero que seja diferente pro ano que vem.
E aí que por esses dias eu vi, ouvi ou li por aí duas frases (bem clichês e bem de efeito) que me deram um nó na garganta e me fizeram refletir (e rever) algumas coisas.

"E se amanhã você acordasse só com o que você agradeceu ontem?" - Na boa, eu ia acordar sem nada. Não que eu não seja de agradecer, eu até agradeço sim, mas não todos os dias. É aquilo, eu agradeço quando lembro ou quando alguma coisa me mostra que eu tenho mesmo que agradecer.
Normalmente agradeço minha saúde, a sorte de ter um trabalho, um teto, mas não faço isso com frequência. E pensar na possibilidade acima, de acordar somente com aquilo que agradeci ontem, me fez refletir que o agradecimento deve ser constante.
E ultimamente eu tenho agradecido por várias coisas em vários momentos. A gratidão é um exercício que vale a pena.

"Já pensou se amanhã Deus tirasse da sua vida tudo aquilo que você reclamou hoje? Esse emprego é uma merda. Amanhã, desempregada. Não aguento mais minha mãe. Amanhã, a mãe tá morta." - Esse foi tipo um tapa na minha cara porque eu sou daquelas que reclama demais.
Não que eu não tenha razão, mas às vezes parar um pouco pra pensar se é mesmo tudo assim tão ruim, é bom. 

Fiquei com tudo isso na cabeça e desde então tenho tentado manter um pouco de fé nas pequenas coisas. E agradecer por tantas outras. Até pelas coisas ruins, afinal, elas também servem pra alguma coisa. Pra lembrar do valor das boas, que seja. Enfim, só achei que valia dividir esses dois "pensamentos" porque a vida é tão ligeira que às vezes não vale a pena mesmo a gente esquecer de agradecer e reclamar demais.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

que, enfim, seja doce

Ia escrever no primeiro dia do mês aquele mesmo pedido que fiz no começo do mês passado: que dezembro fosse doce, uma vez que não rolou em novembro. Pensei que se eu repetisse isso com muita fé, poderia até se tornar um mantra e, quiçá, realmente ser um mês doce.
Mas, o fato é que dezembro é sempre aquele mês do ano que parece que o mundo vai acabar. A gente quer resolver tudo que não fez durante o ano e fica aquela correria, aquela loucura, que passa num piscar de olhos e você nem consegue perceber se o gosto que ficou foi doce ou amargo.
Só que, mesmo não tendo dado tempo de colocar aqui o desejo de um dezembro melhor, coisas boas já aconteceram nesses poucos dias do mês.
Pouco a pouco, percebi, que o bom trabalho sempre prevalecerá. Infelizmente para aqueles que como eu não sabem vender seu peixe, a coisa acontece mais lenta (bem mais lenta), mas quando acontece tem um saborzinho todo especial.
E esperanças são renovadas, enquanto alguns teimam em me dizer que 2015 já acabou, eu teimo em acreditar que ele não vai e nem pode acabar sem me trazer algo verdadeiramente bom. Então, ainda me restam vinte e oito dias de boas expectativas, eu acredito sim.
E que seja, finalmente, bem doce.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

hamburguer bom

Parece que eu só falo em comida ultimamente né? Mas, não é bem assim não. O fato é que perto da agência tem muitas boas opções e vou falar de mais uma delas. Dica pra quem, como eu, ama um bom hamburguer, a boa da vez é o Muuburger.
O lugar é pequeninho, mas aconchegante. E o atendimento é tipo de fast food, você vai no balcão e faz o seu pedido, nem dez minutos depois, tá prontinho.



Os lanches custam 22 reais. Achei o cardápio bem incrível. As opções são Classic (carne, queijo prato, tomate, alface, cebola roxa, picles e maionese), All American (carne, cheddar, bacon crocante e molho barbecue), Nolita (carne, gorgonzola, rúcula, compota de tomate e cebola), The Frenchie (carne, queijo gruyere, cebola caramelizada, agrião e molho aioli), Palermo (carne, provolone, costelinha, rúcula e maionese de limão siciliano) e o Veggie (hamburguer de lentilha e quinoa, queijo prato, tomate, alface e maionese de manjericão).
Fui no Palermo e não me arrependo. Um arraso. Carne suculenta, maionese deliciosa, pão macio, enfim, perfeito. Pedi uma fritas pra acompanhar (8 reais) e um refrigerante. Achei bem justo.
Tô louca pra provar todos os outros lanches.



Muuburger
R. Joaquim Floriano, 1057
Abre no almoço de seg à sex e à noite das 18h às 22h. Sábado das 12h às 23h e de domingo não abre, uma pena...

terça-feira, 24 de novembro de 2015

sinais

Às vezes a gente tá tão mergulhada no nosso mundinho que não consegue enxergar algumas possibilidades no meio da tempestade.
Por exemplo eu, que estou louca pra sair da agência onde trabalho, fiz umas entrevistas por aí e que não deram certo. Na hora xinguei, esbravejei, fiquei com raiva, perdi a fé, questionei por que nada dava certo e blá blá blá.
Hoje chegou o currículo de uma pessoa no meu email que trabalhava num desses lugares e que foi demitida num corte porque perderam contas. Olha lá, sinal de que o melhor realmente aconteceu pra mim.
Um mês atrás, meu chefe me prometeu 10 dias de "férias" sem descontar nada, apenas por merecimento. E eu planejei uma viagem pela Estrada Real durante esses 10 dias, que incluía entre muitas outras cidades, a cidade de Mariana. 
E quando eu vi pela TV a tragédia toda que aconteceu por lá, fiquei aliviada por ter sido enganada pelo meu chefe que voltou atrás e decidiu não me dar mais nada. Opa, eu podia estar lá naquela cidade, naquele dia.
Com o Ri foi a mesma coisa. Dia desses ele falou que um cara que entrou numa vaga que ele também estava concorrendo, já foi demitido num corte da empresa.
Ou seja, sinal de que realmente o melhor é o que acontece pra gente. Sei que não é preciso prova, sei que a gente deveria acreditar nessa premissa de que se não foi é porque não era pra ser. Que o melhor está mesmo sempre por vir.
É que a gente é tão imediatista que não consegue entender os planos do universo lá na frente.
Com todos esses últimos "sinais", hoje só posso mesmo agradecer por tudo o que está do jeito que está. 
E assim seguimos, lembrando de acreditar sempre.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

comprinhas de decor na 25

Confesso que eu tenho preguiça da 25 de Março, mas depois que tô nela é um deleite. Isso porque sim, é barato e vale a pena. Mas, sim, você tem que ter muita paciência, muita disposição e olho clínico. Saber procurar é certeza de que no fim você sai de lá satisfeito. Mesmo com toda aquela muvuca horrorosa, aquele mar de gente e tal.
Você também sai de  lá se sentindo uma idiota por ter comprado a mesma coisa numa outra loja como Tok&Stok e Leroy Merlin pagando o tripo do preço. Mas, vale como lição, porque mais vale uma manhã de aperto do que ver outras lojas zombando da nossa cara cobrando um absurdo por alguma coisa que nem vale tudo isso.
Pois bem, aproveitei o sábado e encarei a 25. E olha, nem cheguei cedo, cheguei às 11h e fiquei lá até às 15h. Não sei dizer se as lojas estão abertas até mais tarde porque o natal tá perto ou se me enganaram a vida toda falando que eu tinha que madrugar se quisesse ir lá, enfim.
O que eu realmente estava precisando de lá? Bom, nada, a não ser um rolo de madeira para abrir massa, que com certeza numa lojinha de 1,99 perto de casa teria. Mas, sabe comé né, voltei com umas trocentas sacolas hehe.
Fui com uma listinha de lojas de decoração que pesquei nos blogs por aí e logicamente inclui outras que me interessei na hora. Não fui lá atrás de nada além de coisas pra casa, então passei reto pelas lojas de bijuterias.

A primeira loja que fui foi a Doural (R. 25 de Março, 595). Ela é divida em duas partes, uma que tem de tudo de utensílios pra cozinha, de marcas caras inclusive (Tramontina, Le Cruiset, KitchenAid, etc) e um outro lado de cama, mesa e banho.
Acabei comprando uma cortina de 2 folhas de 2,60 X 4m, com forro, super bonita por 249 dilmas (e ainda parcelei em 6X sem juros). Achei bem em conta, uma vez que paguei mil reais na que mandei fazer pra minha sala e ela tem a mesma medida. A diferença é que comprei o varão e dessa vez eu já tinha. A parte de utensílios achei bem cara, mas tem muita coisa boa e de qualidade lá.




De lá passei na Minas de Presentes (R. 25 de Março, 837). Lá tem 3 andares, no primeiro tem um monte de bugiganga de decoração, santos de todos os tipos, coisas de papelaria. No andar do meio tem um monte de porta retrato bacana e coisas de times de futebol e no último andar só tem pelúcia.


Lá eu comprei 2 São Francisco (coleciono), paguei 6 dilmas no pequeno e 12 no grande, comprei um jogo com 3 porta retratos branco, cada um de um tamanho e com vidro, paguei R$ 22,50 e um outro porta retrato todo rococó também com vidro por 18 reais. Nunca mais eu compro porta retrato em outro lugar, lá tem muita variedade e o preço é muito bom.


Ai estão meus porta retratos, o rococó que vou usar como quadrinho na cozinha (imprimi o cartaz em casa mesmo), o jogo com as fotos dos sobrinhos, e os dois SF que comprei bem baratinho pra somar na minha coleção. Total R$ 58,50, não compraria nem metade com esse valor em muitas lojas por aí.

De lá fui pra M. Camicado (R. Cavalheiro Basílio Jafet, 60). É uma bagunça, um aperto, mas tem muita coisa com preço bom lá. Tem que ter paciência, muita paciência. Lá tem um monte de pratos com preço bom, panelas também. Foi lá que encontrei o rolo de madeira R$ 17 e comprei 4 pratinhos de sobremesa azul da Coza por R$ 6,99 cada.
Tinha um jogo de bico de jaca para champanhe azul lindo de viver, a moça depois de pegar no estoque e checar um por um me falou que custava 76 dilmas, mas no caixa passou por 95, daí desisti, achei muito caro.
Lá também tinha essas suqueiras de vidro que estão super na moda, a pequena estava uns 23 reais, só não trouxe porque ainda não estou com o meu espaço da churrasqueira pronto, mas logo logo voltarei lá pra arrematar essa belezinha. Normalmente por aí custa mais de 100 reais.



Olha as belezinhas aí. Eu estou com um problema muito sério com prato, tipo a louca dos pratos, mas isso é assunto pra outro post. Não posso ver um prato que eu gosto que compro. Esses são super simples, mas achei a cor um charme só. Já imagino um bolo suculento nele, vai ficar lindo. 

Aí parei na Util-Lar (R. 25 de Março, 1097), uma loja que você não dá nada, mas que entrando fica louca. 
Não achei nenhuma foto boa no google (eu não tirei foto de nada lá), mas fica aqui a foto dos meus achadinhos, adorei a loja.


Começando pelas latinhas (acho que sou a louca das latinhas também porque eu comprei e nem sei o que vou fazer com elas, mas enfim), a lata mais alta foi R$ 11,99 e a com os guardinhas de Londres foi R$ 10,99. A de cerejinha foi R$ 3,99 e a de florzinha R$ 5,99.
O moedor de pimenta pink (eu precisavaaaaaaa) foi R$ 17,50. A caveira dourada (que eu também precisava) e é também um cofre, foi R$ 12,99. E esse porta retrato que eu amei foi R$ 9,99. A única coisa ruim dele é que não vem com vidro, vem com aquele acetato que imita vidro, mas achei tão lindo e barato que levei também.

Aí foi hora de parar pra almoçar e lembrei que o pai de um amigo meu tem uma esfiharia super famosa por lá, o Jacob (R. Comendador Abdo Schahin, 130). O lugar é cheio e apertado, mas as esfihas valem.

De lá passei na Ambiente House (R. 25 de Março, 931) porque eu queria comprar umas flores e folhagens artificiais. Lá tem esse tipo de coisa bem feito e não aquelas coisas bregas cheias de purpurina. 
Comprei esses dois vasinhos de suculentas por 8 reais cada e 4 raminhos dessas plantas aí que vão fazer parte de uns vasos suspensos pra minha varanda (cada um saiu umas 3,50 dilmas).
Na Leroy os raminhos custam uns 20 ou mais reais e o vaso que quero e vou copiar custa 90!!!!


Passei em algumas outras lojas, mas acabei não achando nada que me interessasse, são elas a Brás Fama (R. 25 de Março, 564), a Niazi (R. Basílio Jafet, 80), a Armazém do Presente (R. Comendador Abdo Schahin, 162) e a Tuti Flores (R. Comendador Afonso Kherlakian, 166), mas essa é a loja que tem flores com purpurina, tudo muito mal feito, eu odiei.

Bem, o post ficou longo, mas acho que ficou digno. Sempre tenho dificuldade de achar um bom roteiro de boas lojas pela região da 25, então espero que ajude.

crédito das imagens das lojas (google images)

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

comidinha boa


Dia desses fui almoçar no Vapiano e que bela descoberta para aqueles que gostam de uma boa e bela massa, fresquinha, feita na sua frente. Ou pra quem gosta de uma boa saladinha também.
Lógico que a opção salada ficou pra minha amiga, eu, nas duas vezes que fui, acabei repetindo a mesma massa com acompanhamentos diferentes.
Bom, o Vapiano tem em vários lugares do mundo e no Brasil fica em São Paulo (para minha alegria!) e Ribeirão Preto. Funciona assim, você vai até o balcão que é dividido entre as opções salada e massa e escolhe seu pedido ali mesmo, que é preparado na hora. Você já vai ficando com água na boca bem ali. O bom é que os cozinheiros vão te perguntando quais temperos colocar, então fica tudo do jeitinho que você gosta, meio personalizado.



 O que comi da primeira vez foi o Scampi e Spinaci com linguine, que são camarões e pesto de majericão caseiro, com creme de leite fresco, parmesão tipo grana padano, finalizado com folhas de espinafre. E hoje experimentei o Salmone e Aneto, salmão ao molho de sour cream e creme de leite fresco, repeti o linguini de massa para acompanhar. Delicioso demais!!
E as quantidades dos pratos são bem generosas.



Queria ter tirado mais fotos, mas a fome/gula foi tanta que não deu tempo. De sobremesa tem várias opções, mas no dia que fomos da primeira, não sei se demos sorte, mas o garçom perguntou se podia preparar uma sobremesa surpresa, vendo que a gente estava em dúvida.
Ele trouxe uma taça de sorvete com uma calda de Nutella de comer ajoelhada. Só que não encontramos nunca mais nada parecido, nem no cardápio.
Enfim, adorei o lugar, o atendimento, a comida, tudo.
Recomendo!

Vapiano 
Rua Joaquim Floriano, 422 Itaim
Aberto todos os dias até meia noite

Vale a pena, um prato generoso de massa + um refrigerante fica menos de 50 dilmas.

créditos das imagens google images, exceto o prato que é meu

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Mariana

Não, não vou falar da tragédia horrorosa e sem precedentes que aconteceu em Mariana (embora a cidade fizesse parte de um roteiro de viagem que estava prestes a fazer), enfim, não. Esse post é pra falar de Mariana, minha irmã caçula.
Acho tão engraçado falar "minha irmã". Acho que porque eu passei uns belos anos sem mencionar essa frase e sem saber realmente o significado de ter uma irmã/irmão, sei lá, soa estranho aos meus ouvidos.
Mas, o encontrinho com Mari aconteceu no sábado conforme o previsto. Ela mora em Salvador e veio prestar vestibular aqui em São Paulo, onde nosso pai mora. Ela prestou veterinária (adoro!) e vai esperar o resultado do ENEM pra decidir o que fazer, se vai estudar aqui ou em Salvador.
Disse que pretende se especializar em cavalos pra trabalhar em algum haras, achei esperto da parte dela, quem sabe não fica rica né? Além de que, trabalhar com animal é nem-sei-quantas-vezes melhor do que trabalhar com gente. 
Ela tem um namoradinho lá na Bahia, que ela acha que é o amor da vida. Quem nunca aos dezessete néam? Então o coraçãozinho dela tá apertado por ter que fazer essa escolha de onde estudar. Em partes pelo namo, em partes pela mãe que vai ficar lá, em partes pelo pai que vai ficar aqui. Tudo vai depender do ENEM, diz ela.
Ela é uma boneca, magrinha, linda. Achei ela bem estilosa, adorei o jeito dela se vestir, o cabelo, tudo. Temos algumas coisas em comum também, torcemos pro mesmo time, temos uma tatuagem igual (da hamsá, eu no braço e ela na perna), gostamos de comer besteira (o que nos levou a jantar no América), ela tem o pulso e os dedos bem finos como eu.
O que nos rendeu boas risadas na Forever 21, onde tentávamos achar anéis e pulseiras que servissem na gente. Missão impossível, saímos de mãos vazias.
Comemos como se não houvesse amanhã, hamburguer, batata frita e lógico que uma mega blaster sobremesa bem doce e bem gordinha. Foi uma delícia.
Deixei ela na casa do nosso pai bem tarde já, no dia seguinte ela ia pegar um vôo de volta pra casa.
Prometemos que sempre que ela voltar vamos dar um jeito de fazer alguma coisa. Se ela vier morar aqui então, muitos outros planos. Uma partida do Corinthians já ficou pré-agendada, ela tá louca pra conhecer a Arena.
Enfim, antes tarde do que nunca pra algumas boas surpresas da vida né? Adorei conhecê-la um pouco mais de verdade.


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

minha pequena {grande} família

Não  lembro se já mencionei aqui, mas tenho uma família bem pequena, quase nada. Mas, isso se olharmos apenas por parte de mãe. Sempre achei um saco esse negócio de parte-de-mãe-parte-de-pai.
Só que é assim que minha família é, oras. Resumidamente, por parte de mãe sobrou minha mãe e eu, uma prima aqui em São Paulo que já tem um filho, um primo sei lá onde que também já tem um filho e uma prima que até ontem estava em Chicago. E só.
Agora por parte de pai o bicho pega. Tanto que eu nem sei dizer nada sobre minha família, mas restringindo aos "mais próximos", tem meu pai, que teve dois filhos de um segundo casamento, inclusive um deles já tem filho, e mais um casal de um terceiro casamento. 
Ou seja, sou filha única por parte de mãe e tenho quatro irmãos por parte de pai. 
E, bem, meu relacionamento com meu pai se perdeu ao longo dos anos por ene motivos que não cabem nesse post, mas de uns anos pra cá até que estamos tentando nos "aproximar". Seja através dos meus irmãos, seja através das redes sociais. 
Dia desses até em casa ele jantou no dia que um dos meus irmãos veio pra São Paulo (sim, cada irmão está num canto). Enfim, acho que a última refeição que tivemos juntos foi há uns sei lá quantos anos.
E aí que minha irmã, que mora em Salvador, tá aqui em Sampa pra prestar vestibular e quer muito passar um tempo comigo. Eu adorei a ideia, a última vez que nos vimos acho que ela tinha uns 8 anos, sei lá. Agora ela deve estar com uns 17. Ou seja, uma mulher!
E eu fiquei tão, mas tão empolgada com a notícia que tô perdida no que fazer com ela. Sabe aquela sensação de uma vida inteira de coisas que você quer fazer com uma irmã e não sabe? Aliás, eu nem sei direito como é ter uma irmã. Nem irmão, enfim. Mas, por ser uma menina, sei lá, bate aquela afinidade de mulherzinha né?
Quantas e quantas vezes eu não quis uma irmã pra brincar de boneca, pra maquiar, pra dar banho, pra fazer companhia. Tô tão empolgada com isso que  ninguém tem ideia. E pior, nem sei se temos de fato afinidades e tal. Mas, sei lá, meio que não importa.
Estou planejando um sábado juntas, mas eu queria muita coisa. Eu queria passar um dia no salão com ela, pintar as unhas de várias cores, cortar o cabelo, fazer massagem. Depois eu queria fazer uma make nela e ela em mim. Queria ir em várias lojas, experimentar um monte de roupas e pedir a opinião dela e vice-versa. Depois queria ir pro parque, fazer um picnic e ficar à toa. Aí podíamos fazer uma tatuagem (eu sei que ela gosta). Aí podíamos ver um filme no sofá e comer brigadeiro de colher. Depois ela escovaria meu cabelo e eu o cabelo dela. Colocaríamos um pijama igual e passaríamos a noite toda falando sobre amores, sonhos, desejos e sei lá mais o que.
Mas, nada disso vai dar tempo pra um sábado né, então o jeito é correr e pensar em algo que seja tão bom quanto tudo isso junto. 
Tô contando as horas...

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

don´t cry for me argentina

Ah, comida, como amo comer! Confesso que quando criança eu era bem chata pra comer, mas depois, com o tempo, fui pegando gosto pela coisa e hoje uma das coisas que  mais amo fazer na vida é comer, e comer bem.
Depois que desenvolvi o gosto por cozinhar então, nossa, parece que virou vício essa coisa de comer. Como é difícil manter o foco da dieta e querer comer ao mesmo tempo. Hoje como de tudo. Até pra coisas que faço careta, hoje experimento de tudo.
E caminhando aqui por perto do trabalho, descobri o restaurante de empanadas da chef Paola Carosella, o La Guapa. E como eu amo empanadas, fui lá provar. Ainda mais hoje com o tempinho assim bem esquisito, bateu uma saudade da viagem que fiz pra Buenos Aires, das empanadas delicinhas que comi em San Telmo, ah que delícia. E a comida também tem dessas coisas, sempre pode te levar pra uma memória afetiva de algum lugar, tempo e espaço que te marcou.
E foi assim com as empanadas do La Guapa. Pedi 3 porque sou gordinha achei o tamanho pequeno, mas na verdade 2 estaria bem ok. Pedi uma Porteña, que é de 3 queijos com tomate e manjericão, uma Amarrito que é de presunto e queijo perfumada com alecrim e uma Pucacapa, de cebola caramelizada levemente apimentadas com queijo.
Ainda não sei dizer qual a minha preferida, gostei muito de cada uma delas. E olha, quase pedi a clássica de carne, mas aí achei que seria demais pra minha pancinha.



O preço é bem justo, as empanadas saem por R$ 6,90 cada. Tem uma opção de combinados pra levar ou comer com uma saladinha de acompanhamento. Há opções de sobremesa, como o alfajor ou o sorvete de doce de leite, mas o lugar estava tão, mas tão lotado que fiquei só nas empanadas mesmo.
Aliás, esse é um problema do lugar. É muito pequeno, com uma mesa grande, um balcão e duas mesinhas na calçada (na unidade do Itaim, tem outra nos Jardins, mas não conheço), então estava mais do que lotado, estava tipo metrô da Sé na hora de pico. E claro que tinha também um povo sem noção que já tinha comido, mas que não levantava por nada da cadeira. 
Ok, cada um tem seu direito de ficar o quanto quiser, mas com um monte de gente em volta comendo em pé, sei lá, acho desagradável. O atendimento é super rápido, você pede no caixa e em uns 7 minutos no máximo te chamam. Só achei ruim mesmo que o lugar é pequeno pra tanta gente. Achei umas imagens na internet pra ilustrar o que tô falando.




Imagina isso ae lotado, com gente em todo canto e ainda uma fila que ia até à rua... Complicado né. Mas, justifica porque o lugar é bem gostoso e a comida, perfeita. Sempre acho que as empanadas feitas aqui são melhores que as dos hermanos.
E é isso, mais um lugarzinho que vale a visita.

La Guapa 
R. Bandeira Paulista, 446 (aberto até às 22h)

crédito das imagens (google images), pratinho de empanadas é meu!

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

imagine as possibilidades

Vi o novo comercial gringo da Barbie que fala justamente que qualquer menina com uma Barbie na mão pode ser quem ela quiser. E me peguei pensando em quanto isso é verdadeiro, pelo menos pra mim, que cresci no meio do mundo mágico da Barbie.
Sim, eu tinha dezenas de Barbies, amigas das Barbies, Kens, acessórios, casa, carro, banheiro, cozinha, enfim, eu tinha centenas de coisas da Barbie e brincar de Barbie era uma das coisas que eu mais amava fazer na vida.
E sim, com a minha Barbie na mão eu era quem eu quisesse ser. E olha, fui muitas coisas. Acho que projetava um pouco na boneca o que eu queria pra minha vida. Tanto no futuro quanto no presente. Minha imaginação nunca teve limites e além de todos os acessórios oficiais da Barbie, eu também tinha os genéricos comprados em feiras livres (principalmente roupa) e alguns móveis pra casa dela.
E eu não me limitava apenas a isso. Uma vez montei um "super apê" usando várias partes da cozinha da churrasqueira lá de casa, com direito a sala em nível superior (que usei uma tábua de bolo pra fazer) e a piscina era na pia mesmo, uma vez que essa cozinha era pouco usada lá em casa. E pronto, lá estava a minha cobertura da Barbie.
Lembro que embaixo da churrasqueira, montei um "chalé" pra minha Barbie passar as férias de inverno, e a churrasqueira tinha todo o clima das montanhas, com tijolinho aparente, bem rústico e tal.
Também lembro que montei um "hotel" usando um monte de vasos de plantas da minha vó como parte da área comum e jardim, usava a piscina de plástico como um "oceano" e uma antiga banheira de quando eu era criança pra fazer o cruzeiro da Barbie.
É, eu queria muitas viagens e glamour pra minha Barbie na época. Acho que um pouco do que fica no nosso imaginário, algo que hoje, pensando tem muito a ver com a vida real que levo.
E minha Barbie já foi advogada, psicóloga, professora, até estrela do rock. E se bem me lembro, ela também já foi uma dondoca que só cuidava da casa e dos filhos.
Sim, minha Barbie tinha dois filhos, eram dois bonequinhos de menino que eu tinha. Não lembro os nomes, mas lembro bem que eram dois meninos. Por enquanto só filho é que não faz parte dos meus planos nessa vida real que levo.
E também nenhuma das profissões que um dia sonhei e brinquei com ela, minha amiga tão inseparável, acabei seguindo.
Só sei que quando vi esse comercial, percebi que ele faz total sentido pra mim, e olha que faz uns vinte e tantos anos que não brinco mais de Barbie. Ainda adoro passar na seção das Barbies nas lojas de brinquedo, mas nunca tinha parado pra pensar nesse paralelo das vidas. Da que eu vivia na brincadeira e na que vivo hoje.
Tem muita, muita coisa em comum. E acho que nada muda, apesar de tantos anos, qualquer menina ainda hoje deve sentir a mesma coisa. Que pode sim ser quem ela quiser se tiver uma Barbie na mão. O que eu espero é que com o passar do tempo isso não se perca. Que a gente possa ser quem a gente quiser, mesmo tendo deixado a Barbie pra trás.


terça-feira, 3 de novembro de 2015

novembro, seja doce

Mais um mês, trinta dias (ou melhor, vinte e sete) pra novas e boas coisas acontecerem. Pra fazermos diferente, tentar de novo. Ainda que seja o penúltimo mês do ano, não é tarde demais.
Não, pelo contrário.
Vamos lá Novembro, seja lindo, seja doce, me surpreenda!

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

diálogo de gente louca

Bem, o inevitável aconteceu e acabei explodindo com a Horácia, minha diretora de bracinhos curtos. O diálogo foi o seguinte:

- Então, você pode me dizer o que tanto você tá fazendo que não consegue ajudar a equipe em nada?
- Imagina, eu tô aqui pra ajudar...
- Não parece...
- Ai, nossa... acho que você tá com algum problema anterior a mim...
- Não, meu problema começou com a sua chegada... Mas, vamos ao que interessa... O que tanto você tá fazendo que não dá pra ajudar a equipe?
- Um monte de coisa...
- Ah, é, então me fala o que?
- Não, você não tá aqui pra controlar o que eu faço...
- Tá certo. Então, não sei se você percebeu, mas somos uma equipe de três que na verdade é uma dupla, porque desde que você chegou não me ajudou em nada, nada mudou.
- Nossa, imagina, é que assim, eu sou diretora e eu não tenho mais que fazer certas coisas...
- Não concordo. Isso acontece quando se tem uma equipe estruturada, o que não é nosso caso...
- Não, mas você vai ver que quando você for diretora você também não vai querer mais fazer...
- Não senhora, quando eu for diretora eu vou por minha mão na massa sim e fazer tudo o que tiver que fazer sim, independente de ser minha função ou não, porque é assim que eu trabalho. Eu não sou de ficar com o bracinho cruzado vendo a casa pegar fogo.
- Imagina, eu não sou assim.... Nossa, eu sabia, bem que eu percebi que você tinha um gênio difícil... Desde meu primeiro dia você está resistente a mim...
- Mentira, porque nos primeiros dias eu estava te passando tudo com a maior paciência, mas você não estava nem aí, não anotou nada que falei, então cansei... 
- Ah, mas eu não anoto mesmo, porque você está aqui pra me ajudar.
- E se você notou resistência desde o primeiro dia, por que nunca tomou uma atitude de conversar comigo?
- Ah, porque eu não quero piorar as coisas...
- Entendi... Então qual a minha função no grupo? Continuar fazendo tudo, correto?
- Não é isso, é que eu tenho muitas coisas pra pensar...
- Tipo?
- Não posso contar... mas você não sabe nada do que eu faço...
- Então divide comigo, porque pelo que vejo e sei, você não faz nada.
* risos inconformados *
- Olha Ju, acho que você tem que apagar essa raiva do coração, te acho incrível, mas o que você tem aqui é muito bom...
- Só se for pra você, porque o nosso diretor já sabe que estou desmotivada, insatisfeita e que só estou aqui por falta de opção...
-  Nossa, você está me ameaçando?
- Quê? Ameaçando como?
- Falando que já falou com ele...
- Olha, deixa pra lá, então eu vou continuar fazendo tudo né? Só saiba que eu não estou feliz assim porque não era esse tipo de liderança que eu estava acostumada a ter.
- Ah, mas você não pode comparar...
- Com certeza não posso mesmo.
- Sabe o que é, você tem muita má vontade...
- Como é que é?? Beleza.

E assim levantei e sai da sala.
Agora imagina o clima.
É ou não é uma pessoa braço curto? Curtíssimo, eu diria.


Concordo que as funções de um diretor sejam "limitadas", sejam outras, mas isso numa equipe estruturada e não é nem de longe nosso caso.

Bom, agora é com isso que vou conviver. Além de fazer tudo, dar a porra do sangue, entregar tudo, enfim, ser a idiota que sou, ainda sou obrigada a ouvir que tenho má vontade.
Piada...

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

ainda bem

Li num jornal que a cada hora, cem pessoas são demitidas no Brasil. A capa da Exame também falava sobre as demissões em massa que vem ocorrendo nos últimos meses. E eu sei bem disso porque em casa vivemos o drama do desemprego já há mais de um ano e meio.
Aliás, cada dia que passa, passa um pouco também da esperança. Um monte de gente me dizendo pra não esperar porque não vai rolar um trabalho pro Ri ainda esse ano. E por dentro, por mais que eu pense nessa possibilidade, me recuso a aceitá-la. Mesmo no cenário caótico e sem rumo que vivemos.
Pro Ri, quando aparece, só tem vaga meio que de subempregos, ou pro mesmo cargo só que pagando menos da metade do que ele ganhava e sem quase nenhum benefício. É triste, mas é a realidade. E não é que ele não aceita e por isso não consegue se recolocar, pelo contrário, ele sempre diz estar aberto a qualquer proposta, mas 90% das entrevistas que ele fez nunca deram nenhum retorno.
E eu não poderia reclamar, pelo contrário, deveria agradecer por ter emprego, por passar por isso empregada, estabilizada, com salário caindo todo mês, e acredite, eu agradeço, lógico. Mas, todo dia enquanto agradeço penso em como deve ser genial trabalhar com aquilo que se ama realmente. Não é o meu caso.
Abençoadas mesmo são as pessoas que conseguem trabalhar com o que gostam e ter prazer. Eu realmente só tenho um emprego. Que paga minhas contas. E tenho (devo) ser grata por isso. Imagina se nem isso eu tivesse... Eu só tenho mesmo a sorte de ter um emprego, ainda bem, graças a deus.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

só sei que foi assim

Parece até mentira o que vou contar, pra quem acompanhou o último post, mas é verdade: fiquei doente e não conseguir vir trabalhar ontem.
Fiquei com uma tremenda dor nas costas, que segundo o médico é só uma dor muscular e pra mim é o fim dos tempos, que dói, dói, dói e ontem só consegui mesmo ficar deitada curtindo o efeito da injeção que tomei pra passar a dor.
Excelente oportunidade pra máscara da Horácia (apelido carinhoso que dei pra minha diretora) cair. Só que ela tem tanta, mas tanta sorte que ainda não foi dessa vez. Ela ainda conseguiu enrolar o suficiente pra dar tempo de eu chegar hoje pra fazer o trabalho dela.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

será que alguém ouviu minha oração?

Semanas tensas no trabalho. E juro que tentei fazer o exercício diário de não vir no blog reclamar, quem teve que me aturar, pra variar, foi o Ri. Pobrezinho...
Tá muito osso aturar e ter que engolir a pessoa nova que está acima de mim. Realmente chegou num ponto muito crítico essa semana, que pode render até um colapso nervoso (espero que não!).
Sabe o que é chegar e trabalhar que nem um camelo no deserto do Saara e olhar pro lado e ver a pessoa que deveria estar liderando, compartilhando conhecimento, agregando, trabalhando (no mínimo) fazendo nada?
Na primeira semana relevei, nunca é fácil a primeira semana. A segunda já achei estranho. A terceira comecei a ficar irritada. Na quarta já estava putíssima e na quinta (essa semana precisamente), surtei. Não consegui ainda identificar se é puro braço curto mesmo ou se é burrice. 
Se bem que burrice total não pode ser, afinal, de alguma forma chegou até ali, né? Mas, é incrível. Postura pra gerenciar pessoas: zero, pulso pra tomar rédeas e resolver problemas: zero, voz ativa no grupo: zero, liderança: zero, conhecimento: até o momento, como nada agregou: zero, companheirismo: zero, parceria: zero, braço curto: nota mil!
Essa semana aconteceu um episódio bem bizarro (na verdade todo dia acontece um), mas um nesta especificamente me fez ter um ataque de ódio a ponto de ficar tão transtornada e querer pedir demissão. Momento de loucura, afinal, o Brasil está numa situação de merda, lá em casa idem, então, foi só um breve momento de loucura mesmo. Se eu pudesse...
Rezei tanto pra Deus me dar uma luz, chorei, fiquei nervosa, tive dores de barriga, passei mal, bom, no dia seguinte, um antigo diretor me chamou pra trabalhar com ele. Não que eu quisesse (mas, é assunto muito longo pra colocar aqui as mil razões e tal), mas usei essa proposta pra deixar bem explícita a minha situação aqui.
Sentei com meu diretor e falei tudo o que acontecia e que não acontecia, e que muito me preocupava ter uma pessoa com esse perfil na conta. E que eu ia embora porque tinha uma outra proposta. Aconteceu muita coisa além do que eu esperava. Primeiro  meu diretor me disse que não me deixaria ir e que se tivesse que escolher entre eu e essa pessoa, ficaria comigo com certeza.
E me pediu um tempo pra poder avaliar mais de perto o trabalho dela (oi? que trabalho senhor?). Disse que ia me dar 10 dias de descanso, remunerados, sem descontar das férias nem nada, pra poder ver se ela realmente não faz nada e entender o que acontece e tal. E que se no final visse que é a merda que é, ia mandar embora e decidir o que fazer.
Fiquei feliz, afinal, não queria sair de fato. Não pra essa vaga especificamente, talvez se fosse outra nem pensasse duas vezes. Mas, enfim. Escolhas.
Aí fiquei aliviada, já estava até planejando uma viagenzinha e então, eis que surge a decepção. Nada é como parece. Fui ver se a partir de segunda já estava valendo, já tinha dado a negativa pro meu outro diretor, falando que escolhi ficar, e então o golpe veio: não, não é bem assim. 
Não vou poder sair agora, afinal, tem um monte de trabalho e demandas pra entregar. Não dá pra eu simplesmente sair bem agora no meio do furacão. Vamos alinhar pra ver o melhor momento.
Melhor momento meu cu. Melhor momento pra quem? Pra empresa? Pro cliente? Pra ele? Porque pra mim que não é. Ou seja, vou ter que fazer toda a merda do trabalho que já faço, em dobro e um pouco mais. E aí quando tudo estiver pronto, quando eu fizer tudo e não deixar nenhuma pendência, aí beleza, posso sair.
Aí eu não entendo. Se esse tempo era pra avaliar a merda do trabalho da pessoa pra tomar alguma decisão, o melhor momento seria agora. Mas, não vai ser. Porque se eu sair vai dar merda (ele me disse), ou seja, já sabe que a pessoa não presta, não confia. Então, pra que tanta mentira, tanta enrolação? Só pra me segurar aqui? Só pra garantir que o trabalho vai sair correto sem dor de cabeça?
Olha... que semana infernal. De um dia péssimo pra um dia bom, em que me senti aliviada e contente com tudo o que me foi proposto, ao dia de hoje, de decepção, nervoso e arrependimento.
Meu Deus, que merda foi essa?

terça-feira, 13 de outubro de 2015

tempo que passa

Trabalho perto de uma rua que tem dezenas de lojinhas que me fazem cometer o pecado da gula  e da vaidade quase todo dia. E sempre acabo gastando um pouco além com coisas que eu nem precisava, fazer o que né? 
Daí que hoje eu fui na Marisa atrás de um sutiã e entrei no provador com sutiã, calcinha, bermuda, camiseta e biquínis hehe.
E enquanto provava um modelo de biquíni cortininha, me dei conta de que foi naquele provador, há dois anos, que muita coisa na minha vida mudou.
Lembrei, enquanto colocava a parte de cima tamanho M, que há dois anos estava colocando a mesma peça só que em tamanho GG e que não tinha tampado nem 1/4 no meu peito. E depois de mais uma crise de choro e tristeza, saí daquele provador decidida a mudar de vida.
Foi aí que procurei de vez um médico pra fazer a redução de mama e mais, procurei também uma nutricionista pra aprender a me alimentar direito, entrei na academia e perdi peso.
Foi a partir daí que tudo mudou na minha vida. Sou muito mais feliz, realizada e segura com meu corpo. Nunca mais eu entrei num provador e saí triste. Nunca mais.
Hoje eu realizo o sonho de ter uma vasta coleção de biquínis. Porque antes eu passava uns três, quatro anos com a mesma droga de biquíni. Aquele modelo de vovó gigante, que no começo era marrom, mas depois ficava amarelo de tão desbotado. O que era bom, porque até parecia que era novo.
Hoje eu posso comprar qualquer biquíni e eu compro dos mais baratinhos só pra ter um novo sempre. E hoje, naquele mesmo provador, me dei conta que não tenho ainda um modelo cortininha. Não levei o da loja porque achei que a calcinha não ficou legal, mas já tenho essa missão pra próxima compra.
Saí de lá com um monte de coisa que eu não precisava (lógico), mas saí tão, tão feliz, que ninguém tem ideia.
Só eu sei o quanto é prazeroso poder colocar uma peça e ela servir direitinho no meu peito. 
Todo o trauma de uma vida acabou no momento que entrei nesse mesmo provador há dois anos.
Que bom!

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

produção independente

Está cansada de ir no salão com uma expectativa e sair decepcionada? Seus problemas acabaram! Gente, tutorial na internê é o que há! E sim, se eu consigo, qualquer um consegue, juro.
Como mencionei num post anterior, já faz tempo que eu passo horas e horas assistindo tutoriais de maquiagem na internet e pouco a pouco montei meu kit básico *cof*cof* de maquiagem. Daí, quando sobra um tempinho, eu pratico um pouco das técnicas aprendidas na minha linda carinha.
Só que, como disse, nunca fica igual, mas até que fica parecido. Mas, eu não tinha tido coragem até então de sair de casa com uma super make feita por mim. Então ia no salão me arrumar toda vez que pintava uma ocasião. Mas, era aquilo, eu pedia banana e saía do salão com uma melancia.
E como sou idiota, ficava com dó de mandar refazer tudo e acabava saindo de um jeito que eu não queria - nem de longe - e ainda gastava uma grana pra ficar #chateada.
Então, sábado teve casório de uma prima do Ri e eu pensei: tá aí, eu vou me maquiar e vou arrumar meu cabelo custe o que custar. Panda ou não panda, aí vou eu. E me surpreendi com o resultado. 
Me programei com toda calma do mundo pra começar algumas boas horas antes de sairmos, pra fazer tudo na paz do senhor e se por acaso ficasse mesmo muito panda, desse tempo de limpar a cara e pelo menos passar um batom.
Mas, deu tudo certo! Apanhei um pouco na hora de fazer o cabelo, lógico, porque inventei de fazer um coque alto e meu bracinho doía que só, tentei e refiz o penteado umas quinze vezes, mas não desisti não. Pode até não ter ficado perfeito, mas eu fiz e fiquei satisfeita.
O post tá longo, mas tá animado! Fiquei empolgada com a coisa, não que agora eu seja a nova blogueira do momento, mas dá pro gasto e dá pra me divertir um pouco também. Aliás, bem que eu queria mesmo ser a nova blogueira do momento, escrever um post por 20 mil reais, ganhar produtinhos pra testar, viajar o mundo, lançar uma coleção com meu nome - hellooooow, acorda menina! Tá, não é o caso, faço de graça mesmo.
O penteado que fiz chama Sock Bun e é óbvio que eu não sabia que tinha esse nome, pra mim era um simples coque. Fiz com inspiração nesse vídeo aqui e usando um "donut" que vende em qualquer perfumaria e muitos, muitos grampos e laquê.



Como disse, demorei muito, fiz e refiz várias vezes, e deu nisso aí. Nota 8 na minha própria avaliação. Nível de satisfação: ok!
Agora vamos a parte mais legal e mais surpreendente: a maquiagem. Demorei uns 50 minutos pra fazer, deu trabalho. Comecei com preparação de pele, depois fui trabalhar o olho, corretivo, contorno, blush e batom. Fiquei com raiva porque esqueci de botar o fixador de maquiagem que comprei um dia antes só pra isso, mas no fim nem precisou. A make durou a festa inteira.



Fiquei bem satisfeita com o resultado. Por não ser profissional e nunca ter feito nenhum curso, me dou uma nota 10!!!! Foi muito divertido, claro que tive medo de fazer esse olho e parecer um pandão horroroso, mas fui em frente e gostei muito do resultado. Não ficou igual, mas gostei de como ficou.
A make foi inspirada nesse vídeo aqui  e o contorno do rosto nesse aqui.

E vamos ao momento mais esperado por mim, os produtinhos que usei. Porque né, como falei, não tenho grana pra comprar tudo o que a mocinha do vídeo usa, então uso outros produtos, na minha opinião, tão bom quanto e que são bem mais baratos.

Primer Magix Face Perfector da Avon (acho que nem existe mais)
Base líquida efeito matte - cor bege 04 da Vult
Pó translúcido da Anna Pegova
Corretivo New Instant da Maybelline
HD Light Concealer da Anna Pegova
Primer pros olhos da Quem disse Berenice?
Bronzer Soleil Duo - cor 03 da Vult
Blush - cor 10 da Vult
Iluminador da Quem disse Berenice?
Stick labial da Avène (antes do batom)
Batom - cor 45 da Vult
Sombras nas cores Preta, Avelã e Pérola da paleta das vilãs da Disney (Cruella) da Vult
Sombras nas cores Prata, Champagne e Rosé da paleta das vilãs da Disney (Evil Queen) da Vult
Sombra na cor Marrom mate da paleta Quinteto Lumiére - Classic da Vult
Lápis de sombra jumbo - cor 20 da Dailus
Máscara de cílios Intense do Boticário
Cílios postiços e cola da iEnvy First Kiss (esqueci qual modelo)

E  é isso. Um conselho que dou é arrisquem-se! Se eu posso, todas podem! 


ps: percebi pelas fotos que tenho a cara meio torta kkkkkk

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

3.3

Outubro chegou! Meu mês predileto porque é o mês do meu aniversário!!!  Sexta completei 33 primaveras muito felizes e bem vividas. Ansiosíssima para os próximos 33, 43, 53, 63 anos cheios de surpresas que espero estarem por vir!
Dizem que no aniversário acaba o nosso tal de inferno astral. Eu não acredito muito nisso, até porque nada muito infernal aconteceu antes do meu aniversário, então ou eu sou muito sortuda ou realmente isso não tem muito a ver.
Prefiro pensar que esse inferno astral é mais uma fase de introspecção, meio que um período que ficamos mais "reclusos" em busca de algumas respostas. O que pra mim costuma durar o ano inteiro, estou sempre atrás de respostas, até pras perguntas mais idiotas.
Mas, antes do meu aniversário, costuma mesmo passar um filminho na minha cabeça, das coisas que realizei, das que ainda não, dos planos que faço, que fiz, os que deram certo, os que não. O que ficou de bom, o que foi de mau, o que deixei de viver, o que vivi mesmo, enfim, uma espécie de retrospectiva individual da minha própria vida e do meu último ano.
Os 32 foram ótimos, e que venha essa tela em branco dos 33 pra eu pintar do jeitinho que me der na telha. O que desejo pra mim, além de uma vida longa cheia de saúde, é que eu possa ter meus amigos sempre por perto, que nunca me falte um amor, fé e que eu viva minha vida de acordo com tudo aquilo que eu acredite ser verdadeiro e bom.
Não é pedir demais néam??
E pela primeira vez na vida, na hora de assoprar as velinhas, fiz um pedido ao universo que não era pra mim. Acho que todo mundo imagina qual seja. Espero mesmo que essa história de que no dia do nosso aniversário o universo conspira um pouco mais a nosso favor a ponto de tornarem nossos desejos possíveis seja verdade.
E é isso, é pique, é pique e é pique!

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

teve paladar


Não lembro se comentei por aqui, mas me matriculei num curso de culinária, do tipo técnico, daqueles que se faz em módulos lá no Senac. Já havia me matriculado há um tempo atrás, mas cancelaram por falta de inscritos. Espero que agora, que está mais na moda, não cancelem de novo.
E enquanto não começa, teve um "aquecimento" nesse fim de semana. Rolou o evento Paladar, promovido pelo jornal Estado de São Paulo em parceria com a Universidade Anhembi Morumbi. Já está na 9ª edição, mas foi a primeira vez que fui.
Recebi o convite do jornal para participar de uma aula com o chef Jefferson Rueda (aquele da prova da linguiça do Masterchef). O evento dura 2 dias, além de um "mercado" montado no pátio da faculdade, ainda havia uma programação de palestras e cursos práticos.



Foi uma experiência incrível, o chef é muito simpático, atencioso, simples, talentoso, enfim, foi um dia maravilhoso, pra guardar na memória mesmo.
Começamos com uma divisão de tarefas por grupo, afinal, íamos preparar entrada, prato principal e sobremesa em 2 horas. 
De cara, fiquei com a parte da sobremesa. Mas, depois tratei de ir fazer outra coisa assim que terminei de cortar todos os mil morangos. Daí foi a vez de cada um fritar seu ovo pra poder montar o prato de entrada: ovo caipira com aspargos e cogumelos, fonduta de grana padano (de comer rezando) e um filete de pão. Nem preciso dizer que estava maravilhoso. E meu ovo ficou show de bola (confesso que foi a segunda vez que fritei um ovo e fiquei feliz de saber que tinha feito certo da primeira vez).
Daí foi a vez do prato principal: cozido de porco com frutos do mar. Tá aí uma coisa que eu nunca pensei misturar, porco com vôngole, lula, marisco, camarão, mas olha, ficou show. Tem um certo nível hard de dificuldade, do tipo que talvez eu não consiga reproduzir em casa sozinha, mas prestei atenção em algumas dicas que vão ser muito útil em outros pratos. Ah, pra acompanhar um arroz branco e tartar de banana.
Por fim, a sobremesa, merengue com morango (ao aceto balsâmico e manjericão), toffee de caramelo e bacon. Gente, para tudo! Simplesmente divino (repeti 3 vezes). Todos os ingredientes que eu nunca pensei em misturar na vida, simplesmente maravilhosos juntos. E o bacon, fez toda a diferença.


Comi o prato principal bem rapidinho e fui ajudar o chef na preparação da sobremesa. Afinal, eu já tinha cortado todos os morangos, nada mais justo do que participar de todo o resto. Olha a minha cara, será que estava feliz??


Foi sensacional, inesquecível!! Ainda saí de lá com um presentinho da A Queijaria, uma marca de queijos artesanais que estavam expondo lá no mercado do Paladar. E diga-se de passagem, um queijo melhor que o outro. Comi tudo ontem com geléia de frutas vermelhas. 
Simplesmente perfeito!