segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

depois dos 30 complica

E se 2014 foi o ano que tomei como o ano pra cuidar do corpo, 2015 quero fazer o mesmo, só que para cuidar da saúde e da alma.
Sabemos que 2014 aprendi a ter uma alimentação um pouco mais equilibrada, o que me garantiu perda de peso, diminuir algumas numerações. Minha tão aguardada cirurgia de redução de mama, que acabou impactando diretamente no meu peso e medidas, entrei pra academia e, enfim, venho adquirindo hábitos mais saudáveis.
O problema é que, tirando os exames de rotina anuais, nunca fui muito além quando o assunto era a minha "casca". Por sorte - acredito eu - genética, nunca tive problemas de pele, nunca sofri com acne, cabelo, nada. Então, até hoje, eu só havia ido num dermatologista uma vez na vida (shame on me!).
Limpeza de pele fiz duas vezes numa clínica estética de uma amiga, mas foi mais pra ajudá-la do que por necessidade e tal. Logo, eu nunca me preocupei muito com isso.
Mas, depois dos 30 as coisas não são mais as mesmas. Metabolismo muda, o corpo muda, os gostos mudam, e embora minha pele não tenha mudado, procurei um dermato pra ver se estava mesmo tudo ok, principalmente depois que uma colega de trabalho descobriu um câncer de pele numa manchinha que apareceu no seu rosto.
Eu AMO tomar sol, e confesso que passo protetor super baixo (shame on me again!), quando passo! Então, achei melhor checar né...
A dermato olhou pinta por pinta, até mandou algumas pra análise e o diagnóstico foi super positivo. Minha pele realmente é muito boa, mas pode melhorar (sempre, néam). Saí do consultório com uma lista de compra enorme, de produtos que eu só ouvia falar, mas nunca ousei usar, até porque são carésimos.
Mas, pensei, poxa, vou usar e ver o que que há. Afinal, pra ser tão caro, algum resultado milagroso ele deve proporcionar.
Então, vamos às minhas considerações sobre cada um deles (afinal, o que é bom - ou não, é pra ser compartilhado):


1. Sabonete Cleanance Avène: esse sabonete é indicado pra quem tem a pele oleosa (eu tenho a famosa pele da região T, em que testa, nariz e queixo são mais oleosos que o resto do rosto). A recomendação da minha dermato foi usar pela manhã e à noite. Estou usando rigorosamente e tenho gostado bastante do resultado. Sinto mesmo minha pele super limpa e mais sequinha. Principalmente durante o dia, com esse calor senegalês, lavo o rosto de manhã e só sinto o rosto ficar oleoso por volta da hora do almoço. Além de ele ser bem cheiroso.
2. Sabonete Dermotivin Scrub da Galderma: é um sabonete esfoliante, recomendado pra ser usado uma vez por semana. Uso antes de aplicar o sabonete acima, antes de dormir, todo domingo. Aplico diretamente sobre o rosto. Não senti nenhuma diferença significativa, mas, diz que serve pra eliminar células mortas, então, bora usar né?
3. Loção Secativa Tonalizante FPS 15 da Adcos: é um protetor solar com tonalizante e que promete deixar a pele seca, é mais um produto pra pele oleosa. A indicação é usar a cada 4 horas, mas como ele tem um tonalizante (bege, mas que não fica aparente na pele quando aplica), eu só passo de manhã, antes da maquiagem. E sim, seca mesmo, mas ao longo do dia vai perdendo a eficácia (por isso ela indica retocar a cada 4 horas). Mas, confesso, esse só vou passar mesmo uma vez.
4. Hidratante Corporal Intensivo da Neutrogena: aplico toda noite, após o banho. Comprei a opção sem cheiro, porque como vem lacrado, não dava pra experimentar, então fiquei com medo de ter não gostar do cheiro. Ele é bom no quesito hidratação, passo no calcanhar, por exemplo, e meu pé agora parece sair da pedicure todo dia. Porém, não gosto da textura que ele deixa no corpo. Tenho a sensação de acariciar uma vela, então, quando acabar, vou pedir pra dermato me indicar outro. De manhã, aplico meu hidratante normal, com cheiro e com textura bem mais agradável.
5. Active C10 da La Roche: o item mais caro da vida que paguei num produto pra pele! Mas, diz a lenda que rejuvenesce. Aplico bem pouquinho na região dos olhos, no tal do bigode chinês, no queixo e na testa. O recomendado era passar no rosto todo, no colo todo e nas mãos. Mas, eu tenho dó de usar tanto, foi tão caro que eu quero que dure muito hehe. O cheiro é horrível, a textura é bem líquida, rende mesmo, mas prefiro não arriscar.

E tem uma seleçãozinha de outros produtos que eu já usava por conta, sem recomendação médica, que são mais cosméticos mesmo:


6. 3 Minute Miracle da Aussie: todas as meninas tinham no Reveillon, então decidi provar. É um hidratante que promete um milagre em 3 minutos, como diz o nome. Eu aplico no banho mesmo, após o shampoo, deixo os 3 minutos (do meio do cabelo pras pontas, que é onde eu tenho tintura) e enxáguo. O resultado é positivo, sinto meu cabelo mais hidratado mesmo, o cheiro também é bem gostoso.
7. 3 Step da Clinique: vem com um sabonete líquido, que deixa minha pele com uma sensação limpeza e frescor, um tônico que refresca e um hidratante, que aplico de vez em quando, pra não pesar muito na minha pele. Uso mais pra dormir ou antes da maquiagem.
8. Serum Lolita da Body Store: é um hidratante que tem uma textura deliciosa (tipo cera) que deixa a mão que nem uma seda. Além disso, o cheiro é delicioso.
9. Trio da Mary Kay: vem um sabonete líquido, um esfoliante e um hidratante pras mãos. A promessa é tipo um "spa" e realmente deixa as mãos como uma seda. Não uso frequentemente, porque esfoliante não é legal usar sempre, mas é um produto muito bom.

Vou começar a postar no blog algumas resenhas de produtinhos bacanas. Acho que vale a dica, mesmo eu não tendo leitoras em busca desse assunto, mesmo eu não sendo blogueira desse assunto, acho que vale a pena deixar aqui dicas boas.
Dica boa é sempre bem vinda!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

São Francisco

Depois de passar por toda a Califórnia e Havaí a temperaturas de 40º, chegamos em São Francisco no fim da tarde, com garoa, tempo nublado e frio, muito frio.
Tanto que tive que comprar uns agasalhos, sorte que eu já tinha comprado umas meias e mais sorte ainda que eu tinha levado uma legging. Pensa num lugar frio, com vento bem frio. É lá.
Confesso que o clima agradou, combina muito com a cidade, que aliás, me apaixonei no momento que pisei. Amei São Francisco! Dessa viagem, depois do Havaí, foi a cidade que mais gostei, é totalmente charmosa, única, inesquecível.
Começando pelo começo hehe, ficamos hospedados no The Mosser Hotel, muito bem localizado na minha opinião, na Union Square, que é tipo o centrinho da cidade, paralela à uma avenida cheia de lojas de departamento ótimas (Forever 21!!! <3), perto da estação do metrô e perto de onde se pega o tradicional bondinho (Powell Street se não me falha a memória).
O hotel em si é bem antigo, o quarto é o menor do mundo, mas achei tão aconchegante e charmosinho, que não consigo dizer que não gostei. Fomos muito bem atendidos, não tenho do que reclamar. Pela manhã eles servem café, chá e muffins. Não é café da manhã, é uma mesinha onde você se serve. Como lá se hospedam muitos homens de negócios, a coisa é bem prática do tipo pegue seu café e vá andando.


Como chegamos quebrados e no fim do dia, tiramos pra relaxar. Então o "primeiro" dia só fomos até um shopping perto (Westfield San Francisco Center) e jantamos na praça de alimentação mesmo. Aproveitamos pra passear nas lojinhas e nos arredores do hotel, mas como estava garoando, decidimos dormir cedo pra aproveitar o dia seguinte.
Acordamos bem cedo e descobrimos que os taxistas que ficam na porta do hotel são uns grandes de uns vagabundos, nenhum quis levar a gente até o Píer, e ao invés de falarem logo que não queriam (porque a corrida ia dar pouco, sei lá), ficavam jogando a gente pro táxi de trás e ignorando geral mesmo.
Depois de perdermos um tempinho com esses vagabundos, decidimos pegar o tal do bondinho.
O bondinho é um fato bizarro. Tinha uma fila gigantesca e uma espera enorme, ficamos lá uns 50 minutos quase e não entendemos nada. Tinha bonde que saía abarrotado de gente e outros que saíam vazio, parando no próximo ponto e pegando mil pessoas.
E a fila, bem, tinha uns japoneses, coreanos, chineses, seiláoque, que furavam a fila na caruda. Enfim, esperamos pacientemente nossa vez e conseguimos sair no décimo bondinho. É uma aventura, pois o bonde é bem antigo mesmo e anda bem devagar. São Francisco só tem ladeira, então imagina só. Acho que pagamos cerca de US$ 7, se não me engano e descemos no ponto final, que é próximo ao Píer.




Fazia muito frio e ainda garoava. Passeamos pelo Píer e fomos até onde se vende tickets para visitar Alcatraz. Descobrimos que estava tudo esgotado (eu já desconfiava e tinha até sugerido de comprarmos pela internet aqui no Brasil, mas ninguém me ouviu), enfim, por sorte encontramos uma guardinha que nos deu a dica valiosa de chegar no outro dia antes das 7h da manhã, pois eles distribuem umas 50 senhas pra vender tickets pro mesmo dia. Sorte a nossa.
Aproveitamos então pra conhecer todo o Píer que tem muitas lojinhas, feira de frutas, parquinho de diversão, restaurantes, souvenirs, e claro, os leões marinhos fofos e fedidinhos.


Clique aqui para ver o vídeo das fofuchas


Comi o famoso Clam Chowder, que é tipo uma sopa com uma mistura de frutos do mar (que não consegui identificar) dentro de um pão tipo italiano, que chama sourdough. Gostoso, porém comi de uma barraquinha do Pìer (todas tem), mas recomendam comer da padaria Boudin, só que a fila era imensa, o que me fez recorrer à barraquinha mesmo.
De lá fomos a pé até a tal Lombard Street, a tal rua mais torta do mundo, haja perna pra subir tanta ladeira! Mas vale a visita, é divertido. E de lá fomos até a fábrica do tradicional chocolate da cidade, o Ghirardelli. Pensa num chocolate delícia! Me acabei por lá, aliás, trouxe chocolate pra família toda. E tem um sorvete MARA!!!, com calda de chocolate, hummm, comi todos os dias e até hoje sinto falta. Delícia demais!



No outro dia acordamos bem cedo e conseguimos caçar um táxi na avenida principal. Chegamos ao Píer em 10 minutos e a fila da senha pra Alcatraz já era imensa, mas conseguimos ficar entre os 50 sortudos. Compramos o ticket pra visita das 10h. Por sorte, apesar do vento super frio, amanheceu um dia ensolarado, perfeito pros nossos planos.
Visitamos Alcatraz, foi incrível. Talvez faça um post pra falar dessa visita, porque realmente é incrível. Tive várias misturas de sensações, inclusive mentalmente imaginar ficar preso naquela ilha vendo toda a liberdade que tem à sua volta. E com um gostinho especial, pois dias antes Ri e eu assistimos ao clássico Fuga de Alcatraz e no tour áudio guiado, pudemos reviver toda aquela emocionante história.
Enfim, pra mim valeu muito a pena. Não lembro agora quanto pagamos por entrada, acho que uns US$ 30, mas eu pagaria de novo se fosse necessário. Passeio imperdível na minha opinião.




Voltando de Alcatraz, almoçamos no Applebee´s, que diferente daqui é baratésimo e vem muita comida, bem no Píer mesmo. Depois alugamos uma bike e fomos até a Golden Gate. Por sorte, pegamos o tempo totalmente aberto, o que rendeu ótimas fotos da ponte, que é uma atração a parte mesmo. A ideia era irmos até Sausalito, cidadezinha que fica depois da ponte, mas né, só pra ir até a ponte eram 11 km, então, acabei indo até a ponte mesmo.



Por conta de uma comida de bola minha, São Francisco ficou prejudicada, perdemos 1 dia de viagem, então o que deu pra fazer foi só isso. De lá, alugamos um carro e partimos pra fazer a costa da Califa. Assunto pra outro post.
São Francisco com certeza está no meu top 5 de lugares preferidos no mundo.
Corrido, mas inesquecível!


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

minha árvore "profissionológica"

Esses dias estava pensando que este ano o blog completa 10 anos, assim como eu completo 10 anos de profissão. E aí comecei a lembrar de como era tudo lá no começo, o que eu pensava e esperava enquanto ainda estava na faculdade, e depois como tudo se desenrolou e tudo mais.
No quanto eu até que me saí bem e no quanto que eu reclamo e me decepciono e tal. E me dei conta de uma coisa boa: todos os lugares pelos quais passei serviram pra me dar coisas boas.
Amigos pra vida e exemplos dos mais variados tipo: do que eu gostaria de ser e o que eu jamais seria. E pensei que realmente ninguém passa na nossa vida por acaso. E olhando pra tudo cronologicamente falando, criei uma árvore mental que chamei de "profissionológica", ou seja, quem foram as peças fundamentais pra ser a profissional que sou hoje.
Começando pelo começo de tudo, minha mãe quando ainda estava na ativa, levou uma amiga (que trabalhou com ela em outro momento da vida) pra uma agência, a Camila. E foi ela que me indicou pra alguém (que não conheço até hoje), que me indicou na Full Jazz.
Na Full Jazz tive meu primeiro contato real com a publicidade, num estágio no departamento de mídia (o mesmo de mamãe). Um tempo depois, começou a trabalhar lá um cara, o Guto, que meses depois iria pra Y&R, onde me indicaria também.
Na Y&R trabalhei num grupo esquisito, mas aprendi bastante. Até tentei fazer algumas amizades por lá, mas de fato, só uma valeu mesmo a pena. Foi lá que conheci o Gui, que anos depois seria meu maior mestre, um querido que levo pra vida toda. Lá também conheci a Andreia, que vendo minha insatisfação me indicou na NovaSB.
Na NovaSB conheci a Marcela, uma outra amiga querida, e onde também aprendi muito e pude me desenvolver mais. E tempo depois, aquele mesmo Gui me levou pra Neogama, onde passei quatro anos incríveis e conheci amigas pra sempre: a Dane, a Tamara e a Fezoca. E muitas outras pessoas fundamentais na história da minha vida, pessoal e profissional. Lá também, aquela mesma Andreia da Y&R, foi minha chefe, mas logo depois acabei mudando pra Dentsu, através de um contato que me atendia na Neo.
Na Dentsu também aprendi e me desenvolvi bastante, e também conheci pessoas maravilhosas como a Isa, a Fezinha, o Marquinhos, enfim, muitos outros queridos. Ali realmente éramos um time. Ali o trabalho era prazeroso e divertido. Mas, tudo que é bom dura pouco e aí fui parar na Loducca, não me lembro por quem fui indicada, mas acabei indo pra lá.
Odiei. Não levei ninguém no coração, não tive nenhum bom exemplo, enfim, foi como se nunca tivesse acontecido. Quem sabe um dia eu volte aqui pra explicar o motivo de eu ter passado por lá porque até agora eu não sei.
E de lá, através do Rubens que tinha trabalhado comigo na Dentsu, fui parar na Fischer, onde estou hoje. E bem, ainda não sei também o que dizer de lá. Quem sabe num outro post reflexivo como esse. 
Só sei que olhando assim, as conexões que fiz e as pessoas que guardo aqui dentro com carinho, fizeram com que esses últimos 10 anos valessem a pena.
Que bom que o saldo ainda pode ser positivo.
Será que aguento mais 10?

sábado, 10 de janeiro de 2015

o melhor japa da cidade

Uma das coisas que mais gosto de fazer na vida é comer e comer bem. Às vezes dá pra comer muito bem pagando pouco, e às vezes compensa pagar um pouco mais. O Mori é um desses casos. É o rodízio mais caro que já fui, mas vale cada centavo.
Restaurante japonês, pra mim, não pode ser qualquer um. Por motivos óbvios como a qualidade e origem dos produtos. Afinal, come-se peixe cru e muito, certo? Então, na minha opinião, é burrice querer comer comida japonesa em qualquer lugar.
Não dá pra ir no Mori toda semana, e sim, há rodízios bons e mais em conta, mas o meu preferido é o Mori e sempre que eu quero comer divinamente bem um belo japinha, é lá que eu vou. 
Vou começar dando a dica mais valiosa de todas: pegue um lugar no balcão. Lá sempre tem fila de espera (a parte chata, porque costuma demorar - e eu bem entendo a razão), mas o valor da mesa é o mesmo do balcão, porém, não tem comparação sentar lá.
Esses dias estive lá com o Ri, aproveitando que consegui tirar a bola do pé da agência cedo, chegamos lá por volta das 19h15, e não tinha fila (lembrando que estamos no período de férias, porque lá sempre tem fila). Preferimos o balcão do andar de cima (as cadeiras são aquelas mais altinhas, giratórias), as cadeiras do balcão de baixo são as normais, de chão. Tanto faz, o que conta mesmo é ficar no balcão.
O atendimento lá é sensacional, os garçons são super atenciosos e os sushimen são de outro mundo. Sério.
Quando vou ao Mori sinto como se estivesse numa verdadeira orgia oriental, onde todos os meus sentidos e paladar são altamente aguçados. Comer ali é puro prazer.
Sempre que vou a um rodízio japonês peço pra focar no salmão, mas no Mori eu gosto de provar tudo: peixe branco, peixe prego, porquinho, polvo, atum, tudo derrete na boca e tem um sabor único.
As entradinhas costumam ter o tradicional sunomono (aqueles pepininhos adocicados), lula e porquinho. Também vem camarão empanado com tarê, os rolinhos primavera, o que eles chamam de koroke (croquete de shimeji com kani), queijo coalho no mel, ebi shinjo (trouxinhas de legumes, cream cheese e camarão), o shimeji, yakisakana (anchova grelhada), gunkan flambado (sushi de salmão, cream cheese e shimeji flambado no licor de laranja) e as coisas normais que você tem em qualquer outro japa, como missoshiro, tempurá, temaki e yakissoba.



Bom, isso tudo foi a entrada. Então não coma com pressa, deguste tudo com muita calma. Quando estamos terminando as entradinhas, o sushiman começa a preparar os sashimis no balcão mesmo. E assim começa a comilança.
Primeiro ele manda um combinado com niguiri (aquele com salmão por cima do arroz), hossomaki (arroz com peixe enroladinho na alga), uramaki (alga enroladinha no arroz com recheio de peixe, frutas, etc), hot roll (aqueles que são fritos) e netamaki (empanado de salmão com cream cheese e couve).
A partir daí, os combinados começam a ficar exclusivos. E o sushiman começa a fazer combinações variadas e diferenciadas, que não tem no cardápio e que não é servida nas mesas. Ele faz meio que baseado naquilo que você gosta, naquilo que você quer. Dá até as dicas se vale colocar shoyu, tarê ou simplesmente comer do jeito que vem.
As combinações levam canela, gengibre, limão siciliano, alguns são maçaricados, outros tem toque de alho frito, olha, são tantas combinações perfeitas que fica difícil dizer o que é melhor ali. Não consigo nem dizer o nome das coisas porque nunca comi nada parecido em lugar nenhum.



O resultado disso é que saímos de lá às 22h15, ou seja, foram 3 horas, isso mesmo, TRÊS horas de comilança. Sério, vale cada centavo. Lá é incomparável a qualquer outro japa que tenha ido.
A única ressalva que faço é sobre o shimeji, meu predileto continua sendo do Aoyama, porque eu gosto dele mais torradinho, mais sequinho e menorzinho. Mas, né, o que é um shimeji perto de tudo isso?
Pra arrematar, a bola de sorvete Häagen-Dazs está inclusa como sobremesa.



Imperdível!

Mori Sushi Ohta
Rua da Consolação, 3610
Rodízio R$ 79,00

ps: esqueci de tirar uma ou outra foto, mas espero que essas já tenham dado água na boca

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

mais um novo ano

Já estamos em 2015. Não sei o que esperar desse ano. Ou melhor, não sei o que quero dele. Ao menos comecei com uma boa notícia: estou livre do babaca da agência! Só essa notícia já vale e muito.
Sem muitas promessas ou expectativas, pretendo fazer de 2015 um ano novo a cada dia.
Vamos ver no que vai dar.
Feliz ano novo a todos!