sexta-feira, 30 de outubro de 2015

diálogo de gente louca

Bem, o inevitável aconteceu e acabei explodindo com a Horácia, minha diretora de bracinhos curtos. O diálogo foi o seguinte:

- Então, você pode me dizer o que tanto você tá fazendo que não consegue ajudar a equipe em nada?
- Imagina, eu tô aqui pra ajudar...
- Não parece...
- Ai, nossa... acho que você tá com algum problema anterior a mim...
- Não, meu problema começou com a sua chegada... Mas, vamos ao que interessa... O que tanto você tá fazendo que não dá pra ajudar a equipe?
- Um monte de coisa...
- Ah, é, então me fala o que?
- Não, você não tá aqui pra controlar o que eu faço...
- Tá certo. Então, não sei se você percebeu, mas somos uma equipe de três que na verdade é uma dupla, porque desde que você chegou não me ajudou em nada, nada mudou.
- Nossa, imagina, é que assim, eu sou diretora e eu não tenho mais que fazer certas coisas...
- Não concordo. Isso acontece quando se tem uma equipe estruturada, o que não é nosso caso...
- Não, mas você vai ver que quando você for diretora você também não vai querer mais fazer...
- Não senhora, quando eu for diretora eu vou por minha mão na massa sim e fazer tudo o que tiver que fazer sim, independente de ser minha função ou não, porque é assim que eu trabalho. Eu não sou de ficar com o bracinho cruzado vendo a casa pegar fogo.
- Imagina, eu não sou assim.... Nossa, eu sabia, bem que eu percebi que você tinha um gênio difícil... Desde meu primeiro dia você está resistente a mim...
- Mentira, porque nos primeiros dias eu estava te passando tudo com a maior paciência, mas você não estava nem aí, não anotou nada que falei, então cansei... 
- Ah, mas eu não anoto mesmo, porque você está aqui pra me ajudar.
- E se você notou resistência desde o primeiro dia, por que nunca tomou uma atitude de conversar comigo?
- Ah, porque eu não quero piorar as coisas...
- Entendi... Então qual a minha função no grupo? Continuar fazendo tudo, correto?
- Não é isso, é que eu tenho muitas coisas pra pensar...
- Tipo?
- Não posso contar... mas você não sabe nada do que eu faço...
- Então divide comigo, porque pelo que vejo e sei, você não faz nada.
* risos inconformados *
- Olha Ju, acho que você tem que apagar essa raiva do coração, te acho incrível, mas o que você tem aqui é muito bom...
- Só se for pra você, porque o nosso diretor já sabe que estou desmotivada, insatisfeita e que só estou aqui por falta de opção...
-  Nossa, você está me ameaçando?
- Quê? Ameaçando como?
- Falando que já falou com ele...
- Olha, deixa pra lá, então eu vou continuar fazendo tudo né? Só saiba que eu não estou feliz assim porque não era esse tipo de liderança que eu estava acostumada a ter.
- Ah, mas você não pode comparar...
- Com certeza não posso mesmo.
- Sabe o que é, você tem muita má vontade...
- Como é que é?? Beleza.

E assim levantei e sai da sala.
Agora imagina o clima.
É ou não é uma pessoa braço curto? Curtíssimo, eu diria.


Concordo que as funções de um diretor sejam "limitadas", sejam outras, mas isso numa equipe estruturada e não é nem de longe nosso caso.

Bom, agora é com isso que vou conviver. Além de fazer tudo, dar a porra do sangue, entregar tudo, enfim, ser a idiota que sou, ainda sou obrigada a ouvir que tenho má vontade.
Piada...

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

ainda bem

Li num jornal que a cada hora, cem pessoas são demitidas no Brasil. A capa da Exame também falava sobre as demissões em massa que vem ocorrendo nos últimos meses. E eu sei bem disso porque em casa vivemos o drama do desemprego já há mais de um ano e meio.
Aliás, cada dia que passa, passa um pouco também da esperança. Um monte de gente me dizendo pra não esperar porque não vai rolar um trabalho pro Ri ainda esse ano. E por dentro, por mais que eu pense nessa possibilidade, me recuso a aceitá-la. Mesmo no cenário caótico e sem rumo que vivemos.
Pro Ri, quando aparece, só tem vaga meio que de subempregos, ou pro mesmo cargo só que pagando menos da metade do que ele ganhava e sem quase nenhum benefício. É triste, mas é a realidade. E não é que ele não aceita e por isso não consegue se recolocar, pelo contrário, ele sempre diz estar aberto a qualquer proposta, mas 90% das entrevistas que ele fez nunca deram nenhum retorno.
E eu não poderia reclamar, pelo contrário, deveria agradecer por ter emprego, por passar por isso empregada, estabilizada, com salário caindo todo mês, e acredite, eu agradeço, lógico. Mas, todo dia enquanto agradeço penso em como deve ser genial trabalhar com aquilo que se ama realmente. Não é o meu caso.
Abençoadas mesmo são as pessoas que conseguem trabalhar com o que gostam e ter prazer. Eu realmente só tenho um emprego. Que paga minhas contas. E tenho (devo) ser grata por isso. Imagina se nem isso eu tivesse... Eu só tenho mesmo a sorte de ter um emprego, ainda bem, graças a deus.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

só sei que foi assim

Parece até mentira o que vou contar, pra quem acompanhou o último post, mas é verdade: fiquei doente e não conseguir vir trabalhar ontem.
Fiquei com uma tremenda dor nas costas, que segundo o médico é só uma dor muscular e pra mim é o fim dos tempos, que dói, dói, dói e ontem só consegui mesmo ficar deitada curtindo o efeito da injeção que tomei pra passar a dor.
Excelente oportunidade pra máscara da Horácia (apelido carinhoso que dei pra minha diretora) cair. Só que ela tem tanta, mas tanta sorte que ainda não foi dessa vez. Ela ainda conseguiu enrolar o suficiente pra dar tempo de eu chegar hoje pra fazer o trabalho dela.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

será que alguém ouviu minha oração?

Semanas tensas no trabalho. E juro que tentei fazer o exercício diário de não vir no blog reclamar, quem teve que me aturar, pra variar, foi o Ri. Pobrezinho...
Tá muito osso aturar e ter que engolir a pessoa nova que está acima de mim. Realmente chegou num ponto muito crítico essa semana, que pode render até um colapso nervoso (espero que não!).
Sabe o que é chegar e trabalhar que nem um camelo no deserto do Saara e olhar pro lado e ver a pessoa que deveria estar liderando, compartilhando conhecimento, agregando, trabalhando (no mínimo) fazendo nada?
Na primeira semana relevei, nunca é fácil a primeira semana. A segunda já achei estranho. A terceira comecei a ficar irritada. Na quarta já estava putíssima e na quinta (essa semana precisamente), surtei. Não consegui ainda identificar se é puro braço curto mesmo ou se é burrice. 
Se bem que burrice total não pode ser, afinal, de alguma forma chegou até ali, né? Mas, é incrível. Postura pra gerenciar pessoas: zero, pulso pra tomar rédeas e resolver problemas: zero, voz ativa no grupo: zero, liderança: zero, conhecimento: até o momento, como nada agregou: zero, companheirismo: zero, parceria: zero, braço curto: nota mil!
Essa semana aconteceu um episódio bem bizarro (na verdade todo dia acontece um), mas um nesta especificamente me fez ter um ataque de ódio a ponto de ficar tão transtornada e querer pedir demissão. Momento de loucura, afinal, o Brasil está numa situação de merda, lá em casa idem, então, foi só um breve momento de loucura mesmo. Se eu pudesse...
Rezei tanto pra Deus me dar uma luz, chorei, fiquei nervosa, tive dores de barriga, passei mal, bom, no dia seguinte, um antigo diretor me chamou pra trabalhar com ele. Não que eu quisesse (mas, é assunto muito longo pra colocar aqui as mil razões e tal), mas usei essa proposta pra deixar bem explícita a minha situação aqui.
Sentei com meu diretor e falei tudo o que acontecia e que não acontecia, e que muito me preocupava ter uma pessoa com esse perfil na conta. E que eu ia embora porque tinha uma outra proposta. Aconteceu muita coisa além do que eu esperava. Primeiro  meu diretor me disse que não me deixaria ir e que se tivesse que escolher entre eu e essa pessoa, ficaria comigo com certeza.
E me pediu um tempo pra poder avaliar mais de perto o trabalho dela (oi? que trabalho senhor?). Disse que ia me dar 10 dias de descanso, remunerados, sem descontar das férias nem nada, pra poder ver se ela realmente não faz nada e entender o que acontece e tal. E que se no final visse que é a merda que é, ia mandar embora e decidir o que fazer.
Fiquei feliz, afinal, não queria sair de fato. Não pra essa vaga especificamente, talvez se fosse outra nem pensasse duas vezes. Mas, enfim. Escolhas.
Aí fiquei aliviada, já estava até planejando uma viagenzinha e então, eis que surge a decepção. Nada é como parece. Fui ver se a partir de segunda já estava valendo, já tinha dado a negativa pro meu outro diretor, falando que escolhi ficar, e então o golpe veio: não, não é bem assim. 
Não vou poder sair agora, afinal, tem um monte de trabalho e demandas pra entregar. Não dá pra eu simplesmente sair bem agora no meio do furacão. Vamos alinhar pra ver o melhor momento.
Melhor momento meu cu. Melhor momento pra quem? Pra empresa? Pro cliente? Pra ele? Porque pra mim que não é. Ou seja, vou ter que fazer toda a merda do trabalho que já faço, em dobro e um pouco mais. E aí quando tudo estiver pronto, quando eu fizer tudo e não deixar nenhuma pendência, aí beleza, posso sair.
Aí eu não entendo. Se esse tempo era pra avaliar a merda do trabalho da pessoa pra tomar alguma decisão, o melhor momento seria agora. Mas, não vai ser. Porque se eu sair vai dar merda (ele me disse), ou seja, já sabe que a pessoa não presta, não confia. Então, pra que tanta mentira, tanta enrolação? Só pra me segurar aqui? Só pra garantir que o trabalho vai sair correto sem dor de cabeça?
Olha... que semana infernal. De um dia péssimo pra um dia bom, em que me senti aliviada e contente com tudo o que me foi proposto, ao dia de hoje, de decepção, nervoso e arrependimento.
Meu Deus, que merda foi essa?

terça-feira, 13 de outubro de 2015

tempo que passa

Trabalho perto de uma rua que tem dezenas de lojinhas que me fazem cometer o pecado da gula  e da vaidade quase todo dia. E sempre acabo gastando um pouco além com coisas que eu nem precisava, fazer o que né? 
Daí que hoje eu fui na Marisa atrás de um sutiã e entrei no provador com sutiã, calcinha, bermuda, camiseta e biquínis hehe.
E enquanto provava um modelo de biquíni cortininha, me dei conta de que foi naquele provador, há dois anos, que muita coisa na minha vida mudou.
Lembrei, enquanto colocava a parte de cima tamanho M, que há dois anos estava colocando a mesma peça só que em tamanho GG e que não tinha tampado nem 1/4 no meu peito. E depois de mais uma crise de choro e tristeza, saí daquele provador decidida a mudar de vida.
Foi aí que procurei de vez um médico pra fazer a redução de mama e mais, procurei também uma nutricionista pra aprender a me alimentar direito, entrei na academia e perdi peso.
Foi a partir daí que tudo mudou na minha vida. Sou muito mais feliz, realizada e segura com meu corpo. Nunca mais eu entrei num provador e saí triste. Nunca mais.
Hoje eu realizo o sonho de ter uma vasta coleção de biquínis. Porque antes eu passava uns três, quatro anos com a mesma droga de biquíni. Aquele modelo de vovó gigante, que no começo era marrom, mas depois ficava amarelo de tão desbotado. O que era bom, porque até parecia que era novo.
Hoje eu posso comprar qualquer biquíni e eu compro dos mais baratinhos só pra ter um novo sempre. E hoje, naquele mesmo provador, me dei conta que não tenho ainda um modelo cortininha. Não levei o da loja porque achei que a calcinha não ficou legal, mas já tenho essa missão pra próxima compra.
Saí de lá com um monte de coisa que eu não precisava (lógico), mas saí tão, tão feliz, que ninguém tem ideia.
Só eu sei o quanto é prazeroso poder colocar uma peça e ela servir direitinho no meu peito. 
Todo o trauma de uma vida acabou no momento que entrei nesse mesmo provador há dois anos.
Que bom!

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

produção independente

Está cansada de ir no salão com uma expectativa e sair decepcionada? Seus problemas acabaram! Gente, tutorial na internê é o que há! E sim, se eu consigo, qualquer um consegue, juro.
Como mencionei num post anterior, já faz tempo que eu passo horas e horas assistindo tutoriais de maquiagem na internet e pouco a pouco montei meu kit básico *cof*cof* de maquiagem. Daí, quando sobra um tempinho, eu pratico um pouco das técnicas aprendidas na minha linda carinha.
Só que, como disse, nunca fica igual, mas até que fica parecido. Mas, eu não tinha tido coragem até então de sair de casa com uma super make feita por mim. Então ia no salão me arrumar toda vez que pintava uma ocasião. Mas, era aquilo, eu pedia banana e saía do salão com uma melancia.
E como sou idiota, ficava com dó de mandar refazer tudo e acabava saindo de um jeito que eu não queria - nem de longe - e ainda gastava uma grana pra ficar #chateada.
Então, sábado teve casório de uma prima do Ri e eu pensei: tá aí, eu vou me maquiar e vou arrumar meu cabelo custe o que custar. Panda ou não panda, aí vou eu. E me surpreendi com o resultado. 
Me programei com toda calma do mundo pra começar algumas boas horas antes de sairmos, pra fazer tudo na paz do senhor e se por acaso ficasse mesmo muito panda, desse tempo de limpar a cara e pelo menos passar um batom.
Mas, deu tudo certo! Apanhei um pouco na hora de fazer o cabelo, lógico, porque inventei de fazer um coque alto e meu bracinho doía que só, tentei e refiz o penteado umas quinze vezes, mas não desisti não. Pode até não ter ficado perfeito, mas eu fiz e fiquei satisfeita.
O post tá longo, mas tá animado! Fiquei empolgada com a coisa, não que agora eu seja a nova blogueira do momento, mas dá pro gasto e dá pra me divertir um pouco também. Aliás, bem que eu queria mesmo ser a nova blogueira do momento, escrever um post por 20 mil reais, ganhar produtinhos pra testar, viajar o mundo, lançar uma coleção com meu nome - hellooooow, acorda menina! Tá, não é o caso, faço de graça mesmo.
O penteado que fiz chama Sock Bun e é óbvio que eu não sabia que tinha esse nome, pra mim era um simples coque. Fiz com inspiração nesse vídeo aqui e usando um "donut" que vende em qualquer perfumaria e muitos, muitos grampos e laquê.



Como disse, demorei muito, fiz e refiz várias vezes, e deu nisso aí. Nota 8 na minha própria avaliação. Nível de satisfação: ok!
Agora vamos a parte mais legal e mais surpreendente: a maquiagem. Demorei uns 50 minutos pra fazer, deu trabalho. Comecei com preparação de pele, depois fui trabalhar o olho, corretivo, contorno, blush e batom. Fiquei com raiva porque esqueci de botar o fixador de maquiagem que comprei um dia antes só pra isso, mas no fim nem precisou. A make durou a festa inteira.



Fiquei bem satisfeita com o resultado. Por não ser profissional e nunca ter feito nenhum curso, me dou uma nota 10!!!! Foi muito divertido, claro que tive medo de fazer esse olho e parecer um pandão horroroso, mas fui em frente e gostei muito do resultado. Não ficou igual, mas gostei de como ficou.
A make foi inspirada nesse vídeo aqui  e o contorno do rosto nesse aqui.

E vamos ao momento mais esperado por mim, os produtinhos que usei. Porque né, como falei, não tenho grana pra comprar tudo o que a mocinha do vídeo usa, então uso outros produtos, na minha opinião, tão bom quanto e que são bem mais baratos.

Primer Magix Face Perfector da Avon (acho que nem existe mais)
Base líquida efeito matte - cor bege 04 da Vult
Pó translúcido da Anna Pegova
Corretivo New Instant da Maybelline
HD Light Concealer da Anna Pegova
Primer pros olhos da Quem disse Berenice?
Bronzer Soleil Duo - cor 03 da Vult
Blush - cor 10 da Vult
Iluminador da Quem disse Berenice?
Stick labial da Avène (antes do batom)
Batom - cor 45 da Vult
Sombras nas cores Preta, Avelã e Pérola da paleta das vilãs da Disney (Cruella) da Vult
Sombras nas cores Prata, Champagne e Rosé da paleta das vilãs da Disney (Evil Queen) da Vult
Sombra na cor Marrom mate da paleta Quinteto Lumiére - Classic da Vult
Lápis de sombra jumbo - cor 20 da Dailus
Máscara de cílios Intense do Boticário
Cílios postiços e cola da iEnvy First Kiss (esqueci qual modelo)

E  é isso. Um conselho que dou é arrisquem-se! Se eu posso, todas podem! 


ps: percebi pelas fotos que tenho a cara meio torta kkkkkk

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

3.3

Outubro chegou! Meu mês predileto porque é o mês do meu aniversário!!!  Sexta completei 33 primaveras muito felizes e bem vividas. Ansiosíssima para os próximos 33, 43, 53, 63 anos cheios de surpresas que espero estarem por vir!
Dizem que no aniversário acaba o nosso tal de inferno astral. Eu não acredito muito nisso, até porque nada muito infernal aconteceu antes do meu aniversário, então ou eu sou muito sortuda ou realmente isso não tem muito a ver.
Prefiro pensar que esse inferno astral é mais uma fase de introspecção, meio que um período que ficamos mais "reclusos" em busca de algumas respostas. O que pra mim costuma durar o ano inteiro, estou sempre atrás de respostas, até pras perguntas mais idiotas.
Mas, antes do meu aniversário, costuma mesmo passar um filminho na minha cabeça, das coisas que realizei, das que ainda não, dos planos que faço, que fiz, os que deram certo, os que não. O que ficou de bom, o que foi de mau, o que deixei de viver, o que vivi mesmo, enfim, uma espécie de retrospectiva individual da minha própria vida e do meu último ano.
Os 32 foram ótimos, e que venha essa tela em branco dos 33 pra eu pintar do jeitinho que me der na telha. O que desejo pra mim, além de uma vida longa cheia de saúde, é que eu possa ter meus amigos sempre por perto, que nunca me falte um amor, fé e que eu viva minha vida de acordo com tudo aquilo que eu acredite ser verdadeiro e bom.
Não é pedir demais néam??
E pela primeira vez na vida, na hora de assoprar as velinhas, fiz um pedido ao universo que não era pra mim. Acho que todo mundo imagina qual seja. Espero mesmo que essa história de que no dia do nosso aniversário o universo conspira um pouco mais a nosso favor a ponto de tornarem nossos desejos possíveis seja verdade.
E é isso, é pique, é pique e é pique!