quarta-feira, 25 de novembro de 2015

hamburguer bom

Parece que eu só falo em comida ultimamente né? Mas, não é bem assim não. O fato é que perto da agência tem muitas boas opções e vou falar de mais uma delas. Dica pra quem, como eu, ama um bom hamburguer, a boa da vez é o Muuburger.
O lugar é pequeninho, mas aconchegante. E o atendimento é tipo de fast food, você vai no balcão e faz o seu pedido, nem dez minutos depois, tá prontinho.



Os lanches custam 22 reais. Achei o cardápio bem incrível. As opções são Classic (carne, queijo prato, tomate, alface, cebola roxa, picles e maionese), All American (carne, cheddar, bacon crocante e molho barbecue), Nolita (carne, gorgonzola, rúcula, compota de tomate e cebola), The Frenchie (carne, queijo gruyere, cebola caramelizada, agrião e molho aioli), Palermo (carne, provolone, costelinha, rúcula e maionese de limão siciliano) e o Veggie (hamburguer de lentilha e quinoa, queijo prato, tomate, alface e maionese de manjericão).
Fui no Palermo e não me arrependo. Um arraso. Carne suculenta, maionese deliciosa, pão macio, enfim, perfeito. Pedi uma fritas pra acompanhar (8 reais) e um refrigerante. Achei bem justo.
Tô louca pra provar todos os outros lanches.



Muuburger
R. Joaquim Floriano, 1057
Abre no almoço de seg à sex e à noite das 18h às 22h. Sábado das 12h às 23h e de domingo não abre, uma pena...

terça-feira, 24 de novembro de 2015

sinais

Às vezes a gente tá tão mergulhada no nosso mundinho que não consegue enxergar algumas possibilidades no meio da tempestade.
Por exemplo eu, que estou louca pra sair da agência onde trabalho, fiz umas entrevistas por aí e que não deram certo. Na hora xinguei, esbravejei, fiquei com raiva, perdi a fé, questionei por que nada dava certo e blá blá blá.
Hoje chegou o currículo de uma pessoa no meu email que trabalhava num desses lugares e que foi demitida num corte porque perderam contas. Olha lá, sinal de que o melhor realmente aconteceu pra mim.
Um mês atrás, meu chefe me prometeu 10 dias de "férias" sem descontar nada, apenas por merecimento. E eu planejei uma viagem pela Estrada Real durante esses 10 dias, que incluía entre muitas outras cidades, a cidade de Mariana. 
E quando eu vi pela TV a tragédia toda que aconteceu por lá, fiquei aliviada por ter sido enganada pelo meu chefe que voltou atrás e decidiu não me dar mais nada. Opa, eu podia estar lá naquela cidade, naquele dia.
Com o Ri foi a mesma coisa. Dia desses ele falou que um cara que entrou numa vaga que ele também estava concorrendo, já foi demitido num corte da empresa.
Ou seja, sinal de que realmente o melhor é o que acontece pra gente. Sei que não é preciso prova, sei que a gente deveria acreditar nessa premissa de que se não foi é porque não era pra ser. Que o melhor está mesmo sempre por vir.
É que a gente é tão imediatista que não consegue entender os planos do universo lá na frente.
Com todos esses últimos "sinais", hoje só posso mesmo agradecer por tudo o que está do jeito que está. 
E assim seguimos, lembrando de acreditar sempre.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

comprinhas de decor na 25

Confesso que eu tenho preguiça da 25 de Março, mas depois que tô nela é um deleite. Isso porque sim, é barato e vale a pena. Mas, sim, você tem que ter muita paciência, muita disposição e olho clínico. Saber procurar é certeza de que no fim você sai de lá satisfeito. Mesmo com toda aquela muvuca horrorosa, aquele mar de gente e tal.
Você também sai de  lá se sentindo uma idiota por ter comprado a mesma coisa numa outra loja como Tok&Stok e Leroy Merlin pagando o tripo do preço. Mas, vale como lição, porque mais vale uma manhã de aperto do que ver outras lojas zombando da nossa cara cobrando um absurdo por alguma coisa que nem vale tudo isso.
Pois bem, aproveitei o sábado e encarei a 25. E olha, nem cheguei cedo, cheguei às 11h e fiquei lá até às 15h. Não sei dizer se as lojas estão abertas até mais tarde porque o natal tá perto ou se me enganaram a vida toda falando que eu tinha que madrugar se quisesse ir lá, enfim.
O que eu realmente estava precisando de lá? Bom, nada, a não ser um rolo de madeira para abrir massa, que com certeza numa lojinha de 1,99 perto de casa teria. Mas, sabe comé né, voltei com umas trocentas sacolas hehe.
Fui com uma listinha de lojas de decoração que pesquei nos blogs por aí e logicamente inclui outras que me interessei na hora. Não fui lá atrás de nada além de coisas pra casa, então passei reto pelas lojas de bijuterias.

A primeira loja que fui foi a Doural (R. 25 de Março, 595). Ela é divida em duas partes, uma que tem de tudo de utensílios pra cozinha, de marcas caras inclusive (Tramontina, Le Cruiset, KitchenAid, etc) e um outro lado de cama, mesa e banho.
Acabei comprando uma cortina de 2 folhas de 2,60 X 4m, com forro, super bonita por 249 dilmas (e ainda parcelei em 6X sem juros). Achei bem em conta, uma vez que paguei mil reais na que mandei fazer pra minha sala e ela tem a mesma medida. A diferença é que comprei o varão e dessa vez eu já tinha. A parte de utensílios achei bem cara, mas tem muita coisa boa e de qualidade lá.




De lá passei na Minas de Presentes (R. 25 de Março, 837). Lá tem 3 andares, no primeiro tem um monte de bugiganga de decoração, santos de todos os tipos, coisas de papelaria. No andar do meio tem um monte de porta retrato bacana e coisas de times de futebol e no último andar só tem pelúcia.


Lá eu comprei 2 São Francisco (coleciono), paguei 6 dilmas no pequeno e 12 no grande, comprei um jogo com 3 porta retratos branco, cada um de um tamanho e com vidro, paguei R$ 22,50 e um outro porta retrato todo rococó também com vidro por 18 reais. Nunca mais eu compro porta retrato em outro lugar, lá tem muita variedade e o preço é muito bom.


Ai estão meus porta retratos, o rococó que vou usar como quadrinho na cozinha (imprimi o cartaz em casa mesmo), o jogo com as fotos dos sobrinhos, e os dois SF que comprei bem baratinho pra somar na minha coleção. Total R$ 58,50, não compraria nem metade com esse valor em muitas lojas por aí.

De lá fui pra M. Camicado (R. Cavalheiro Basílio Jafet, 60). É uma bagunça, um aperto, mas tem muita coisa com preço bom lá. Tem que ter paciência, muita paciência. Lá tem um monte de pratos com preço bom, panelas também. Foi lá que encontrei o rolo de madeira R$ 17 e comprei 4 pratinhos de sobremesa azul da Coza por R$ 6,99 cada.
Tinha um jogo de bico de jaca para champanhe azul lindo de viver, a moça depois de pegar no estoque e checar um por um me falou que custava 76 dilmas, mas no caixa passou por 95, daí desisti, achei muito caro.
Lá também tinha essas suqueiras de vidro que estão super na moda, a pequena estava uns 23 reais, só não trouxe porque ainda não estou com o meu espaço da churrasqueira pronto, mas logo logo voltarei lá pra arrematar essa belezinha. Normalmente por aí custa mais de 100 reais.



Olha as belezinhas aí. Eu estou com um problema muito sério com prato, tipo a louca dos pratos, mas isso é assunto pra outro post. Não posso ver um prato que eu gosto que compro. Esses são super simples, mas achei a cor um charme só. Já imagino um bolo suculento nele, vai ficar lindo. 

Aí parei na Util-Lar (R. 25 de Março, 1097), uma loja que você não dá nada, mas que entrando fica louca. 
Não achei nenhuma foto boa no google (eu não tirei foto de nada lá), mas fica aqui a foto dos meus achadinhos, adorei a loja.


Começando pelas latinhas (acho que sou a louca das latinhas também porque eu comprei e nem sei o que vou fazer com elas, mas enfim), a lata mais alta foi R$ 11,99 e a com os guardinhas de Londres foi R$ 10,99. A de cerejinha foi R$ 3,99 e a de florzinha R$ 5,99.
O moedor de pimenta pink (eu precisavaaaaaaa) foi R$ 17,50. A caveira dourada (que eu também precisava) e é também um cofre, foi R$ 12,99. E esse porta retrato que eu amei foi R$ 9,99. A única coisa ruim dele é que não vem com vidro, vem com aquele acetato que imita vidro, mas achei tão lindo e barato que levei também.

Aí foi hora de parar pra almoçar e lembrei que o pai de um amigo meu tem uma esfiharia super famosa por lá, o Jacob (R. Comendador Abdo Schahin, 130). O lugar é cheio e apertado, mas as esfihas valem.

De lá passei na Ambiente House (R. 25 de Março, 931) porque eu queria comprar umas flores e folhagens artificiais. Lá tem esse tipo de coisa bem feito e não aquelas coisas bregas cheias de purpurina. 
Comprei esses dois vasinhos de suculentas por 8 reais cada e 4 raminhos dessas plantas aí que vão fazer parte de uns vasos suspensos pra minha varanda (cada um saiu umas 3,50 dilmas).
Na Leroy os raminhos custam uns 20 ou mais reais e o vaso que quero e vou copiar custa 90!!!!


Passei em algumas outras lojas, mas acabei não achando nada que me interessasse, são elas a Brás Fama (R. 25 de Março, 564), a Niazi (R. Basílio Jafet, 80), a Armazém do Presente (R. Comendador Abdo Schahin, 162) e a Tuti Flores (R. Comendador Afonso Kherlakian, 166), mas essa é a loja que tem flores com purpurina, tudo muito mal feito, eu odiei.

Bem, o post ficou longo, mas acho que ficou digno. Sempre tenho dificuldade de achar um bom roteiro de boas lojas pela região da 25, então espero que ajude.

crédito das imagens das lojas (google images)

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

comidinha boa


Dia desses fui almoçar no Vapiano e que bela descoberta para aqueles que gostam de uma boa e bela massa, fresquinha, feita na sua frente. Ou pra quem gosta de uma boa saladinha também.
Lógico que a opção salada ficou pra minha amiga, eu, nas duas vezes que fui, acabei repetindo a mesma massa com acompanhamentos diferentes.
Bom, o Vapiano tem em vários lugares do mundo e no Brasil fica em São Paulo (para minha alegria!) e Ribeirão Preto. Funciona assim, você vai até o balcão que é dividido entre as opções salada e massa e escolhe seu pedido ali mesmo, que é preparado na hora. Você já vai ficando com água na boca bem ali. O bom é que os cozinheiros vão te perguntando quais temperos colocar, então fica tudo do jeitinho que você gosta, meio personalizado.



 O que comi da primeira vez foi o Scampi e Spinaci com linguine, que são camarões e pesto de majericão caseiro, com creme de leite fresco, parmesão tipo grana padano, finalizado com folhas de espinafre. E hoje experimentei o Salmone e Aneto, salmão ao molho de sour cream e creme de leite fresco, repeti o linguini de massa para acompanhar. Delicioso demais!!
E as quantidades dos pratos são bem generosas.



Queria ter tirado mais fotos, mas a fome/gula foi tanta que não deu tempo. De sobremesa tem várias opções, mas no dia que fomos da primeira, não sei se demos sorte, mas o garçom perguntou se podia preparar uma sobremesa surpresa, vendo que a gente estava em dúvida.
Ele trouxe uma taça de sorvete com uma calda de Nutella de comer ajoelhada. Só que não encontramos nunca mais nada parecido, nem no cardápio.
Enfim, adorei o lugar, o atendimento, a comida, tudo.
Recomendo!

Vapiano 
Rua Joaquim Floriano, 422 Itaim
Aberto todos os dias até meia noite

Vale a pena, um prato generoso de massa + um refrigerante fica menos de 50 dilmas.

créditos das imagens google images, exceto o prato que é meu

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Mariana

Não, não vou falar da tragédia horrorosa e sem precedentes que aconteceu em Mariana (embora a cidade fizesse parte de um roteiro de viagem que estava prestes a fazer), enfim, não. Esse post é pra falar de Mariana, minha irmã caçula.
Acho tão engraçado falar "minha irmã". Acho que porque eu passei uns belos anos sem mencionar essa frase e sem saber realmente o significado de ter uma irmã/irmão, sei lá, soa estranho aos meus ouvidos.
Mas, o encontrinho com Mari aconteceu no sábado conforme o previsto. Ela mora em Salvador e veio prestar vestibular aqui em São Paulo, onde nosso pai mora. Ela prestou veterinária (adoro!) e vai esperar o resultado do ENEM pra decidir o que fazer, se vai estudar aqui ou em Salvador.
Disse que pretende se especializar em cavalos pra trabalhar em algum haras, achei esperto da parte dela, quem sabe não fica rica né? Além de que, trabalhar com animal é nem-sei-quantas-vezes melhor do que trabalhar com gente. 
Ela tem um namoradinho lá na Bahia, que ela acha que é o amor da vida. Quem nunca aos dezessete néam? Então o coraçãozinho dela tá apertado por ter que fazer essa escolha de onde estudar. Em partes pelo namo, em partes pela mãe que vai ficar lá, em partes pelo pai que vai ficar aqui. Tudo vai depender do ENEM, diz ela.
Ela é uma boneca, magrinha, linda. Achei ela bem estilosa, adorei o jeito dela se vestir, o cabelo, tudo. Temos algumas coisas em comum também, torcemos pro mesmo time, temos uma tatuagem igual (da hamsá, eu no braço e ela na perna), gostamos de comer besteira (o que nos levou a jantar no América), ela tem o pulso e os dedos bem finos como eu.
O que nos rendeu boas risadas na Forever 21, onde tentávamos achar anéis e pulseiras que servissem na gente. Missão impossível, saímos de mãos vazias.
Comemos como se não houvesse amanhã, hamburguer, batata frita e lógico que uma mega blaster sobremesa bem doce e bem gordinha. Foi uma delícia.
Deixei ela na casa do nosso pai bem tarde já, no dia seguinte ela ia pegar um vôo de volta pra casa.
Prometemos que sempre que ela voltar vamos dar um jeito de fazer alguma coisa. Se ela vier morar aqui então, muitos outros planos. Uma partida do Corinthians já ficou pré-agendada, ela tá louca pra conhecer a Arena.
Enfim, antes tarde do que nunca pra algumas boas surpresas da vida né? Adorei conhecê-la um pouco mais de verdade.


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

minha pequena {grande} família

Não  lembro se já mencionei aqui, mas tenho uma família bem pequena, quase nada. Mas, isso se olharmos apenas por parte de mãe. Sempre achei um saco esse negócio de parte-de-mãe-parte-de-pai.
Só que é assim que minha família é, oras. Resumidamente, por parte de mãe sobrou minha mãe e eu, uma prima aqui em São Paulo que já tem um filho, um primo sei lá onde que também já tem um filho e uma prima que até ontem estava em Chicago. E só.
Agora por parte de pai o bicho pega. Tanto que eu nem sei dizer nada sobre minha família, mas restringindo aos "mais próximos", tem meu pai, que teve dois filhos de um segundo casamento, inclusive um deles já tem filho, e mais um casal de um terceiro casamento. 
Ou seja, sou filha única por parte de mãe e tenho quatro irmãos por parte de pai. 
E, bem, meu relacionamento com meu pai se perdeu ao longo dos anos por ene motivos que não cabem nesse post, mas de uns anos pra cá até que estamos tentando nos "aproximar". Seja através dos meus irmãos, seja através das redes sociais. 
Dia desses até em casa ele jantou no dia que um dos meus irmãos veio pra São Paulo (sim, cada irmão está num canto). Enfim, acho que a última refeição que tivemos juntos foi há uns sei lá quantos anos.
E aí que minha irmã, que mora em Salvador, tá aqui em Sampa pra prestar vestibular e quer muito passar um tempo comigo. Eu adorei a ideia, a última vez que nos vimos acho que ela tinha uns 8 anos, sei lá. Agora ela deve estar com uns 17. Ou seja, uma mulher!
E eu fiquei tão, mas tão empolgada com a notícia que tô perdida no que fazer com ela. Sabe aquela sensação de uma vida inteira de coisas que você quer fazer com uma irmã e não sabe? Aliás, eu nem sei direito como é ter uma irmã. Nem irmão, enfim. Mas, por ser uma menina, sei lá, bate aquela afinidade de mulherzinha né?
Quantas e quantas vezes eu não quis uma irmã pra brincar de boneca, pra maquiar, pra dar banho, pra fazer companhia. Tô tão empolgada com isso que  ninguém tem ideia. E pior, nem sei se temos de fato afinidades e tal. Mas, sei lá, meio que não importa.
Estou planejando um sábado juntas, mas eu queria muita coisa. Eu queria passar um dia no salão com ela, pintar as unhas de várias cores, cortar o cabelo, fazer massagem. Depois eu queria fazer uma make nela e ela em mim. Queria ir em várias lojas, experimentar um monte de roupas e pedir a opinião dela e vice-versa. Depois queria ir pro parque, fazer um picnic e ficar à toa. Aí podíamos fazer uma tatuagem (eu sei que ela gosta). Aí podíamos ver um filme no sofá e comer brigadeiro de colher. Depois ela escovaria meu cabelo e eu o cabelo dela. Colocaríamos um pijama igual e passaríamos a noite toda falando sobre amores, sonhos, desejos e sei lá mais o que.
Mas, nada disso vai dar tempo pra um sábado né, então o jeito é correr e pensar em algo que seja tão bom quanto tudo isso junto. 
Tô contando as horas...

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

don´t cry for me argentina

Ah, comida, como amo comer! Confesso que quando criança eu era bem chata pra comer, mas depois, com o tempo, fui pegando gosto pela coisa e hoje uma das coisas que  mais amo fazer na vida é comer, e comer bem.
Depois que desenvolvi o gosto por cozinhar então, nossa, parece que virou vício essa coisa de comer. Como é difícil manter o foco da dieta e querer comer ao mesmo tempo. Hoje como de tudo. Até pra coisas que faço careta, hoje experimento de tudo.
E caminhando aqui por perto do trabalho, descobri o restaurante de empanadas da chef Paola Carosella, o La Guapa. E como eu amo empanadas, fui lá provar. Ainda mais hoje com o tempinho assim bem esquisito, bateu uma saudade da viagem que fiz pra Buenos Aires, das empanadas delicinhas que comi em San Telmo, ah que delícia. E a comida também tem dessas coisas, sempre pode te levar pra uma memória afetiva de algum lugar, tempo e espaço que te marcou.
E foi assim com as empanadas do La Guapa. Pedi 3 porque sou gordinha achei o tamanho pequeno, mas na verdade 2 estaria bem ok. Pedi uma Porteña, que é de 3 queijos com tomate e manjericão, uma Amarrito que é de presunto e queijo perfumada com alecrim e uma Pucacapa, de cebola caramelizada levemente apimentadas com queijo.
Ainda não sei dizer qual a minha preferida, gostei muito de cada uma delas. E olha, quase pedi a clássica de carne, mas aí achei que seria demais pra minha pancinha.



O preço é bem justo, as empanadas saem por R$ 6,90 cada. Tem uma opção de combinados pra levar ou comer com uma saladinha de acompanhamento. Há opções de sobremesa, como o alfajor ou o sorvete de doce de leite, mas o lugar estava tão, mas tão lotado que fiquei só nas empanadas mesmo.
Aliás, esse é um problema do lugar. É muito pequeno, com uma mesa grande, um balcão e duas mesinhas na calçada (na unidade do Itaim, tem outra nos Jardins, mas não conheço), então estava mais do que lotado, estava tipo metrô da Sé na hora de pico. E claro que tinha também um povo sem noção que já tinha comido, mas que não levantava por nada da cadeira. 
Ok, cada um tem seu direito de ficar o quanto quiser, mas com um monte de gente em volta comendo em pé, sei lá, acho desagradável. O atendimento é super rápido, você pede no caixa e em uns 7 minutos no máximo te chamam. Só achei ruim mesmo que o lugar é pequeno pra tanta gente. Achei umas imagens na internet pra ilustrar o que tô falando.




Imagina isso ae lotado, com gente em todo canto e ainda uma fila que ia até à rua... Complicado né. Mas, justifica porque o lugar é bem gostoso e a comida, perfeita. Sempre acho que as empanadas feitas aqui são melhores que as dos hermanos.
E é isso, mais um lugarzinho que vale a visita.

La Guapa 
R. Bandeira Paulista, 446 (aberto até às 22h)

crédito das imagens (google images), pratinho de empanadas é meu!

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

imagine as possibilidades

Vi o novo comercial gringo da Barbie que fala justamente que qualquer menina com uma Barbie na mão pode ser quem ela quiser. E me peguei pensando em quanto isso é verdadeiro, pelo menos pra mim, que cresci no meio do mundo mágico da Barbie.
Sim, eu tinha dezenas de Barbies, amigas das Barbies, Kens, acessórios, casa, carro, banheiro, cozinha, enfim, eu tinha centenas de coisas da Barbie e brincar de Barbie era uma das coisas que eu mais amava fazer na vida.
E sim, com a minha Barbie na mão eu era quem eu quisesse ser. E olha, fui muitas coisas. Acho que projetava um pouco na boneca o que eu queria pra minha vida. Tanto no futuro quanto no presente. Minha imaginação nunca teve limites e além de todos os acessórios oficiais da Barbie, eu também tinha os genéricos comprados em feiras livres (principalmente roupa) e alguns móveis pra casa dela.
E eu não me limitava apenas a isso. Uma vez montei um "super apê" usando várias partes da cozinha da churrasqueira lá de casa, com direito a sala em nível superior (que usei uma tábua de bolo pra fazer) e a piscina era na pia mesmo, uma vez que essa cozinha era pouco usada lá em casa. E pronto, lá estava a minha cobertura da Barbie.
Lembro que embaixo da churrasqueira, montei um "chalé" pra minha Barbie passar as férias de inverno, e a churrasqueira tinha todo o clima das montanhas, com tijolinho aparente, bem rústico e tal.
Também lembro que montei um "hotel" usando um monte de vasos de plantas da minha vó como parte da área comum e jardim, usava a piscina de plástico como um "oceano" e uma antiga banheira de quando eu era criança pra fazer o cruzeiro da Barbie.
É, eu queria muitas viagens e glamour pra minha Barbie na época. Acho que um pouco do que fica no nosso imaginário, algo que hoje, pensando tem muito a ver com a vida real que levo.
E minha Barbie já foi advogada, psicóloga, professora, até estrela do rock. E se bem me lembro, ela também já foi uma dondoca que só cuidava da casa e dos filhos.
Sim, minha Barbie tinha dois filhos, eram dois bonequinhos de menino que eu tinha. Não lembro os nomes, mas lembro bem que eram dois meninos. Por enquanto só filho é que não faz parte dos meus planos nessa vida real que levo.
E também nenhuma das profissões que um dia sonhei e brinquei com ela, minha amiga tão inseparável, acabei seguindo.
Só sei que quando vi esse comercial, percebi que ele faz total sentido pra mim, e olha que faz uns vinte e tantos anos que não brinco mais de Barbie. Ainda adoro passar na seção das Barbies nas lojas de brinquedo, mas nunca tinha parado pra pensar nesse paralelo das vidas. Da que eu vivia na brincadeira e na que vivo hoje.
Tem muita, muita coisa em comum. E acho que nada muda, apesar de tantos anos, qualquer menina ainda hoje deve sentir a mesma coisa. Que pode sim ser quem ela quiser se tiver uma Barbie na mão. O que eu espero é que com o passar do tempo isso não se perca. Que a gente possa ser quem a gente quiser, mesmo tendo deixado a Barbie pra trás.


terça-feira, 3 de novembro de 2015

novembro, seja doce

Mais um mês, trinta dias (ou melhor, vinte e sete) pra novas e boas coisas acontecerem. Pra fazermos diferente, tentar de novo. Ainda que seja o penúltimo mês do ano, não é tarde demais.
Não, pelo contrário.
Vamos lá Novembro, seja lindo, seja doce, me surpreenda!