quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

na mesma frequência

Sinais que fazem valer a pena:

Encontrar alguém que você trocou poucas palavras e ouvir que a pessoa está torcendo por você.

No meio do fim de semana chegar uma mensagem de alguém que trabalha com você há pouco mais de 30 dias dizendo que quer muito que você fique.

Sua atual diretora dizer que está adorando seu trabalho, que sabe de uma vaga e que mesmo não querendo que eu vá, precisa me indicar porque não seria justo.

Uma amiga ligar à noite dizendo que passou o dia pensando em você, só pra te dizer que tudo vai dar certo no final.

Outro amigo, que você passou o dia pensando, te mandar uma mensagem dizendo que soube de umas vagas e que ia te indicar.

O tio do café te abraçar e dizer que foi o abraço mais sincero que ele recebeu nos últimos meses.

Sim, a vida é muito perfeita. A gratidão e a alegria estão nas pequenas coisas. 
Doses de entusiasmo.
Vibrações de boas energias.

Tudo vai dar certo!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

amor nos tempos do cólera

Ontem me mostraram um pirulito, passaram pelos meus olhos, deixaram que eu sentisse o cheiro doce e sonhasse com o seu sabor de infância calma. Aí, jogaram no chão e pisotearam em cima.
Sim, a vida tem dessas coisas.
Uma vaga de trabalho, aqui bem do meu lado, ao meu alcance e por um simples detalhe bobo (na minha opinião), a chance me foi tirada.
Aquela tristeza que acordei sentindo e foi embora rapidinho, me enchendo de alegrias e esperanças por nada mais que cinco minutos, voltou ainda mais arrebatadora.
Aí cheguei em casa, desiludida, me questionando por quê meu deus?! E então, encontro no Ri (que está numa situação nem sei quantas vezes pior que a minha) as palavras certas pra me tirar do estado de derrota que me encontrava.
Dizem que um casamento é testado de fato quando se passa por uma crise, especialmente financeira. Não sei se é verdade porque em meio a toda essa cólera, é no meu casamento que tenho encontrado a força que preciso pra continuar acreditando.
E é mútuo esse sentimento, porque num dia sou eu que levanto o Ri e no outro é ele que me ampara. É bonito de ver isso. Porque poderia ser um inferno, pensa só. Mas, não. A gente se acalma, se ajuda, se cuida. 
E eu posso dizer que a gente tá passando no teste. Porque não é de hoje que enfrentamos o desemprego. Agora, é certo, é em dose dupla. E bem no meio do nosso 7º aniversário de casamento (que dizem ser o ano crucial), mas eu não acredito nessa bobagem.
Enfim, cada dia é um dia, vamos aprender a vivê-lo como se fosse o único e o último. Sem preocupações com o amanhã, porque, só a Ele pertence mesmo.

"Deixe que o tempo passe e já veremos o que traz." - Gabriel Garcia Marquez
em livro de título que também encabeça esse post

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

tristeza, por favor vá embora

Ontem foi um dia atípico. Acordei triste e assim fiquei o dia todo. Na verdade, só foi piorando. No começo eu não sabia explicar bem o por que daquilo, mas sei lá, ontem acordei tão sem esperança. Aí encontrei uma amiga da antiga agência que me fez ficar remoendo tudo aquilo que me aconteceu.
E ainda é um exercício pra mim aceitar e às vezes entender. Então ontem não me fez bem remoer tudo de novo. Ainda mais pra mim que tem o senso de justiça muito aguçado e eu não acho justo o que me aconteceu anyway.
Aí hoje, ainda com uma pontinha de tristeza aqui dentro que sobrou de ontem, aquele IG super good vibe que sigo veio me lembrar que o que passou, passou. E foi pro bem. Sim, por mais difícil que pareça eu sei que um dia vou agradecer de coração.
E eu vou ter que reescrever o texto porque pra mim funciona como parte do meu exercício de "deixar ir". Me ajuda muito ler, escrever e ler de novo tudo isso. Tipo um mantra mesmo.

"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
As coisas passam e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja) destruir recordações, mudar de casa, dar coisas para doação. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto, às vezes ganhamos e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu determinada perda: isso o estará envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não tem data marcada pra começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembre-se que houve uma época em que podia viver sem aquilo, aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. 
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era e se transforme em quem é."
Naturalvibe

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

a certeza de que tudo é tão incerto

Não saber como a vida será dá uma agonia danada. Não ter o controle da vida, olhar o extrato do banco e ver o pouco acabando, dia após dia, sem a certeza de um trabalho fixo lá na frente, aperta o coração.
Se por um lado eu quero acreditar (e preciso), por outro eu também me sinto angustiada e me questiono. Cada real que tiro da carteira, pode fazer falta lá na frente. Mas, aí eu penso: e se...
Aí bate aquela revolta por saber que você está pagando um preço por suas atitudes, claro, mas que no fundo, no fundo não é justo. O que consola é saber que o mundo dá voltas e nada como o tempo pra ajeitar as coisas.
E quando você se pega pensando demais, no que foi, no que será, como será, vai dando aquele certo desespero porque você percebe que mesmo quando tudo parece certo, nada está no seu controle mesmo. A vida é desenfreada.
E eu até agradeço porque, no fundo, estou onde precisava estar. O grande ponto é saber por que e pra que. 
Vejo os dias passar, meu freela na agência termina em abril. Ninguém nunca mais me ligou pra uma entrevista sequer. O mercado também está incerto, de certa forma. Aí eu penso e percebo que não queria que ninguém ligasse mesmo porque eu queria era que desse certo onde já estou. Daí eu lembro que eu preciso de algo mais concreto de fato. E então bate o medo.
Ri continua fazendo entrevistas (graças a deus), por enquanto ainda não deu certo, mas estou na torcida a cada nova oportunidade, pedindo ao cara lá de cima pra que essa seja a vez dele. Pra gente ter uma trégua, um pouco de paz de espírito.
E aí eu penso, que se dane, vamos viver o hoje e amanhã a gente vê. Mas, esse pensamento dura segundos. Segundos perigosos suficientes pra me fazer comprar uma viagem pro feriado de Tiradentes. Nada muito caro, vamos pra Minas, aquela tão esperada viagem que queria fazer. Aí bate um certo arrependimento, seguido de um sentimento de indignação, afinal, merecemos. Mas, será que podemos? Esse era o momento? Esperei tanto, não podia esperar mais?
Não! Porque a gente não sabe se vai ter mais tempo. Mas, e se não tiver um emprego lá na frente? Ah, mas e se tiver? Então, por que não?
Sinto vontade de chorar. É muito, muito difícil estar nessa situação, por mais que não pareça.
Fico tentando me ocupar de mil maneiras, pra cabeça não pensar de fato na vida. Mas, às vezes (pra não dizer todo o tempo), estou pensando nisso. 
Posso cancelar a viagem? Posso, mas não quero. Posso cortar todos os gastos desnecessários como net, banho das cachorras, academia e uma pizza no meio da semana. Mas, isso me daria um fôlego de uma parcela do meu carro. Poderia vender o carro, mas eu não quero.
Eu só quero mesmo é ter a minha {nossa} vida de volta, com nossos empregos. Só isso. Mais nada.

"Enquanto isso, anoitece em certas regiões.
E se pudéssemos ter a velocidade para ver tudo,
Assistiríamos tudo".
Marisa Monte

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

há que perseverar, sempre

Sigo um perfil no IG que parece sempre adivinhar quando eu preciso daquela levantada no astral. Todo dia me obrigo a agradecer por tudo o que tenho, por mais que pareça que tudo está perdido. É fato que está tudo bem fora de ordem, mas preciso continuar afirmando que será pra um bem maior.
E o post que mais me fez bem ultimamente é o que vou transcrever abaixo. Fala sobre quinze afirmações pra ajudar a mudar ou expandir a perspectiva sobre a vida que vivemos.

1. Não há necessidade de se preocupar, tudo sempre funciona da maneira que deveria.

2. A causa raiz de toda a frustração são as expectativas. Solte as expectativas e você vai se sentir livre.

3. Você não pode alcançar seus objetivos quando está com ciúmes ou se comparando aos outros.

4. Gaste menos tempo elogiando as pessoas que fizeram isso. Comemore aqueles que estão no caminho da realização.

5. Apenas seja você. Você está exatamente onde precisa estar pra chegar onde quer ir.

6. Seu propósito não é algo que você precisa encontrar. Ele já está em você, é algo a se revelar.

7. Não tente mudar o mundo. Basta encontrar algo que você ama fazer e fazê-lo todos os dias. Com o tempo o mundo vai mudar.

8. Quando você cultivar o interior, o exterior vai florescer.

9. Acredite em si mesmo: você é o melhor presente que pode dar ao mundo.

10. Nós nunca estamos verdadeiramente perdidos.

11. Tudo é simples. Mas nem tudo é sempre fácil.

12. Não há erros. Cada escolha "errada" nos leva pra mais perto das pessoas certas.

13. Um dia tudo vai fazer sentido, tudo está conectado.

14. Seus problemas não são problemas. Eles são caminhos.

15. Estradas difíceis sempre levam a destinos divinos. Confie na viagem.

E assim, vou reforçando a minha energia interior com pensamentos positivos. Já está mais do que na hora dessa nuvem negra passar.
E espero que alguma dessas afirmações possa ter influenciado positivamente alguém.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

o grande senhor da razão

Tempo.

Nada como ele pra nos mostrar se a direção que seguimos era a correta.

Nada como ele pra curar mágoas.

Nada como ele pra secar feridas.

Tempo ao tempo. Ele, por mais que pareça inimigo, é na verdade nosso maior aliado.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

com a macaca toda

"Esse ano será regido pelo número 9, com a força de destruição e renovação de Shiva que nos ajuda a limpar as energias antigas para recomeçar um novo ciclo adiante.
Será um ano de tirar a sujeira "debaixo do tapete" e se abrir para as mudanças, ou seja, um ano de muito crescimento, transformação, compaixão e solidariedade.
Tudo isso porque 9 é guiado pela energia feminina, não é à toa que a gestação dura 9 meses. Logo, estaremos mais intuitivos, assim como uma mãe é ao criar seu filho.
Falando agora no horóscopo chinês, este ano será o ano do Macaco e para ele não existe um não como resposta. O macaco é metre em improvisação, diversão, esperteza e agilidade e fará de 2016 o ano em que vamos encontrar maneiras novas e não convencionais de viver."
(Natural Vibe)

Tudo isso só vem reforçando a minha teoria de que, por mais que as coisas pareçam estar de cabeça pra baixo, elas estão exatamente como deveriam estar. Porque talvez esse seja mesmo o melhor ângulo das coisas.
E se vamos ter (aparentemente) um ano difícil em geral pra todos devido à situação atual pela qual o Brasil está passando, que encontremos lá dentro de cada um, forças renovadas pra nos reinventarmos.
Definitivamente o ano começa e vamos tentar sermos melhores, pra poder assim conseguir coisas melhores em consequência.
Um feliz e renovado 2016 pra todos!

sábado, 13 de fevereiro de 2016

desafio #1 mês sem repetir roupa

Quando eu digo que nada é por acaso, é porque mais claro isso fica pra mim a cada dia que passa. Os sinais estão sempre a nossa volta, a gente só precisa mesmo é prestar atenção. 
Esse post vai ser longo porque vou falar de dois assuntos: consumismo e moda, porém, esses dois temas e a relação com a minha vida. E, além disso, ainda vou postar fotos dos looks a la blogueira fashion (wanna be né, quem dera) inspirados nesse desafio que eu mesma me propus.
Primeiro vamos à coincidência {ou não} que comecei a falar no post. Desde que voltei da viagem a Colômbia, na segunda metade do ano passado, me coloquei como objetivo zerar a fatura do meu cartão de crédito. E pasmem, a partir desse mês eu realmente consegui atingir o objetivo (ao menos com coisas supérfluas).
Eu nunca estourei limite de cartão e nem nunca gastei mais do que podia, mas de uns tempos pra cá eu andava meio compulsiva. Isso se deve um pouco ao fato de eu nunca ter tido a oportunidade de ser consumista sempre: uma por falta de grana e outra por um conflito com meu próprio corpo.
Conforme o passar dos anos, a vida financeira foi melhorando, mas eu ainda tinha muita dificuldade em encontrar roupas bacanas pro meu tipo de corpo. Sempre tive muito complexo com o tamanho do meu peito e isso sempre me frustrava na hora das compras.
Quando eu finalmente fiz a redução de mama e consegui vencer o complexo, passei a amar meu corpo e descobrir que eu agora podia ter tudo o que eu quisesse.
E embora eu nunca tivesse sido vítima da moda, sempre gostei do assunto. Afinal, quem não quer ou não gosta de se sentir bem numa roupa, não é mesmo?
Não consigo rotular meu estilo, mas se tivesse que resumir em uma palavra diria que sou do tipo eclética. Eu visto qualquer coisa que me agrade, estando ou não na moda. Porque pra mim a moda é isso: trata-se de trazer pra sua realidade aquilo que mais te agradar. E não me importo em usar coisas de coleções passadas.
Eu gosto de roupas com uma pegada girly, comfy e simples. Mas, também gosto de usar algo bem estruturado às vezes. Não ligo pra marcas, prefiro aliás as fast fashion da vida, onde eu não precise de um vendedor. Mas, às vezes também é bom ter um por perto.
Voltando ao consumismo, no final de 2014 me lancei um desafio pro ano que passou e posso dizer: missão completada com sucesso! Prometi ao Ri que iria no shopping apenas uma vez por mês (acreditem, pra mim isso era quase impossível), mas eu consegui. E isso me fez repensar algumas compras compulsivas que eu tinha e consequentemente diminuiu consideravelmente os meus gastos (aka fatura do cartão).
Um outro exercício que adquiri ao longo de 2015 foi ir atrás de referências de moda que me agradassem. E através do blog da Carol, comecei a me ver com outros olhos, abrindo a mente pra outras possibilidades que eu nunca tinha imaginado antes.
Sabe aquela coisa, se você é gordinha não use listras horizontais porque engorda e achata? Então, se eu quiser usar mesmo estando acima do peso e mesmo sendo baixinha eu vou usar sim, foda-se! Se você é baixa não pode usar longo, nem midi, nem longuete. Oi? Se eu quiser eu vou usar sim! O que é isso minha gente? A moda não pode ser essa ditadura, afinal, as modelos são todas altas e magras, isso quer dizer que nada serviria ou seria adequado pra mim que sou baixa e um pouco acima do peso? P-l-e-a-s-e bitch!
Como eu disse, eu não sou vítima e nem escrava da moda, portanto eu vou usar o que me fizer sentir confiante e bonita. Seja listras, seja longo. 
Essa redescoberta de estilos e tendências me fez usar/experimentar coisas que eu nunca pensei que usaria. Vestidos curtos e saias passaram a ser quase que meu uniforme. Aderi um arco-íris de cores no meu guarda-roupa, dei chance às listras, às midis, às longuetes. Ao top cropped que antes eu torcia o nariz, até uso agora.
Enfim, esse exercício é muito válido porque você acaba descobrindo novas facetas do seu próprio corpo. E eu recomendo a quem quiser tentar. Pegue uma peça que você torce o nariz, leve ao provador e vista. Você pode ter uma grata surpresa, acredite.
Bom, e aí, como perdi o emprego no comecinho do ano, suspendi o shopping de vez da minha vida (pelo menos enquanto não estivermos trabalhando oficialmente). E como comecei na agência nova poucos dias depois, como freela de alguns meses, decidi me inspirar em outro blog, o da Jojo, e lançar um novo desafio: montar looks sem repetir uma peça de roupa sequer.
Olhando meu closet, vi que tem peças que não uso há séculos, e caramba, por que? Se a peça ainda me serve, por que eu fico comprando coisas novas se eu só usei as outras tão poucas vezes? E olha que ao menos uma vez por mês eu fazia uma rapa nas coisas e colocava um monte de roupa, sapato pra doação. Aliás, esse é um outro exercício que faz muito bem à alma e ao coração. Energias renovadas pras coisas novas entrarem.
Tudo isso explicadinho, vamos aos looks que montei nesse 1º mês de agência nova. Exercício muito bacana de se fazer, e é aí que você percebe que não ir ao shopping nem é tão terrível assim. E que aquela história de não tenho roupa é pura balela. Você pode montar vários looks com pouquíssimas peças, é só tentar.
Desafio muito bem realizado, por sinal. Adorei quebrar a cabeça pra não repetir as roupas, dando chance à outras esquecidas. Ou redescobrindo novas maneiras de usá-las. 
Enfim, realizada. Pagando de modelete, mas vamos combinar, se eu não fizer isso no meu próprio blog, onde mais seria?
E muito agradecida também por poder trabalhar num ambiente que não exige tanta formalidade na hora de escolher a roupa. Facilita bem.








Enquanto eu fazia as fotos me sentia uma idiota, uma boba. Morri de vergonha, achava desconfortável ficar fazendo pose, mas depois fui me soltando e acabei me divertindo muito. O mesmo não posso dizer do Ri, que detestou bancar o fotógrafo (mas, ajudou muito e adorei o resultado de todas elas).




Adorei fazer esse post. E percebi que ainda tenho tantas outras possibilidades e tantos outros dias pela frente que pode ser que eu continue com esse exercício.
Vamos ver.

Obs: já completei 1 mês de agência, mas tirando feriados e fins de semana não tenho 30 looks (só dias úteis!)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

é carnaval no brasil

Quem me conhece sabe, não sou do bloco da zuêra never ends do carnaval. Aliás, nem do carnaval eu sou. O que eu gosto mesmo é dos dias de descanso e de assistir a zona da apuração na quarta-feira de cinzas. No mais, carnaval é um feriado bem normal pra mim, só mais longo.
E o que dizer desse carnaval? Não poderia ter sido mais perfeito. O que sinto é gratidão. Gratidão por ter tido dias incríveis ao lado de quem mais amo, na companhia das minhas princesas Paçoca e Malu, numa praia bem tranquila e com muito, muito sol.
Realmente eu não poderia querer mais nada.


E que comece o ano!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

spoilers

Todo mundo tem um amigo(a) sem noção. No caso, o meu seria muito além disso. Tivemos o seguinte diálogo sobre uma série que descobrimos estar assistindo, porém a pessoa está na última temporada. Eu não.

- Jura que você tá vendo? 
- Sim!
- E qual temporada você tá?
- Na terceira.
- Ah, onde exatamente você parou, só pra eu não te falar alguma coisa que ainda não viu...
- Acabou de começar a guerra.
- Ah, e ele já morreu?
...

Dias depois...

- E aí, você tá vendo ainda?
- Sim...
- E já tá em qual capítulo?
- Ah, tô na quarta temporada já (me antecipando e não querendo falar muito)
- Mas, qual capítulo exatamente pra eu não falar demais...
- A fulana acabou de descobrir que está grávida.
- Ah, e ela já deu a criança?
...

Sensacional né?

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

panis et circenses

É chegado mais um carnaval. Não sou muito fã não, mas curto ter esses dias pra descansar e desligar um pouco do mundo. Todo mundo é filho de deus e vale dizer que é bem merecido esse feriadinho. 
É como se, no meio dessa ilusão temporária, em meio a confetes e serpentinas, todos os problemas desaparecessem, todo mundo fosse feliz e a vida fosse só beleza.
E por que não, né? Vamos aproveitar que a vida real congela nesses próximos dias, vamos vestir nossa melhor fantasia e viver como se realmente não houvesse amanhã. 
E depois, só depois da quarta-feira de cinzas é que recolhemos as nossas próprias ou o que restou delas e partimos pra luta.
Mas, por hora, ei vida real, dá um tempo cara.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

série do momento



Do momento só se for pra mim, porque na verdade a série começou em 2010 e teve a última temporada já exibida. Só que comecei a ver agora, então por isso é do momento. É que sou viciada em séries, acompanhando Game of Thrones, How to Get Away with Murder, Bates Motel, American Horror Story e Once Upon a Time. E como se não bastasse, agora também Downton Abbey.
Confesso que sempre tive curiosidade de ver, mas batia uma certa preguiça. Ainda bem que eu não fui vencida por ela e comecei a ver a série. Me apaixonei por tudo: cenário, paisagem, sotaque londrino, personagens, histórias, figurino, fotografia. A série é linda, é clássica, é tudo de bom.
E aí descobri que é possível visitar o casarão da série, a própria Downton Abbey, que na verdade é um castelo, residência de um conde que vive lá até hoje. Além disso, muitas cenas feitas lá dentro, reproduzem com realidade a mobília do lugar.
Simplesmente incrível e com certeza eu já estou pesquisando tudo sobre como fazer essa visita. Já imagino incluir Londres num próximo roteiro só pra ter a desculpa de conhecer o lugar onde Downton foi filmada.
A série é basicamente sobre a saga da família Crowley e seus criados. Só que a cada episódio acontece alguma coisa que te prende e faz você querer ver mais e mais. As histórias de cada personagem são fantásticas e apesar de ser uma série de época, ela bem que poderia passar nos dias de hoje, com nova ambientação e tal. Mas, é aquilo: os problemas permanecem os mesmos.
São 6 temporadas, cada uma tem uns 9 episódios. Comecei na semana passada e já estou indo pra penúltima temporada. Não consigo parar de ver.
E agora não vejo a hora de conhecer o famoso Highclere Castle, aka Downton Abbey!! Tenho certeza que um dia vou fazer um post especial sobre essa visita, vai ser demais.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

my {short} bucket list

"To kick de bucket" tem o mesmo significado de quando dizemos em português "bater as botas", (ou pra ser bem literal, chutar o balde). E daí vem o termo Bucket List, que não tem uma tradução específica, mas é aquela famosa "lista de coisas pra fazer antes de morrer".

Tá, como morrer, espero eu, ainda vá demorar muito e eu tenho uma lista enorme de coisas que ainda quero fazer até lá, resolvi fazer uma listinha (até porque adoro uma) de meio do caminho. Ou melhor, uma lista com dez coisas imediatas que quero fazer assim que minha vida voltar ao normal.
Porque tem algumas coisas que eu não consigo abrir mão assim tão facilmente, e tá sendo sofrido ter que me privar de muitas coisas por conta da situação atual lá de casa. Não posso reclamar muito não porque, graças ao bom Deus, nada está faltando, mas como não sabemos o futuro, a melhor coisa é prevenir.
Então minha bucket list de meio do caminho se resume a coisas bem simples e que já há algum tempo quero fazer e acredito que Deus irá abrir nossas portas, iluminar nossos caminhos e o Universo irá conspirar pra devolver nossa vida de volta.
1. viajar por algumas cidades da Estrada Real entre SP e MG;
2. reformar nosso quintal e fazer nosso fundinho do jeito que o Ri sempre sonhou e desejou desde quando nos mudamos;
3. trocar o papel de parede da escada;
4. gastar uma tarde no shopping comprando tudo aquilo que a gente tiver vontade (mas com certa parcimônia);
5. jantar no Mori, meu restaurante japa predileto;
6. passar um dia num spa só relaxando;
7. comprar plantas e flores pra montar meu jardim;
8. fazer um churrasco pra comemorar e agradecer por tudo;
9. viajar pra algum país da América Latina em algum feriado prolongado;
10. passar o natal e NY;

Sim, sei que parece bobagens, mas são as minhas bobagens, os meus desejos. E acredite, alguns deles eu queria ter feito há tempos, mas muitas coisas não me permitiram. São desejos a curto prazo e eu quero sim fazer tudo isso o mais rápido possível assim que tudo voltar a ser como antes.
É meio que como uma recompensa por aquilo que tivemos que congelar durante todo esse tempo. Mentalizar tudo o que quero fazer me dá esperança e me ajuda a suportar essa espera por dias melhores.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

tô famosa

Haviam comentado comigo que alguém na agência antiga havia descoberto meu caríssimo blog aqui e que eu fui demitida porque falei mal da agência nos meus posts. Honestamente, não dei a menor importância, mas ontem o assunto voltou a bater em minha porta.
Agora tudo é culpa do que escrevi no blog. Em primeiro lugar, muito me deixa curiosa entender o que leva alguém a ficar procurando/bisbilhotando/xeretando a minha vida na internet, achar o blog, ler os posts e sair divulgando com um único intuito: me prejudicar.
Só pode ser alguém sem ter o que fazer. Coisa que naquela agência é mesmo comum, visto que a maioria é um bando de encostado e eu não tenho medo algum de dizer isso. O que sinto muito (e muita pena) é que ninguém que deveria ver, vê. E aí, pessoas boas e competentes vão embora. 
Eu só posso mesmo dar risada de tudo isso porque aqui no meu blog {que no caso é algo pessoal} eu falo o que quiser. E outra, gostaria muito que alguém tivesse encontrado aqui uma mentira se quer. Tudo o que escrevo aqui leva meu sentimento, meu ponto de vista, mas graças a deus, à minha índole e educação, mentira aqui não tem não. Lógico, tem a minha versão dos fatos, infelizmente a gente não tem testemunhas que possam nos ajudar nessa inquisição da vida, mas sigo com a minha consciência mais do que tranquila.
Não era eu que chupinhava o trabalho dos outros enquanto não sabia fazer um cálculo de desconto médio. Não era eu que ficava na agência até tarde da noite se fingindo de vítima enquanto somente estava esperando o trânsito melhorar por não ter clima em casa. Não era eu que não sabia liderar a equipe. Não era eu que não sabia moderar conflitos. Não era eu que não sabia delegar o trabalho. Não era eu que usava o telefone pra fazer ligações das empresas particulares ou resolver o problema do ex marido. Não era eu que fazia o trabalho da minha filha. Enfim, não era eu.
Se eu fui mesmo demitida por algo que escrevi aqui, na boa, mais graças a deus eu dou por ter acontecido isso mesmo. As coisas são tão ridículas que chegam a ser cômicas.
Lógico que me sinto incomodada porque agora meu blog está circulando na agência como se eu fosse alguma criminosa. Nem nomes verdadeiros da galera eu coloco aqui, mas sabe como é, a carapuça serve pra tanta gente que deve ser por isso que apareceu um bando de gente ofendida.
Que pena. Não sinto muito não, sinto pena. E raiva. Porque é só mais uma prova da falta do que fazer dessa galera encosto.
Bom, já rolou o desabafo. Aí amiguinhos(as), esse post foi especialmente pra vocês que andam me tornando famosa por aí. Obrigada pela audiência.
Beijos de luz.