sexta-feira, 24 de junho de 2016

a saga do plano b

Minha cabeça parece um liquidificador ligado cheio de coisa dentro, cheio de ideias, sonhos e ansiedades girando e girando, tudo ao mesmo tempo, modo non stop.
Pra dar conta de tudo o que penso e anseio, precisaria de um dia com umas setenta horas e viver talvez mais de um século. Como parar o tempo ou como otimizá-lo? Não sei. Só sei que penso em tanta, mas tanta coisa e ao mesmo tempo que não sei como meu cérebro dá conta.
Ao mesmo tempo que escrevo, estou pensando no que vou cozinhar amanhã, no job que posso deixar pra segunda, no curso do próximo mês, das coisas que quero fazer em casa, do outro blog que estou tentando fazer, do outro instagram que está parado por falta de: tempo!
Uma coisa que não sai da minha cabeça é o tal do plano b, pois como o universo sabe, meu desejo é um dia largar a profissão que escolhi e viver de algo que realmente eu ame e me dê prazer. Só que né, a gente sempre quer a parte boa apenas, sem pensar que tem um puta ônus nisso tudo também.
Eu, lá atrás, tentei um plano b paralelo: no mundo dos casamentos. Criei um blog (que ainda existe, mas que não atualizo desde 2013), fiz uma fanpage no Facebook (mas deletei recentemente), fiz curso de assessora e cheguei a fazer alguns casamentos, fui convidada a escrever no iCasei (desisti porque ganhava muito pouco mesmo) e concorri a um prêmio na categoria melhor blog de casamento no Wedding Awards de 2013.
Ganhei dinheiro? Pouco, de verdade. Eu gostava? Muito, de verdade. Valia a pena? Não, porque embora me desse muito prazer, me dava muita dor de cabeça e a parte financeira não compensava. Além do que eu trabalhava em horários alternativos, o que trabalhando em agência é praticamente desumano e passava o final de semana inteiro focada numa festa de casamento. Ou seja, descanso zero.
Poderia ter largado a publicidade e investido nisso? Poderia. Talvez eu estivesse mais rica ou talvez eu estivesse mais feliz, não sei e nunca saberei. Mas, decidi seguir com a publicidade apenas por questões financeiras. Foi uma necessidade e como toda escolha, vivo suas consequências. Sem amarguras ou arrependimentos.
Hoje estou focada num outro plano b, estou montando um blog sobre decoração de casa, projetos no estilo do it yourself e receitinhas, uma vez que andei fazendo uns cursos de culinária no Senac e passei a ter na gastronomia uma nova paixão.
Estou também montando o insta desse perfil e pretendo que seja sim um plano b, afinal, os blogueiros e youtubers são a nova geração e acredite quando eu digo: eles ganham MUITO dinheiro.
Se é modinha eu não sei, mas tenho que aproveitar a onda. Por enquanto a ideia é tentar ganhar algum dinheiro paralelamente à publicidade, seja com posts pagos, seja com a venda de alguns produtos (sim, também pretendo fazer isso).
E aí se um dia eu conseguir sobreviver disso (que seria maravilhoso) eu largo tudo com toda alegria desse mundo.
Vamos ver no que vai dar. Em breve, novidades.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

a lição do dia a dia

Todo santo dia eu chego na agência e digo bom dia pra recepcionista.
As reações dela são olhar e ignorar ou simplesmente nem olhar, responder, jamais.
Eu fico puta e xingo ela todo dia em pensamento.
Aliás, eu penso assim quer ver essa vaca de novo fingir que não me ouve, não me vê... antes mesmo de falar o tal do bom dia.
E assim se segue, todos os dias. Eu jogando um desejo de bom dia ao vento praquela infeliz.
Por que as pessoas esquecem a educação em casa?

quarta-feira, 15 de junho de 2016

para o meu amor

Namorar o Ri é muito natural. É certo que com o passar do tempo, mais intimidade a gente vai tendo e consequentemente vai conhecendo melhor a pessoa, mas com ele parece que sempre foi assim. É como se ele tivesse uma lente de aumento capaz de enxergar até aquilo que eu quero esconder sobre mim mesma.
Desde sempre o Ri tem sido a pessoa mais companheira da minha vida. Mais que um namorado, amante, marido, ele é meu parceiro, meu amigo. Alguém com quem eu posso ser eu mesma em todos os sentidos.
Alguém que não mede esforços pra me ver bem e me fazer bem. Que me mima, que me aninha, que me abraça e que me aguenta também, porque com certeza não é assim tão fácil. Ri tem toda a paciência do mundo pras minhas maluquices e a gente se diverte com as minhas loucuras.
Ele tem sempre disposição pra me ouvir e quer sempre me mostrar que pra tudo e pra todos sempre tem um lado bom. Eu gosto desse jeito de ver as coisas dele, porque é bem diferente de mim e acho que por isso a gente se completa tão bem.
A gente não gosta das mesmas coisas, mas aquelas que gostamos fazemos bem e juntos. O que a gente quer mesmo é ser feliz. E acho que a gente vem conseguindo ao longo desses dez anos. Ele é a única pessoa que consegue me tirar do meu mau humor só com um sorriso.
Ele me conhece, sabe meus gostos, sabe até o que eu nem sei. Me conhece tão bem que às vezes é ele que me lembra quem eu sou, me puxa pra terra, me traz de volta à sanidade vez ou outra. Ele ainda me surpreende com gestos bobos, mas que significam um tudo.
Um café na cama, uma louça lavada ou um docinho que ele compra depois do futebol. Sua disposição em estar sempre presente é uma das coisas que mais gosto nele. Aliás, tem tanta, tanta coisa que gosto nele.
Caráter, humor, atitudes, sorriso... São tantas coisas... 
Pra quem pensa que a gente é perfeito junto, não é bem assim. A gente não é perfeito. A gente tem defeitos, eu muito mais que ele. Mas, perfeição é uma coisa sem graça e a graça está justamente em se ajudar na evolução daquilo que consideramos um defeito.
É aceitar também e passar por cima porque vale a pena. A gente quase nunca briga porque Ri acha perda de tempo. Eu já sou mais birrenta, mas ele me desmonta com o jeitinho dele. A gente tenta, todo dia, construir um dia mais feliz que o outro. O que é tarefa fácil pra quem tem um homem como esse.
Ri é meu porto seguro. Não consigo imaginar minha vida sem ele. Tudo que acontece eu quero contar pra ele, dividir com ele, ouvir sua opinião. E olha que a gente até discorda em muitas coisas, mas acho que é por isso também que dá tão certo.
Enfim, esse é o homem da minha vida e eu queria registrar um pouquinho de nós por aqui porque o dia dos namorados passou e de certa forma eu só queria homenagear aquele que eu mais amo nessa vida: meu Ri.

terça-feira, 14 de junho de 2016

a vida não pára

Faz pouco mais de dez dias que escrevi o último post e meudeus quanta coisa aconteceu na minha vida. Esse ano tá bem louco, como se tudo precisasse acontecer pra ontem. Talvez por isso eu esteja ainda num processo de tentar me encaixar nessa onda que tá me levando.
Apareceu uma super oferta de um trabalho novo. Muitas coisas me fizeram ponderar, embora eu tivesse ido ouvir a proposta, sabia que não era o momento por vários motivos, mas dois dos principais deles: 1. não cumpri meu principal objetivo onde estou e 2. acabei de chegar.
De qualquer maneira, eu sabia lá dentro de mim, que não era mesmo o momento. Mas, fiquei feliz por ter sido indicada por um alguém tão querido, um verdadeiro mestre que tive na carreira. Mas, foi como disse pra ele "não tem problema, tudo acontece na hora certa" e ele me disse "não fique triste, tenho planos muito mais felizes pra você".
Aí nesse meio tempo, houve a mudança de diretoria no meu grupo. E num email carinhoso de despedida do antigo chefe, pedi pra que ele me desse um feedback do pouco que conheceu do meu trabalho, afinal, importava muito pra mim.
Ele, muito generoso, disse que tinha ficado muito contente com esse meu pedido. E me disse que no começo achou que eu não fosse dar conta, porque tenho um jeitinho muito quieto de ser. Mas, que ele percebeu que eu era como um rolo compressor: não havia nada que eu não entregasse. Que eu tinha ido pra cima e agarrado tudo que era meu.
Como ressalva só me disse pra aparentar mais segurança, e eu disse que me sinto mesmo insegura diante de tantos donos da verdade, mesmo sabendo que a maioria é só aparência. Mesmo assim, ele disse pra que eu não deixasse isso transparecer. Que eu erguesse a cabeça e fosse pra cima porque tecnicamente ele não tinha mais nada a dizer sobre meu trabalho.
Ainda que eu viva uma constante relação de amor e ódio com a minha profissão e que por várias vezes eu me sinta perdida no meio desse caos chamado publicidade, esses tipos de coisas ainda conseguem me manter de pé.
Parece que é pouco, mas acredite, não é. Pra mim, aliás, vale mais que muita coisa.
E segue o jogo!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

ainda sobre a carroça na frente

"E no processo de co criação da nossa realidade, nos livrarmos da ansiedade é essencial. Ela corrói tudo. Ela corrói nossa fé de que as coisas ainda possam acontecer porque a mente disse que já deveria ter acontecido. Por isso, vamos parar de viajar no tempo porque ele é relativo.
Não se agarre ao tempo, continue acreditando e fazendo o que você pode pra se alinhar com o que acredita e siga. Não adianta querer ganhar na loteria se você não joga.  Alinhe-se!
E isso quer dizer apenas: busque coisas que tem a mesma correlação energética daquilo que você acredita. Alinhe-se! Prepare-se para o que você quer porque senão o bonde passa. Alinhe-se! Acredite no que quer, seja o que quer, haja como se já tivesse o que quer. Sem esforço. O que somos, nós já somos em todas as dimensões, é só a ideia do que precisávamos ser que limita."
Natural Vibe

O Universo tratando de me mandar sinais, dizendo o tempo todo: fique tranquila, a direção é essa mesmo e o destino será uma grande e boa surpresa!